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Postado em 12 jul 2016 às 11:58
Não um, não dois, não três, não quatro

Gustavo Freitas analisa a despedida de Tim Duncan

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Por Gustavo Freitas

Há duas décadas, o San Antonio Spurs ainda não havia conquistado o seu primeiro título. Sim, amiguinhos, apesar de conseguir a classificação por sete temporadas seguidas, o Spurs do talentoso David Robinson sempre batia na trave. Era candidato ao título, mas jamais passava da final de conferência. Foi assim durante um longo período, até que, em 1996-97, Robinson teve duas lesões graves.

O pivô, então com 31 anos, ficou fora das quadras no começo daquela temporada e aí, retornou em dezembro. Mas foram somente seis jogos e a diretoria do time texano, que ainda sonhava com os playoffs, viu suas chances indo embora lentamente. E as lesões não ficavam só por conta de Robinson. Sean Elliott, segundo cestinha da equipe, convivia com problemas físicos depois de uma rápida passagem pelo Detroit Pistons. Naquele ano, fez apenas 39 jogos. Will Perdue (sério, pesquise aí), aquele que o Chicago Bulls enviou para o Spurs por Dennis Rodman, era a única coisa que funcionava no Spurs em 96-97. Avery Johnson caiu de produção. Vinny Del Negro, idem. Dominique Wilkins, em final de carreira, foi o cestinha daquela equipe.

Robinson até queria voltar. Pediu explicações à diretoria, pois sentia-se pronto para jogar normalmente. No entanto, era tarde. A diretoria do Spurs havia feito um pedido a ele: que ficasse quieto, se repousando, pois tudo estava sendo calculado.

Sim, as derrotas eram premeditadas. Não totalmente, mas quando você perde seus dois principais jogadores e utiliza outros 18 em uma temporada é porque está sendo feito um processo de transição. O famoso tank.

O Spurs perdeu porque não tinha a menor chance de se classificar e sabia que no próximo draft havia um certo pivô de Wake Forest jogando um absurdo no basquete universitário. Era Tim Duncan. Quem conversou com Robinson? Você tem apenas um palpite e ele provavelmente está certo: Gregg Popovich.

Meses depois, sem nenhuma surpresa, o Spurs terminou a temporada com 20 vitórias em 82 jogos e a terceira pior campanha, superando apenas o então Vancouver Grizzlies e o Boston Celtics. E então, no dia 25 de junho de 1997, a história da franquia texana estava prestes a mudar completamente. Foi o dia em que David Stern chamou Duncan ao palco como a primeira escolha daquele draft.

Duncan era pivô mesmo, de formação. Mas no Spurs já tinha Robinson. Porém, ele sempre teve a capacidade de atuar um pouco mais aberto, por conta de seu arremesso e de sua qualidade com a bola nas mãos. E foi o que aconteceu.

Logo após o seu primeiro ano como profissional, que havia lhe rendido a convocação para o Jogo das Estrelas e o prêmio de melhor calouro, a NBA parou por conta de uma greve. O primeiro locaute, que reduziu a temporada para 50 embates. Menos jogos, maiores chances para os veteranos. Tanto que a final da liga foi disputada diante de um New York Knicks cheio de gente calejada, que sabia o que estava fazendo.

De um lado, os trintões Robinson, Johnson, Elliott, Perdue, Mario Elie, Steve Kerr e Jerome Kersey. Do outro, um Knicks encardido e sedento também por um título que não chegava desde 1972-73, mas desfalcado de Patrick Ewing, que havia se lesionado durante os playoffs. Sobrou para os jovens Kurt Thomas e Marcus Camby, para caras motivados como Allan Houston, autor da cesta que eliminou o Miami Heat, então primeiro colocado no Leste, Larry Johnson, aquele que fez o lance de quatro pontos contra o Indiana Pacers na terceira partida da final do Leste, e por fim, Latrell Sprewell, que havia sido suspenso por toda a temporada anterior por tentar estrangular P.J. Carlesimo no Golden State Warriors.

Mas Duncan não deu a menor chance ao Knicks. Em cinco jogos de placares mirrados e apertados — vale lembrar que naquela série, nenhum time alcançou a marca centenária — o camisa 21 só não fez chover. Médias de 27.4 pontos, 14.0 rebotes e 2.2 bloqueios, em quase 46 minutos por partida. MVP das finais, claro.

Era o primeiro título do Spurs, o primeiro de Duncan.

