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Postado em 21 ago 2016 às 17:40
Kevin Durant dá show e EUA conquistam Ouro olímpico pela terceira vez seguida

Seleção norte-americana angariou a medalha de Ouro pela 15ª vez, a terceira seguida

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Por Gustavo Lima

Kevin Durant

Estados Unidos 96 x 66 Sérvia

Os Estados Unidos confirmaram o favoritismo diante da Sérvia na final do torneio de basquete masculino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Liderados pela ala Kevin Durant, cestinha da partida com 30 pontos, os norte-americanos atropelaram os sérvios por 96 a 66 e conquistaram a medalha de Ouro pela 15ª vez, a terceira seguida.

Com o resultado, os Estados Unidos mantiveram uma invencibilidade de 76 jogos. A última derrota dos norte-americanos foi para a Grécia (101 a 95), na semifinal da Copa do Mundo de 2006. O técnico Mike Krzyzewski, que comandou o time nas últimas três conquistas olímpicas, se despediu hoje do comando da seleção. No próximo ciclo olímpico, a equipe americana será treinada por Gregg Popovich, atual treinador do San Antonio Spurs.

O ala Carmelo Anthony entrou para a história como o primeiro atleta a angariar três títulos olímpicos no basquete masculino (2008, 2012 e 2016). Já o armador Kyrie Irving tornou-se o quarto jogador a ser campeão da NBA e olímpico no mesmo ano. Os outros foram Michael Jordan (1992), Scottie Pippen (1992 e 1996) e LeBron James (2012).

O jogo

A Sérvia ofereceu resistência no primeiro quarto e comandou o placar na maior parte do período. A entrada de DeMarcus Cousins foi fundamental para que os Estados Unidos alcançassem a liderança no marcador. Melhor defensivamente no fim do período, os norte-americanos venceram o quarto inicial por 19 a 15.

No segundo quarto vimos um show de Durant. O novo jogador do Golden State Warriors marcou 18 pontos e os Estados Unidos abriram vantagem no marcador. Dominante nos rebotes (31 a 16 no primeiro tempo), com uma defesa bem postada, e Durant decidindo no ataque, os americanos foram para o intervalo com uma parcial de 55 a 29. Já a Sérvia foi muito mal no aproveitamento dos arremessos de quadra (31%), com 11 acertos em 35 tentativas. Nas bolas de três pontos, os sérvios converteram apenas três chutes em 17 tentativas (18%).

Com os rumos da partida definidos já na primeira metade, o segundo tempo foi uma mera formalidade, tanto que a Sérvia voltou com o limitado pivô Vladimir Stimac, que pouco atua, no quinteto titular. Em ritmo de treino, os Estados Unidos chegaram a abrir vantagem de 41 pontos, mas relaxaram no final com os reservas em quadra.

Irregulares ao longo da competição, os norte-americanos fizeram sua melhor partida justamente na decisão do torneio. Vale lembrar que, na fase de grupos, os Estados Unidos tiveram dificuldades para bater a Sérvia por 94 a 91.

Estados Unidos
Kevin Durant: 30 pontos, quatro assistências, 10-19 nos arremessos de quadra e cinco bolas de três pontos convertidas; 30 minutos
DeMarcus Cousins: 13 pontos e 15 rebotes; 17 minutos
Klay Thompson: 12 pontos, 21 minutos

Sérvia
Nemanja Nedovic: 14 pontos; 16 minutos
Milan Macvan: 11 pontos; 15 minutos
Milos Teodosic: nove pontos e três assistências; 24 minutos

  • Rafael Victor

    No geral, os EUA, não apresentaram um basquete de encher os olhos, mas a qualidade individual dos seus jogadores foi sufiente pra ganharem mais uma medalha de ouro!

    E o Durant destruiu! No aguardo, pra ver como vai se encaixar no Warriors!

  • Luan sousa

    Selecao sem graca demais
    A de 2012 foi loca demais. A que mais se aproximou do dream team

    • Filipe Melo

      Concordo plenamente! Esse vídeo aqui resume bem o que você falou:

      https://www.youtube.com/watch?v=OBZhxQoz6T4

      • Claudio R.

        tu é doido, só jogadaça linda … que timaço

      • Joinha

        Meu Deus, nem lembrava mais! Que time! Que espetáculo!

    • The Point-GOD

      A de 2008 também chegou perto né, com vários caras que devem ir pro hall da fama no auge. Embora os números da de 2012 tenham sido até melhores…Reuniões como essas o mundo nunca mais verá!

