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Postado em 10 fev 2014 às 13:00
Jumper Brasil discute – Brasileiros na temporada

Integrantes do site discutem o desempenho dos jogadores do nosso país na atual campanha

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Por Ricardo Stabolito Jr.

O Jogo das Estrelas é o ponto oficial que marca a metade da temporada, mas, como você nota ao ver a classificação, a maioria das equipes já alcançou a marca de 50 partidas. Nas últimas semanas, nós passamos por assuntos como os prêmios da temporada e surpresas (positivas e negativas) da temporada até o momento. Agora, é hora de movermos o foco para o rendimento dos atletas do nosso país.

Reunimos três integrantes do Jumper Brasil e o convidado Renan Ronchi (do blog Brasil na NBA) para falar sobre a participação dos jogadores brasileiros na atual campanha. Quem está bem? Quem pode fazer mais? Quem fica e quem sai? Nossa equipe opina…

 

1. Na offseason passada, Tiago Splitter assinou uma extensão de quatro temporadas e US$36 milhões com o San Antonio Spurs. Ele tem se provado merecedor do contrato que recebeu até o momento?

Ricardo Stabolito Jr.: Sim. Esta é a parte boa de jogar em uma boa equipe: você não precisa resolver os jogos, só preencher as lacunas. Splitter joga nos dois lados da quadra e faz aquilo que o Spurs precisa dele para manter-se competitivo. Se a franquia não está reclamando por pagar US$9 milhões ao pivô, quem sou eu para dizer que não é merecido?

Gustavo Freitas: Ainda não. Mas isso é muito mais produto do fato de ter perdido tempo de quadra nesta temporada do que pela qualidade de suas atuações. Splitter até que está produzindo bem com seus minutos mais limitados.

Kaio Kleinhans: Não. Na verdade, mesmo levando em conta que os pivôs sempre ganham contratos mais volumosos, eu acredito que Splitter recebeu um contrato bem alto para o que produz em quadra. Acredito que US$30 milhões por quatro anos estaria de bom tamanho.

Renan Ronchi: Sim. Em uma liga com salários tão inflados, Splitter fez por merecer o que recebe. Ele já provou ser o pivô que o Spurs passou anos buscando para atuar ao lado de Duncan e vem sendo um diferencial na defesa (o time permite só 87.7 pontos a cada 100 posses quando está quadra). Não tem sido um bom ano para a equipe, que luta contra contusões, mas o brasileiro é excepcional na marcação e evolui cada vez mais no ataque. Acho que não se arrependem do contrato.

 

2. Vitor Faverani perdeu muito espaço na rotação do Boston Celtics nos últimos meses e tem mantido o ritmo de jogo atuando na D-League. Sua situação na franquia preocupa?

Ricardo Stabolito Jr.: Sim. Faz sentido que o Celtics queira dar mais espaço aos veteranos do elenco para envolvê-los em trocas, o que diminuiria o espaço de Faverani. Mas a situação aqui é diferente: o brasileiro está totalmente fora da rotação em uma equipe disposta a desenvolver atletas menos provados. Se não consegue jogar no atual Boston, o pivô tem um problema. A sorte é que seu contrato não termina agora.

Gustavo Freitas: Sim, preocupa. Existe uma competição grande por minutos nas posições de garrafão e isso dificulta que um atleta consiga recuperar seu espaço. Hoje, apenas uma troca ou contusão de outros jogadores poderia fazer com que o brasileiro “reaparecesse” na rotação.

Kaio Kleinhans: Sim. Ele teve um bom início, mas, do jeito que as coisas estão em Boston, eu acredito que Faverani não deva ficar para a próxima temporada. Bem, a não ser que consiga recuperar o espaço perdido na rotação nesta segunda metade da temporada.

Renan Ronchi: Não. Faverani foi enviado para a D-League sem ser dispensado pela equipe, segue treinando com o Celtics e fica no banco em alguns jogos. Atuar em um time em que o garrafão não tem “dono” absoluto é ótimo para ele. Ele precisa melhorar seu arsenal ofensivo, movimentação sem a bola e cometer menos faltas, mas técnica e talento sobram.

 

3. O Washington Wizards vem sendo bastante cauteloso com o tempo de quadra e nível de exigência de Nenê. Atuando mais minutos, você acredita que o pivô ainda pode ser um diferencial para o time nos playoffs?

Ricardo Stabolito Jr.: Sim. Nenê é um desses raros pivôs que conseguem atuar em alto nível nos dois lados da quadra. Ele não vai ganhar uma série de playoffs para o Wizards, mas pode ser um diferencial nos momentos mais agudos porque poucos atletas de sua posição são tão provados – combinando experiência, recursos e eficiência.

Gustavo Freitas: Sim. Seu histórico de contusões é grande, especialmente nos pés, então é necessário ir com calma mesmo. Entretanto, se estiver bem, Nenê certamente pode contribuir em alto nível: joga bem dos dois lados da quadra e o Wizards sabe de sua importância para o sucesso da equipe.