Quatro anos se passaram e, ao lado dos jovens Tony Parker e Manu Ginobili, Duncan levou o Spurs à final novamente. E foi contra o New Jersey Nets, de Jason Kidd, Richard Jefferson e um veterano Dikembe Mutombo. A série chegou a estar empatada duas vezes, mas nos dois últimos jogos Duncan brilhou. Na quinta partida, fora de casa, ele obteve 29 pontos, 17 rebotes, quatro assistências e quatro bloqueios. Mas o melhor, ele deixou para o último: Duncan quase atingiu um quádruplo duplo ao enfileirar 21 pontos, 20 rebotes, dez passes decisivos e oito tocos.

O terceiro campeonato não demorou muito. Dois anos depois, lá estava o Spurs, desta vez diante do Detroit Pistons, que, no ano anterior, havia superado o Los Angeles Lakers de Shaquille O’Neal, Kobe Bryant, Karl Malone e Gary Payton. O Pistons já não era mais o underdog. Era o time a ser batido. Do quinteto titular, apenas Tayshaun Prince não foi para o Jogo das Estrelas daquele ano. Chauncey Billups, Rip Hamilton, Rasheed Wallace e Ben Wallace estavam juntos no melhor momento de suas carreiras. Era uma série de defesa contra defesa. Sim, os dois times que sofreram menos pontos durante toda a temporada disputavam o troféu. Desta vez, uma final bem mais apertada e novamente, com placares magros. Apenas em um dos sete jogos, uma equipe anotou pelo menos 100 pontos. Deu Spurs e, pela terceira vez, Duncan foi eleito o MVP das finais.

O primeiro encontro entre LeBron James e Duncan em finais da NBA aconteceu em 2006-07. LeBron e o Cleveland Cavaliers tinham acabado de superar o Pistons na final do Leste com jogadores medianos ou esforçados, como queira. Drew Gooden, Sasha Pavlovic, Larry Hughes (em uma temporada horrorosa), Donyel Marshall (idem), Anderson Varejão, Boobie Gibson e o ótimo Zydrunas Ilgauskas. Era a primeira chance de um brasileiro ser campeão na NBA. Foi ainda o ano em que LeBron anotou 29 dos últimos 30 pontos do Cavs na quinta partida diante do Pistons. Mas contra o Spurs, a situação era outra. Parker assumiu o controle e, pela primeira vez, o time texano foi campeão sem que Duncan fosse o MVP. Sem problemas. Uma sonora varrida deu o quarto título ao Spurs.

Até então, o Spurs havia obtido quatro campeonatos sem perder uma final sequer. E sempre, em anos ímpares, tanto que na época, descartavam o time em anos pares, tamanho o sucesso da equipe.

Contudo, veio 2013. O Spurs havia ficado um longo período longe das finais. Duncan estava com 36 anos, enquanto Ginobili tinha 35. Novamente contra LeBron, desta vez no Miami Heat. Duncan e Ginobili falharam em lances decisivos na sétima partida e o Spurs foi derrotado pela primeira vez. Frustrado, Duncan afirmou ter pensado na aposentadoria, mas queria terminar a carreira com mais um título.

A oportunidade aconteceu no ano seguinte. Kawhi Leonard marcou LeBron, levou o MVP das finais com um pé nas costas e Tiago Splitter foi o primeiro brasileiro a conquistar o troféu. Mais que isso, foi a vingança em cima do time que havia superado o Spurs. Duncan ganhou mais um campeonato, o quinto da carreira.

Desde então, ele não foi ficando mais jovem. O tempo passou, as contusões vieram, ao mesmo tempo em que cada vez era mais poupado por Popovich. Deu! Aquele garoto, que até os 14 anos era nadador e só começou a jogar basquete porque a única piscina olímpica que as Ilhas Virgens tinham foi destruída por um furacão, cansou.

Discreto como em sua chegada, Duncan anunciou sua aposentadoria sem nenhum alarde e sem precisar fazer tour de despedida. Nada contra quem o fez e até acho justo um ídolo dar ao torcedor uma última oportunidade. Mas Duncan é diferente sob qualquer aspecto. Dentro e fora de quadra, um gênio silencioso. Um sujeito que declinou propostas muito melhores financeiramente em sua primeira agência livre e que teve a coragem de diminuir seu próprio salário para que o time pudesse trazer reforços. Algumas raríssimas exceções fazem o mesmo. Ele foi Spurs até o último dia de sua brilhante carreira. Encerra esse ciclo aos 40 anos. Jamais haverá outro igual.

Obrigado, Tim Duncan.

  • Rodolfo Ribeiro #ThunderUp⚡

    Pegando um gancho de post novo.

    Achei esse artigo mt foda.

    “Adeus ao melhor time-draft da história da NBA.”

