logo lance
undo
Nacionais
Internacionais
Leste
Hawks
Celtics
Nets
Hornets
Bulls
Cavaliers
Pistons
Pacers
Heat
Bucks
Knicks
Magic
76ers
Raptors
Wizards
Oeste
Mavericks
Nuggets
Warriors
Rockets
Clippers
Lakers
Grizzlies
Timberwolves
Pelicans
Thunder
Suns
Blazers
Kings
Spurs
Jazz
Postado em 3 fev 2017 às 17:47
O desfocado retrato da crise

O mau momento do Cleveland Cavaliers não ameaça sua supremacia na conferência Leste da NBA

Compartilhe nosso conteúdo!
Envie por email!
Compartilhe no Google+ Google +
Tweet esse post! Twitter
Compartilhar no Facebook! Facebook
Por Guilherme Gonçalves

Fotografias são altamente esclarecedoras a respeito de diversas situações. Uma pose, um flash e pronto: há uma memória, uma recordação, uma explicação a respeito de uma fração de tempo já ali eternizada em papel. Há até um ditado que alega que “uma imagem vale mais que mil palavras”. Todavia, fotografias podem suscitar algo mais a respeito do cenário exibido, das personagens envolvidas, do tempo eternizado.

A fotografia da temporada 2016-2017 da NBA até o presente momento mostra o atual campeão, Cleveland Cavaliers, como líder da Conferência Leste da Liga com aproveitamento baseado na casa dos 70%, em direção a um franco favoritismo em direção a mais uma final. Um recorte mais específico, mais detalhado, com zoom profissional, entretanto, mostra um mês de janeiro de 2017 não tão rebuscado assim.

Recapitulemos: o Cavaliers teve um recorde negativo no período do mês que se encerrou há pouco. Em 15 partidas, o time liderado por LeBron James obteve sete vitórias contra oito revezes. Esta foi a primeira vez, desde fevereiro de 2006, que James atuou por um time com recorde negativo em um mês que acumulasse ao menos dez partidas – o Cavs de outrora teve um recorde de seis vitórias e oito derrotadas naquela oportunidade.

LeBron, aliás, envolveu-se em dois casos que ecoaram pela mídia norte-americana. O primeiro deles foi sua insistente pedida, desde dezembro do ano passado, por mais um armador para a equipe: um atleta criador de jogadas que pudesse substituir e descansar Kyrie Irving, e liberar ambos – James e este último – de tantas responsabilidades na criação de jogadas ao carregar a bola. Em tom de cobrança, alegando que aquela “era a última vez em que falava” sobre o assunto, o pedido soou como uma ameaça à direção da equipe. Panos quentes colocados pelo treinador Tyronn Lue e pelo gerente-geral David Griffin na situação, James então não queimou a língua contra Charles Barkley, abrindo fogo contra o antigo ala.

Atualmente comentarista e âncora de TV nos Estados Unidos, o ex-atleta declarou em rede nacional que James era um jogador “chorão”: que reclamava de barriga cheia, gostaria de ter todos os bons jogadores para si, e ainda indagava o três vezes campeão da NBA se ele não queria competir com os outros times. Tiros disparados. James, pela mídia, xingou Barkley, relembrou problemas extra-quadra já conhecidos do MVP da NBA em 1993, alegou que nunca desrespeitou o basquete como Barkley já teria feito, e que não deixaria mais o comentarista tentar destruir seu legado como vinha fazendo em suas declarações: “dane-se o Barkley”, finalizou. Mais tiros disparados.

