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Postado em 21 dez 2015 às 11:00
Jeff Van Gundy se irrita em transmissão e posiciona-se contra “hack”

Comentarista defende fim das faltas intencionais para colocar chutadores ruins na linha dos lances livres

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Por Gabriel Farias

DeAndre Jordan e Gregg Popovich se encontraram novamente na última sexta-feira, quando o San Antonio Spurs fez jus ao seu mando de quadra e venceu o Los Angeles Clippers. Como sempre, o técnico texano utilizou a estratégia das faltas intencionais – o popular hack – para aproveitar o baixo aproveitamento do pivô na linha dos lances livres. Em certo momento do terceiro quarto, seis faltas consecutivas foram cometidas no atleta e o analista Jeff Van Gundy, da ESPN, perdeu a paciência.

“Eu quero que o Philadelphia 76ers exponha ao máximo essa regra quando for enfrentar o Clippers. Se comandasse o Sixers, cometeria faltas em DeAndre em todas as posses. Estamos tratando isso como algo normal. Você não pode usar o hack nos últimos dois minutos, mas, antes, está ok? As pessoas dizem que não se deve mudar a regra para beneficiar quem não tem certa habilidade, mas minha pergunta é: que tipo de habilidade é cometer faltas?”, reclamou o ex-treinador, inconformado com a situação.

Jordan converteu seis dos 12 lances livres que cobrou no período, mas só oito dos 20 cobrados ao longo da partida. Na noite seguinte, os angelinos enfrentaram o Houston Rockets e foi a vez do técnico Doc Rivers usar o hack contra Dwight Howard. Somados, os dois pivôs cobraram 28 lances livres no jogo. O comissário Adam Silver já afirmou que as regras relacionadas a faltas intencionais não vai mudar nos próximos anos, mas Van Gundy tem propostas para uma reforma.

“Gostaria de ver a restrição às faltas intencionais estendida além dos dois minutos finais das partidas. Mas, se não querem fazer isso, por que não dar três arremessos livres ao jogador depois do oponente cometer oito faltas gerais? Cometer faltas não deveria ser um benefício na NBA. Na NFL, você consegue imaginar a segurada ser um benefício para a defesa? Isso é ridículo”, argumentou o analista.

Em artigo disponibilizado na semana passada no site da ESPN norte-americana, o analista estatístico Kevin Pelton apontou que 105 faltas intencionais foram cometidas em jogadores longe da posse da bola entre outubro e novembro deste ano. A marca já supera a temporada retrasada inteira e aproxima-se das 164 registradas ao longo da última campanha. Além disso, 11% de todas as partidas da atual temporada tiveram, ao menos, um hack.

Van Gundy sabe que, apesar de suas reclamações, a regra não deverá mudar tão cedo. Por isso, ele torce que equipes e atletas façam “a farsa ser exposta” para todos. “Espero que o próximo confronto entre Rockets e Clippers seja repleto de faltas intencionais e o jogo dure 19 horas em rede social por conta dessa piada de regra”, encerrou.

  • Rodrigo Toledo

    Se está dentro das regras, tem mais é que fazer mesmo.

    Jogador ganha dezenas de milhões de dólares e não possui a capacidade de aprender o básico, que guardadas as devidas proporções é como se fosse uma cobrança de pênalti?!

  • Leonardo Riviera

    que novidade ele e sempre contra tudo

  • Michel Moral

    Eu vejo assim: falta intencional = bate os lances livres e tem a posse de bola, permitindo-se somente esse tipo de falta no minuto final, por exemplo, ou quando o cronômetro tiver menos do que uma posse de bola, ou seja, 24 segundos. Sei lá, são ideias para se amadurecer.

    Pronto acaba o problema. O Hack é usado por dois motivos: 1- evitar que o adversário faça pontos por meio de um batedor ruim; e 2- ter para si novamente a posse de bola.

