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Postado em 18 ago 2016 às 00:42
Sérvia bate Croácia em clássico iugoslavo e garante vaga na semifinal

Seleção sérvia enfrenta a Austrália em busca da segunda final olímpica

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Por Gustavo Lima

Bogdanovic x Bogdanovic

Croácia 83 x 86 Sérvia

No jogo mais equilibrado do dia, decidido apenas nos instantes finais, a Sérvia levou a melhor no clássico iugoslavo contra a Croácia. Liderador pelo ala Bogdan Bogdanovic, os sérvios venceram os rivais por 86 a 83 e garantiram vaga na semifinal dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Com o resultado, a Sérvia enfrenta a Austrália, nesta sexta-feira (19), em busca da sonhada final olímpica.

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio, com o jogo truncado por muitas faltas. A Croácia foi melhor no aproveitamento dos arremessos de quadra (46% a 33%), enquanto a Sérvia foi soberana nos rebotes ofensivos (11 a três). Liderados pelo ala Bojan Bogdanovic, os croatas foram para o intervalo com uma vantagem de seis pontos: 38 a 32. Pelo lado sérvio, dois dos principais jogadores – Milan Teodosic e Miroslav Raduljica – combinaram para apenas duas cestas em 15 arremessos.

No terceiro quarto, a Croácia entrou em colapso defensivo e a Sérvia não perdoou. A equipe de Sasa Djordjevic não cometeu nenhum desperdício de bola e contou com a inspiração do ala Bogdan Bogdanovic no ataque (14 pontos) para fazer 34 a 14 no período e abrir vantagem de 14 pontos (66 a 52).

No período final, o colapso mudou de lado. Os croatas conseguiram encostar no placar após o adversário cometer quatro desperdícios de bola em quatro minutos. Com seu principal jogador, Bogdanovic, bem marcado por Stefan Markovic, coube ao jovem Mario Hezonja pontuar no último quarto (foram 14 pontos). A três minutos do fim, o Bogdanovic sérvio foi eliminado em faltas e a Croácia ficou apenas um ponto atrás no marcador.

Quando restavam 27 segundos para o final do jogo, o placar apontava 78 a 75 para os sérvios. Naquele momento teve início uma sequência de faltas e lances livres cobrados por ambas as equipes. As duas seleções cobraram dez lances livres e converteram oito cada. No lance livre final, o Bogdanovic croata errou de propósito para que a equipe tivesse a chance de pegar o rebote e converter uma bola de três pontos para levar o jogo para a prorrogação. Dario Saric angariou o rebote, mas levou um toco de Raduljica no arremesso derradeiro. Vitória dramática da Sérvia, que chega à semifinal olímpica depois de 20 anos de jejum.

Croácia
Bojan Bogdanovic: 28 pontos e quatro bolas de três pontos convertidas; 38 minutos
Mario Hezonja: 16 pontos e oito rebotes; 27 minutos
Miro Bilan: dez pontos e quatro rebotes; 21 minutos

Sérvia
Bogdan Bogdanovic: 18 pontos, cinco assistências e três bolas de três pontos convertidas; 26 minutos
Stefan Markovic: 12 pontos, quatro rebotes e três roubadas de bola; 29 minutos
Nikola Jokic: 12 pontos e três assistências; 24 minutos
Miroslav Raduljica: 12 pontos; 18 minutos
Milos Teodosic: nove pontos e dez assistências; 32 minutos

  • Jefferson Cavalcanti

    Dá até um bug ler esse texto, é muito Bogdanovic.

  • Juka

    Deu tela azul aqui com o tanto de Bogdanovic e nome com final “ic” !

  • Gustavo

    Vai dar Sérvia e USA na final. E se o Saric fosse sérvio, acho que rolava uma zebra no ouro.

    • Michel Moral

      Reedição do Mundial? Não sei. A Austrália está muito bem também.

      Agora, reconheço que é impressionante como os integrantes da antiga Iugoslávia têm crescido no basquete. Basta pegar os últimos drafts de NBA e verá quantos europeus estão chegando no “melhor basquete do mundo”.

    • Guilherme Prates

      Ah, se os Bogdanovic croata e o Saric jogassem pela Sérvia….

  • TRUETHIAGO

    Jogo tenso, 3Q parecia que tinha matado a Croácia, mas ainda reagiram no final. E, novamente, a Sérvia demonstrou dificuldades na hora de fechar o jogo, igual aconteceu contra a França. Claro, cada partida tem sua história, mas a Australia chega com favoritismo na semifinal.

    Quanto a seleção croata, fizeram sua parte, muitos jogadores novos participando da sua primeira Olimpíada (Saric, Hezonja, Babic, etc) dificilmente iriam beliscar uma medalha. Bojan eu já esperava que fosse ser um dos cestinhas, mas não tanto assim: 25 PPG, com +50% FG e 45% de 3-PT é um absurdo, jogou demais!

    Enfim, considerando o amadurecimento natural dessa turma aí, além da entrada dos jovens de grande potencial que estão chegando, como Bender, Zubac, Zizic… Eles tem tudo para serem uma das forças europeias em 2019 (Mundial da China) e 2020.

  • Gabriel Ximenes

    Se estes dois países ainda fosse um só, olha que time de basquete seria: TEODOSIC, HEZONJA, BOGDANOVIC (croata), SARIC, RADULJICA; no banco BOGDANOVIC (sérvio) e JOKIC. Na defesa provavelmente teriam alguns problemas, mas no ataque seria uma máquina! Ainda teriam Divac como presidente da Federação e o irmão do Drazen como técnico.

    • Gustavo

      E se ainda fosse a “antiga Iugoslávia”, teríamos o Vucevic, Dragic, Nurkic, Pelovic.

      Isso fora os jovens que vem por aí: Bender, Zagorac, Zizic. Esses países têm muita cultura de basquetebol. Aliás muita cultura esportiva em geral.

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