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Postado em 15 fev 2017 às 08:08
Respeitem Oscar

Ex-jogador foi homenageado na última segunda-feira

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Por Ricardo Romanelli

Oscar Schmidt: maior cestinha da história do basquete, com 49.737 pontos. Maior pontuador da história dos jogos olímpicos, com 1.093 pontos em cinco Olimpíadas, o que também é o recorde de participações. Maior cestinha da seleção brasileira e principal nome do maior título de nossa história, o Pan Americano de 1987, conquistado na casa da seleção dos EUA, derrotada na final.

Ídolo na Itália, onde jogou durante 11 anos e inclusive inspirou Kobe Bryant, então criança, que morava naquele país. Jogador do Hall da Fama da FIBA e homenageado pela NBA, com amplo reconhecimento como um dos maiores atletas de todos os tempos. É o jogador de basquete com a carreira mais longeva de história, tendo atuado profissionalmente durante 29 anos. Recusou a oportunidade de jogar na maior liga de basquete do mundo para defender a seleção de seu país, e se orgulha muito por isso.

Onde quer que se apresente um currículo desses, Oscar seria considerado um mito do esporte. Mas no Brasil, ainda existem aqueles que insistem em criticá-lo.

“Ele era fominha”, dizem alguns. “Chutava muitas bolas de três”, afirmam outros. Estes mesmos chegam a afirmar, de maneira convencida, que o estilo de jogo de Oscar individualista e arremessador demais teria estragado toda uma geração de jogadores brasileiros que o copiaram na sequência. Falácia pura.

Oscar foi um jogador de estatura global, num momento onde o basquete brasileiro não era nada. Já nos anos 80 ele arremessava (e convertia) bolas de três muito acima de qualquer média. A bola de três é uma arma importantíssima no basquete, tanto é que seu uso vem crescendo na NBA década após década. Nos anos 1980, um time arremessava em média cinco bolas de três por jogo. Hoje, times costumeiramente tentam pelo menos vinte bolas de longa distância por partida. Não é exagero dizer que, neste quesito, Oscar não apenas estava muito a frente de seu tempo, como também poderia ter revolucionado a NBA daquela época caso tivesse optado por jogar lá.

Mas ele não foi. E fez isso para defender a seleção brasileira. Três anos depois do Draft de 1984, onde foi selecionado pelo então New Jersey Nets, ele ganhou o título máximo do basquete brasileiro.

“Mas ele não jogou contra os profissionais dos EUA”, respondem os críticos. Claro, isso é óbvio. Pelos mesmos motivos que impediam Oscar de jogar pela NBA e pela seleção, os profissionais dos EUA em atividade na maior liga do mundo também não podiam. Não significa que o time que Oscar e seus companheiros bateram em solo americano era ruim. Muito pelo contrário. A equipe tinha nomes como David Robinson, Danny Manning e Rex Chapman, Os EUA dominaram o torneio e estavam 12 pontos a frente no intervalo, quando Oscar decidiu o jogo. Ele anotou 35 pontos na segunda etapa, num total de 46 no jogo.

Os EUA tinham perdido apenas uma outra edição de Pan Americano em 36 anos de história dos jogos, e esse foi apenas a terceira partida em que a seleção americana saiu derrotada em toda a história desta competição. Ou seja, era uma equipe que dominava o basquete nesta competição, fossem profissionais ou não, e o time liderado por Oscar venceu na casa deles. Como pode haver brasileiro que não se orgulhe desta conquista, e ainda por cima consiga criticar seu protagonista?

Teimoso. Fominha. Polêmico. Gênio difícil. Sim, Oscar é tudo isso. Mas isso não é exclusividade dele. Muitos gênios da pontuação no basquete possuem características de personalidade parecidas, que em última análise são meras expressões de sua incomparável e implacável vontade de vencer. Kobe Bryant e Michael Jordan, por exemplo, sofreram o mesmo tipo de crítica em suas carreiras, mas as vitórias e os títulos conquistados apagaram isso. Por que com Oscar deveria ser diferente?

