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Postado em 15 ago 2016 às 22:29
Magnano não tem permanência garantida na seleção após Rio-2016

Antes de eliminação, técnico revelou ainda não ter sido procurado para renovação contratual

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Por Ricardo Stabolito Jr.

Ruben Magnano

O futuro de Rubén Magnano no comando da seleção brasileira de basquete está em aberto. Em entrevista coletiva após a vitória contra a Nigéria – e ainda sem saber que seria eliminado do torneio olímpico horas mais tarde –, o treinador argentino revelou ter contrato com a Confederação Brasileira de Basquete apenas até o final das Olimpíadas e ainda não foi procurado para discutir uma possível renovação.

“Tenho contrato até agora e não tive nenhuma proposta para continuar. Acho que a CBB fará sua avaliação do que vai acontecer. Os dirigentes são sempre aqueles que decidem. Eu, como técnico, tenho a obrigação de posicionar-me, mas acho que não tem nada até o momento”, declarou o comandante, que foi extensamente criticado por suas decisões especialmente na derrota contra a Argentina.

Campeão olímpico com a seleção argentina em Atenas-2004, Magnano assumiu a seleção brasileira em janeiro de 2010 com a missão de reconduzir o basquete do país ao primeiro patamar competitivo mundial. Seus melhores resultados incluem a classificação às Olimpíadas de Londres-2012 (após 16 anos fora da competição) e o quinto lugar na última Copa do Mundo FIBA, em 2014.

  • JAMnba

    Alguém pode me dar um Amém?

  • Pablo Leite

    Acho que a permanência do Magnano, ou a contratação de qualquer treinador estrangeiro consagrado, são desnecessárias. A geração que vem por aí é ainda mais pobre. O problema é de base, não na ponta.

    • Vinícius Maia

      O problema é que os próprios envolvidos no basquete profissional brasileiro fazem vista grossa. Nenhum técnico brasileiro quer assumir que o basquete brasileiro está atrasado. Ninguém quer assumir que as categorias de base dos clubes não sabem formar atletas para o futuro. É mais fácil colocar a culpa no técnico da seleção e dizer que é hora de renovação na comissão técnica.

  • Vitor Martins

    Só não pode substituir por um Gustavinho, ou um Neto, tem que ser um estrangeiro.

  • DamonHeat

    problema da seleção é os jogadores.
    pode colocar o greg pop,que mesmo ele não daria jeito

    • Michel Moral

      Se a gente analisar a geração que está para assumir a seleção, com Raul Neto, Augusto Lima, quem sabe Tiago Splitter veterano (vai ter 34 na próxima olimpíada), acho que nossa seleção tem que focar na defesa, independentemente de quem seja o técnico.

      Eu tive um técnico, que foi ótimo jogador de basquete também, o Pantera (pai do Betinho de Limeira), que dizia o seguinte: “se a gente não vai fazer mais do que 80 pontos em um jogo, então, temos que trabalhar o jogo com metas, ou seja, não podemos tomar mais do que 20 pontos por quarto”.

      A gente ganhava vários jogos sob essa mentalidade.

      O Brasil tem uma carência ofensiva muito grande, desde hoje. Então, tem que trabalhar a defesa.

      • Pablo Leite

        Mas o Magnano melhorou demais a cultura defensiva da seleção. O problema que eu vi mesmo foi no ataque. Os nossos alas são muito pobres, e Huertas já está na descendente. Raulzinho tem que aprender demais ainda.

        • Michel Moral

          Achei que o Raulzinho não marcou nada contra a Argentina. O Campazzo deu um baile nele. O Alex sim fará falta defensivamente, porque é um monstro defendendo.

          O Raul Neto, pra mim, precisa melhorar muito todos os fundamentos.

          Leandrinho era parecido no começo, mas de repente (e não demorou muito), explodiu. Vamos ver como o armador do Jazz se sai agora. Pena que deve perder espaço na rotação em Utah.