Kaio Kleinhans: Sim. Nenê é um jogador experiente, que não compromete na defesa e com bons recursos ofensivos dentro do garrafão. Taticamente, ele é inteligente e faz bom trabalho de bloqueio nos rebotes. Com o brasileiro na área pintada, a marcação adversária precisa se fechar melhor e sobra espaço no perímetro.

Renan Ronchi: Sim. Eu acho que “cauteloso” não é bem a palavra. Depois de um início ruim de temporada, o treinador simplesmente diminuiu a rotação e passou a atuar com apenas oito atletas. Nenê está jogando média de 35 minutos desde então e dando retorno. Hoje, ele é o brasileiro com papel mais importante na NBA e o sucesso do Wizards nos playoffs estará ligado diretamente a sua eficiência atuando ao lado de Marcin Gortat.

 

4. Verdadeiro ou falso: a passagem bem sucedida pelo Phoenix Suns vai alongar a carreira de Leandrinho na NBA por mais alguns anos.

Ricardo Stabolito Jr.: Verdadeiro. Leandrinho precisava de uma oportunidade para provar que ainda tem espaço na NBA e tem feito isso em Phoenix. Ele está ajudando um time competitivo – o que é bem mais difícil do que parece – e isso, mais do que quaisquer números, é tudo que uma equipe espera de um veterano ao contratá-lo. Sua carreira nos EUA ganhou um fôlego.

Gustavo Freitas: Verdadeiro. É difícil dizer com exatidão, mas, se mantiver o ritmo atual, acho que ele tem tudo para ter dado um novo fôlego à carreira. Até o momento, apesar do tempo de quadra relativamente limitado, dá para afirmar que seus números são decentes.

Kaio Kleinhans: Verdadeiro. Não sei se alguns anos, mas, para a próxima temporada, ele deve ter garantido um contrato – e acredito que será no próprio Suns.

Renan Ronchi: Verdadeiríssimo. Assim como Nenê, Leandrinho é um veterano jogando em uma equipe jovem. Tem uma história bonita no Suns e a torcida o adora. E, para completar, suas características encaixam-se perfeitamente no esquema tático de Jeff Hornacek. Vejo o brasileiro atuando mais duas ou três temporadas nos EUA antes de voltar de vez ao Brasil.

 

5. Com tudo o que vem acontecendo no Cleveland Cavaliers, você acha que Anderson Varejão inicia a próxima temporada na franquia?

Ricardo Stabolito Jr.: Sim. Na verdade, eu não faço a mínima ideia. Mas acredito que o Cavs continua interessado em alcançar os playoffs o mais rápido possível e, neste caso, seria mais interessante mantê-lo. Afinal, ele é um pivô eficiente no que se propõe a fazer, disposto a jogar pelo time e com um contrato bastante razoável (apenas parcialmente garantido).

Gustavo Freitas: Sim. É a mesma história todos os anos. Era Andrew Bynum que iria tirar seu espaço nesta temporada, mas não deu certo. Como Varejão está jogando bem, eu creio que ele fique em Cleveland para o segundo semestre. Ele não é o problema do Cavs.

Kaio Kleinhans: Não. Não dá para saber que o irá acontecer com o Cavs neste momento. O fato é que Varejão está ligado a rumores de troca nos últimos dois ou três anos e a chegada de um novo GM costuma trazer uma remontagem de elenco conforme sua visão. Em vista disso, eu acredito que ele jogará em outra equipe na próxima temporada.

Renan Ronchi: Difícil dizer. Ele estava nos planos de Chris Grant, mas, com David Griffin assumindo a gerência geral, não dá para saber qual será o planejamento. O brasileiro é um dos jogadores mais interessantes do elenco para se envolver em trocas. Como dificilmente o Cavaliers se ajeita em apenas um ano, talvez seja melhor que busque novos ares para tentar ganhar um título nos seus últimos anos na NBA.

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  • Julio Zago

    Muito bom o post, parabéns Ricardo.
    1 – Em termos, jogando numa equipe bem estruturada e com suas funções bem delimitadas Splitter se mostra eficiente. Na minha opinião, se estivesse em outra equipe ele não seria tão valorizado, portanto, devido a falta de opções e ao desempenho razoável do Brasileiro só resta a franquia pagar este valor.
    2 – Sim, Faverani é C de ofício e a franquia está procurando alguém para a posição, a pouca utilização dele significa que ele não vem agradando e por isso não deve permanecer.
    3 – Não acredito que Nenê seja um diferencial nos offs, mas é um bom jogador e com um histórico muito extenso de contusões, nada mais correto do que limitar seu tempo de quadra para que ele chegue bem ao momento decisivo.
    4 – Verdadeiro, seu desempenho tem sido razoável e sua identificação com a franquia deve ajudar a lhe garantir pelo menos mais uma temporada na liga. Não acredito que ele fique muito mais do que isso pois se trata de um jogador que já passou do auge na carreira.
    5 – Muito difícil de saber, os Cavs parecem totalmente sem rumo, mas pelo que tem produzido e também considerando o mercado ele deveria permanecer.