É um mal do brasileiro não saber reconhecer suas conquistas e seus ídolos. Infelizmente, o mundo faz isso melhor do que nós, e com Oscar vemos apenas mais um caso destes. Não é a toa que a seleção brasileira acumula fracassos e desilusões nos últimos anos, mesmo com tantos atletas jogando na NBA e na Europa. Oscar tinha algo a mais: a vontade de vencer e de representar a camisa de seu país acima de tudo. E isso fez dele o maior cestinha da história do basquete. Não é pouco e ele deve ser respeitado ao invés de ver suas conquistas colocadas em cheque.

Na última segunda-feira, ele foi homenageado pelo Brooklyn Nets, equipe pela qual teria jogado se tivesse escolhido ir a NBA. Na sexta-feira, vai participar do jogo das celebridades no final de semana das estrelas. Ainda é tempo do torcedor brasileiro reconhecer sua grandeza e aplaudi-lo, quando finalmente ele fizer sua estreia na NBA.

  • Fabio Patrao

    Belo texto! Quem assistiu ao vivo aquela final jamais se esquecerá do exemplo de garra e vontade de vencer daquele time liderado por Oscar.

  • Zorg

    ” … Maior cestinha da seleção brasileira e principal nome do maior título de nossa história, o Pan Americano de 1987… ” Pensei que ser o Bi Mundial era o maior título da nossa seleção.

    • William Felton

      Pode ser hierarquicamente. Mas em valor, relevância e dificuldade, pra mim o Pan/87 também foi a maior conquista brasileira no basquete.

    • Caseh

      Pois é, ambos foram muito importantes, mas é um equívoco diminuir a este ponto um bi mundial.

  • Maicon Gomes

    É normal do brasileiro, idolatrar o que vem de fora.
    Para muitos nada que sai daqui presta.
    É só você ver, que ele é bem mais idolatrado no EUA que em seu próprio país.
    Só pelo fato dele ter preterido a NBA por causa da seleção, já mostra o tanto de amor que ele tinha em vestir a amarelinha.
    Claro, que quase sempre iremos discordar das coisas que ele fala agora, porém não se pode usar isso para diminuir o que ele foi e representou para o basquete nacional e mundial.

    • William Felton

      Outro exemplo é o Pelé. O Rei é considerado mito no mundo inteiro, mas aqui tem muitos chatos que não reconhecem a grandeza do maior de todos. E é por picuinha mesmo, porque se fosse levar a sério as comparações, jogador nenhum, de nenhuma época, daria nem pra saída.

      • Caseh

        O caso do Pelé é bem diferente, isso ocorre muito em virtude de várias declarações e ações polêmicas dele após sua aposentadoria dos gramados (fatos que logicamente não repercutiram lá fora como aqui).

      • Maicon Gomes

        Vejo Pelé e Oscar bem parecidos, tanto como gênios em campo e quadra respectivamente, tanto pelo pós carreira, com declarações polêmicas.
        Mas sem dúvidas, são dois dos maiores nomes do esporte nacional.

  • Entenda bem, não é fácil para a minha geração julgar as conquistas do Oscar. Eu nasci em 1989, no auge da carreira dele. Muitos outros na minha faixa etária começaram a acompanhar o basquete depois da aposentadoria, sendo assim sabemos apenas o que vemos em vídeo e o que é falado.

    Oscar é definitivamente agridoce. Ele não é um ídolo como talvez devesse ser porque ser ídolo não é apenas vestir a camisa, é ser carismático. Oscar é apenas chato.

  • William Felton

    Ótimo texto, Ricardo!

    Justa homenagem do maior jogador brasileiro desse esporte que tanto gostamos e cultuamos por aqui.