      • nosso time pra 2020:
        Raul/Luz/Fischer/Deryk/Scott
        Benite/Georginho
        Cabloco/Lucas Dias
        Felicio/Augusto
        Splitter/Faverani/Bebê

        falando sério, eu acho que fará falta mesmo será Nenê e Leandrinho

        • Pablo Leite

          Concordo. tirando Splitter, que foi MVP na Espanha, nenhum desses aí parecem grande coisa.

          • não temos um gênio, mas se pensarmos bem nessa seleção também não tínhamos ninguém fora de série. O problema dos alas do Brasil, é que qualquer jogador acima de 2,06 vira pivô, e não é feito nenhum trabalho com ele, além disso não temos trabalho de base então fica difícil mesmo.

          • Pablo Leite

            É como eu disse, o problema do Brasil é de base. Pode ser o Popovich nesse time que nem assim a coisa ia longe. É necessário um trabalho árduo de longo prazo, coisa de 8 ou 12 anos.

        • Michel Moral

          Farão falta mesmo! Sem dúvidas…

          A princípio seremos uma seleção sem referências, MAS, como bem colocou o André Fagundes, nós temos várias competições importantes nos próximos quatro anos. Nomes como Leandrinho e Nene não devem ser abandonados pela seleção.

          Afinal, eles não são o problema, muito pelo contrário. O que falta são novos talentos. Hoje quase nenhum demonstra um potencial parecido com o de Nene, de Verejao e de Barbosa.

          A renovação é necessária, mas aos poucos.

  • matheus

    Não acho que Magnano deva sair da seleção até acho que depois que ele assumiu a seleção melhorou muito. Ele tem culpa nessa eliminação ? Sim tem, errou rotações, não pediu tempo na hora certa e coisas assim, mas a maior parte da culpa é dos jogadores e não dele, acho que com o material humano que ele tinha em mãos foi até bem, perderam os jogos mas não foram massacrados em nenhum jogo, se apresentaram bem, não foi o que desejamos mas foi “bom”, foram jogos apertados e etc. Se for pra tirar Magnano que me traga um técnico estrangeiro decente não me venha com Neto nessa história ai.

    • Joinha

      Ahhh para, 06 (seis) anos no comando da seleção para ter erros toscos em jogos de olimpíadas? Vocês estão malucos em querer deixar esse cara, precisamos renovar em tudo, técnico e jogadores! Não dá mais! Chama o técnico do Leicester, aliás, um bom exemplo de que se pode fazer mais com material humano longe da excelência!

      • Vinícius Maia

        6 anos e uma classificação para as olimpíadas de 2012, coisa que o Brasil não conseguia a mais de 10 anos. O Magnano realmente cometeu erros nessas olimpíadas, porém é inegável que ele elevou o nível da seleção brasileira.

      • matheus

        Cara respeito tua opinião e até concordo que talvez deva ser a hora de renovar TUDO dentro da seleção, mas agora se é pra tirar o Magnano que SIM ele melhorou e melhorou MUITO a seleção pra botar um Lula Ferreira da vida que deixe o Magnano lá então.

  • Gabriel Freitas

    Eu mantinha o Gustavo hoje na comissão (Ė do NBB, conhece o trabalho feito pelo Magnano e etc…), investiria no sub-17,19, um nome como Marcel talvez… Para a principal o ciclo do Magnano acabou. Eu iria de Nestor Várgas (Venezuela).
    Quanto a equipe manteria a base para tentar o Mundial e aos poucos se surgirem renovando para tentar novas Olimpíadas.
    O nível tá forte e tá feia a situação; Argentina não é mais a mesma ou não vai ser, Canadá e República Dominicana são muito fortes…