Muitos alegam que o Cavaliers enfrenta uma crise. Atual campeão, viu o poderio do vice-campeão Golden State Warriors aumentar com a aquisição do ala Kevin Durant no ano passado, algo que poderia atrapalhar o caminho rumo ao bicampeonato. Lesões que acometem os titulares Kevin Love (espasmos e dores nas costas que, ainda, não o impedem de atuar, mas limitam seu jogo) e J.R. Smith (dedão da mão direita fraturado já operado, com expectativa de retorno pouco antes dos playoffs). Queda de produtividade no começo do ano, mesma época em que o ex-treinador David Blatt foi sacado do cargo, em 2016, em favor de Lue, anteriormente um assistente, ainda que líder de sua conferência naquela ocasião. Ou seja: crise. Crise? Vamos dar um zoom mais aproximado, abrindo o ângulo dessa lente.

O Cavaliers ainda possui o melhor jogador do mundo. Um dos melhores atletas da história da NBA e, possivelmente, dos esportes americanos em todos os tempos. Com o final de sua carreira, é possível que James seja considerado o melhor ala da posição 3 (small forward) a já pisar em uma quadra de basquete. Irving ainda é um dos melhores armadores da Liga, e suas atuações decisivas em momentos finais de jogo já o fazem ter mais a bola nas mãos para o arremesso da vitória do que mesmo para com James. Love integra o time do Leste do All Star Game daqui a poucos dias, em meio a contusões, realizando ainda um sólido jogo ofensivo e aprimorando sua defesa. A base da equipe, recheada de role players interessados no título e em compor a história junto às estrelas, ainda possui bons valores como Tristan Thompson, Iman Shumpert, Kyle Korver e o já citado Smith. Se tudo isto pouco fosse, poderia a franquia se preocupar com os concorrentes ao redor no Leste. Poderia? Precisaria?

Entre o segundo colocado Boston Celtics ao quinto lugar Atlanta Hawks, o Cavaliers já enfrentou em sua conferência as principais ameaças, juntamente ao terceiro posto Toronto Raptors e ao ascendente quarto lugar Washington Wizards. Num total de sete partidas até agora disputadas na temporada regular, perdeu apenas uma vez, para o Hawks, por 110 a 106 – margem irrisória. Na fotografia que remonta o período entre 28 de outubro e 15 de novembro de 2016, ambas datas de vitórias contra o Toronto Raptors, o time de Cleveland ainda ganhou uma partida do Celtics e outra do Wizards, só havendo o já citado revez para o time de Atlanta em 8 de novembro, no estado de Ohio.

No total, já são três vitórias contra o Raptors (resta uma partida na temporada regular), duas contra o Celtics (serão mais duas adiante) e há outras três chances de devolver a derrota ao Hawks, sendo duas dessas partidas um back to back em 7 e 9 de abril. O próximo teste contra a elite do Leste é contra o Wizards, em Washington, onde o time da casa não perde há 15 pelejas, em 6 de fevereiro, restando ainda um confronto no final de março. Na pós-temporada passada, o mesmo Hawks que já bateu o Cavaliers na atual época foi varrido em quatro jogos na semifinal de conferência. O Detroit Pistons também foi varrido, na fase anterior, e o Raptors conseguiu ganhar duas partidas na série final de conferência perdida para o Cavs. O Wizards nem mesmo à pós-temporada chegou em 2015-2016, apesar da mesma linha inicial de agora. E agora: é de se preocupar, ou nem tanto assim?

Não é, claramente, uma situação de prepotência ou arrogância. Porém, a dominância silenciosa que o time de Cleveland vinha impondo em sua conferência não chamou tanta atenção quanto o momentâneo desequilíbrio em que o time se encontra atualmente. Mesmo com o recorde negativo em janeiro, o Cavaliers lidera sua conferência com mais de dois jogos à frente do Boston Celtics até a data de 02 de fevereiro de 2017, quando os dados foram coletados e este artigo escrito.

Enquanto a conferência Oeste recebeu holofotes por conta das estrelas e jogo atrativo do Warriors, por outra sólida campanha do San Antonio Spurs, pela espetacular liderança de James Harden sobre o Houston Rockets e pela matematicamente fantástica temporada de Russell Westbrook no Oklahoma City Thunder, o Leste esteve silencioso, silenciado, ligeiramente fora de foco.