  • Fernando

    Escrevi isso quando ele foi indicado ao Hall da fama:

    Oscar é o grande responsável pela crise do basquete brasileiro, essa historinha de se recusar a jogar na NBA pelo país bla bla bla é uma tremenda conversa pra boi dormir, Oscar foi, é, e sempre será um individualista, egocêntrico, que beirou o ridículo por se arrastar em quadra sem dignidade para bater um recorde individual. Oscar jamais foi preocupado com o país, apenas consigo mesmo, com seus recordes pessoais, sua imagem e sua carreira. Tanto que por vezes nos jogos do Oscar pode-se ver um companheiro de time livre embaixo da cesta e o grande herói nacional força arremesso de 3 sobre dois marcadores. Eu acho que o Hall da fama já foi mais seleto.

    Sem mais… não entendo idolatria para quem ganhou só um torneio chamado panamericano.

    • Gui

      “Teimoso. Fominha. Polêmico. Gênio difícil. Sim, Oscar é tudo isso. Mas isso não é exclusividade dele. Muitos gênios da pontuação no basquete possuem características de personalidade parecidas…”
      “É um mal do brasileiro não saber reconhecer suas conquistas e seus ídolos. Infelizmente, o mundo faz isso melhor do que nós…”

  • Marta Medeiros

    A maior fraude do basquete mundial. Você olha os comentários aqui e entende porque o Brasil é o lixo que é, muita alienação.

    Oscar foi o principal responsável pela “morte” do basquete brasileiro. A seleção não tinha um esquema, um padrão de jogo, dependia unicamente de seus arremessos e chegou a perder das Ilhas Virgens em 1984. O basquete brasileiro pode ser dividido em duas eras: ANTES e DEPOIS de Oscar. Antes era um país bi-campeão mundial e medalhista olímpico. Depois, nem mais às olimpíadas se classificava. De indiscutível primeira força latino-americana virou freguês da Argentina que chegou ao ouro em Atenas. Oscar se consagrou como cestinha em todas as competições em que o Brasil participou. E o Brasil não ganhou nenhuma importante. Jogava para si, jamais para o time. E não marcava ninguém. Me digam: qual o título internacional importante do Oscar? Nunca jogou na NBA, nunca ganhou uma medalha olímpica. Só não cometa o pecado de dizer que não jogou na NBA porque não quis. Hortência e Paula fizeram muito mais pelo Brasil (CAMPEÃS DO MUNDO E MEDALHA DE PRATA) do que esse cidadão, E NÃO SÃO ENDEUSADAS. E contra um time colegial num PAN, que é uma competição de 5ª categoria, chorou muito, por isso foi destaque, sendo que o Marcel que ganhou com o jogo. Para finalizar, comemorar recorde de pontos contra o Corinthians de Barueri, santa paciência. A mídia engana quase todos

    https://blog.bytequeeugosto.com.br/por-que-eu-acho-oscar-schmidt-um-grande-babaca/

    http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/oscar-schmidt-faz-familia-passar-vergonha-em-reality-show-da-tv-paga-11799

    http://noticias.ne10.uol.com.br/interior/agreste/noticia/2014/11/20/ex-jogador-oscar-schmidt-e-vaiado-e-xinga-plateia-em-palestra-em-caruaru-520431.php

    • Renan Ronchi

      “Você olha os comentários aqui e entende porque o Brasil é o lixo que é” – Você acertou em cheio nessa frase. De resto, dá até pena de você.

      • gusilvalima10

        Dá pena mesmo, Renan. Esse fake de Brasília já foi bloqueado outras vezes e sempre retorna com outras contas de e-mail e IPs. Todo comentário dele é agressivo. O menino deve ter algum problema de cabeça.

        • Juliana Lima

          Fake de Brasília? Além de não entender nada basquete também é noob em TI. Passou longeeeeeeeeeeeeeee. Problema na cabeça tem quem não tem argumentos e apaga os comentários só por ser admin.

  • HUMota

    Não sei como foi o auge do Oscar pq nasci bem no período, então não posso dizer muito sobre isso. Mas acho que aqui no Brasil valorizam ele, só ver o tanto de homenagem que ja recebeu e sempre quando se fala em basquete/jogadores brasileiros seu nome é citado. Agora pelo que vejo pessoalmente, ele parece ser bem babaca.

  • AlexS.F.

    to tranquilo sendo indiferente.

