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Postado em 11 set 2016 às 11:00
Revisão da temporada – Los Angeles Lakers

Time angelino ficou fora dos playoffs pela terceira vez seguida

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Por Gustavo Freitas

Los Angeles Lakers (17-65)

Playoffs: não se classificou
MVP da campanha: Kobe Bryant (17.6 pontos, 3.7 rebotes, 2.8 assistências)

Pontos Positivos

– A despedida de Kobe Bryant foi, provavelmente, a melhor notícia do Los Angeles Lakers na temporada. Não sua saída, claro, mas a forma que deixou o basquete naquele jogo épico contra o Utah Jazz, quando anotou 60 pontos. Sensacional!

– Aos poucos, Jordan Clarkson mostrou ser o sucessor natural de Kobe. Ainda não está pronto, mas provou ser um cestinha eficiente e que possui talento para ajudar na armação. O ala-armador foi quem mais jogou em 2015-16 pelo time angelino.

– O ala-pivô Julius Randle teve um ano de altos e baixos, mas conseguiu equilíbrio suficiente para terminar a temporada com média de duplo duplo (11.3 pontos, 10.8 rebotes), algo que não acontecia desde 2012-13, com Dwight Howard.

Pontos Negativos

– A idade pesou, as lesões aumentaram de intensidade e Kobe precisou abandonar a NBA. Ficou bem abaixo do que se entende por seu normal em diversos jogos, não conseguiu produzir e acabou optando pela aposentadoria.

– Roy Hibbert. Precisa de explicação? Boa sorte, Charlotte Hornets.

– O episódio da gravação entre D’Angelo Russell e Nick Young foi a cereja do bolo para coroar a pior temporada da história do Lakers na NBA.

– O técnico Byron Scott tinha uma barca furada nas mãos. Todo mundo sabia disso. Vencedor do prêmio de Melhor Treinador, em 2007-08, Scott não conseguiu gerenciar o time nem fora das quadras e viu mais um trabalho jogado pelo ralo. A culpa não é só dele, é bem verdade. A diretoria fez um “ótimo” papel. Todo mundo de parabéns.

Análise

Bryant sabia que não tinha muita lenha ainda para queimar, mas ainda assim, encarou todo um processo de reabilitação física em busca de conduzir o Lakers a uma temporada digna. Aos 37 anos, porém, viu-se sem a menor condição de fazer isso sozinho e anunciou que 2015-16 seria a sua última. A partir disso, a única intensão da diretoria foi dar a ele a chance de se despedir jogo a jogo. Kobe foi aplaudido por onde passou, teve seu nome gritado por torcidas adversárias e saiu com o dever mais do que cumprido.

No entanto, a temporada não foi só a derradeira do camisa 24. Uma série de erros aconteceu desde a formação do elenco, escolhas pouco inteligentes da diretoria e de seu treinador, e por fim, um verdadeiro show de horrores protagonizado por Russell e Young, que custou ao veterano o rompimento com a noiva Iggy Azalea.

Foram apenas 17 vitórias ao longo de 82 partidas. Algumas delas, impressionantes, como aquela sobre o Golden State Warriors e a última, diante do Jazz.

Marcelinho Huertas demorou a se adaptar ao basquete da NBA. Cometeu falhas bisonhas, foi alvo de chacota da mídia por conta da defesa, mas deu a volta por cima no fim da fase regular, fez boas apresentações e obteve médias de 6.6 pontos e 4.6 assistências em cerca de 22 minutos após a parada para o Jogo das Estrelas.

Agora, o que foi aquilo com Hibbert? Para um atleta que ganhou U$ 15 milhões no ano, o pivô foi uma piada de péssimo gosto, que o torcedor vai demorar para esquecer. Não defendeu, não atacou, não fez nada direito. Parecia estar em uma turnê de férias com os amigos.

O bom é que tudo isso acabou.

