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Postado em 8 maio 2016 às 12:29
Prospecto do Draft 2016 – Brice Johnson

Ex-ala-pivô de North Carolina tem grandes chances de ser uma escolha de primeira rodada

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Por Gustavo Lima

Brice Johnson

Idade: 21 anos
País: Estados Unidos
Universidade: North Carolina
Experiência: Senior
Posição: ala-pivô
Altura: 6’10.5’’ (2.09m)

Médias na temporada 2015-16: 17.0 pontos, 10.4 rebotes, 1.5 assistências, 1.1 roubo de bola, 1.5 toco, 1.8 erro de ataque, 61.4% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 78.3% de conversão nos lances livres, 28.0 minutos em quadra

Pontos fortes: Johnson foi um jogador que evoluiu a cada ano no basquete universitário. Em sua quarta temporada por North Carolina, ele teve um grande desempenho e foi um dos responsáveis por levar à equipe à final do torneio da NCAA. O ala-pivô se destaca pelo atleticismo (agilidade, impulsão e explosão) e foi um dos grandes reboteiros de 2015/16. Johnson melhorou seu jogo de costas para a cesta (passou a utilizar mais spin moves e seu gancho com a mão direita se tornou quase que letal) e foi uma máquina de duplo-duplos na última temporada. Ele é ótimo em estabelecer posição e segura a bola com firmeza para ser um ótimo finalizador ao redor da cesta (adora dar enterradas), apesar de não ter movimentos tão refinados. Quanto ao desempenho nos rebotes, Johnson alia senso de colocação, impulsão e agilidade para se destacar nessa área. Na defesa, ele demonstrou que tem potencial para se tornar um marcador decente na NBA. Ele se move bem lateralmente, salta muito e melhorou como protetor do aro (foi bem em antecipar linhas de passe, contestar e bloquear arremessos), apesar de sua envergadura apenas ok (6’11”). Johnson parece ter atingido seu teto como jogador e, por isso, não está tão bem cotado nas projeções do draft, mesmo com seu ótimo desempenho na última temporada.

Pontos fracos: como quase todo prospecto, o ala-pivô precisa adicionar massa muscular para bater de frente com os “grandões” da NBA. Em North Carolina, ele teve dificuldades em marcar jogadores mais fortes. Sua defesa no um contra um deixa desejar justamente porque ele não é adepto do jogo físico no garrafão, sendo “engolido” pelo big man adversário. Para ser um bom defensor, não basta saltar muito e dar um toco aqui e outro ali. Com mais força física, Johnson tem potencial para se garantir nessa área, já que atleticismo não será problema. Nos rebotes, ele necessita trabalhar melhor o box out (usar o corpo para impedir que o adversário chegue à bola no rebote) e não confiar excessivamente em sua capacidade atlética. Apesar de ter melhorado como arremessador, ele precisa explorar mais esse quesito no nível profissional. Seu ótimo aproveitamento nos lances livres dão a esperança de que possa ao menos se tornar um chutador confiável de média distância na liga. O ala-pivô da NBA atual não pode se limitar a pontuar na área pintada. Espaçamento é a palavra “da moda”. Por fim, Johnson tem que melhorar como passador (ser menos afobado) e como defensor de pick and roll (tem problemas de posicionamento).

Comparações: Taj Gibson (Chicago Bulls)

Projeção: selecionado entre as escolhas 20 e 33

Confira alguns lances de Brice Johnson

Legenda
– Senior (quarto ano universitário)

  • Muito bom ala/pivõ e concordo com a projeção dele, se ganhar mais massa e força tem tudo pra se consolidar muito bem na NBA, tem muito atleticismo e técnica.

  • felipe fernando Oliveira

    Esse menino é bão…

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