  • Eduardo Rebelatto

    Maior título dá nossa história, depois dessa parei de ler. Com essa frase é você que não respeita os maiores jogadores dá história do Brasil, é você que se passa por desinformado. Ganhar um panamericano com os reservas ser maior que um título mundial só pode ser uma piada.

  • Eduardo Rebelatto

    E ainda tenta dar mais valor ao título falando que Robinson jogou kkkkk quem era Robinson em 1987?

  • VAMO AINGE #BrooklynCeltics

    Dá pena da pobreza de espírito de certas pessoas que tentam agredir aleatoriamente aqui. No mais, viva o post e o Oscar!

  • VIEIRA – CHICO

    Bem – EU tenho a minha opinião sobre este personagem – chamado de OSCAR SCHMIDT – ele com certeza não me representa – ele pra mim é muito falso – ou seja, este cara ele é um de frente as câmeras e é outro fora das câmeras – e disto já precisei esta situação.
    E outra pelo nome que ele tem – tinha mais que ajudar os jogadores NBA – ao invés de ficar dizendo que mais “patriotas” que os outros – ele sim é representa a CBB (sujo quanto tal é) e não o Basket do Brasil
    E esta história que não jogou na NBA por causa da seleção – MENTIRA – preferiu a Itália por ganha mais e não por causa da seleção
    bem – oscar e cbb – SÃO A MESMA COISA .

  • Edson Querco Porto

    Esse “se tivesse jogado na NBA” com relação ao Oscar é uma chatice, tão grande quanto ele. Simplesmente não aconteceu. Os motivos: há muitos e muita controvérsia… mas Oscar cultiva o Mito perfeito do patriotismo e isso é hipócrita.

  • God Usopp

    Respeito não se pede.

  • Grande Oscar, e de resto, Haters Gonna Hate.

  • Burnie … Wtf??

    Como jogador, mereceu o apelido de Mão Santa..eu vi o jogo do Pan, tinha 11 anos, e o cara e o Marcel destruiram os EUA no segundo tempo… pra quem não o viu jogar eu comparo com os estilos do Dirk e do Bird… já falei aqui que acho ele o segundo melhor jogador da história da América do Sul (superado, ressalto que pra mim, pelo Ginobili).. como pessoa pública, é difícil falar de alguém que tu não conheces ao vivo, mas realmente as declarações, posturas dele e afinidades políticas não são as mais próximas às minhas… mas acho que um ídolo do esporte não necessariamente tem que ser um ídolo da sociedade (com exceções como Magic Johnson, Muhammad Ali e outros)

  • Leonard

    Belo texto!
    Além de ter ficado muito bom, esse texto serve praticamente como um filtro de análise e chega a ser engraçado, pois 90% dos caras que vem aqui criticar o Oscar são os mesmos que escrevem nada com nada em todos os posts do Jumper. Usando algumas expressões do dia a dia: “santo de casa não faz milagre” e “a grama do vizinho é sempre mais verde”, sintetizam bem o sentimento de algumas pessoas em relação a isso.

  • Lucas

    Ele não jogou Na NBA contra o Dream Team fez 24 pontos 8/25 marcado por Pippen em 92 sendo 5/10 da linha de 3, em 96 fez 26 pontos 8/20 4/10 na linha de 3.

  • Gustavo Rocha

    Que tal pensar no Mão Santa/Oscar assim como Pelé/Edson ?
    Seus feitos dentro da quadra (e do campo) são indiscutíveis.
    Suas posturas e declarações fora são indefensáveis.

  • Julio Zago

    Acompanhei muito a carreira do Oscar, inclusive ao vivo, portanto sei bem o que estou falando.
    Primeiro, ele era monstruoso dentro da quadra, tinha personalidade, chamava o jogo e não fugia da responsabilidade, em suma, foi um craque.
    Talvez tenha lhe faltado uma medalha olímpica, em 88 o time tinha reais condições até de brigar pelo ouro, mas infelizmente perdemos para a medalhista URSS em um jogo muito disputado, mas isso nos leva a outro raciocínio, na época do Oscar realmente brigávamos por medalha em Olimpíada, hoje em dia, deixa pra lá…
    Por outro lado ele já falou muita coisa discutível depois que parou de jogar, ora, é a opinião dele, merece ser respeitada, isso não diminuiu a importância de um dos grandes do esporte.
    Enfim, não concordo com muitas das opiniões do Oscar, mas o respeito demais, aliás, alguém aqui presenciou algum brasileiro jogar mais do que ele? Não vi Rosa Branca, Ubiratan e Wlamir, portanto o melhor que vi sem dúvida foi o Oscar.