  • Uncle Drew

    Sem jogador bom.. não te técnico q não dê jeito. Isso vale para todos os esportes (Guardiola, Mourinho e etc. Acho q só o Alex Ferguson é q era mágico msmo, rsrsrs transformava o Fletcher, Carrick, Wes Brown em jogadores q produziam muito, ou q pelo menos não comprometiam. hueheuheu), em basquete é a msma coisa.
    Acho q o Magnano dificilmente fica, por causa do desgaste e de algumas decisões ruins nessas Olimpíadas. Acho q o José Neto (técnico do Flamengo) tem grandes chances de ser o técnico, é o principal assistente técnico do Magnano e etc. O problema é q, sem jogador (mais especificamente Ala ) não dá para fazer mt coisa.
    A Argentina está terminando seu ciclo vencedor, mas ainda é bem treinada. E tem a Republica Dominicana do Karl Anthony Towns e Al Horford, além da seleção Canadense (“A ótima geração Belga” do Basquete, rsrsrs). Brasil corre risco de ficar no limbo de novo, somente Splitter (com certeza), desses jogadores consolidados, continua para o próximo ciclo dessa seleção. Raulzinho precisa evoluir desesperadamente, com a concorrência forte na armação do Jazz.
    Desses jovens.. o único q realmente me empolga é o Lucas Nogueira, garoto entrou bem no Raptors, quando foi chamado. O Raulzinho teve um bom inicio de temporada na NBA, caiu um pouco de produção da metade para o final da temporada, até chegar as Olimpíadas (quando realmente decepcionou). Felício está em uma crescente, mas parece q seu jogo não encaixa no basquete FIBA (nesta Summer League ele produzia bastante quando era o único jogador de garrafão, e abusava de screens em PnR para pontuar). Do Caboclo, eu nem falo mais.
    Esperar para ver o Georginho, Lucas Dias (q tanto falam) e etc. Pq o futuro, comparado a de outras seleções q estão crescendo… não parece mt animador.

    • Pablo Leite

      Concordo com tudo. As coisas melhoraram com o NBB, mas, enquanto o Brasil engatinha, os outros já estão andando ou correndo em ritmo acelerado.

  • Rodolfo Ribeiro #OKCLoyalty

    #vemguardiola

  • BetoMavs

    #VemMikeBrown

  • [SERVIÇO PÚBLICO LEIAM]

    Informações que todo amante do basquete deve saber. A Confederação Brasileira de Basquete é a CBF da bola laranja, ou talvez pior, a gestão de recursos é tão ruim que a entidade está financeiramente em frangalhos, a seleção masculina e feminina sub-18 não iria disputar a Copa América sub-18 porque a CBB não tinha dinheiro para as passagens, a Liga Nacional de Basquete ( união dos principais clubes de basquete do país, surgiu em 2008 para reestruturar o basquete nacional. Sim, são os próprios clubes que organizam o NBB) adiantou uma grana que precisa pagar a CBB anualmente, mas já era tarde, porque quando conseguiu a grana estava as vésperas da competição e não havia tido preparação alguma, dessa forma pediram para o Clube Pinheiros levar toda sua categoria de base para a competição, eles toparam e ainda levaram atletas da base de outros times para ser mais justo, tendo arcado com todo o gasto da competição.
    O vexame não para aí, a CBB cancelou todas as competições das categorias de base em 2016, a base está um caos, se os próprios clubes não organizasse o NBB nem isso teria, se tá ruim com essa geração Nenê, Leandrinho, Varejão e cia a tendência é piorar.
    O ponto é que podem trocar o Magnano, pode tirar o Phil Jackson da aposentadoria colocar o Popovich de auxiliar e ainda sim a tendência são os fiascos continuarem, porque não tem incentivo algum, tudo se resume a base do Pinheiros e Flamengo, e mais alguns clubes que ficam um patamar abaixo desses dois no quesito base.

    • Lucas

      novidade hahahhaa

      • A maioria aqui não acompanha basquete nacional e nem imagina o caos promovido pela CBB. Tirando competições internacionais eu mesmo vim dar atenção para o basquete nacional há alguns meses, e não sabia que o negócio era tão ruim.

