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Postado em 3 fev 2016 às 13:00
Jumper Brasil Discute – Jogo das Estrelas

Integrantes do site e convidados comentam eleitos e esnobados da partida festiva

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Por Ricardo Stabolito Jr.

Jogo das Estrelas 2016

As seleções do Jogo das Estrelas deste ano estão definidas: os 24 jogadores que participarão da partida festiva já foram escolhidos pelo público e os 30 treinadores da liga. A NBA já conhece seus all stars. Nada vai ser alterado, a não ser que lesões aconteçam. Mas, se não podemos mudá-las, o que podemos dizer dessas listas? E sobre o sistema de votação, o jogo em si? É isso que vamos ver.

Nesta semana, o Jumper Brasil convidou seus integrantes e dois convidados (Luís Araújo, do blog Triple-Double, e Vitor Camargo, do blog Two-Minute Warning) para discutir tudo o que envolve o Jogo das Estrelas e sua edição de 2016, que acontecerá em Toronto entre 12 e 14 de fevereiro. Vamos lá…

 

1. Para começar, você assiste ao Jogo das Estrelas?

Ricardo Stabolito Jr.: Não. Eu perdi a empolgação de ficar criticando convocação de titulares e reservas nos últimos anos porque, sinceramente, o jogo não poderia importar menos para mim. É o dia para assistir a um filme, sair, fazer o que for. E deixar os caras se divertirem com eles mesmos.

Gustavo Lima: Assisto a algumas partes. Não aguento até o fim. Na verdade, os eventos que chamam mais minha atenção no fim de semana são os concursos de enterradas e arremessos de três pontos. Mas, neste ano, me esforçarei para ver boa parte da partida de domingo pela despedida de Kobe Bryant. Será um evento especial.

Gustavo Freitas: Sim. Sou old school, então assisto tudo. Eu não ligo se o Jogo já não tem caras como Jordan, Shaq, Duncan ou Nowitzki. É ruim sem eles, mas tudo continua – e tem que continuar. Assisto à apresentação dos times como se estivesse vendo pela primeira vez, acompanho os concursos com a mesma empolgação de sempre. É um show, afinal.

Vitor Camargo: Assistir é uma palavra forte. Digamos que, se eu estiver em casa e ligar a TV, deixo passando de fundo. Pessoalmente, não me atrai muito. Não é o tipo de coisa que saio do meu caminho para acompanhar.

Luís Araújo: Sim. Já me empolguei muito mais quando mais jovem, claro. Adorei os que vi nos anos 1990. Mas, talvez, seja muito mais por ser mais novo naquela época do que por achar que as coisas pioraram depois. Hoje, não tenho o mesmo entusiasmo. Ver é melhor do que não ver, porém. E podemos dar a sorte do jogo estar parelho no início do último quarto.

 

2. Quem foi o reserva escolhido pelos técnicos que mais te surpreendeu?

Ricardo Stabolito Jr.: LaMarcus Aldridge. Ele não teve um começo de temporada exatamente bom e penou para encontrar seu ritmo no Spurs. O ala-pivô é um all star, mas por esse ano? Não vou dizer que não merece, mas o Oeste parecia ter alguns melhores candidatos para ficarem com a vaga.

Gustavo Lima: LaMarcus Aldridge. Ele não repete o desempenho brilhante de suas últimas temporadas no Blazers e, se fosse apenas por merecimento, o mais justo seria que seu ex-companheiro, Damian Lillard, fosse selecionado no lugar.

Gustavo Freitas: LaMarcus Aldridge, sem dúvidas. Ele é ótimo e merece estar lá. Mudou de time e não é mais primeira opção ofensiva, mas, ainda assim, é ótimo vê-lo jogar. Só que, para mim, existem jogadores que mereciam ainda mais.

Vitor Camargo: Isaiah Thomas. Não é que o “baixinho” não tenha merecido – ele mereceu e muito –, mas foi uma escolha em cima de jogadores mais famosos, como Pau Gasol e Kevin Love. Uma grata surpresa.

Luís Araújo: Isaiah Thomas, talvez. Não por não merecer, mas por imaginar que Kemba Walker acabaria sendo levado. Foi o único palpite que errei na lista que fiz antes do anúncio. No entanto, acredito que todo mundo imaginava que ele estivesse na briga e muito bem cotado.

