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Postado em 3 ago 2016 às 18:51
Jumper Brasil Discute – Rio 2016

Integrantes do site opinam sobre o que pode rolar no torneio olímpico de basquete masculino

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Por Gustavo Lima

Todos os olhos do mundo estarão voltados para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, cuja cerimônia de abertura será realizada nesta sexta-feira (5), a partir das 20h.

O maior evento esportivo do planeta terá a cobertura do Jumper Brasil. Estaremos comentando tudo sobre o torneio de basquete masculino, que será disputado entre os dias 6 e 21 de agosto. Aliás, não deixe de conferir o nosso Guia Especial sobre a competição, que será publicado nesta quinta-feira (4).

Enquanto as partidas não começam, reunimos o quarteto mais veterano do site – Gustavo Freitas, Gustavo Lima, Ricardo Stabolito Jr. e Vinicius Donato – para discutir o que pode acontecer no basquete olímpico.

Os Estados Unidos vão ganhar o tricampeonato olímpico? Quem pode surpreender? E o Brasil? Temos alguma chance de conquista de medalha olímpica após 52 anos de jejum? Nossa equipe opina…

 

1- Quem será o destaque individual da competição?

Gustavo Freitas: Kevin Durant. Depois da polêmica saída do Oklahoma City Thunder para o Golden State Warriors, ele vai querer provar que é um dos melhores jogadores da atualidade.

Gustavo Lima: Kevin Durant. O agora jogador do Warriors é o maior talento do torneio olímpico. Nos amistosos preparatórios, ele já mostrou que é “o cara” da seleção norte-americana. Durant tem tudo para ser o cestinha da competição e liderar os Estados Unidos a mais um ouro olímpico.

Ricardo Stabolito Jr.: DeMarcus Cousins. São muitas possibilidades e sempre parece que o destaque nessas competições aparece do nada, então é um grande chute. Não acho que o astro do Kings seja o jogador mais dominante do mundo, como Vlade Divac diz acreditar, mas ele está muito motivado e pode ser o pivô mais dominante das Olimpíadas.

Vinicius Donato: Kyrie Irving. Embalado pela grande atuação nas finais e pela conquista de seu primeiro título na NBA, Irving vive grande momento e está pronto para liderar os EUA a mais uma conquista.

 

2- Qual seleção vai decepcionar?

Gustavo Freitas: Estou apostando na Argentina. É um time envelhecido e que não foi tão bem em alguns dos amistosos preparatórios. Luis Scola e Manu Ginobili passaram de suas melhores fases há algum tempo. Vejo apenas Carlos Delfino jogando em bom nível ainda, entre os mais veteranos.

Gustavo Lima: Croácia. Além de ter caído em um grupo forte, e não possuir um garrafão confiável, a Croácia corre sempre o risco de algum conflito interno por causa do temperamento forte dos balcânicos. O time é jovem, tem alguns talentos como Dario Saric e Mario Hezonja, mas na hora decisiva, a inexperiência e a falta de disciplina tática em determinados momentos pode pesar nos duelos contra os elencos mais rodados de Espanha, Lituânia, Brasil e Argentina. 

Ricardo Stabolito Jr.: Croácia. Minha impressão é que as seleções balcânicas têm vivido em pé de guerra internamente nos últimos anos e, obviamente, isso não ajuda. Também não sou muito fãs das opções de garrafão croatas.

Vinicius Donato: Argentina. É uma candidata a decepção porque se espera muito da equipe. Uma seleção que foi campeã olímpica há 12 anos, e que pode, agora, não chegar tão longe por ter um time em fim de ciclo. A Argentina dá a impressão de que vai fazer uma campanha frustrante. Vale ressaltar, no entanto, que a geração argentina que se despede nestes Jogos é digna de muitos aplausos, qualquer que seja o resultado.

 

3- Você acredita que alguma seleção possa desbancar a desfalcada equipe dos Estados Unidos?

Gustavo Freitas: Não. Por mais que algumas pessoas considerem a Espanha por conta das inúmeras ausências de astros nos Estados Unidos, os próprios espanhóis estão sem grandes nomes, como Marc Gasol e Serge Ibaka. Vou ficar surpreso se alguma seleção sequer ameaçar os Estados Unidos.