Nada dito anteriormente apaga o fato de que o Cavaliers ainda é, sim, o melhor time daquela conferência e, ainda é, sim, amplo favorito ao seu título “doméstico” e ao direito de chegar a mais uma final da Liga: seria a sétima seguida para James, a oitava de sua carreira de 14 temporadas. Se o camisa 23 escolheu um caminho aparentemente mais curto ou fácil para imprimir sua marca na história, bem, isto é discutível e variável em termos de opinião. Argumentar, porém, que há uma crise ou mesmo adversários capazes de tirar a coroa do time de Cleveland do lado Leste da NBA é, sem sombra de dúvida, muito mais complicado.

Avaliar o Cavaliers não é questão de um flash apenas e pode levar até mesmo o tempo em que se folheia um álbum por inteiro, mas não conte com o time fora da pose final nos palcos maiores no final da temporada. Anéis de vencedores da NBA são difíceis de se conquistar, mas são acessórios que chamam muito a atenção nos retratos que ficam eternizadas para sempre: em mais uma tentativa pelo banner de campeão, o Cavaliers deve continuar aparecendo bem na fita – e na foto.

  • Leste tem dono há mais de década, sei nem o porque da discussão.

  • Guilherme Ferreira

    O Leste é a conferencia mais fraca não é de hj, pra mim é claro que se Lebron tivesse se aventurado no oeste ele não teria todo esse numero de finais. Se o Boston for esperar a off season pra se movimentar ainda vejo o Cavs em sua terceira final consecutiva…

    • Gustavo

      Depende do time em que ele fosse se aventurar.

  • Leonardo

    É verdade que o leste é um tapete vermelho pro Lebron,o último time que desafiou ele foi o Pacers…na época de Heat

    • Leonardo

      Saudades de ver o PG naquele nível hein xará

    • Nilton Junior

      Ah se naquele final de jogo o Vogel não tivesse tirado o Hibbert. Poderia ter sido diferente. PODERIA

  • Paulo Sérgio

    Rapaz … Não sei. É franco favorito. Mas numa final contra o Celtics …. Com Bradley e Crowder saudáveis, Horford jogando o que sabe, Smart vindo do banco, um pivô defensivo (Vem Ibaka) e a fase espetacular do Thomas …. Acho que dá jogo

    • gabrielnba

      Concordo, esse Celtics, se mantiver assim, da briga das boas

    • Lucas

      Ibaka é PF,acho melhor o Vucecic(mais jovem e mais fácil de adquirir,lembrando que o Magic já está cogitando troca-lo).Oque me problema é o fantasma das lesões que pode aparecer pro Celtics.

    • Guilherme Prates

      LeBron em modo playoffs é mais decisivo que todos esses jogadores que vc citou juntos. A chance é se o Irving estiver machucado, aí o jogo fica (ainda mais) centralizado no James e pode pintar uma chance de vencer (pq o LeBron não se machuca, físico muito privilegiado). Caso contrário, é só esperar a final da NBA, pq o Cavs com o LeBron é muito mais forte que os times do Leste.

    • Nilton Junior

      Esquece cara. Se o Cavs perder duas partidas na conferencia leste já vai ser impressionante.

    • Guilherme Gonçalves

      Paulo Sérgio,

      Obrigado pela sua leitura e seu comentário, cara. Concordo com você no aspecto de que, talvez, o único time que faria frente ao Cavaliers no Leste seria o Boston Celtics. Consigo ver um time titular estrutura, uma defesa bem montada, um banco que ajuda e jogadores que conseguem fazer diferença nos dois lados da quadra em situações de decisão. Ainda assim, nada que ameace a dominante campanha do time de Cleveland, a meu ver. O que acha?

      Obrigado e um abraço.

  • Marcelo Desoxi

    Perante ao tamanho das duas atuais equipes dominantes, Leste e Oeste perderam a competição. O Leste há muito tempo.