 

3. Para você, quem é a ausência mais chocante na seleção do Leste?

Ricardo Stabolito Jr.: Entre os atletas, nenhuma. Os sete reservas não foram só os caras que eu levaria, mas também os sete que a maioria dos analistas previam serem os selecionados. Levaria Kemba Walker em uma hipotética oitava vaga.

Gustavo Lima: Pau Gasol. Eu não diria que foi chocante, mas achei que o espanhol fosse ser escolhido no lugar de Chris Bosh. São dois jogadores que se equivalem, no entanto. O dólar não vai cair por causa da ausência do veterano do Bulls.

Gustavo Freitas: O técnico Dwane Casey. Se no Oeste quem comandará é Gregg Popovich por Steve Kerr ter ficado afastado por grande parte da temporada, então deveriam dar a oportunidade ao treinador do Raptors. Sem David Blatt, acho que seria a escolha lógica. Além disso, o evento é em Toronto. Quer mais apelo do que isso?

Vitor Camargo: Ninguém, honestamente. Tudo foi exatamente como teria votado, sem tirar nem por. Não que não tenham outros jogadores que pudessem entrar ou merecessem uma vaga – Pau Gasol, Kemba Walker, Al Horford, Kevin Love –, mas, para mim, os 12 selecionados foram os que mais mereceriam mesmo.  

Luís Araújo: Ninguém. Acho que os sete convocados estão de bom tamanho. Pau Gasol e Kemba Walker poderiam ter ido, até mesmo Reggie Jackson, mas não dá para dizer que os escolhidos na votação dos técnicos tenham causado um choque.

 

4. E quem é a ausência mais chocante na equipe do Oeste?

Ricardo Stabolito Jr.: Dirk Nowitzki. Os treinadores costumam votar em quem respeitam e, até por acreditar que merecia neste ano, achava que o alemão era uma escolha certa no Oeste. Isso sem contar que o Mavericks, sexto do Oeste, ficou sem representantes no jogo. Outro que recebe meu apoio é Damian Lillard.

Gustavo Lima: Damian Lillard. Faz sua melhor temporada na NBA e lidera um limitado time do Blazers a uma improvável classificação aos playoffs sendo um dos cestinhas da liga. Sinceramente, ainda não entendi sua ausência na lista.

Gustavo Freitas: Damian Lillard, sem pensar muito. O que ele está fazendo no Blazers nesta temporada é ser um all star. Deveria ter sido convocado. Não sei no lugar de quem exatamente, mas teria uma vaga certa no meu time.

Vitor Camargo: Damian Lillard, que tem sido fantástico mantendo um Blazers que perdeu quatro titulares na briga por playoffs. Suas declarações ao não ser escolhido no ano passado talvez tenham pesado contra, mas ele merecia estar em Toronto. Outros que mereciam vaga: DeAndre Jordan, Tim Duncan, Dirk Nowitzki e Gordon Hayward.

Luís Araújo: Também acho que foi uma boa convocação dos treinadores. Apesar disso, entendo que alguns nomes que ficaram de fora causem um choque maior: Dirk Nowitzki poderia estar lá, Gordon Hayward também, Damian Lillard nem se fala. Mas gostei dos sete que vão, até porque foram os mesmos que escolhi na lista antes do anúncio.

 

5. Você é a favor do fim da definição dos titulares pelo voto popular?

Ricardo Stabolito Jr.: Não. O Jogo das Estrelas é muito mais para o público e os próprios jogadores do que para mim, comentaristas ou técnicos – que, por sinal, também podem fazer péssimas convocações. Os fãs atuantes, mesmo que alguns sejam os tais “modinhas” e afins, merecem ver seus ídolos em quadra. E eu mereço meu filme, meu jantar fora.

Gustavo Lima: Não. O Jogo das Estrelas não é uma competição. É entretenimento, uma festa do basquete. Apesar de algumas votações absurdas, acho que é justo que as pessoas tenham o poder de escolher quem querem assistir no evento.

Gustavo Freitas: Não. É uma festa, um evento de jogadores que, às vezes, são selecionados mais com o nome do que com números. Isso já aconteceu outras vezes e o jogo seguiu. Mudaria apenas o seu formato de votação para o antigo, com dois armadores, dois alas e um pivô entre os titulares.