    Se você corta a 2ª intenção, não tem mais porque ter Hack.

  • Erick

    hack é MUITO CHATO!

    Ainda mais quando são 2 horas da manhã de uma terça e você trabalha no dia seguinte ¬¬

    • Leonardo Riviera

      kkkkkkkkkk

  • vitorhugoj3

    Bem, como dito abaixo, um cara que ganha milhões por ano, o que custaria treinar lance livre? Afinal esse é o trabalho dele… treinar e jogar. Penso que o Hack era pra ser uma motivação a mais para o jagador, para dedicar-se mais aos treinos. Ontem saiu um artigo dizendo que LeBron aprimorou seu lance livre… por causa do que? TREINAMENTO! O segredo é apenas praticar. Quem dera se eu ganhasse essa grana toda para jogar o esporte que mais gosto… Alguns atletas simplismente não aproveitam direito a benção que receberam, de estarem na maior liga de basquete do mundo…

    • Dubnation

      no caso dele so morrendo e nascendo dinovo

  • Acho que é válido e mais justo apenas limitar o hack, como tirar a posse de bola pro time que fez a falta como disse o Michel abaixo, ou algum outro tipo de limitação à regra, mas excluir a possibilidade das faltas intencionais é ridículo, o time que sofre a falta tem uma vantagem implícita aí independentemente de ter um “amassador de aro” sendo levado a linha de lances livres…

  • Luiz

    Hack é totalmente broxante pra quem está assistindo o jogo. Se for ver dessa ótica, jogador ganha milhões pra saber defender, e tem que fazer falta intencional pra se eximir de defender? Rs

    • Roberto Terra

      Mas se for pensar assim esses mesmo jogadores ganham milhões para saber arremessar com um minimo de qualidade

  • Tárcio

    O jogo spurs e clips tava ótimo, ai o Pop resolveu começar o Hack e o jogo ficou uma grande porcaria, mudei e fui ver um filme.
    Quantos não fazem isso? Acho que comercialmente é uma lastima para a NBA, estamos falando de um entretenimento que concorre com outros como NFL, UFC, Séries, Filmes. Mais cedo ou mais tarde, vão ter que fazer alguma coisa.

    • JR

      No final os Spurs ganharam o jogo. Pop é pago para ganhar jogos não para agradar aos fans. E nesse quesito ele até faz muito já que os Spurs têm o basquete mais bonito (minha opinião) da NBA. DJ que vá aprender a bater lance-livre ou experimente uma solução diferente à lá WIlt. N

      • Bruno Grotta

        Engraçado… O Pop diz que o que o GSW joga não é basquete. E reclama.
        Mas o time dele, que realmente joga bonito, parte pro hack absurdamente quando enfrenta o Clippers e aí pode, né?

        • André Gomes

          Por que você não vê a entrevista do Popovich original (em inglês) antes de falar besteira? em nenhum momento ele diz que o jogo do GS não é basquete. Então sua argumentação não tem sentido algum.

          • Bruno Grotta

            Calma, cara…respira aí, fim de ano, mano! Hahaha
            Não vi a entrevista mesmo, apenas li aqui no Jumper, então fala isso pra eles hahaha
            Mas se você tá falando, eu acredito!
            Um abraço!

          • André Gomes

            Hahaha… tô calmo, agora tô calmo.
            Só que fico puto com esses mimos que querem dar para alguns caras que ganham milhões e não sabem bater lances livres. Querem criar o cara a base de “leite e pera”? o cara que crie vergonha na cara.
            E também se crucificou aqui o Pop sem razão alguma, basta ver a entrevista na íntegra. Mas ok, calmei hahaha… boas festas rsrs’

      • Tárcio

        Não entrei no mérito do Spurs, ou do Pop fazer, ou qualquer outro time.
        O Clips que sofre com isso, também faz quando joga contra o Houston.

        Falo da NBA, como negócio, como industria do entretenimento, neste aspecto, e por isso, acho que deveriam mudar.