  • Claudio R.

    não precisa esperar o final da carreira pra dizer q ele já é o maior ala da historia…. é se apegar muito ao passado, pra não reconhecer isso..

    • Guilherme Prates

      Com certeza.
      Palavra de quem viu boa parte da carreira do Bird e toda carreira do Pippen “ao vivo”.

      • Claudio R.

        Serio msm, que vc vai recorrer a isso?, sendo que no mundo de hj, como todas as informações disponiveis, todos os tipos de estatisticas, recordes, coeficientes vc ainda não pode fazer uma analise de quem foi melhor , simplesmente pelo fato que “que vc não viu ao vivo”, ah fala serio?, isso é discurso de quem não tem argumentos.

        • Guilherme Prates

          Ih, relaxa pq eu to de brincadeira, cara.
          Se fosse pra argumentar, eu usaria argumentos, né?! Mas como ando saudosista, to relembrando meus tempos de muleque.
          Não leve td tão a sério. “palavra de quem viu ao vivo” nem é começo de um debate, no máximo um convite pra conversar sobre o passado…
          (ps.: mas que ver ao vivo tem outro sabor, AAAAH, isso tem! hehehe)

          • Claudio R.

            na hora irmão, tá tranquilo, é só uma troca de opiniões aqui, é bem legal vê o que outra pessoas pensam… e eu gosto muito de ficar fazendo esses rankings de jogadores, pois mostra o amor que vc tem pelo esporte e pelos atletas.

        • Guilherme Prates

          Ah, no mundo de hoje tem algo que chama internet e reprise. Veja jogos, mais legal que estatísticas 😉

    • Nilton Junior

      Cara não acho que é se apegar ao passado. Acho que essa discussão é a mais opinativa entre as posições. Eu não consigo ter uma certeza quanto ao melhor Ala da história. Pra mim é como se houvesse um empate técnico. Bird jogou de mais. Foi tão espetacular quanto o LeBron. Acho que vai muito mais da opinião e do gosto de cada um. Vc como fanático pelo James lógico que vai pesar pro lado dele. Torcedores do Celtics vão torcer o nariz pra sua opinião. Cada um acha uma coisa e não está claro pra geral como por exemplo o melhor armador e melhor Ala-Armador da história.

      • Claudio R.

        Veja isso então e me diga depois se eu não estou certo.
        https://cbsboston.files.wordpress.com/2016/06/bird_vs_james2.jpg

        • Nilton Junior

          Não ta cara. Isso é poq vc é fanático pelo LeBron. Eu sou muito fã dele. Cada dia mais. Só que eu acho muito próximo. Bird era espetacular. Um Ala manter 24/10/6 não é pouco. O cara rivalizou com Magic. Veja que até agora não falei nada contra o LeBron, só to destacando o Bird por conta de a mídia em cima do LeBron é gigantesca e principalmente vc e alguns outros aqui são até engraçado de tanto que são fãs do cara. Mas pra grande maioria não se existe uma certeza.

          • Claudio R.

            rsrs, tudo bem cara, realmente eu sou muito fã do LeBron, mas não tenho nada contra o Bird, pelo contrario, um cara que não era nem um pouco atletico rivalizar com Jordan, Magic, James pelo posto de melhor jogador é incrivel, eu sou acho que o LeBron já conseguiu na carreira tudo o que o Bird conseguiu, e ate mais, como vc pode ver pelas estatisticas acima, e pra mim isso o qualifica como o melhor SF alltime, mas é minha opinião, é claro.. vlw Nilton!

    • Guilherme Gonçalves

      Claudio R.,

      Obrigado pela leitura, cara. Eu imaginei que essa opinião dentro do texto suscitaria uma discussão, mas ela sendo amigável, como está sendo aqui, é de ótimo grado. Listas e opiniões são complicadas, mas ainda acho que James tem lastro para percorrer na carreira e talvez tornar-se o melhor de sua posição de origem. Mas, só pra gente ver como isso é complicado, essa é uma outra discussão: James é originalmente um ala, com altura e peso de ala-pivô, com arremesso de ala-armador, e velocidade e passe de armador. Ao menos dá pra dizermos, já, que é um dos maiores da história. Concorda?