Gustavo Lima: Não. Mesmo sem pelo menos uma meia dúzia de astros, a seleção norte-americana ainda é, de longe, a mais forte entre os 12 participantes. Se os EUA pudessem levar três seleções para o torneio, conquistaria ouro, prata e bronze, dada a diferença de nível para o resto.

Ricardo Stabolito Jr.: Não. Eles têm a melhor defesa e, na maioria dos dias, o melhor ataque entre as seleções olímpicas. Além disso, minha impressão é que seus adversários já foram melhores.

Vinicius Donato: Não. Para ser bem prático, não acredito nem que uma seleção de todas as outras equipes do torneio conseguiria bater o time americano. A NBA, porém, nunca pareceu tão FIBA em toda sua história. É bom os americanos não acharem que basta parar na linha de três pontos e ficar arremessando para vencer suas partidas.

 

4- Sobre o Brasil: é realista pensar em medalha?

Gustavo Freitas: Sim. Mas precisa superar seus próprios problemas para depois pensar em bater adversários. O Brasil não arremessa bem do lance livre, depende muito de três ou quatro jogadores para o arremesso de longa distância e tem no garrafão e na armação as suas melhores armas. Precisa vencer a Lituânia na estreia para entrar com moral na competição. E é em casa. O fator torcida pode e deve fazer a diferença.

Gustavo Lima: Sim. São seis seleções brigando por prata e bronze, e o Brasil não deve nada a nenhuma potência europeia ou à seleção Argentina, por exemplo. Nas últimas edições dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo, o Brasil perdeu nos detalhes e ficou perto de brigar por medalha. Jogando em casa, com o apoio da torcida, e motivada pela última chance olímpica de vários de seus jogadores, a seleção de Rubén Magnano deve entrar preparada para chegar o mais longe possível. Que os erros nos lances livres nem o Scola nos derrubem novamente!

Ricardo Stabolito Jr.: Sim. Eu não colocaria meu dinheiro nisso, mas é um cenário possível e realista. Acho que, excetuando as “galinhas mortas” e os EUA (ouro), é provável que você tenha sete seleções que – embora umas sejam um pouco melhores do que outras – podem se encarar brigando por prata e bronze.

Vinicius Donato: Sim. Tecnicamente, o Brasil não tem o terceiro melhor elenco das Olimpíadas e seria ingênuo achar que só porque estamos em casa levamos vantagem sobre algumas equipes que são melhores do que a nossa. Porém, estamos falando de um torneio curto e de jogos eliminatórios nas fases mais agudas. Com muita – mas muita – intensidade defensiva, além de volume e qualidade no ataque, podemos transformar o fato de jogar em casa em um real “fator casa”.

 

5- Na ordem, quais serão as seleções medalhistas no Rio 2016?

Gustavo Freitas: Sem pensar muito: Estados Unidos, Espanha e Brasil. Os EUA porque sempre entram em qualquer disputa mirando o título. Alguns astros não vieram, mas Kevin Durant, Kyrie Irving, Carmelo Anthony, Paul George, Klay Thompson… não. Sem chances. EUA em primeiro. A Espanha, pelo cruzamento que imagino. É uma seleção talentosa, com vários jogadores importantes no cenário europeu e da NBA, porém não tem como bater os EUA. A diferença física é enorme. Por fim, o Brasil. Acredito, pois teremos Nenê em uma de suas melhores fases na parte física, Huertas e Raulzinho fazem bem a armação, com características diferentes, e temos alguns bons arremessadores que, em um dia bom, conseguem carregar o time.

Gustavo Lima: Estados Unidos, Sérvia e Brasil. O primeiro lugar é óbvio. Aposto na Sérvia chegando à final pela geração talentosa que tem, e porque acho que, desta vez, Argentina, França e Lituânia não chegam à disputa de medalha. No meu chaveamento, o Brasil vence a Espanha na disputa do terceiro lugar. Ganhar o bronze seria a coroação dessa geração, que aguentou vaias de torcedores malas e péssimas administrações da CBB, nos últimos anos, para continuar honrando o basquete brasileiro.

Ricardo Stabolito Jr.: Meu dinheiro estaria no ouro para os norte-americanos, prata para os espanhóis e bronze para os lituanos. Como sou péssimo em apostas, acredito que isso é um sinal positivo para o Brasil.

