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Postado em 10 maio 2016 às 12:29
Prospecto do Draft 2016 – Damian Jones

Ex-pivô de Vanderbilt deverá ser uma escolha de primeira rodada no recrutamento

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Por Gustavo Lima

Damian Jones

Idade: 20 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Vanderbilt
Experiência: Junior
Posição: pivô
Altura: 6’11.5’’ (2.11m)

Médias na temporada 2015-16: 13.9 pontos, 6.9 rebotes, 1.2 assistência, 0.2 roubo de bola, 1.6 toco, 2.0 erros de ataque, 59.0% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 53.6% de conversão nos lances livres, 26.2 minutos em quadra

Pontos fortes: Jones é um dos pivôs da classe deste ano mais privilegiados do ponto de vista físico-atlético. Ele é ágil e corre bem a quadra para um jogador do seu tamanho. Além disso, Jones se destaca como saltador, que o ajuda a ser um ótimo bloqueador de arremessos. Quanto à força física, ele já tem o corpo praticamente pronto para encarar os pivôs da NBA. No ataque, ele utiliza bem seus atributos físico-atléticos (altura, mobilidade, explosão e força física) para ser um finalizador eficiente. Jones também melhorou, ao longo dos três anos em Vanderbilt, seu jogo de costas para a cesta, particularmente seu gancho de direita, e desenvolveu um arremesso de média distância em situações de post up (mas nada que salta aos olhos). Na defesa, como já destacado, ele se sobressai nos tocos por causa do combo tamanho-impulsão. Além disso, Jones se move bem lateralmente, é capaz de marcar jogadores da posição 4 e mostra potencial para se tornar um sólido protetor de aro na liga (é um bom defensor no um contra um). O big man também evoluiu como passador (especialmente quando sofre a dobra de marcação na área pintada) e praticamente duplicou a quantidade de assistências de uma temporada para outra.

Pontos fracos: Jones tem um baixo QI de basquete e perde a concentração facilmente em quadra. Por isso, comete alguns vacilos defensivos (fica perdido nas rotações e na defesa de pick and roll). Jones também deixa a desejar no jogo de frente para a cesta (se atrapalha e perde a bola de forma bisonha em alguns momentos). O pivô não tem um jogo de pés refinado, nem uma boa visão de quadra e seu controle de bola é de mediano para ruim (sua alta taxa de desperdícios comprova isso). Ele simplesmente não entende muitos fundamentos do jogo. Além disso, Jones é apenas mediano nos rebotes defensivos (não se destaca no box out e não se esforça tanto quanto deveria). Outro ponto fraco de Jones é o baixo aproveitamento nos lances livres (arremesso muito mecânico), o que deve limitá-lo ofensivamente na NBA, já que, na liga atual, o pivô precisa ter ao menos um jump shot decente. Jones, apesar de três anos de basquete universitário, pode ser considerado um prospecto cru, inconsistente. O que sobra em atributos físico-atléticos falta em fundamentos. O time que o selecionar terá de ter paciência em desenvolvê-lo. A tendência é que Jones seja um bom protetor de aro e que, no ataque, vai pontuar basicamente em enterradas e tapinhas após rebotes ofensivos.

Comparação: Larry Sanders (ex-Milwaukee Bucks)

Projeção: entre as escolhas 15 e 27

Confira alguns lances de Damian Jones

Legenda
– Junior (terceiro ano universitário)

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