Futuro

Acabou até certo ponto, pois a diretoria inflacionou o mercado na primeira hora de agência livre ao dar um salário astronômico ao pivô Timofey Mozgov (US$ 64 milhões por quatro anos). Ou seja, já começou dando dinheiro demais para o cara errado. Pode até ser que o russo surpreenda e faça valer cada centavo, mas até lá, foi uma das piores contratações em termos de custo-benefício de 2016-17.

No entanto, isso fez com que outros times abrissem seus cofres e, de repente, pode ter sido uma das jogadas mais inteligentes de todos os tempos. Ainda mais sabendo que o teto salarial vai aumentar novamente e a luxury tax pode chegar aos U$ 122 milhões.

De qualquer forma, é algo que só poderá ser respondido daqui um ano.

Até lá, o Lakers terá muito trabalho a ser feito. Luke Walton foi contratado para o lugar de Scott após entregar o Golden State Warriors com folga na liderança do Oeste para Steve Kerr. É óbvio que ninguém acredita que Walton vai fazer milagres, mas existe a confiança de que será um trabalho melhor do que foi apresentado pelos antigos treinadores da equipe nos últimos anos.

Russell mostrou-se bem confiante nas Ligas de Verão, arremessou bem de longa distância e produziu grandes lances. Deve evoluir bastante para o seu segundo ano na NBA, especialmente se procurar mais por seus companheiros em quadra. Seu reserva imediato deverá ser Jose Calderon, enquanto Huertas vem para ser a terceira opção na posição. O contrário pode acontecer, até porque o espanhol está em fase final de carreira e teve uma temporada terrível em 2015-16.

O time contratou, além de Mozgov, o ala Luol Deng. Tudo bem que não é mais o mesmo que jogou no Chicago Bulls. As contusões estão “segurando” Deng a cada temporada, mas é esperado que seja titular. Se o time jogar com formação baixa, pode até ser o ala-pivô, com o excelente prospecto Brandon Ingram na ala. Aí, sobra para Randle.

O pivô Ivica Zubac ganhou elogios da diretoria e da comissão técnica durante a Summer League. Tem potencial para garantir alguns minutos na temporada de estreia, apesar de apenas 19 anos.

A aposta é que Clarkson seja o cestinha dessa equipe em reconstrução. O jovem ala-armador atingiu médias de 15.3 pontos e 4.0 rebotes em 2015-16 e, sem Kobe, pode e deve ganhar ainda mais espaço, enquanto Lou Williams será o sexto homem.

O chinês Yi Jianlian vai tentar a sorte na NBA mais uma vez. Pode até dar certo, pois é talentoso. A questão é saber se terá espaço. Ao que tudo indica, nem tanto.

O Lakers não deverá se classificar para os playoffs pela quarta temporada consecutiva, aumentando ainda mais o recorde negativo. Nomes de peso foram especulados, mas ninguém se interessou em ser o capitão de uma equipe que passa por reconstrução. A franquia tem peso, tem tradição. Só não pode jogar tudo pelos ares assim. Precisa ser grande em quadra. Não só no nome.

  • felipe fernando Oliveira

    Daqui três anos LAkers volta a ser Lakers…

  • Charles Teodista

    Eu tenho a impressão que Yi Jianlian vai acabar ganhando a titularidade nessa equipe.

    Ele é talentoso e até bem ágil para um pivô de 2,12 de altura. Para mim tem inteligência e habilidade para jogar também de ala-pivô.

    Abraços à todos.

  • Rodolfo Ribeiro #OKCLoyalty

    o negócio é ter paciência agora.Da pra buscar mais um ano de pick top 3 e fechar a base do rebuilding.
    Confesso que não levo tanta fé nos calouros do Lakers,com exceção do Ingram,mas pode ser que algum dos outros também se tornem excelentes jogadores e a proxima safra de calouros parece que será mt boa.Então seria importante uma boa pick.
    Acho que ainda vai demorar uns bons anos ate o Lakers se acertar,mas pra quem teve tantos anos de gloria,da pra esperar..