Vinicius Donato: Estados Unidos leva o ouro, a Espanha fica mais uma vez com a prata e o Brasil derruba Batum e companhia para conquistar o bronze. 

  • Vinicius Simões Bravo

    Brasil vai ser eliminado na primeira fase.
    As pipocadas que a seleção dá em pelo menos um dos quartos de cada jogo serão fatais contra as seleções fortes.

  • Lucas SEP

    Espero que Raulzinho , Caboclo e o Cristiano Felicio evoluam , possam ser destaques em seus times daqui um tempo e que se tornem jogadores bem consistentes , na minha opinião eles tem tal potencial. Pq em 2019 (mundial) e 2020 não poderemos almejar coisas melhores.

    • Vitor Martins

      O Brasil tem bons valores (com o tal potencial) em todas as posições. Vejo os jovens brasileiros bem melhores que os argentinos, por exemplo. No garrafão tem uma porrada (Bêbe, Daniel Barbieri, Felipe dos Anjos, Leo Demétrio, Wesley Sena, Uchendu, além do trio mais jovem que já está no grupo Felício, Augusto e Hettsheimeir). Na armação tem tanta gente que é provável que se jogue com dupla armação nos próximos anos (Arthur Pecos, Georginho, Deryk, Fischer, Humberto… além dos 3 que já estão na seleção Raul, Benite, Luz). Nas alas é mais escasso, mas tem os dois mais interessantes (Caboclo e Lucas Dias), e alguns bons valores (Leo Meindl, Gui Deodato). O problema é que são todas apostas, ninguém sabe o verdadeiro potencial desses caras, meia dúzia podem até chegar a ter carreiras sólidas na NBA, outros na Europa e o Brasil conseguir montar uma seleção top3 mundial, mas a maioria pode ser bust (Caboclo parece ter tido muito pouca evolução).

  • Victor Chittolina

    A amostragem do Brasil nesses últimos amistosos foi muito positiva. Eu era um descrente, mas acho que uma medalha é plausível. Tirando os EUA, não tem bicho papão. Nem mesmo a Espanha é tão forte quanto anteriormente e pode sentir o desfalque do Marc.
    Se o Brasil beliscar uma daa primeiras vagas, o que atenderia a escapar dos EUA em um primeiro momento, pode tornar o sonho olímpico uma realidade.

    • Neverminder

      Temos que escapar dos EUA no primeiro e segundo momentos… Rs.. Pra isso temos que ficar em primeiro ou terceiro do grupo… Aí sobra “só” uma França e uma Sérvia no caminho das medalhas

      • Victor Chittolina

        Hahahahah não é fácil meeeesmo, mas olhando as seleções, a estadunidense parece a única imbatível. Por mais que hajam equipes melhores que a brasileira, acho que dá pra encarara com um bom nível de equilíbrio todas elas. Se a torcida fizer a diferença, o Magnano anular as principais armas dos adversários… Quem sabe, né? Sonhar não custa hehe

  • Kleber

    Essa seleção brasileira está com muita cara de 5º lugar por aí. As medalham ficam com os óbvios americanos e europeus. Brasil no momento clutch do jogo, geralmente tem apagão. Isso se chegar à esses momentos.

  • Yan Alves #Suns

    É uma boa hora para mandar aquele clichê mas que se encaixa bem, é dificil mas não impossivel sair com medalha nesses jogos.

  • Antonio Felipe

    Só eu que não acredito na seleção brasileira??

    https://www.youtube.com/watch?v=iqB3HN8h_ok

    • Rogério Rodrigues

      Sim, só voce. Unico brasileiro, torcedor esperançoso.

    • Danilo Veroneze #GreenRunsDeep

      sim

  • Antonio Felipe
  • Galvão 🔥 #305

    Acho que muita coisa tem que dar certo pro Brasil conquistar essa tão esperada medalha, mas muita mesmo.