      Um abraço!

      • Claudio R.

        E aí Guilherme, blz?. É otimo vc poder discutir assuntos com varias pessoas, principalmente alguem que gosta do esporte, uma discussão saudavel claro, como a nossa. Quero deixar claro que minha opinião está longe de ser verdade absoluta, e ela é extremamente isso, uma opinião, dito isso, eu concordo com vc que o LeBron é um dos maiores, e creio que ele terá tudo pra subir ainda mais no ranking com o tempo e quem sabe desafiar o Jordan, pelo GOAT. Tamo junto irmão, valeu!!!

  • Rafael Victor

    Perfeito! Não há crise nenhuma, até as derrotas sofridas em janeiro a maioria foi pra times do Oeste (com algumas zebras, é verdade)! Até agora, não vejo nenhuma ameaça consistente pra bater o Cavaliers no Leste! Inclusive, tem até o caminho bem mais fácil do que o Warriors pra chegar a mais uma Final de NBA! O resto não passa de chororô!

  • Brockbell

    É fácil ver a diferença pelos jogadores de nível de MVP nas suas franquias
    leste: Lebron; Isaiah (atualmente)
    oeste: Curry; Durant; Kawhi; West; Harden; Davis (Não esta em ordem do melhor)
    Sem contar com os técnicos…

  • Nilton Junior

    Nem vou entrar na discussão do melhor ala da história poq isso é discutível e muito mais de opinião visto a história de Larry Bird.
    Agora crise no Cavs só depois da final de conferencia. Até lá a dominancia vai continuar. Se perder 2 jogos nos Offs antes da grande final já vai ser impressionante.

    • Guilherme Gonçalves

      Nilton Junior,

      Obrigado por sua leitura e comentário, cara. A gente, como fã, até espera mais jogos, mais equilíbrio, mais séries apertadas, né? Mas não há como desmerecer o time de Cleveland pelo trabalho que tem feito. Apreciar – e muito – é o que nos resta e é o que é extremamente gratificante.

      Um abraço e obrigado!

      • Nilton Junior

        Com certeza Guilherme, o que eu almejo é disputa. Já falei aqui uma vez que não tem nada contra James e a turma de Cleveland. De maneira nenhuma gostaria que a dinastia deles terminasse por conta de lesão ou Lebron tendo uma decadencia. O que espero é que surja alguém no leste capaz de fazer frente para que haja disputa.

  • Albert Medeiros

    Sempre esse papo das equipes da Costa “Oeste” e que o Lebron pega mamada na fraca Leste, só que quando chega nas finais, esses times suam friam pra segurar o cara, o que daria no mesmo se ele disputasse os offs na Oeste, esse argumento é fraco demais, é mais fácil aceitar q o cara é foda mesmo.

    • Guilherme Gonçalves

      Albert Medeiros,

      Obrigado pela sua leitura e pelo comentário também, cara. Então: o artigo não desmerece jogar ou não na conferência Leste, só expressa o fato de que esta, ultimamente, não tem apresentado nível tão elevado quanto o Oeste. Na teoria, é um caminho “menos difícil” às fases finais. Não é um demérito, é gestão e escolha de carreira. No caso de James, ter assinado extensões nas duas passagens pelo Cavaliers e ter se juntado a Dwyane Wade e Chris Bosh no Miami Heat. Concordo com você que os times do Oeste suam sangue pra segurá-lo nas finais e que é um mérito dele ter chegado a todas elas. Não desmereço o fato de jogar no Leste, apesar de considerá-lo um caminho, novamente, “menos difícil” até o grande palco da final. O que acha?

      Um abraço!

      • Albert Medeiros

        Concordo, cara, vlw.

© Copyright Jumper Brasil 2007-2017 - Todos os direitos reservados