Vitor Camargo: Sim. Eu até entendo o argumento de que é uma festa e tal, mas, enquanto a NBA tratar o evento como algo sério, o voto deveria ser mais sério. Hoje, leis salariais da liga dependem de seleções para o Jogo das Estrelas e isso acaba pesando na avaliação dos jogadores. Então, a NBA deveria adotar outro sistema enquanto levar o All Star Game tão à sério.

Luís Araújo: Não. Nem acho que vá acontecer mudanças radicais, pois, para a NBA, é importante continuar dando voz aos fãs ao redor do mundo. Pode ser que mude algo no sistema de votação. Não dá para um jogador que mal entrou em quadra ser eleito, mas duvido muito que acabem com o voto popular. Eu até acho isso horrível porque transforma tudo em um concurso de popularidade, mas essa interação com os fãs é importante para a liga.

  • Eu só me interesso pela disputa de 3 pontos. Só Bird foi tri. Hehe

    • vinícius martins

      mas o bird era foda para arremessar

    • Elber Sampaio

      Craig Hodges parece que foi tambem:

      1992 Craig Hodges (Bulls) Orlando

      1991 Craig Hodges (Bulls) Charlotte

      1990 Craig Hodges (Bulls) Miami

      http://www.nba.com/history/all-star-weekend-3-point-shootout/

      • Achei que fosse só Bird. Obrigado, Elber

        • Elber Sampaio

          Tb achava cara, teve outra fera no Tri

      • Thalles Ferreira

        Esse aí é um mito, em 3 times diferentes hahah

  • Rodrigo Silva

    Também não assisto o jogo das estrelas… quer dizer, começo assistindo mas até no máximo no 2° quarto eu já parei… é extremamente sem graça..

    O q eu mais curto são as enterradas, 3 pt e o skill chalenge, do Taco Bell

  • The Wild One

    O All-Star Game tem salvação e ela já foi fundamentada nesse último fim de semana mesmo, no All-Star Game da NHL que, assim como o da NBA, já tinha perdido toda a graça também.

    O formato novos dos caras é o seguinte: os jogadores são escolhidos por divisões e não conferências assim formando quatro times em um chaveamento de semi-finais com os dois vencedores, obviamente, disputando a final logo após.

    E não para por aí, os jogos são disputados com 3 jogadores para cada lado (sim, a parada é 3 contra 3 mesmo!) em dois tempos de 10 minutos, o que somando os três jogos da noite dá exatamente a duração de um jogo normal e acaba tornando totalmente viável a competição no quesito duração.

    E ah, também há um prêmio pra equipe vencedora, 1 milhão de dólares, só pra galera pagar os gastos do fim de semana…

    Claro que na NBA por haver 6 conferências e não 4 o formato da competição teria que ser um pouco diferente e os jogos ainda mais curtos, mas no basquete a pontuação é constante então até um “21” resolveria o problema.

    Enfim, sei lá… Acho que é algo a ser pensado. Na NHL o lance deu muito certo!

    Só imaginem um Lillard-Westbrook-Durant vs Curry-Kobe-Griffin…

    • Uncle Drew

      Teve um John Scott, q é um “Zé Ninguém” na liga, q fez o maior sucesso nesse All Star da NHL. Falou lá q a liga queria impedir dele ir pro All Star, q a liga ordenou q ele fosse trocado de equipe (e assim foi feito) pra diminuir suas chances mas.. O POVO! Foi lá e escolheu o cara! Eu q não entendo porra nenhuma de Hockey…achei mó barato essa história! Uma dos melhores momentos dos esportes americanos deste ano.
      Fez muito sucesso o ASG da NHL deste ano, tanto pelo novo estilo implantado.. como por esta história.
      O voto popular deve ser mantido, vai q acontece um negócio desse na NBA? Iria ser muito legal!

      • The Wild One

        Pois é, muito bem lembrado! E não foi só isso, a NHL chegou a exigir que ele desencorajasse a galera a votar nele e ele foi lá e fez e mesmo assim não deu certo! huahuah

        O cara fez dois gols no primeiro jogo e no final saiu com o prêmio de MVP e o pior é que foi merecido. Muito foda!