    • Neverminder

      Primeira coisa é dar uma feijoada com laxante pro Scola…. O miserável vira um monstro jogando contra a gente, impressionante

  • Roger Vieira

    Problema é o grupo…grandes chances de classificar e ir direto pra um mata mata com usa ou servia

    • Neverminder

      Sérvia e França são pedreiras, mas “encaraveis” num dia que as coisas fluírem bem… Agora ganhar dos EUA só se eles ficarem presos no trânsito do Rio….rs

  • Neverminder

    Brasil para ter chances de medalhas tem que ficar em primeiro ou terceiro do grupo. Se pegar ficar em segundo pega os EUA nas quartas de final, se ficar em quarto pega já na segunda fase…
    Basta lembrar da Espanha nos jogos de Londres-2012

    • Vitor Martins

      Se ficar em segundo pegaria os EUA na semi-final, ainda daria pra disputar o Bronze. Não existe segunda fase. Oito seleções se classificam dos grupos para as quartas de final. De preferência, Brasil deve fugir só do quarto lugar.

      • Neverminder

        Me expressei mal… Segunda fase seriam as oitavas de final.. Se ficar em segundo no grupo pega os EUA nas quartas e aí adeus medalha… A Espanha em 2012 entregou o jogo pra gente para ficar em terceiro do grupo (não tinha como ficar em primeiro pois perderam o confronto direto com a Rússia) e fugir dos EUA até a final e levar a prata…

        • Vitor Martins

          Cara. não tem oitavas! São oito seleções que se classificam, 8 seleções = quartas de final. Se classificando em 2 no grupo, se e somente se, ganhasse de uma seleção fortíssima (França ou Sérvia) nas quartas é que provavelmente se encontraria com os EUA na semi. E não acho que vale a mancha desportiva de perder de propósito para um hipotético confronto contra os EUA, já que ainda teria como disputar um bronze.

          • Neverminder

            Cara, ta certo… me confundi…. Eu concordo com você, mas foi o que a Espanha fez em 2012 naquele jogo com o Brasil

  • Vítor Hugo ⚡️

    Como não conheço bem o estilo de jogo do Sabonis e do Abrines, essas Olimpíadas serão uma boa oportunidade para conhecê-los melhor . E sobre o Brasil, penso que há sim probabilidade de pegar ao menos um bronze, jogou bem os últimos jogos… É torcer para não pegar um USA da vida logo de cara no chaviamento…rs

    • MarceloBulls

      Já pode preparar pra soltar os fogos rs

      https://twitter.com/WojVerticalNBA/status/761009635956588544

      • Vítor Hugo ⚡️

        CARAMBA! Seria sensacional se ele realmente renovasse agora!!!

        Entre os dois (KD e Russ), sempre via Durant como o mais fiel a franquia,
        pensava que Westbrook em sua primeira oportunidade iria sair de Oklahoma… Mas ultimamente, estou vendo que as coisas não eram bem assim …rs

        #InRussWeTrust !!

  • el pistolero

    “Gustavo Freitas: Estou apostando na Argentina. É um time envelhecido e que não foi tão bem em alguns dos amistosos preparatórios”

    Hã?? Jogaram contra Australia, Lituania, França, Sérvia e Croácia e só perderam UM desses jogos. Se atualizem aí..

    A história desse pré-olímpico é de como a Argentina vem surpreendendo nos amistosos.

    • gusilvalima10

      Respondendo pelo xará: Argentina perdeu para a Nigéria (o time mais fraco do grupo B) e jogou pessimamente contra os EUA (claro que não teria como vencer, mas foram abaixo da crítica). Atualiza aí.

      • Vitor Martins

        Mas isso foi mais no início da preparação. No final eles foram muito bem (jogando na Argentina, é verdade).

        • gusilvalima10

          Isso é verdade, Vitor. Argentina deu uma “embalada” na reta final de preparação.

  • Julio Zago

    1- Acredito em Pau Gasol. Ele não disputou os playoffs esse ano, portanto estará bem descansado para os Jogos. Não aposto ninguém do time americano pois penso que eles terão poucos jogos competitivos, portanto deve haver um grande revezamento.
    2 – Difícil prever. Apesar de seus jogadores estarem em final de carreira, muitos em fase descendente, não acredito que a Argentina venha a ser uma decepção nos jogos, a experiência pode fazer a diferença e os caras devem ter uma boa torcida. Vou apostar na Austrália, não gostei do que vi da equipe, a Venezuela pode desbancar os cangurus e se classificar.
    3 – Não, contra França e Espanha dá jogo, mas os EUA devem vencer sem problema.
    4 – Pensar pode sim, mas acho difícil, a campanha na primeira fase será essencial, ao menos o segundo lugar tem de ser assegurado para o adversário das quartas não ser tão complicado e menos assim o time ainda pode enfrentar a França por exemplo.
    5- A lógica é EUA e Espanha na final e uma briga boa pelo bronze entre França, Sérvia, Lituânia e Brasil.