  • DirkMito

    Comentarista mais ridiculo da ESPN. Reclama de tudo e se acha o Santo. Quando a torcida do Dallas vaiou o DJ no jogo em Texas ele criticou a torcida em relação a um jogador dos Cowboys que bateu na namorada. Vai entender ne

    • Lucas

      Stephen A. Smith é bem pior

    • Robertão

      Quem é DirkMito perto de Van Gundy? Quando você manjar 0,01% de basquete do que ele manja você volta aqui com algum comentário imbecil como o que fez.

      • DirkMito

        Tudo bem mestre Robertao. Não comento mais no site para sua satisfação. Grande abraço.

  • Alex Alves

    Choro dos caras, se o cara ganha uma puta grana que tome vergonha na cara e treine meia hora por dia, quero ver se em um ou dois meses ele não vai estar bem melhor

    • luiz

      Pior q tem cara q não melhora, é coisa meio q sem conserto, o Shaq qdo estava sendo treinado pelo Phil Jackson, fazia intensivo pra melhorar seus lances livres e mesmo assim a melhora foi ínfima.

      Mtas vezes o cara não tem jeito para aquilo, mesmo q treine demais

  • Kaio Hetkowski

    vai mudar agora depois que tantos sofreram com isso como Shaq por exemplo ! Não acho certo e nem justo, e não é por clubismo é fato !

  • Charles

    Acho que existem várias habilidades no jogo, e não vejo como justo forçar ao erro, de um modo não natural, um jogador que não possui determinada habilidade. Se ele é ruim em FT, ele vai sofrer naturalmente com isso. O “hack” legítimo é fazer a falta quando o cara está atacando a cesta; isto se chama defesa.

  • João Vitor

    Entendo os dois lados, mas na minha opinião não faz sentido alguém cometer faltas e ser beneficiado por isso.

  • MarcoLakers

    Hack é ridículo e nocivo a NBA. Basicamente é um anti basquete permitido pela regra, o cometedor da falta leva vantagem. Obviamente o jogador ganha milhões para melhorar, mas o outro ganha para defender.
    Enfim, esses não são os pontos, a questão é que é pior para o jogo em si.

  • Matheus Oliveira

    Isso é deplorável, sinceramente. NBA é uma atração, além de demorar mais de duas horas e meia como de costume, se estende a 3, 3 horas e meia com o hack. Não sou especialista de tv, mas com certeza uma coisa dessas faz muitas pessoas mudarem de canal.
    Além de enfeiar o jogo, assim como no futebol, rodízio de falta em tal jogador é muito sem graça. Mas por outro lado, eu acho uma tática válida porque é uma forma de abalar o psicológico de quem sofre, pois é uma coisa baixa e que pega o maior defeito de um pivô, “elo fraco” da equipe nesse sentido
    Não deveria acabar porque só assim caras como o Howard, Jordan, Drummond iriam se coçar e pelo menos acertar 1 FT por jogo !

    • luiz

      Pois é, precisa haver um meio termo, pq ao mesmo tempo q os jogadores precisam sim treinar e melhorar isso, não dá pra dizer q haja méritos em apelar para isso o jogo todo como forma de vencer

  • – Tiago

    Chris paul hack a Howard KKKKKKK

    • Leonardo Riviera

      fez uma dança do siri em cima do howard dahora em kkk

  • Elber Sampaio

    Independente de mudar ou nao, torço para nao dar Spurs x Clippers nos Offs.

  • Wellington Godinho – Bulls

    Não sei se seria viável, mas uma situação que poderia melhorar esse caso seria a permissão de substituição de jogadores após cestas, sem necessidade de pedir tempo, assim o Doc poderia utilizar o DJ só na defesa por exemplo, assim, se o treinador quiser deixá-lo em quadra durante as ofensivas vai assumir o risco dele bater lances livres.
    Enfim, uma ideia.