  • Galvão 🔥 #305

    O Magnano é um técnico excelente, e sei que ele errou nessas olimpíadas, mas a qualidade no material humano do Brasil não era nem de longe boa. Só fomos as olimpíadas por causa do convite, pq nem conseguimos nos classificar. Sonhar com medalha era utopia.

    • Igor

      Só fomos ao Mundial de 2014 por causa do convite. O Brasil não disputou vaga pra Olimpíada por ser o país sede.

  • Jefferson Cavalcanti

    Apesar de eu achar q ele teve culpa na derrota contra a argentina não acho que acabou o ciclo dele, é um técnico muito bom.

  • Joinha

    Chama o técnico do Leicester, aliás, um bom exemplo de que se pode fazer mais com material humano longe da excelência!

  • Vinícius Maia

    Magnano cometeu alguns erros nessas olimpíadas, isso é inegável. Mas brasileiro tem memória muito curta. Parece que já se esqueceram que, antes de 2012, tinha mais de 10 anos que a seleção não conseguia se classificar para as olimpíadas. O cara fez um bom trabalho a frente da seleção e eu acho que os erros cometidos por ele nessas olimpíadas não apagam os acertos que ele teve durante o período que esteve a frente da seleção. Porém, acredito que seja realmente o momento de renovar, mas infelizmente, mesmo que retirasse Phil Jackson da aposentadoria, não vejo futuro promissor nessa nova geração de atletas brasileiros que estão vindo. Digo isso porque o número de jogadores europeus que migram para a NBA e conseguem papel de relativo destaque só aumenta, enquanto os brasileiros nós só vemos mais do mesmo: um pivô que defende bem, mas é quase nulo no ataque (Lucas Bebê) e um ala que aparentemente será, no máximo, um bom reserva (Caboclo).

    • Joinha

      Quem que jogava na seleção antes de 2010? Havia material bom para trabalhar? estavam no auge do amadurecimento na vida e no esporte? Acertos e erros são normais, mas muitos erros em um momento histórico se perde o respeito. Também acho q ele fez um bom trabalho, mas, infelizmente, deve haver renovação de ideias.

      • TRUETHIAGO

        Elenco do Brasil no Mundial de 2006 (Japão)

        – Leandrinho, na melhor fase da carreira, Sexto Homem em Phoenix que fazia +15ppg;

        – Varejão, não era titular absoluto em Cleveland, mas tinha minutos na rotação;

        – Splitter nos primeiros seus anos na Espanha, já com desempenho destacado e bons números, inclusive na Euroleague;

        – Huertas também já jogava na ACB, porém com menor destaque;

        – Marcelinho Machado (Lituânia) e Giovannoni (Italia) jogavam na Europa na época;

        Esse time, comandado pelo LULA FERREIRA, ganhou uma única partida na competição, contra o Qatar.

      • Vinícius Maia

        “Quem jogava na seleção antes de 2010”? O grupo não era muito diferente desse que disputou essas olimpíadas. O único integrante de peso acrescentado ao elenco foi o Nenê que, por conflitos com a CBB, ficou anos sem vestir a camisa da seleção. De resto, poucas mudanças significativas. E é claro que acertos e erros são normais na vida, mas o que eu quis dizer é que Magnano acertou mais do que errou a frente da seleção.

  • Lucas

    A culpa foi do técnico. Rafael Hetsheimer nao tem condiçoes alguma de ser convocado e foi titular em jogos importantes, fora de forma e fraquissimo tecnicamente… Augusto Lima jogou muito e começou no banco contra Argentina dps de ter jogado muito contra a Croacia.. Brasil nao é USA pra jogar com rotação de 12 jogadores. Era p jogarem 9 no maximo. Ele cagou nas substituiçoes, errou na rotação e o ciclo acabou. Tem que trazer algum tecnico de time universitário dos EUA pra treinar a nova geração.