  • Michel Moral

    Não gosto da posição três do Brasil.

    Marquinhos e Giovannoni, meu conterrâneo, não dão conta contra as principais seleções. O Guilherme arremessa bem, mas não tem físico. O Marquinhos às vezes só amassa o aro e não tem muita mobilidade.

    O Felício tinha que estar desde o início na lista de convocados. Agora, sem o Nene em quadra, acredito que o Brasil vai sofrer muito também. Precisávamos do Vereja ou do Splitter na rotação.

    Leandrinho tem que trazer o time nas costas. Pensar em medalha sem que ele jogue muito bem, pode esquecer. Ele é o termômetro do time em termos de qualidade individual.

    • Rafael Victor

      E o Alex? Não acho que vai carregar o time nas costas, mas ele e o Raulzinho são os melhores defensores! O que acha deles?

      • Michel Moral

        Na três?

        Rapaz de um metro e meio não dá para jogar na três, eu acho.Contra argentina, talvez fique de boa. Mas e jogar contra Servia? Lituânia?

        O armador tem 2,10 rs rs rs (modo de dizer)

        • Rafael Victor

          Ah, sim! Também acho Alex muito baixo pra jogar na 3, embora defenda muito! Melhor opção é o Marquinhos mesmo, apesar do Leandrinho jogar por ali também! Tem razão!

    • Vitor Martins

      Marquinhos e Alex tão revezando na 3. E você pode até não gostar do Marquinhos, justo, mas ele é um ala bastante móvel.

  • Douglas Mavericks

    Torço pela medalha do Brasil, mas a competição está muito equilibrada. Acho que até ganhar a prata seria possível, mas tb não seria nenhum absurdo ser eliminado na primeira fase.

  • Leo R.

    É difícil, mas se fosse bolão meu palpite seria:

    Grupos A: EUA, França , Sérvia e Austrália
    Grupo B: Espanha, Brasil, Lituânia e Argentina

    4as: EUA, Espanha, Brasil e Sérvia

    Semi: EUA e Espanha

    3o lugar: Brasil

    Campeão: EUA

    – Destaque: Durant.

    – Decepção: Quem ficar de fora entre Argentina e Croácia.

  • Marcelo

    Os EUA acho que vai sobrar mais ainda que antes e justamente porque eles estão somando características do basquete europeu – estão somando e não substituindo. Eles ainda tem o ataque de 2 jogadores, com infiltração, pick n roll, pick n pop, isolamento, mas também agregaram a isso o jogo que envolve os 5 na troca de passe e o arremesso na média e na longa distância. Golden State, pra desespero dos conservadores, é evolução do basquete americano e não aproximação ao basquete FIBA. Nem sempre vai existir um LeBron que simplifica tudo e carrega o time nas costas pra vencer um time superior técnica e taticamente.
    Em Londres o time americano já tava arremessando de três com bem mais frequência.
    Eu acho que as chances de acontecer algo como em 2004 diminuíram muito por conta disso… Não tem confronto de estilos. Eles já tinham mais talento, agora eles são melhores em tudo, até naquilo que os europeus poderiam trazer de diferente eles já tão com jogadores mais talentosos fazendo melhor.

    • João Paulo Mota

      Gostei do comentário, interessante. Se pudesse explanar mais sobre esse tema, de estilos de jogo, aprimoramento de cada qual e complementação/combinação entre eles, eu me interessaria bastante.

    • Antonio Felipe

      Além do que os outros times estão meio que envelhecidos, a Espanha não vem com o MARC (que vai fazer uma diferença tremenda), entre outras coisas! Lembro de ter escutado o mesmo blá blá blá no Mundial de 2014 e, na final contra Sérvia, a diferença só foi de +40 pontos.

  • Diego Alexsander

    Eu não apostaria um centavo nisso, mas seria MUITO engraçado os EUA não serem campeões.

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