    • Wadson Pinheiro

      Desse jeito é mais fácil substituir o arremessador do lance livre, o que acho que perderia um pouco de sentido.

  • André Gomes

    Deveria ficar indignado é pelo DeAndre Jordan ganhar o salário que ganha e ser deplorável cobrando lances livres. LIVRES!

    • Guilherme Prates

      E tem gente que ainda diz que a falta beneficia o infrator. O que beneficia o time infrator é a ruindade do jogador adversário em não conseguir “bater um pênalti”…

      • André Gomes

        Exatamente.

    • luiz

      Vc pode cobrar o DeAndre Jordan por mta coisa, mas se for cobrar o salário alto dele APENAS pelos lances livres, lembremos q o Shaq era no mínimo ridículo nos lances livres e mesmo assim foi dos mais bem pagos na liga por mto tempo…

      • André Gomes

        Não há comparação os dois. Veja o que Shaq trazia às suas equipes. Um dos melhores de sempre.

        • luiz

          como eu disse, vc se focou no caso dos lances livres, então isso não pode ser parâmetro, se quiser pode criticar pelo conjunto E pelos lances livres, mas só por eles, não dá

          • André Gomes

            Além de ser fraquíssimo nos LL ele não traz tantas coisas boas assim à equipe. Na minha opinião (e nem falo pelo salário), ele é muito overrated. E o salário o deixa ainda mais superestimado. Então sim, o crítico porque ao contrário do Shaq, que também era ruim no LL, ele não traz tantas coisas ao Clippers no garrafão como o Shaq trazia, principalmente no Lakers.

          • luiz

            O Shaq na minha opinião(e sei q mta gente vai surtar com isso), nem era um jogador tão fora de série, porém ele era absurdamente forte e sabia fazer bem o uso dessa força, além do q pegou uma época onde os grandes pivôs ou estavam já em fim de carreira, ou mesmo se aposentando(tanto q foi o período q ele reinou absoluto), qdo por exemplo pararam Olajuwon, Ewing, Robinson, q conseguiam fazer mais frente ao físico absurdo dele.

            Tanto q qdo ele começou a ter problema com peso(deixou de ser forte, para ser só gordo), sofreu horrores.

            O Shaq foi um pivô fora de série por conta disso, também contando com um pouco de sorte, de não ter rivais à altura na sua época, sorte q o DeAndre não teve, além de não ter o físico privilegiado do O’Neal(lembro dos jogos do Lakers, era cômico ver o pessoal tentando parar ele e ninguém conseguia)

          • André Gomes

            Continuo com a mesma visão. DeAndre é certinho, mas o salário que recebe e a importância que lhe é dada é ridículo. Não mais do que ele na linha do LL. Vergonhoso pra ele. Assim como qualquer jogador, seja ele, Shaq, LeBron, Michael Jordan. O mínimo que o cara deve saber é converter, ao menos, uma razoável quantidade de LL.
            Como o Kevin Durant disse: “se não quer sofrer Hack, então treine a p**** dos seus LL”. Isso não é questão de “sorte” ou talento é trabalho. E a NBA está corretíssima em não fazer nada.
            Proibir o hack é ridículo. Seria como o seu adversário no futebol fosse fraco nas laterais e tivesse uma regra que proibisse explorá-las porque o meu adversário é deficiente nelas…

          • luiz

            Vejo isso como meia verdade, pois ao mesmo tempo q o cara de fato precise treinar, o q é feito é forçação de barra, pq nem dá pra chamar isso de basquete. é como se liberassem o background violation. É um anti basquete isso.

            Isso td não exime o fato de q seria interessante q o cara aperfeiçoasse seu arremesso, mas isso também não é razão para fazerem do jogo de basquete um festival de faltas

          • André Gomes

            Eu sou completamente a favor. Não quer hack? que os jogadores então treinem para superar essa deficiência. Caso contrário, tem mais é que ser explorada, gostem ou não.