    • Victor Chittolina

      Repetir o que aconteceu em 2012 era praticamente impossível. Principalmente porque Curry e LeBron, os dois principais nomes da NBA hoje em dia, não foram. Além deles, o monocelha provavelmente estaria entre os titulares, além de Westbrook ou Harden. Ou seja, do quinteto ideal (Curry, Westbrook/Harden, Durant, LeBron e Davis), só o KD ficou.
      Além de nomes para a segunda unidade como CP3, Lillard, Griffin, Aldridge e Drummond poderiam estar entre os doze.

      Com o time completo, acredito que eles poderia dar o show que todos esperavam. Com Harrison Barnes fica bem mais difícil.

      • Vinícius Maia

        Como eu queria ter visto Westbrook, LeBron, Griffin e o Monocelha, os quatro juntos em quadra. Ia ser muito louco, só jogador com explosão física monstruosa.

    • Rodolfo Ribeiro #OKCLoyalty

      a de 2016 seria a mais proxima,se estivesse completa..😣

    • Claudio R.

      pra mim de igual pra igual com o Dream team 92… a 2012 foi a mais forte em termos de auge dos jogadores, pois Bird, Magic, já tinham passado do seu melhor momento.

  • Zombie Sonics

    Ok, agora vamos voltar a falar de nba, que é melhor.

  • DamonHeat

    grande durant
    pena que é traidor

    • Victor Chittolina

      hehehehe

  • Victor Chittolina

    EUA jogou o suficiente. Se não foi a apresentação mais espetacular da história, foi o bastante para deixar bem claro que ainda há um abismo entre o selecionado estadunidense e os demais times, principalmente levando em conta os inúmeros desfalques, boa parte deles de jogadores que seriam titulares (entre os que foram pro Rio, na MINHA seleção, apenas o Durant estaria no quinteto inicial).

    Um destaque positivo foram os bons jogos que presenciamos, com Argentina x Brasil sendo um dos mais emocionantes que eu vi. Pena que o resultado não foi legal.

    Um destaque negativo pra campanha da nossa seleção. Acho que todos acreditamos em uma campanha mais digna, principalmente depois dos amistosos pré-olimpíadas.

    • João Paulo Mota

      Concordo. E isso porque não era o primeiro time dos EUA. É assombrosa mesmo a distância deles pro resto do mundo!

      • Victor Chittolina

        Grande, João Paulo.
        É assombroso mesmo. Para ter graça, teria que fazer EUA x Internacionais. Nessas Olimpíadas, ainda seriam azarões. Algumas atrás com Gasol, Nash, Nowitzki, Ginobili – todos no auge, daria um bom jogo. Alguns anos pra frente, capitaneados por Wiggins, Simmons e Porzingis, poderia dar um bom jogo. Mas acho que ainda falta muito pra uma seleção bater de frente com a estadunidense, se eles estiverem com força máxima.

        • João Paulo Mota

          Fala, Victor!

          Estou de pleno acordo contigo, mais uma vez. Seria realmente mais interessante, embora ainda insuficiente até mesmo para aproximar dos caras, ao meu ver.

          O jeito é ver a competitividade grassar nas competições em separado – NBA de um lado e Euroliga de outro, cada qual no seu próprio contexto – e, nas olimpíadas e nos mundiais, quando as seleções se ajuntarem, resta ver o estado da arte do basquete se manifestar, e ponto.

  • – Tiago

    A diferença é muito grande entre a seleção americana e as outras seleções…

  • Durantula carregou, quando o time não dava conta ele aparecia, pra mim abaixo do Lebron ele hoje é o melhor jogador…

    • Vinícius Maia

      Para mim LeBron e Durant são os dois melhores da NBA já faz alguns anos. Fazendo uma analogia com o futebol, vejo LeBron e Durant como Messi e Cristiano Ronaldo da NBA. Curry, ao meu ver, seria um Neymar.

  • ThiagOo25

    Só bola de 3 esse time…jogos do GSW vai ser um saco de assistir (gosto pessoal por estilo de jogo).

    • Vinícius Maia

      Também não gosto muito desse jogo mais focado no perímetro. Sem dúvidas, foi eficiente para o Warriors, isso é incontestável, mas eu prefiro ver o jogo mais próximo a cesta com infiltrações e também usando os pivôs e ala-pivôs próximos a cesta.

      • ThiagOo25

        E a seleção incorporou bem esse estilo.

  • wesley

    kd foi o melhor do basquete

  • abi4422

    Sérvia decepcionou. Acho que a Australia teria bem mais chances.

    Assim como em 2014 quando a Sérvia eliminou a França, que teria bem mais chances por ser uma seleção defensiva.

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