  • Alex Alves

    Desculpa a ignorancia não sei se é possível mas nunca entendi porque não tentaram naturalizar o Shamell mas enfim acho que deve manter o técnico. E tentar uma reformulação do elenco para 2016 ficarmos mais fortes.

    • Tássio Marcel Hoffmann Coelho

      tem que ver se ele quer tbm né.

      • Michel Moral

        Queria, né?!

        Shamell tem 35 anos.

    • Uns anos atrás eu apoiaria muito isso, porque Shamell ainda é um bom scorer (mesmo jogando no NBB), mas agora com 35 ficou meio tarde pra ele se naturalizar

  • Pra mim o Magnano já deu…
    muitas substituições ruins, nunca ouve ninguém, nem acompanhar o NBB (acho importante, pois tem bons atletas que mereciam chance não tem sido chamados, então tá na hora da troca. Temos bons nomes no Brasil (gosto do Neto), e podemos trazer um treinador do basquete espanhol ou americano. Mas o Magnano não dá mais

  • BetoMavs

    Se o nosso material humano não é grande coisa, cabe ao Magnano ou ao próximo técnico montar uma base, e fazer um time coletivamente forte, a Austrália ta aí para provar que funciona. Quanto as categorias de base, enquanto não houver a frente da CBB alguém comprometido com o basquete, não vai mudar nada e como não é futebol dificilmente vai haver pressão sobre a confederação.

  • Zack Batista

    Se mandar embora vai chamar quem pra assumir? Vão efetivar o Neto e o Gustavinho? É melhor o argentino ficar, pois brasileiros no comando não dá.

    Não renovando, eu prefiro um treinador europeu reconhecido. Muitas aceitariam treinar o Brasil, pois, temos talentos sim, apesar de começar novo ciclo.

  • Guilherme Ferreira

    Há necessidade de uma renovação geral, e acho que passa pelo tecnico tb, Magnano fez uma passagem ok pelo brasil, tudo bem que o material humano não é excelente, mas escolheu mal alguns jogadores que não tem condições de contribuir, além de alguns erros claros em alguns jogos, como a proxima competição é só em 2019, o momento de renovar é esse, como o brasil não possui um grande jogador, o proximo ciclo deve ser focado na defesa, assim podemos sonhar com algo melhor

    • Na verdade o ciclo olímpico é mais curto do que isso Guilherme:

      2017 — Copa América (Valendo uma vaga para o Mundial / Copa do Mundo);

      2018 — Copa do Mundo / Mundial;

      2019 — Copa América (Valendo uma vaga nas Olimpíadas de Tóquio);

      2020 — Pré-Olímpico (se for preciso) / Olimpíadas de Tóquio;

      Então, a caminhada até 2020 já começa ano que vem!!!

      • TRUETHIAGO

        A classificação para o Mundial da China não será mais via Copa América. Vão fazer uma espécie de “eliminatórias” (tipo futebol) e pelo que eu vi as datas coincidem com o calendário da NBA.

      • CLM Lakers

        O mundial será em 2019.

      • Michel Moral

        Como nós não temos uma “próxima geração” preparada ou engatilhada, o caminho é renovar aos poucos. Não adianta botar todo mundo para fora (inclusive o técnico) e só convocar possíveis substitutos para os que lá estavam.

        Até mesmo porque, com esse calendário que você citou, temos competições importantes, que farão toda a diferença no futuro do basquete brasileiro.

        Por exemplo, o Leandrinho, hoje, é um jogador indispensável na seleção brasileira. Não temos um outro SG com qualidade técnica parecida.

        Agora, o técnico não pode ser tão teimoso. Levar o Rafa Luz e deixar o Caboclo de fora é sacanagem. Acho que o Zack publicou aqui dizendo que ele não jogaria. Por que não? Por que tem 20 anos? O Hezonja tem 21 e está jogando, mesmo sendo criticado, pois faz parte da esperança da seleção do país dele.

        O Brasil precisa de renovação, mas sem deixar de lado a competitividade, que também é fundamental para que o basquete continue sendo comentado e não esquecido como era tempos atrás.