          • luiz

            Cara, é difícil, as vezes o cara realmente não tem jeito para a coisa. Pode ver q normalmente são pivôs q tem essa deficiência, pq os caras focam tanto seu jogo na proximidade do garrafão, posicionamento para rebotes, etc, q geralmente mtos ficam limitados a arremessos de mto perto, tendo certa deficiência em arremessos de maior distãncia.

            E discordo, explorar isso é no mínimo uma tática baixa e anti basquete, mostra q o outro time não tem capacidade de vencer na bola e precisa apelar para isso.

            Tá na regra ainda, mas daí a dizer q um time tem mérito por vencer outro na base de hack, sinto, mas não tem

          • André Gomes

            Discordo totalmente, para mim, não é apelação alguma, muito menos “anti basquete”. É usar a deficiência do seu adversário contra eles mesmos. Se não querem sofrer hack ou o cara treina, ou não deixa o cara em quadra para sofrer o hack ou não contrata um jogador essa deficiência.
            Para mim, não é falta de capacidade para “vencer na bola” e sim capacidade para deixar os jogadores, treinador e, no caso dos jogos fora, deixar a torcida adversária irritada e afetar o psicológico. Os chamados “mind games”. E Pop ou qualquer treinador que utilizar está certíssimo.
            E discordo do primeiro parágrafo. São poucos os jogadores que têm essa deficiência de forma tão brutal como o DAJ, Drummond… se ao menos fossem grande parte dos jogadores, ok. No entanto, é um grupo bem restrito, portanto para mim, é questão de treino e o Tiago Splitter pode se encaixar como exemplo aqui. Soa mais como desculpa para esses caras serem mimados. Para mim, o hack não só faz parte do basquete como vejo com bons olhos mal tratar a deficiência do adversário. Não é nada sujo.
            Da mesma forma que se leva um time que é muito fraco em chutes de longa distância a ter mais espaço para arremessar de três do que dentro da área pintada, também se leva um time que tem fracos arremessadores de LL a ter que ir para a linha de LL.

          • luiz

            Independente do fato do cara ter ou não de melhorar(e sim, até acho q tem, é necessário, ainda q talvez tenha pouco resultado efetivo), mas uma coisa não anula a outra

            Vc não pode justificar truncar jogo e forçar lance livre em jogador ruim como razão para o cara treinar e quem faz tá certo. Vc aí só dá benefício a quem comete a irregularidade, sendo q o isso seria uma punição.

            E pegar por jogo psicológico, como citei antes, q se permitisse voltar a bola para o fundo da quadra pra ganhar tempo, afinal seguiria a mesma lógica de “jogos psicológicos”, afinal, se a ideia é permitir algo do tipo, q se libere algo também para beneficiar quem tem a posse de bola.

            Isso é sim anti basquete e não vejo mérito nenhum em se valer disso para vencer

            E não dá pra comparar isso dos arremessos né? isso é mera tática de jogo, nada tem a ver com infrações

          • André Gomes

            Para mim, faltas fazem parte do jogo e é totalmente justificável usá-las para afetar o adversário (não sendo agressões…). E também penso que posso usar como razão para fazer o cara ruim treinar mais sim.
            A punição é o lance livre + a falta pessoal, não o time adversário converter o lance livre, se fosse assim então deveria ser automática aumentar pontuação sem necessidade do cara arremessar o LL ;)… O cara não acertar é outra história, é consequência, a punição está lá, foi dada. Se o cara treinasse não sofreria a falta proposital para ir à linha do LL.
            E sim, dá para comparar isso dos arremessos, pois ambas são táticas de jogo, infrações também podem usadas como. E não vejo como anti basquete e vejo méritos em utilizar da fraqueza do adversário para vencê-lo.
            Se gosto, ou não, se é bonito ou não, se é agradável ou não, é outra história. No entanto pior será dar tapinhas na cabeça do cara que é ridículo nos FTs e proibir o hack pois ele é quase inútil nesse fundamento.