        E outro lance bacana em frisar do ASG da NHL é a democracia, todo time tem no mínimo um jogador lá na disputa. Mas aí fica complicado de fazer o mesmo na NBA já que os line-ups são bem menores e isso acabaria por trazer muito jogador mais pelo fato de não ter ninguém melhor na equipe do que por merecimento, porém a verdade é que esse esquema das divisões traria um ar mais democrático as escolhas e, pelo lance de serem três jogadores (ou quatro, daria pra acrescentar um reserva a cada equipe) iria aumentar o número de escolhidos e, com isso, talvez diminuir essa injustiça de caras como Rondo, Lillard e Gasol ficarem de fora.

      • Thalles Ferreira

        Vai que acontece? Por pouco o PACHULIA não ia pro ASG, seria incrível também hahaha
        Mas aí ia ser reserva o tempo todo pra gente com aquela vontadzzzzzzzzzzzzzz

  • Guilherme Couto

    Campeonato de enterradas, de habilidade e bolas de 3, sim. O jogo para mim é o mesmo sentimento de assistir futebol feminino.

    • Lucas Ottoni

      O jogo para mim é o mesmo sentimento de assistir futebol feminino. (2)

  • Lucas Ottoni

    Esse jogo dá um sono que só. O que presta no ASW é o sábado (e mesmo assim com ressalvas). O resto pode jogar fora.

    OBS: e as escolhas por voto popular são ridículas e deixam o jogo ainda mais monótono do que já é. E o pior é que ainda tem jogador que se incomoda de não ser escolhido. Putz… Eu, se fosse jogador, vibraria por ter um fim de semana de folga, enquanto as “estrelas” terão que pegar um avião, vestir seus uniformes e participar de um jogo chato só pra entreter uma platéia que pouco (ou nada) entende de basquete. Pq os q entendem tbm irão tirar uma folga nesse jogo… hehe. Pois sabem que basquete de verdade nós só teremos dois dias depois da “festa”… rs.

    • luiz

      É estranho pq antes tinha aquela certa rivalidade “leste x oeste”, mas do q se vê hj, parece mais coisa de quem vai aparecer mais, sair mais bonito na foto e por aí vai, parece q perdeu um pouco a “essência”.

      Pode até ser coisa de gente chata ou saudosista, mas ultimamente tem ficado cada vez mais com essa cara de evento pra aparecer, tipo oscar q é um festival de coisas tediosas

  • Leo R.

    Sinceramente, o jogo também não me atrai. Prefiro assistir os desafios de enterradas e 3 pts. Prefiro até assistir o jogo entre os Rookies que esse. Gosto de ver os calouros jogando entre eles, quem tem mais poder de decisão ou ousadia que os demais. Talvez pela não importância do resultado o jogo acabe perdendo um pouco do valor. A NBA o meu ver precisava fazer algo pra que ficasse mais competitivo, mesmo sendo um jogo festivo. Imagina assistir todos esses astros juntos em um jogo com dedicação nos dois lados da quadra. Pensando no time, e não no ego. Óbvio que não vai acontecer, mas seria vem diferente. De qualquer forma tô junto com a maioria do pessoal do Jumper. Faltou Lillard e não gostei de ver o recém técnico dos Cavs como técnico do Leste.

  • ▲Bruno- Los Angeles Lakers▲

    Sempre terá uma minoria que fala que não gosta do ASG , mais quando chega no dia fica com a mão coçando para por na ESPN e assistir a festa dos jogadores , quem mais fala que não assiste , são os que não perdem por nada !

  • Eu sempre assisto ao jogo do ASG no domingo e aos eventos de sabado,o torneio de enterradas sendo o ponto alto claro, mas na sexta o jogo das celebridades é um saco! E é o dia mais entediante mas vou tentar ver um pouco do jogo do Rising Stars Challenge na sexta por causa da presença de Porzingis e Towns…

  • dougmallmann

    O que eu eu gosto de ver mesmo é o Rising Stars Challenge. Poder ver dois times de apenas calouros e segundanistas se enfrentado é muito legal. Eles não possuem aquela pressão de ter que fazer tudo certo, então se soltam e acabam demonstrando um pouco mais do que são capazes. Além é claro de ser uma vitrine para os jovens talentos.

    Tirando este jogo, não tem nem um outro a que eu dedique me tempo para ver.

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