  • Kleber

    Essa falácia de que Oscar não foi pra NBA pra defender a seleção brasileira lembra o mito de que uma mentira contada muitas vezes, torna-se uma verdade. Respeito o texto mas discordo frontalmente de muitas coisas ditas. Talvez a única que eu concorde é que devemos respeitar Oscar pois todo ser humano o merece, e não pelas histórias ditas ou por imaginar algo que ele poderia ter sido. Ainda assim, é sem sombra de dúvida o melhor jogador de basquete da nossa história.

    • #tiTANKnicks – VEM FULTZ

      Disserte sobre, Kleber, por favor…

    • Edson Eu

      Teve uma época que andei pesquisando sobre isso, achei até matéria de jornais antigos dos EUA comentando como poderia ser uma eventual contratação e o encaixe de jogo dele no Nets da época. E é realmente mal contada a história, glamourizada e manipulada por Oscar. Na verdade me enoja a tentativa dele de criar uma biografia virtuosa à custo de algumas controvérsias… como o salário que ele receberia, a pressão por jogar bem enquanto marcador, aprender fazer isso. Enfim…

    • João Dones
  • Tubenchlak

    O panamericano foi um grandíssimo feito. Ganhar em cima dos EUA em casa é tarefa quase impossível, apesar de que foi em cima de jovens universitários. David Robinson não era o jogador ainda da época do Spurs. Porém os títulos mais importantes do basquete brasileiro foram os Mundias de 1959 e 1963. Não há o que se discutir.

  • Carlos Eduardo

    Salvo os que estão na fase de idolatrar o que gostam e ter ódio de morte do que não gostam, a maioria dos fãs brasileiros de basquete admiram o Oscar como jogador; uns mais, outros menos, mas ele é muito respeitado nesse sentido pela imensa maioria.

    Agora, definir as críticas a pessoa pública dele e ódinho de molecada que tá na fase radical da vida como “típico do brasileiro que não respeita o que daqui” é forçar a barra para provar um ponto.

    Acho plausível que defender a seleção da CBB possa ter sido importante na decisão dele. Mas ganhar mais e ser líder do time na Europa em vez de ir para uma NBA que dificultava muito a ascensão de astros não-americanos também deve ter sido importante.

    Figura polêmica que é, e me parece que ele é feliz em ser assim, é mais do que natural que atraia antipatia ou idolatria.

    Eu, particularmente, acho a pessoa pública do Oscar arrogante e covarde (por influenciar o público leigo contra jogadores e quase nunca fazer o mesmo contra dirigentes). E ao mesmo tempo estou muito feliz de ver um dos maiores atletas brasileiros de basquete sendo homenageado.

    Quanto ao estilo de escrita, o Romanelli sempre escreve assim, muito convicto da suas posições, e correntemente apela a alguns argumentos muito apaixonados.

  • Anselmo

    Ver o Oscar jogar era inspirador.. acredito que muitos passaram a gostar e jogar basquete por influência desse jogador! O que ele é como pessoa pública não me importa . Não pagaria para assistir a uma palestra dele , mas paguei p vê lo em quadra num jogo único contra Magic jonhson, ambos aposentados! Pagaria novamente

