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Postado em 4 jun 2016 às 14:37
Prospecto do Draft 2016 – Troy Williams

Ex-ala de Indiana deverá ser escolhido na segunda rodada do recrutamento

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Por Gustavo Lima

Troy Williams

Idade: 21 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Indiana
Experiência: Junior
Posição: ala
Altura: 6’6.75’’ (1.99m)

Médias na temporada 2015-16: 13.3 pontos, 5.8 rebotes, 2.0 assistências, 1.1 roubo de bola, 0.8 toco, 2.7 erros de ataque, 51.3% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 34.7% de aproveitamento nas bolas de três pontos, 69.1% de conversão nos lances livres, 26.2 minutos em quadra

Pontos fortes: Williams é um ala dotado de atleticismo de elite e que sempre atua com bastante intensidade dos dois lados da quadra. Letal no jogo de transição, ele utiliza sua velocidade, agilidade, explosão e bom controle de bola para atacar a cesta com eficácia. Williams se movimenta muito bem sem a bola e é um grande finalizador. Já na defesa, ele é um marcador implacável no um contra um (capaz de defender até três posições). Graças aos atributos atléticos (agilidade lateral e impulsão) e energia em quadra, tem potencial para se tornar ao menos um defensor razoável entre os profissionais. Williams se sente confortável com a bola quando atua em transição, seja finalizando de costa a costa ou passando a bola para um companheiro em melhores condições de pontuar. Na meia-quadra, ele mostra que tem boa visão de quadra e que, em determinados momentos, pode atuar como um point forward. Por fim, vale dizer que Williams é ótimo reboteiro (taxa de quase oito rebotes por 36 minutos) para um jogador de sua posição. Seu atleticismo, impulsão e intensidade invejáveis fazem com que ele brigue sempre pelo rebote.

Pontos fracos: por mais que jogue com intensidade, Williams tem lacunas no seu jogo acarretadas pelo baixo QI de basquete. Na defesa, ele se perde facilmente na marcação sem a bola pela falta de entendimento do jogo. Esse é um aspecto que ele precisa melhorar com urgência se quiser ser um sólido marcador na NBA. Williams tem decisões questionáveis quando atua com a bola nas mãos (força arremessos quando está desequilibrado, tenta penetrar um garrafão “povoado” ou não passa a bola quando deveria). Sua alta taxa de desperdícios mostra que ele deve ter mais cuidado com a bola. Apesar de ter arremessado mais do perímetro, Williams ainda deixa a desejar nos jump shots de média e longa distância (seu aproveitamento em bolas de três pontos caiu de 46.2 para 34.7%). Ele é muito inconsistente nas situações de catch and shoot (falta confiança mesmo para chutar de fora). Além disso, sua mecânica de arremesso é problemática (a bola demora a sair de suas mãos). Pela falta de um arremesso consistente, muitos scouts questionam se Williams será capaz de pontuar em meia-quadra (ele confia excessivamente em hesitations – movimentos em que troca a passada, fingindo mudar de direção com o objetivo de se livrar da marcação).

Comparações: Matt Barnes (Memphis Grizzlies)

Projeção: segunda rodada

Confira alguns lances de Troy Williams

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