  • Bruno – LA.Lakers 16x🏆

    Paciência é a palavra , não se pode ter presa numa reconstrução como muitas franquias a fazem e não colhem nenhum fruto ou sempre morrem na praia com times meia boca que sabemos que nunca será campeão , prefiro ficar alguns anos sem offs…. mais reconstruir com os melhores prospectos da NBA (via draft) que e a forma natural de se pegar os melhores do futuro e com isso ter um ótimo time jovem com mto potencial e voltar aos títulos de forma natural !

  • cleberson23 – KING JAMES GOAT♕

    Lakers é Lakers e vice versa…

  • Pedro Ferreira

    Eu não vejo aq uma rivalidade Boston e Lakers tão acirrada,as tretas de torcedores de outras franquias são mais intensas

  • Luiz

    Pelo menos agora o Luke não irá atrapalhar o desenvolvimento dos jovens como Byron Scott(engraçado como ele e o Sam Mitchell do Wolves,2 treinadores que ja ganharam COY,fizeram trabalhos tão criticados nessa temporada).

  • Matheus Pitarello

    Pagar 64 milhoes de dolares pelo Momo é bizarro, surreal… a contratação mais ridicula em termos de custo/beneficio que ja vi em toda minha vida e contando todos os esportes possiveis imaginaveis… Deus me livre

  • Galvão 🔥 #305

    O “Tour” de despedida do Kobe conseguiu tirar um pouco da pressão da campanha ridícula que o Lakers fez.

    Fizeram negócios ruins na off-season, mostrando que nenhum jogador de peso quer se aventurar por lá. O Negócio vai ser ganhar mais uma boa pick e evoluir as jovens promessas.

  • DNT

    A temporada do Lakers é Lakers pode ser definida em uma palavra: Fracasso. O Kobe só quer ta na mídia, mesmo com o basquete pífio que tava jogando.

  • ThiagOo25

    Walton fez um bom trabalho no GSW, mas convenhamos, em um time com Curry, Green, Klay, Iguodala no banco…já é um caminho percorrido para ir bem. Ele teve seus méritos porque nem sempre é fácil conduzir uma equipe com tantas vitórias com tantos jogadores de alto nível, mas também já é meio caminho percorrido ter esses citados na equipe.

    A chance dele mostrar o trabalho será agora mesmo, com jogadores promissores e tentar tirar o máximo deles.

  • drakes

    O Lakers precisa estar próximo ano em uma das três primeiras posições do draft para ter direito a pick, com o time montado acho bem possível, sai de 17 vitórias para algo em torno de 22 vitórias, vão aumentar o pace para alguns jogadores terem números expressivos, relativamente é o plano hickie, de remodelação radical através do draft mesmo que custe anos fora dos playoffs e campanhas horríveis.

    O cap próximo ano estava para ir a 108, se for para 122 ajuda na verdade os times que irão aos playoffs, provavelmente teremos mais movimento como foi Mosgov/Deng, ou seja, overpaid algum jogador para atrai-lo, nisso eles são diferente do Hickie.

  • RodrigoBrBa

    – Roy Hibbert. Precisa de explicação? Boa sorte, Charlotte Hornets.
    kkkkkkk

  • Sander Santos Baptista

    A diferença entre a reconstrução feita em Boston, para algumas outras foi: Começamos pelo treinador.
    Temos um treinador muito bom ele sabe fazer um time bom escolhendo as peças certas e sem badalação.

  • Mil do Pacers

    Lakers virou o Clippers do passado! Lamentável! SQN

  • O foco deve ser desenvolver os garotos, e buscar a identidade do time, eu sinceramente não me importo com as derrotas, o que não dá é perder, e ver os garotos evoluírem menos do que poderiam por conta de treinador e diretoria incompetente.
    E segundo o “Real GM”, a first pick 2017 é top 3 de novo, então não tem nem garantia de draft, o saldo positivo da temporada deve sair da evolução dos jovens.

  • Joana Cunh

    MVP da campanha = Kobe

    heaueuaehhueueaueuehe, voltei pra ver quem fez a postagem e obviamente tinha que ser esse acéfalo do Freitas.

    Cara, você podia ter bom senso e largar o jumper. Se bem que começo achar que você paga alguma coisa para o Lance para ter o blog aqui, não há outra explicação plausível.

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