  • Felipe Rodrigues

    Magnano é bom treinador mas na minha opinião o momento dele ja passou, sempre falam do q ele fez na Argentina mas é como apostar no Felipão pelo oq ele fez em 2002.

    É hora de mudar, tentar trazer alguem da Europa ou dos EUA, alguem q busque renovar a equipe apostar nos mais jovens e dar a chance desses caras evoluirem, os veteranos não terão condições de jogar em 2020 não ha pq insistir com eles.

  • el pistolero

    Caralho, galera aqui é muito iludida.

    Trabalho dele foi ok? KKKKKKKKKK

    Diferença de ponto que o brasil tomava pra seleção europeia antes do Magnano era papo de 20 pontos.

    Isso com Nenê no auge, Splitter no auge, Varejão defensive team, Leandrinho 6th man, Alex com vigor, Waltinho, etc.

    Os tecnicos brasileiros não conseguiram nem ir pra olimpiadas com nossa melhor geração no auge físico.

    Hoje com os dinossauros da NBA, jogadores de NBB nao passamos por detalhes.

    • Michel Moral

      O Magnano não esteve durante todo esse período à frente da seleção brasileira. Chegou em 2010. A partir daí, Nene e Leandrinho já não eram mais os mesmos (e Nene brigou com a confederação brasileira de basquete – não me recordo a sigla, ou se já era NBB). O Varejão sempre foi um dos mais interessados, mas sempre teve problemas de lesão.

      Eu também não me recordo de um campeonato em que tivemos o time completo. Mesmo assim, não acho que o Brasil é um time para tanto. Jogaríamos contra Ginobili e Scola no auge, Dirk no auge, Espanha no auge… Fora o Dream Team… Acho que muito pouco mudaria em termos de resultado se todos os jogadores brasileiros estivessem nas grandes competições.

      Falta-nos um grande jogador, alguém que entre em quadra para dominar. Temos um time, mas falta um fator de desequilíbrio.

      Deixo claro que sou um crítico de muita coisa que ele faz/fez, mas não acho que ele seja o vilão do basquete brasileiro.

      • el pistolero

        Então, cara. Vc leu errado meu post.

        • Michel Moral

          KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

          Cara, na boa, vc mudou o post não foi?! Acabei de te responder e não é possível ter viajado tanto.

          Não tem problema nenhum mudar, mas tenho certeza que respondi a outro comentário.

          Abs

  • Anderson Tomás

    Trabalho excelente . Jogamos de igual pra igual com quem apanhávamos como boi ladrão.
    Sou muito grato ao Argentino.

    Chega daqueles técnicos de antes que a única jogada era parar da linha dos 3 e mandar pêra. Fica Magnano!

  • Era preciso encerrar a participação do Brasil nessas Olimpíadas para ser feito um balanço do que foi o ciclo dessa geração (do qual pude acompanhar na maior parte) e a projeção do que será nosso futuro.

    Em primeiro lugar, esse padrão de jogo atual levou ANOS para ser construído em cima de uma base que não teve na geração anterior jogadores e nem treinadores que oferecessem uma segurança para afirmação de: Alex Garcia, Anderson Varejão, Leandrinho e Tiago Splitter. O Brasil perdeu muito tempo apostando num estilo de jogo desorganizado e focado em demasia em seu ataque nos tempos de Hélio Rubens/Lula Ferreira e foi uma herança que passou para a equipe do Moncho Monsalve onde já se apresentava a questão do equilíbrio emocional dessa mesma base. Agora acrescentem o fato dessa equipe de estar ancorada numa liga nacional à época mais desorganizada do que é atualmente!!!! Aí temos o que é o longo ciclo de 1996 até 2006. Foram 10 anos onde nosso basquete se resumiu em ser competitivo no âmbito local — Vencendo Pan-americanos (que não classifica para nada!) e beliscando algo de bom nas Copas Américas. Nosso basquete era exatamente isso!!! E o que mais se viu na imprensa nesse período foi uma caça as bruxas para cada eliminação em vez de tocar no problema estrutural do nosso basquete (quantas vezes se questionou o lado patriótico desses mesmos atletas [personificado em Nenê] para cada dispensa antes de um torneio decisivo).