  • L.Avila

    Faverani tem contra ele o aspecto fisico me parece que ele sentiu jogar quatro jogos por semana quando na Espanha se joga no maximo duas, ainda acho que ele está sendo preparado para ano que vem. Varejão deveria ir para um time que lute por titulo, Eu fico na espera de que novos talentos brasileiros cheguem a liga causando inpacto positivo como os que hoje estão causam.

  • Acho qeu Varejão deveria, para o bem dele, ir a uma franquia na qual tenha mais chances de título e que não seja tão bagunçada como o Cavs. Já passou da hora do Verejão ter mais ambição na sua carreira, seria uma boa ele em OKC ou no Mavs…

  • MGunter

    O cavaliers não deveria trocar o Varejão, ele vale mais lá do que em outra franquia.

  • L.Avila

    Concordo Varejão devia ir para o OKC na troca poderia pedir que o Sam Presti escolhe-se o jogador no draft para o Cavs kkkk. Se não houvessem as trocas o time dos Thunders seria Westbrook, Hardem, Greem, Durant e Ibloka. alem de R.Jackson

  • CosmeCelta

    Faverani não deve ficar mesmo não. Misturando dois assuntos abordados, Varejão caberia bem em Boston para ser a 3ª opção de garrafão na temporada que vem. Temos que contratar um C top para brigarmos por título, e o Varejão seria um bom cara pra reserva.

    • henrique

      terceira ? kkkkkkkkk . quem vai ser a primeira ? sully ? kkkkkkkk. e a segunda ? bass:? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Pedro Cortez

        Sully no seu segundo ano está jogando igual gente grande e melhor que muita gente por ai. Ele era cotado escolha de loteria, mas uma lesão nas costas fez ele cair no colo dos celtics. Sorte nossa, pq ele joga mt.
        Eu gosto mt do Vitor e acho que ele teria espaço sim de 5 no C’s com o Sully na 4.

      • CosmeCelta

        Cara, não fica difícil de entender o que eu escrevi, considerando o time de hoje, Varejão seria primeira opção fácil no garrafão, mas pra próxima temporada (COMO ESCREVI NO MEU COMENTARIO), contratando um C top da liga, penso nas 2 primeiras opções de garrafão sendo esse tal Center top e um ala pivô decente (Sully vem sim jogando muita bola, foi escolhido melhor da semana inclusive), tendo assim Varejão como terceira opção de garrafão pra 2014/15.

      • rafael freitas

        qual c top cosme celta ? estou em duvida agora .

  • Luiz Otávio
    • Anônimo

      Mais interessante destes jovens nenhum da posição 5 onde surge nossos maiores talentos o melhor sem duvida é caboclo MVP do Basquete sem fronteira na Argentina e jogo como gente grande na Liga das Américas 2014 terminando a partida com 24 pontos (9-11 nos arremessos de quadra) e 5 rebotes.neste video: http://youtu.be/vBy-0MZQpNM

      *obs: Assim como Nene e Lucas Bebe vejo em Caboclo perfi NBA

      • Luiz Otávio

        Caboclo com certeza vai ser NBA e acho que o seu estilo de jogo parece com novato greco do Bucks. Quem sabe como pensa os mais otimistas, o primeiro All-star brasileiro, o que seria maravilhoso para a reconquista da credibilidade do basquete brasileiro!

      • L.Avila

        A minha duvida é se no Brasil os clubes poderão desenvolver o talento destes jovens a ponto de chegar na NBA especialmente taticamente vejo dificuldades.

  • O Nenê Hilario jogando ao lado do Gortat não dá muito certo, tanto que por várias vezes o Trevor Booker já atuou como titular. Se ele tiver minutos precisa melhorar urgentemente alguns fundamentos do seu jogo porque eu considero ele muito mais participativo do que o Marcin Gortat (que faz uma boa temporada), mas o Nenê é superior na minha opinião só que precisa ser eficiente.

    3.1 assistências (um dos melhores índices da liga) contrastando com 48.3 % de aproveitamento nos chutes é pouco. Mas são esses os motivos que fazem o Marcin Gortat ser o Center do Washington Wizards.

  • Antônio

    Muito bacana esse post. Espero que se torne algo regular durante a temporada. Eu acho muito válido a discussão sobre os nossos compatriotas que jogam na NBA. E sobre um dos tópicos: Eu continuo achando o Splitter uma mancha na atuação de brasileiros na liga. É nítido que os companheiros não confiam nele. Fica pedindo bola feito um bobo…. Muito, muito desmotivado. Sem vontade até pra levantar os braços pra impedir um arremesso. Pra servir como um poste que se move, existem opções melhores e mais baratas.

  • Fernando

    Splitter é uma vergonha nacional.
    Os torcedores do Spurs tem saudades de Oberto e Nesterovic.

    • Vergonha Nacional?…(é cada uma…)…Cara, o Splitter já foi MVP da liga espanhola, e foi finalista na última temporada da NBA, se isso é desmotivador, não sei mais o que é motivação.

  • Ricardo Stabolito apenas mudando um pouco de assunto, você ta sabendo algo sobre o interesse do Atlanta Hawks no Jeff Green ??

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