    É de chorar,mas faz parte.Nova era em Oklahoma.

    http://upsidemotor.com/2016/07/10/nba-draft-team-nba-history-okc-thunder-durant-westbrook/

    • Bruno Hornets 🐝

      Belo artigo.
      E ele me fez pensar na parte do MKG/Zeller, será que o Bobcats é o pior(mais azarado) time no quesito draft?
      MKG/Zeller/Biyombo/Hendo/T-REX/Noah Vonleh/Morrison todos picks de loteria e alguns são bons role players no máximo…
      Acho que só Kembinha e Emeka Okafor(até fuder as costas) que se salvam.
      E sobre o melhor time-draft acho que o atual GSW leva esse título eim…

      • Rodolfo Ribeiro #ThunderUp⚡

        Na verdade ele considera o melhor time draft pelas individualidades em si.No quesito time,realmente é do Warriors.Mas pegando individualmente, Westbrook,Harden,Durant e Serge são melhores que Curry,Klay e Green no somatório.

        • Mais Querido (Bulls)

          E Duncan, Manu, Parker e leonard?

          • Gustavo Santos

            acho que ele está falando de Draft próximos Duncan, Manu e Parker tem uma diferença muito grande, e Leonard erá do indiana e foi trocado com o Hill depois

          • Mais Querido (Bulls)

            entendi

          • Rodolfo Ribeiro #ThunderUp⚡

            Leonard é outra geração nesse meio aí.

          • Mais Querido (Bulls)

            Só quis dizer que Seeus títulos vieram graças a jogadores do draft.

      • Jefferson Cavalcanti

        T-rex é o Frank Kaminsky?

        • Bruno Hornets 🐝

          Yep.

    • Mais Querido (Bulls)

      Melhor time-draft é o Spurs, mas Oklahoma tbm era demais. Pena que esse time sensacional foi desmontado. Não tenho dúvidas que se fosse pra final contra o Cavs, eles teriam chutado a bundas do LeBron e do irving.

      • Eduardo

        Como vc fala merda, não cansa não?

    • Jefferson Cavalcanti

      Concordo, melhor time de Draft, as pessoas não estão considerando a quantidade de jogadores certeiros que foram draftados.

      Reggie Jackson, Steve Adams, André Roberson.

  • Pedro Ferreira

    Grande lenda,o Heat pode se orgulhar de ser o único a bater esse mito em uma final,oq não diminui em nada o tamanho dele na história do basquete

  • Jefferson Cavalcanti

    Lendo esse texto eu tenho certeza, que Duncan foi o melhor jogador de sua geração, e um dos maiores da história:

    http://two-minutewarning.blogspot.com.br/2013/05/tim-duncan-e-o-conceito-de-time.html

    • Eu acompanho esse site. Vitor tem textos sensacionais.

  • BetoMavs

    Belo texto, apesar de ser jogador de um time rival, Tim Duncan merece todas as homenagens, é um exemplo a ser seguido por muitos jogadores!

  • Tony parker

    Sem o Timmy vai ser foda.

    • Rodolfo Ribeiro #ThunderUp⚡

      Nada que o poder de um Tissot não resolva..

      • Leonardo

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk francês maldito, marcou essa pra sempre

      • Tony parker

        Kkkkkkkklkkk

    • Com ctz, por mais que Lamarcus e Gasol sejam bons jogadores, nunca mais haverá um Duncan, difícil vai ser nos acostumarmos a isso.

  • André Spurs

    Vai ser muito estranho acompanhar essa temporada do Spurs sem o mito da camisa 21.

  • Rubem Figueira.

    Mito

  • Chimbinha

    Nets have reached an agreement with Luis Scola. 1 year deal reports Y!— Legion Hoops (@LegionHoops) 12 de julho de 2016

  • wesley

    maior pivo todos os tempos

  • Bruno – Los Angeles Lakers

    Lenda viva o Tim ….. e o Knicks em…. desde 1973 sem titulo , pqp , dos grandes centros ( LA, NY , CHI , Boston ) Knicks e o mais incompetente disparado , imperdoável ficar quase 50 anos sem títulos !

  • Rafael Victor

    “Jamais haverá outro igual.”

    É isso aí! E acho que esse tank do Spurs, deve ser o mais bem sucedido da história da NBA! Spurs é um time antes e outro depois do Duncan!

  • Victor Chittolina

    É o fim de uma carreira brilhante, de um dos maiores de todos. E o recomeço de uma franquia que tornou-se brilhante, muito graças a esse mito.
    Duncan foi os Spurs. Duncan é uma lenda.