          • luiz

            Isso é td uma questão de analisar jogos de uma maneira geral. Truncar um jogo de futebol por exemplo com faltas, é anti jogo, fazer o mesmo no basquete, idem.

            Fazer rodízio de faltas no cara mais habilidoso do time, com conivência do juiz, é anti jogo, fazer o hack, idem.

            O q tem de ser colocado aqui, é q isso não é a questão de “dar tapinha nas costas” do cara q é incompetente ou treina pouco ou mesmo não tem o cacoete de bom arremessador, mas sim impedir q o jogo vire uma apelação ridícula de faltas forçadas em um jogador.

            Sem contar q isso prova uma incompetência do time adversário, q não consegue parar o outro time e precisa apelar para algo altamente contestável para vencer.

            Esse tipo de falta forçada, devia ser punida não só com os lances livres, como com a posse de bola em seguida.

            E como disse, isso nada tem a ver com valorizar um cara q não sabe bater LL, mto menos impedir q ele melhore, mas sim q o jogo corra de forma normal, sem apelação para uma tática bem baixa. Agora se fizerem isso em todo arremesso q o cara tentar, aí não tem o q dizer, mas forçar falta, sou totalmente contra

          • André Gomes

            Bem, minha visão é completamente diferente. Eu sou a favor. E para mim não vale a pena criar o cara, como dizem alguns, “a base de leite e pera”.
            Para mim tem mais é que fazer hack e ou o cara treina ou passa vergonha. Se ele prefere a segunda opção, os adversário que aproveitem a fraqueza dele.

          • luiz

            A mesma análise pode ser colocada para o outro lado. Será q realmente é um grupo preguiçoso? Ou um grupo específico q realmente não consegue aprimorar esse fundamento, por mais q treine? O próprio Shaq, q citei, por anos treinou mto para melhorar, mas seu arremesso continuava sofrível.

            Até pelo fato de serem alguns casos mto particulares q é difícil dizer q seja pura preguiça, até pq, se pensarmos por essa lógica, todos jogadores deviam ter uma média boa de arremessos de 3, afinal é só treinar, mas como sabemos, não é assim q acontece não é?

            A “tática” de fazer isso não é sequer uma tática de jogo, é basicamente vc truncar um jogo, fazendo faltas. Falta mesmo se formos olhar na essência, é uma infração, então nem faz parte do jogo de basquete(pensando de forma mais literal), então vc basear sua tática não em arremessos de longe, de perto, infiltrações, defesa compacta, etc e deixar td para ficar fazendo “hack” é acomodação do mesmo jeito, pois é mto mais fácil ficar forçando um cara ruim a bater lance livre, do q ter uma tática para superar o tal rival

          • André Gomes

            Uma coisa é um fundamento básico como o FT, outra é um arremesso com a bola rolando…
            Para mim é tática de jogo e expor a fraqueza do meu adversário é totalmente válido.

  • Wadson Pinheiro

    Também acho um absurdo um profissional da maior liga de basquete do mundo não conseguir acertar lances livres. Acho essa discussão sem muito fundamento, pois todos buscam vencer aproveitando o que tem de melhor e explorando o que o oponente tem de pior. Por isso acho esse recurso normal, parte do jogo.

  • King Cuban

    Lol… Eles que aprendam a cobrar os Lances livres… Ninguem tenta fazer hack num Duncan, Cousins, Horford, Gasol, Towns porque sabe que eles vão marcar… Isso que o Jeff Van Gundy quer so vai mandar a mensagem errada aos mais novos… Agora os Jogadores da High School e Universidade vão se preocupar para não ter de passar por isso…

  • King Cuban

    Aproveita e expõe o Harden também Jeff…

  • Gustavo

    O Hack tira a essência do basquete, que é medir quem tem o melhor time, e não o pior cobrador de lances livres. Quando começaram com essa tática em cima do Wilt Chanberlain a regra foi mudada, já que o abuso estava estragando o jogo. Assim como agora, estão estragando novamente. O Hack torna o jogo chato e longo. Perde o público, perde a TV e no final vão perder técnicos e jogadores se tornarem seu espetáculo menos interessante. Acho inevitável que mais cedo ou mais tarde a regra seja aprimorada (sim, trata-se de melhorar a regra) para o bem do basquete.

