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Postado em 3 set 2016 às 11:00
Revisão da temporada – Cleveland Cavaliers

Campeão em 2015-16, Cavs quer repetir a dose na próxima temporada

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Por Gustavo Freitas

Cleveland Cavaliers (57-25)

Temporada regular: 1º lugar da conferência Leste
Playoffs:
 campeão após superar o Golden State Warriors em sete jogos
MVP da campanha: LeBron James (25.3 pontos, 7.4 rebotes, 6.8 assistências, 1.4 roubada)

Copyright 2015 NBAE (Photo by David Liam Kyle/NBAE via Getty Images)

Pontos positivos

– Campeão pela primeira vez em sua história, o Cleveland Cavaliers sobrou na conferência Leste, especialmente nos playoffs. Mesmo com controvérsias, o time superou cada adversário até encarar o poderoso Golden State Warriors na final. Com as costas na parede, perdendo a série final por 3 a 1, venceu os dois jogos seguintes e garantiu o título de virada. Épico.

– Sabe quantas temporadas LeBron James ficou abaixo da média de 25 pontos por jogo? Uma. Em 13 anos na NBA, o camisa 23 só não atingiu tais números exatamente na primeira da carreira. E em 2015-16, não foi diferente. Liderou o Cavs desde o princípio e assumiu todas as responsabilidades dentro e fora das quadras.

– O fato de Kyrie Irving ter começado a temporada machucado poderia ser um enorme problema para o Cavaliers. No entanto, o armador chegou aos playoffs em ótimo ritmo e brilhou. Descansado, sobrou na fase decisiva e fez a cesta do título.

– O Cavs foi um time que se deu bem dos dois lados da quadra. Com ótimos arremessadores no perímetro, a equipe teve o sétimo melhor aproveitamento no quesito (só o Warriors acertou mais cestas de três), cometeu poucos erros no ataque, forçou menos, e tomou conta da posse de bola. Na defesa, sofreu 98.3 pontos, a quarta menos vazada na temporada.

Pontos negativos

– Demitir um técnico quando a equipe lidera a conferência e o time segue apresentando um jogo efetivo, é estranho. Foi o que aconteceu com o Cavs. David Blatt, que estava apenas em sua segunda temporada em Cleveland, sendo que na primeira ele havia sido vice, foi mandado embora. Definitivamente, causou estranheza em todos que acompanham NBA pelo ineditismo.

– Em um determinado ponto da temporada, LeBron deixou de seguir o Cavaliers nas redes sociais, trancou-se em uma redoma que só ele podia controlar e deixou fãs apreensivos. Estaria descontente? Seria mais uma saída? Apesar de nada disso ter sido confirmado, foi uma preocupação a mais para a diretoria e comissão técnica.

– A indefinição sobre o garrafão foi algo que causou desconforto. O russo Timofey Mozgov era o titular de Blatt. Anderson Varejão estava com o tempo de quadra limitado, enquanto Tristan Thompson só ganhou a posição de fato nos playoffs.

– O fim da era Varejão em Cleveland. Embora não tivesse minutos suficientes para ajudar de fato, e estivesse sendo resguardado pela comissão técnica, o brasileiro era um dos favoritos da torcida e do próprio elenco. Foi trocado para o Portland Trail Blazers e dispensado logo em seguida. Acertou com o Golden State Warriors e ficou sem o anel de campeão.

Análise

O Cavs chegou a dar pinta de que não teria time competitivo o bastante para repetir a final do ano anterior. Não pelo que estava jogando, pois ocupava o primeiro lugar da conferência Leste. Mas os problemas fora das quadras, além da relação entre jogadores e o técnico David Blatt, deixaram a sensação de que algo faltava naquele grupo. Eis que surge Tyronn Lue em seu lugar e as coisas começaram a andar antes mesmo da parada para o Jogo das Estrelas.

Não que Lue seja o salvador da pátria ou um técnico milagroso, mas ele conseguiu estabelecer a união no elenco, mostrou que poderia conduzir o time a um novo patamar e cuidou do que mais sabe fazer: tática. O treinador era assistente de Blatt e um dos melhores da NBA em sua função. Deixou LeBron e Irving mais soltos, testou diversas formações até encontrar um padrão.

E foi justamente esse padrão que fez com que o Cavaliers fosse campeão. Se em uma série, Channing Frye brilhou e na outra sequer teve oportunidades, é porque Lue sabia que o ala-pivô não renderia diante de um ataque forte como o do Warriors. O mesmo aconteceu com Matthew Dellavedova ou até mesmo Kevin Love. Tanto que Richard Jefferson despontou nos playoffs como uma boa opção.