  • Victor Chittolina

    Excelente texto. Gustavo Freitas cada vez mais consolidado no quinteto inicial dos cronistas de NBA.

  • Muito legal o texto, Parabéns Masto! Por recordar essa trajetória sensacional do Duncan. Quem diria que se não fosse a lesão do Almirante e o tank em fim de temporada comandado pelo Popovich, talvez Duncan não tivesse vindo pra SA em 1997 e a história teria sido outra, o acaso e a sorte colocaram Timmy no Spurs…

    • Rogério Rodrigues

      E assim continuava a saga do meu Celtão sem ter uma first pick. Duncan, maior PF da história. Admiro demais esse cara.

  • Uncle Drew

    É isso. Se tem algo q eu curto em um atleta é quando ele não tem vaidade. A cena do Nowitzki no minuto final do campeonato do Mavs, em q ele vai para o vestiário sozinho, com as mãos na cabeça me arrepia até hoje.
    O LeBron tbem vem fazendo mais isso (ainda é vaidoso, gosta de aparecer), mas diminuiu muito, a partir de como amadureceu (depois de conquistar seu 1° título no Heat).
    E tem o Duncan, ele é foda demais. Não tem como não gostar desse cara, foi a partir dele q eu comecei a admirar mais as pequenas coisas, a simplicidade. Levando um pouco para o futebol, foi graças ao Duncan q eu passei a admirar ainda mais o Renato (Volante do Santos, q é parecido com o Timmy no estilo de ser.), q jogador sensacional.

    • Matheus Oliveira

      Você tem esse vídeo do Dirk?

      • Uncle Drew

        No momento foi mais legal, pela fama de amarelão (de forma injusta) q ele havia ganhado, ter suportado isto e etc. Ele poderia mt bem ter extravasado, chorado lá mesmo na arena para todo mundo ver e ele ser reverenciado…. mas em vez disso, ele foi para o vestiário já emocionado.
        No momento, por todas estas circunstâncias foi de emocionar msmo, mas não deixa de ser foda.
        https://youtu.be/_leOEYRTmbM

      • Steven Geraldo
        • Leonardo

          O alemão precisa jogar mais vezes barbudo. é isso que ta faltando para vir o segundo anel!

    • DirkMito

      Esse momento do Dirk é a coisa mais marcante do título pra mim, junto com o abraço que ele dá no Kidd. Sensacional.

  • Acho que a tríade que representava a NBA dos anos 2000 acaba de perder seu principal expoente, só restando Dirk.

    Fico pensando nos ídolos de hoje e nenhum, com exceção do James, tem o peso e a mística de um Duncan, Kobe ou Dirk.

    Sorte nossa que pudemos acompanhar total em parte a carreira desse(s) gênio(s). Vai ser no mínimo esquisito pensar em Spurs e não pensar em Duncan.

  • Matheus Oliveira

    Se tem uma coisa que eu admiro nos grandes é como eles se comportam perante ao sucesso, a fama. Tim Duncan é um exemplo de que pra você ser gigante, não precisa ser um cara egoísta, criar inúmeras rivalidades e intrigas na Liga pra alcançar status. Um cara que dá a mão pro adversário se levantar independente da camisa.. Fora o monstro e um dos mais vitoriosos que já teve. A boca não abre muito pra falar, mas a vontade que tinha de ganhar e como as coisas aconteciam naturalmente era gritante e visível. Esse sim é um exemplo pra todos os jogadores atuais (até o LeBron podia aprender um pouco com ele não?) de amor a camisa, de como ser homem e um exemplo para as crianças. Você não precisa 20 milhões de seguidores em redes sociais, travar inimigos pra você ser o que é. As vezes me pergunto se Tim tivesse essa personalidade midiatica o quão valorizado a mais ele seria..
    Temos que aproveitar ainda LeBron, Wade (apesar de trocar de camisa ), Pierce entre outros. A idade chega pra todo mundo, o corpo já não responde a mente genial desses caras.

    • Leonardo

      É preciso dizer para o egotista do West!

  • Lucas Ottoni

    Estou me coçando para conseguir não citar o nome Kevin Durant por aqui… rsrsrs.

    • Hilton Silva

      Ah, por favor!!!

    • Erick

      Acho que esse ódio é amor, em? O menino não sai da sua cabeça.

      • Hilton Silva

        Não é ódio…

  • Erick

    Máximo respeito a lenda viva! Melhor power foward de todos os tempos. Vou sentir saudade de ver ele jogando com simplicidade e eficiência.
    http://ww2.hdnux.com/photos/46/27/73/10059501/23/920×920.jpg

  • JLino

    Fica meu respeito ao Tim Duncan, vai fazer falta a NBA.