    • André Gomes

      Trata-se do jogador honrar os milhões que recebe para não passar vergonha.

  • André

    Eu acho esse Hack uma coisa ridícula. Ok, a regra permite então não condeno quem pratica porém acho que caras como Popovich e Doc Rivers fazer uma coisa dessa é digno de vergonha alheia. Eu sentiria vergonha na posição deles.
    Apenas um contraponto para quem diz que o jogador ganha milhões então é obrigação dele converter o lance livre. Se o cara não tem a habilidade ele vai morrer de treinar e não vai conseguir além do que ele tem outros treinos específicos para sua posição.
    São esportes diferentes porém, podemos fazer uma analogia. Imagina na NFL vc obrigar um RB ou qualquer outro jogador de linha ofensiva ter que lançar como QB. Os caras tbm ganham milhões e não sabem lançar uma bola. No futebol, há zagueiros e até goleiros que sabem bater faltas porém tem muitos que não sabem dar um passe de 10 metros.
    Como já disseram, na minha opinião o jogo fica ridículo e eu não assisto um jogo dessa forma. Muito provavelmente quem é assiste é pq torce para um dos times.
    E com certeza isso é um benefício para o infrator. Quem diz que isso facilitaria para os caras que não sabem arremessar, deveriam dizer a mesma coisa para o time que faz o Hack pq ao invés de melhorar sua defesa contra as posses de bola preferem fazer o que é mais fácil pra eles no momento, o Hack.

    • Michel Moral

      Acho que não é que a regra permite, ela apenas não proíbe, André. Com certeza quando o “legislador” fez a regra, não pensou que os times se valeriam dessa prática como uma brecha para mudar o jogo.

      Os técnicos passaram a utilizar o Hack como mais um recurso NÃO PROIBIDO pelas normas. Mas nem por isso deixa de ser imoral. Pra mim, uma clara incapacidade do time em marcar um adversário tecnicamente superior ou medo de encarar o adversário mesmo. Acho que o Pop foi de uma incoerência sem tamanho quando criticou o jogo do Warriors e faz isso sempre que possível.

      Como eu concordo com você e acho que o infrator é beneficiado, acho que a mudança tinha que vir da própria norma.

      Por isso propus que na falta intencional a posse de bola não pode ser invertida.

      • André

        Concordo com vc Michel. Ao invés de melhorar sua defesa é mais fácil fazer o Hack.
        Acho que os caras que fazem as regras não devem ter pensado que os técnicos, num basquete de elite com é a NBA fariam isso ao longo do jogo pq nos 2 últimos minutos já não pode. Acredito que logo isso mudará pq só queima o filme dos técnicos que mandam fazer, dos jogadores que passam vergonha na linha e por fim da NBA.

      • luiz

        Do Poppovich até comentei no dia desse jogo, q era mto irônico, dias depois de ele dizer q o GSW “não joga basquete”, pegar q fazer algo q para mim não é basquete(diferente da choradeira dele, pq usar com maestria bolas de 3 é sim basquete).

        E diga-se, ele já se valia disso nos tempos q não conseguia para o Shaq também, então não chega a ser mta novidade, porém acho q pra vc criticar um time por qualquer coisa vc precisa, no mínimo, dar exemplo e o Pop não o fez.

        • André Gomes

          Ele não disse que o GSW não joga basquete. Leia a matéria original… 😉

  • Comedor de cool e bruscheta

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