Dizer que o Cavs chegou ao título porque tem LeBron, é quase redundância. Mas outras peças funcionaram, como Tristan Thompson e J.R. Smith. Especialistas em seus setores, os dois foram fundamentais para as pretensões da equipe na fase final. Thompson não tem o tamanho ideal para ser pivô, é fato, porém tem um timing sensacional nos rebotes ofensivos e defende bem a área pintada. Já Smith, aquele que faz 20 pontos em um jogo e sai zerado no outro, conseguiu ser consistente quando a equipe mais precisou, nas três vitórias seguidas que resultaram no título.

Iman Shumpert não sabe atacar e, provavelmente por esse motivo, ficou relegado às funções de chato oficial. Sim, o sujeito que vai marcar os melhores jogadores ofensivos do outro time. Shumpert foi fundamental diante do Warriors, principalmente quando defendeu Stephen Curry e Klay Thompson.

Já Love, que chegou com pompas e como All Star para ser questionado. Todo mundo sabe que sua defesa nunca foi o seu grande atributo. Mesmo quando a mão não esteve calibrada, o ala-pivô foi bancado por Lue.

O Cavs venceu e convenceu. Superação, talvez. Mas o time bateu o recordista de vitórias em uma só temporada e que vinha de uma final antecipada diante do Oklahoma City Thunder. O triunfo chegou, finalmente.

O futuro

Kyrie-Irving

As contratações para a temporada 2016-17 foram pontuais. O time não foi atrás de grandes nomes e manteve boa parte do elenco campeão. Dellavedova e Mozgov foram embora, enquanto Jefferson se aposentou, se arrependeu e renovou. No entanto, Mo Williams pode e deve parar. LeBron assinou novo contrato para ser o jogador mais bem pago da NBA pela primeira vez na carreira com o compromisso de brigar novamente pelo título. Apenas Smith ainda não renovou. Chegaram os veteranos Mike Dunleavy e Chris Andersen. Mais uma vez, especialistas.

Se não tem Dellavedova, tem o explosivo calouro Kay Felder. Se Mozgov foi para o Los Angeles Lakers receber um dos salários mais estranhos de todos os tempos, chegou Birdman. O Cavs vai jogar da mesma forma, espaçando a quadra o máximo que puder, com muita posse de bola, forçando os erros do adversário. Os reforços são a prova disso.

Lue entende que a temporada regular é muito desgastante e por isso, seus principais atletas (leia-se LeBron e Irving) deverão perder jogos ocasionais por descanso. Apenas natural. A recuperação de Love talvez seja a sua maior prioridade no momento. O ala-pivô caiu muito de produção já nas finais do Leste e não voltou a colaborar ofensivamente. Diante do Warriors, então, foi uma lástima. Ele obteve médias de 8.5 pontos, 6.8 rebotes, além de apenas 36.2% nos arremessos. Quando não jogou, na terceira partida das finais, o Cavaliers venceu por 30 pontos de diferença.

O Cavs sabe que repetir o título não será fácil, especialmente pelos reforços de seus adversários. Mas a forma com que jogou nos playoffs, deu a entender que deverá dominar a conferência Leste mais uma vez. Superar rivais ainda mais fortes é o desafio.

  • DamonHeat

    o ponto mais importante do cavs, é tentar recuperar o basquete do love.
    Se for depender do lebron e irving fazerem milagre novamente contra GSW, ainda mais com o traidor lá, vai ficar bem difícil para o cavs.
    Aposto no cavs na final da nba novamente, titulo eu já não sei.