  • Leonardo

    Quem assistiu a década a partir de 2010 da NBA, quem viu Dirk e o Dallas serem campeões (eu não vi, só acompanho a partir de 2013). quem viu o Heat pela primeira vez na História ganhar uma final do Spurs, vendo a tristeza do Duncan se culpando pelo rebote não convertido, quem viu o ano posterior com a volta por cima desse time fantástico que roda a bola como nenhum time jamais fez na NBA, quem viu nesse mesmo ano um jovem chamado Leonard marcar o melhor jogador do mundo, fazê-lo fazer careta quando voltava para quadra e ganhar o MVP das finais, quem viu o GSW com um time formado praticamente por drafts ganhar um título, quem viu nascer Curry para basquete dos grandes, quem viu Lebron voltar para Cleveland e conquistar o título prometido e chorar ajoelhado na quadra, enfim quem viu tudo isso (estou falando de não mais que 5 anos de liga) não precisa se lamentar por não ter visto Kobe no auge, Jordan, Magic. Não por que não valia a pena, mas por que, por tudo isso que citei, a NBA preencheu esse vazio com outras histórias tao magnificas quanto. Obrigado Duncan e obrigado NBA!

  • Marcelo Desoxi

    Eu sinceramente no princípio não tinha nada contra , mas também nada á favor do Duncan, sempre gostei mais de jogadores explosivos, briguentos e que se acham – tanto no futebol , como na NFL e NBA- , fato disso torço pro Detroit e pro Galão , mas também sempre me baseei muito em eficiência , e talvez , analisando friamente os números, o Tim Duncan seja o melhor jogador da história na questão da eficiência nos dois lados da quadra, com o tempo passei a curtir muito ele. Vai ser estranho demais essa nova fase do Spurs.

  • Léo kings

    Desculpe desviar do assunto , mas tenho uma dúvida.

    Um time pode convidar um jogador que não se inscreveu no draft para jogar pela franquia? ex: O jogador Grayson Allen , de Duke pode jogar por qualquer time esse ano ou terá que esperar até o próximo draft?

    • TRUETHIAGO

      Não pode, só com ele se inscrevendo.

      • Erick

        Não tem uma idade limite que a inscrição é “automatica?”

        • TRUETHIAGO

          No caso de jogadores internacionais, sim (22 anos)

          Mas para jogadores vindos do College, não tem isso. O que vale é o próprio jogador se inscrever antes, ou então entra automaticamente quando completa todas as etapas: Freshman, Sophomore, Junior e Senior.

          • Erick

            Boa!
            Só após o quarto ano que o Grayson Allen poderia entrar em algum time (caso não fosse draftado), com o contrato de undrafted né?

            Valeu a explicação 🙂

          • TRUETHIAGO

            Caso ele não seja draftado, qualquer time pode assinar com o jogador depois disso. Independente do ano em que saiu do College (1,2,3,4)

            A partir do momento que ele se inscreve no Draft, pegando o exemplo do Allen (Junior), não tem como voltar mais para Duke mesmo que ninguém o escolha.

            Qualquer franquia poderá oferecer um contrato para ele “undrafted”, não precisa esperar completar tempo nenhum.

          • Rodrigo Morais

            Aproveitando o embalo, se por exemplo, surge um craque de 19 anos em Uganda (mero exemplo) ele só pode entrar na NBA via draft ?

          • TRUETHIAGO

            Sim

  • Claudio R.

    http://espn.go.com/nba/tradeMachine?tradeId=zvdwa47 … tim Duncan foi, mas NBA continua, e será “War” ano que vem…

  • João LAL

    Vai deixar muitas saudades!!

    Sem Kobe e sem Duncan na próxima temporada :((((

  • Tárcio

    É uma bela homenagem!
    Mas sinto a falta de mencionar a rivalidade com o Lakers, e as disputas com o Kobe/Shaq.
    Se resumir as finais, talvez esconda outros grandes feitos de um jogador/time, por vezes a final é a serie mais fácil que um campeão encontra pelo caminho.

    As batalhas épicas entre Spurs e Lakers, principalmente de 99 a 2004 estarão sempre em minha memória, sem o Lakers do Kobe, talvez o Spurs do Duncan ganhasse mais que 5 títulos, e a reciproca é igualmente verdadeira, mas certamente o nível em que um jogava elevou o basquete do outro, e me sinto um privilégiado por ter assistido esses 2 gênios que farão muita falta a NBA.
    Obrigado Tim! Você foi um gênio, foi um prazer ganhar e perder pra um cara tão bom!

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