  • Savoie Duran

    excelente jogador.. mito.. melhor jogador brasileiro que já existiu.
    Porém 1, não acho que ele seria isso tudo na NBA. Na época o jogo da NBA era muito explosivo, físico, marcação intensa. Acredito que seria um bom jogador, mas não top de linha. Mas o se não conta história.
    porém 2, excelente jogador (repito), péssimo comentarista. Fez críticas desnecessárias a seleção, que já não é boa, e ainda não tem apoio do maior ídolo do basquete brasileiro, poxa, fica difícil neh.. pq não entra lá na comissão técnica.
    Caso a parte foi aquele com o Nene, pra que aquilo.. colocou uma maioria contra o jogador cara..
    REspeito ele e seu história.. porém, dps de velho começou a dar bola fora.
    Isso nunca excluirá o que ele fez pelo Brasil.
    ahhh e relaxem oscarzetes.. é só opnião

    • Zorg

      Permita discordar .
      Foi um dos maiores arremessadores da sua época (seja dentro ou fora da NBA) mas não foi o melhor jogador brasileiro que já existiu. O resto assino em abaixo com vc.

  • The Wild One

    Esse Pan em cima da seleção juvenil americana foi inesquecível mas nada supera o Mundial, essa sim a maior conquista do nosso basquete.

  • Renon Junior

    Vi o Oscar jogar nos seus últimos anos de carreira, fazia 40 pontos por jogo. Era marrento, chorão, pressionava árbitros. Terminava o jogo, atendia a todos nós da imprensa com profissionalismo. Sem dúvida foi nosso maior jogador de basquete, mas concordo com um comentário abaixo. É dificil supor que seria o mesmo jogador se, em 1984, largasse a carreira que tinha pra jogar na NBA. Com certeza não teria as mesmas médias, mas ainda assim seria lembrado como um grande jogador. Não excepcional, mas acima da média. Seria contemporâneo de Larry Bird, Magic Johnson, Jordan, Barkley, Malone, Wilkins, Jabbar e tantos outros craques.

    Talvez (e de novo a suposição), se Oscar seguisse carreira na NBA, contribuísse mais com o nosso basquete, inspirando jovens e atraindo a atenção da TV para a liga americana mais cedo. Enfim, merece a homenagem.

  • wildfire35

    Interessante, que nos EUA Oscar é idolatrado, os caras o exaltam e o respeitam, hall da fama, etc…

    Aqui no Brasil, as pessoas ficam cheias de mimimi,

    Aceitem que doe menos, OSCAR foi um dos maiores jogadores de todos os tempos,

    Quanto a personalidade é outra coisa, assim como Pelé, Oscar é polêmico, mas isto não diminui em nada seus feitos dentro de quadra.

    • Zorg

      Um dos maiores jogadores de todos os tempos !!!! Longe Disso !!!
      Foi com certeza um dos maiores arremessadores da sua epoca seja dentro ou fora da NBA mas passou longe de ser um dos maiores de todos os tempos .

      E a questão é saber diferenciar entre um grande arremessador e um grande jogador.

      • wildfire35

        O fato dele ser um maiores arremessadores de todos os tempos já o transforma num dos melhores, vide Pete Maravich por exemplo.

        Agora interessante que no Brasil sempre se diminui o Oscar , e lá nos States é o contrario:

        CHARLES BARKLEY: lembro muito do Oscar Schmidt. O Oscar provavelmente foi o melhor jogador internacional que quase ninguém viu jogar. Tive a sorte de jogar contra o Oscar, posso lhe dizer isso. Todos nós conhecíamos ele, os feitos dele, apesar de quase nunca vê-lo jogar. Ele é um dos melhores jogadores de todos os tempos, não tenho dúvida disso.

  • – Tiago

    Mito

  • Norrin Radd

    Não encham o saco do Oscar.
    O cara jogou demais.
    Estava em qualquer seleção mundial do basket FIBA nos anos 80, ao lado de Drasen Petrovic, Sabonis e Vlad Divac.
    Pra mim isso basta.

  • Palmeiras

    em termos de currículo(títulos) o oscar e menor que o marcelinho machado(vou usar ele para comparar) que tem mais títulos pela seleção 3 Pan americanos, 2 Copas americas e 2 sul americanos e mais títulos pelo flamengo(time do coração do oscar que não ganhou nenhum titulo relevante la)

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