  • Uncle Drew

    Dá para fazer dessa temporada um roteiro de filme. Foi bizarro por tudo q aconteceu, e a questão da cidade ser a mais azarada dos esportes americanos (passamos o bastão para a cidade de Buffalo agora. Boa sorte em tentar acabar com aquela sequência de 3 Super Bowls perdidos consecutivos, rsrsr.) Toda a desconfiança desde o inicio da temporada, ganhando dos adversários esperados mas… perdendo confrontos cruciais contra Warriors e Spurs. A desconfiança era tanta! Q tinha gente q achava q o Cavs nem chegaria nas Finais do Leste, ou seria eliminado lá.
    O grupo parecia desunido e era mt sério, não parecia se divertir em quadra. Neste ponto, cabe destacar DAVID GRIFFIN (GM do Cavs). Podem zuar, q quem manda é o LeBron, q o GM é o LeBron… mas o trabalho do David Griffin é mt bom! Ele quase sempre viaja com elenco e percebia o clima estranho, foi aí q ele tomou a decisão de demitir o Blatt (além das derrotas para o GSW no Natal e a surra tomada pelo Blazers dias depois, serem fatores tbem determinantes.). O timing não foi bom, mas salvou a temporada! Lue logo de cara mostrou autoridade sobre o elenco, e uniu o grupo. A troca feita pelo David Griffin (LeBron não sabia e nem foi perguntado sobre a troca do Varejão) em q trouxe o Frye… serviu ainda mais para melhorar o clima do elenco, já q o Frye é conhecido por ser divertido, espaçar ainda mais a quadra e explorar ao máximo a habilidade de passe do LeBron (a combinação Frye de C e LBJ de PF no garrafão é letal!).
    Realmente foi a escolha certa jogar mais rápido (Lue acabou me calando sobre isto), tanto LeBron quanto o Irving são imparáveis em transição, e o Kevin Love tbem consegue jogar em transição, a defesa adversária fica desorganizada e o trabalho de armação do Kyrie é facilitado e do LeBron é ainda mais potencializado.
    Kevin Love. Love fez uma boa temporada, os Playoffs tbem foram bons no geral. Teve as dificuldades na Final de Conferência mas, quando ele jogou mal.. o resto da equipe, tirando LBJ, tbem jogou (tanto q existe a coincidência de q quando Kyrie e Love jogaram mal, o a equipe perdeu os jogos contra o Raptors, e quando venceu… o Big 3 jogou bem.). O real problema do Love é o matchup contra o Warriors, jogador do porte físico dele… tem uma dificuldade natural (com o Kanter aconteceu a mesma coisa, na WCF), falta atleticismo para defender os jogadores de perímetro. Apesar da dificuldade… o Jogo 7 do Kevin Love foi SURREAL DE TÃO BOM! Mas foi mt bom msmo! Com o Love em quadra, Cleveland teve um saldo de mais 17 pontos (Love teve +/- de +17), sem falar em uma das jogadas decisivas do título, sua excelente defesa em Stephen Curry ,q é chamada de “The Stop”. Tem o “The Shot” (do Kyrie), o “The Block” (do LeBron) e o “The Stop”, q é a jogada do Kevin Love, e a mais underrated (mais tão importante quanto as 2 pq é uma situação em q o Curry é praticamente automático, a bola de 3 pts dele cai nessas situações.) das 3.
    Love conseguiu contribuir mt bem durante a temporada, e esse Jogo 7 sensacional dele…me deixou otimista sobre o q ele pode evoluir e ajudar o elenco.
    Para o futuro, eu achei a contratação do Mike Dunleavy excelente! Esse cara pode mt bem ter um efeito parecido com o Kyle Korver, ele é mt inteligente em quadra e sempre tem o arremesso calibrado. Felder terá dificuldades no inicio (Mo Williams realmente deve se aposentar, as chances são mt altas.), deve vir algum PG mais experiente e mais um jogador de garrafão tbem (Andersen consegue contribuir, mas já teve problemas físicos na temporada passada.).
    Depois dessa temporada, eu não duvido de mais nada! Vamo rumo ao Bi-Campeonato! All for One, One for All! ALL IN CAVS!

    • Albert Cavs

      Mano falou tudo. Essa temporada de Cavs ficou para história msm … Lets go Cavs

  • Tiago

    O bicampeonato é bem possível , apesar do Durant ter ido para o GSW se fosse para apostar meu dinheiro seria nos CAVS, eles me convenceram que são o melhor time e o LeBron mostrou que existe um abismo entre ele e qualquer outro jogador na atualidade!

  • Tim “Legend” Duncan

    Mesmo com a gradativa melhora dos adversários do leste, os Cavs ainda devem reinar soberanos nesta temporada. Bull, Raptors, Celtics, Hawks e Knicks prometem fazer boas campanhas mas não ameaçaram. Isso leva ao fato de q os Cavs, assim como na temporada passada, não precisaram fazer muitos jogos nos playoffs para chegarem nas finais na NBA, enquanto Warrios e Spurs, maiores adversários da outra conferência, terão q ralar e se desgastar bem mais em uma conferência mais concorrida e de times de mais qualidade.
    Os Warrios continuam favoritos ao título (talvez nem tanto pela entrada do Durant, mas pela saída do horroroso Harrison Barnes), mas os Cavs deverão chegar às finais com fôlego de sobra e com Lebron faminto na caçada aos recordes de Jordan.

    • Tim “Legend” Duncan

      Desculpem os erros de concordância verbal…
      kkkkk

    • Denyson

      Horroroso HB… kkkkkk. S ele acerta 40% das tentativas de arremesso dele, seja de 2 ou 3. O Warriors seria campeão. E eram várias bolas livres. Vacilo do Kerr total. Qnd Leandrinho tava pegando fofo, ele sacava o brasileiro.

  • Arthur Santos

    Passando só para deixar essa bela imagem do Shumpert. Desde que a vi aguardei ansioso por esse post.