    Chegamos em Rubén Magnano, o mesmo cara que agora já é criado um ”ambiente conspiratório” usando a mesma base de Lula Ferreira & Moncho Monsalve conseguiu colocar o Brasil nas Olimpíadas enfrentando problemas burocráticos e situações semelhantes que seus antecessores e trouxe para seleção um padrão de jogo. Não é a toa que com um time que já passou do seu teto lá em Londres quando conseguiu ficar no Top 5 tenha causado dificuldade agora para as seleções que estão acima do Brasil porque são estruturas e tem competitividade entre os selecionáveis, ainda que tenha apresentado muitas contradições nas rotações da equipe o Brasil dentro do maior tempo das partidas mostrou organização. Então eu concluo que a seleção brasileira com o Magnano ela é mais organizada (enquanto elenco) que a própria confederação e acompanhando o ciclo para Tóquio as coisas não vão ser boas se olharmos essa geração com o prazo de validade vencido.

    Leandrinho, Nenê, Alex, Huertas e Splitter são fundamentais no próximo ciclo olímpico, pois já observei que na nossa base as caracteristicas das principais promessas são muito semelhantes aos atletas que já fazem parte do grupo de selecionáveis do time principal:

    Felipe Ruivo (PG) — Promissor na organização de jogadas, mas ainda carece de muitos fundamentos defensivos e no arremesso;

    Danilo Santos (SG / SF) — Poderá vir a ser um bom complemento com os arremessos, mas longe de ser consistente;

    Lucas Pereira (PF) — Já o vejo com bons olhos e para mim faria parte do grupo dos selecionáveis;

    Michael Uchendu (PF / Center) — Outro provável selecionável;

    Agora é aproveitar as Copas Américas e utilizar essa molecada com a base que vem se afirmando na seleção (Raulzinho, Benite, Augusto Lima e Felício) que com certeza vamos ter um ciclo olímpico pensando em futuro, se pairar a ideia de: ”Continuar formando jogador lá fora, joga no mercado americano é bom e importando para fortalecer a liga local”. Já, já, nós ficamos mais oito anos sem jogar uma Olimpíadas porque o Brasil não tem HOJE nenhuma excepcionalidade da equipe principal até o time SUB-16

    E pra quem tem memória curta com relação ao Magnano!

    https://www.youtube.com/watch?v=yPfHJzzXL_A

  • Marcelo

    Será que existe alguma chance do Ettore Messina aceitar vir trabalhar com a seleção brasileira?

  • Magnano fez um bom trabalho na seleção, tomou sim decisões questionáveis em relação a essa equipe nesses jogos olímpicos, como muitas trocas defensivas e manter quintetos defensivos explorando menos o ataque e esquecendo o bom Vitor Benite, mas se enxergarmos o trabalho dele desde que chegou à seleção ele mudou muito a cara seleção jogar, e implantou um bom sistema de jogo, ao menos com muito mais responsabilidade que os técnicos anteriores e tornou a equipe mais competitiva no cenário internacional, então não sei se faria tanta diferença o argentino sair pra dar lugar a algum outro técnico…

  • Diego Alexsander

    Obg por nada. Vlw, flws.

  • Danilo Félix

    Se forem espertos não renovam. Desperdiçou uma boa geração por tomar decisões questionáveis em vários momentos. Por mim pode vazar.

  • The Ancient Destiny

    Fez um excelente trabalho na seleção apesar dos erros nessas Olimpíadas. Mas acredito que nenhum tenho que venha dará jeito. Não temos uma geração próxima de fato proveitosa. A CBB cagando ainda mais pros atletas, acredito na geração q vem pra 2024. Uma pena.

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