  • Thiago Batista

    É quase impossível o Cavs conquistar o bicampeonato por conta do elenco montado em Oakland, mas uma terceira final seguida, apesar de ser praticamente barbada nesse leste, não seria de todo ruim. Em uma série de 7 jogos, uma lesão, uma suspensão, um jogo atípico podem mudar a história.

    • Henrique

      E tem o fator pressão, Warriors vai ser cobrado muito essa temporada, e o cleveland vai jogar com muito menos pressão, que pode ajudar o cleveland a vencer este ano novamente

  • Victor Chittolina

    Histórico o que o Cavs fez na última temporada. A cidade de Cleveland era simpática a quase todos pela maldição de ser uma apaixonada, possuir franquias em 3 dos 4 maiores esportes estadunidenses e estar há mais de 50 anos sem título. Não está mais. Todo mundo festejou e hora de pensar em 2016-17.
    O Leste vem mais forte essa temporada. Várias equipe se reforçaram, ainda assim, o Cavs segue como grande favorito. A manutenção do JR ainda é uma incógnita. Mas dúvida mesmo só com o amor. Love fez uma temporada regular boa e um bom playoff, mas sumiu nas finais. É uma forte moeda de troca do time de Cleveland, mas aparentemente a ordem por lá é cautela, não mexer em quem está ganhando.
    Os LeBrons devem vencer o leste e continuam sendo os grandes nomes pra desbancar o Warriors. Se vai acontecer, não sei, mas é a tendência.

  • Menezes

    J.R. Smith ALGUÉM TEM NOTÍCIA ????? DA RENOVAÇÃO ????

    • Uncle Drew

      É certo q ele fica no Cavs (tanto q ele nem recebeu propostas de outras equipes). As duas partes ainda estão trabalhando em um acordo, dizem q é entre 16 a 20 milhões por ano.
      Cleveland está tão cauteloso sobre o contrato do J.R. por já estar acima do teto salarial e estar pagando mais multas do q qualquer outra franquia, quer pechinchar o máximo possível.
      Acho q antes do Training Camp a situação será resolvida.

      • ThiagOo25

        16 a 20 milhas por ano? Caraca.

  • Killer Crossover

    O elenco do Cavs continuou o mesmo, a base se manteve, com exceção da armação que perdemos os dois reservas, mas saiu um homem grande e chegou outro. Não sei como vai ser a regular, da pra falar que o Irving vai carregar o time (eu também gostaria de ver isso), mas a preocupação com a saúde física dele também tem que ser levada em conta, não seria a hora do Love ter uma maior importância ? Tem que se impor mais em jogos que o Lebron e Irving não estiverem jogando e também nos que não estiver um ou outro.

    Eu no lugar do Lue priorizaria a saúde do Irving, não é garantido um 1º no Leste (até porque a conferência se reforçou bastante), mas não acho que fuja das duas primeiras colocações (já ta ótimo pra quem é favorito lá). Provavelmente se as finais se reeditarem o GSW vai ter o mando de uma forma ou outra (já que a tendência é eles virem voando, dado o elenco recheado), pode ser que o volume de jogo de Curry, Thompson e Durant diminuam, mas o favoritismo vai pra lá onde se tem os dois MVPs dos últimos 3 anos. Aprendi com o Rodolfo que ser o azarado às vezes é o melhor, o Warriors é novamente o campeão pré-temporada, mas depois do 3-1 somente 0,01% de chance do bicampeonato já é o suficiente pra ter fé no time.

    Certamente J.R permanece (teve um foco incrível nas finais e importância também), TT cresceu bastante com titular e desde as finais 2014-15 (onde pra mim foi o segundo jogador mais importante) ele já mostrou que podia render como titular, R.J como o sexto homem é reconfortante, é um dos caras mais importante extra quadra, o espírito dele nas finais demonstrou isso. Não acho que da pra sobrar no Leste novamente (favorito é sim, logicamente), mas varrer a maioria dos times, acho difícil, chegando às finais denovo, isso é ótimo pro ego do time, não vai inflar. GSW que o diga… Estou ansioso pra ver como será na regular, como vem o Love pra essa temporada e como vão jogar os recém-chegados, não sou de acompanhar D-League (nem basquete universitário), não sei como vai ser a armação quando Irving for poupado, isso pode ser um probleminha visto que não acho conveniente forçar ele à mais de 60~70 jogos.

  • ThiagOo25

    Cavs nem precisa ser campeão de novo, o que vier agora é lucro. A virada histórica que aconteceu para cima do GSW já coroou tudo.

  • felipe fernando Oliveira

    To muito curioso pra ver o mais novo anão da nba jogar…

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