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Postado em 15 mar 2017 às 11:17
Houston: um problema?

Guilherme Gonçalves analisa a temporada da equipe texana

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Por Guilherme Gonçalves

A temporada regular 2016-2017 da NBA se aproxima do final. Em cerca de um mês, teremos definidos todos os classificados para os playoffs dessa campanha, e não poderíamos estar mais ansiosos para que isto aconteça. Não pela falta de excelentes jogos, quebras de recordes, espetáculos apresentados noite após noite: mas, sim, pela expectativa de que esta seja uma pós-temporada recheada de ainda mais memórias para a posteridade. Um possível bicampeonato do Cleveland Cavaliers, que demorou tanto a ser campeão; a consagração do supertime de astros montado pelo Golden State Warriors; a volta ao Olimpo máximo pelo habitualmente grande San Antonio Spurs; ou mesmo algum ponto fora da curva, além dos prognósticos iniciais. Algo que pode ser algum time do Leste tirar o trono real de LeBron James em sua conferência, ou mesmo um novo xerife no selvagem Oeste – algo que responda por Houston Rockets, por exemplo.

O Rockets é, ao passo em que este artigo é escrito, o terceiro colocado na conferência Oeste. Seu posto, em condições normais de temperatura e pressão – ou seja, sem qualquer lesão de sua superestrela James Harden -, está assegurado na pós-temporada, fatalmente nesta mesma colocação. O que acontece ao redor de Houston é que não é tão imutável assim e passa a ser considerado em decorrência dos últimos acontecimentos relativos aos favoritos deste lado dos Estados Unidos. Contando-se até o dia 13 de março, o Warriors havia perdido cinco das suas últimas sete partidas disputadas. Desde a lesão no joelho esquerdo do ala Kevin Durant na derrota contra o Washington Wizards em 28 de fevereiro, o que o tirou de combate por, ao menos, seis semanas e pode afastá-lo do início dos playoffs, o time californiano chegou a perder para os cambaleantes Chicago Bulls e Minnesota Timberwolves, além de retirar suas estrelas para descanso contra o Spurs e ver o time texano diminuir a vantagem pelo primeiro lugar da conferência. San Antonio, de igual maneira, perdeu uma peça essencial para seu esquema de jogo: em decorrência da descoberta de um arritmia cardíaca, o ala-pivô LaMarcus Aldridge está afastado por período indeterminado de jogos, treinos e quaisquer tipos de atividades físicas relacionadas ao basquete. Na citada peleja contra o Warriors, em casa, a equipe também não contou com sua estrela Kawhi Leonard, em função de concussão sofrida em partida anterior.

Ou seja: baixas importantes que impactam o momento vivido no Oeste de agora em diante, até que ambas equipes possam se adequar às perdas sofridas – e altamente doloridas. Em tendência, o Warriors sofre mais em perder um dos melhores jogadores do mundo, alguém que vinha realizando uma temporada que o colocava na listagem de jogadores a disputar o prêmio de MVP. O Spurs, em contrapartida, parece responder melhor ao golpe em razão de sua filosofia, estilo de jogo e profundidade no banco de reservas. Entretanto, a perda de Aldridge certamente será sentida nos mata-matas, caso ele não retorne até lá – o que é mais provável de ocorrer. Pausa dramática, como em uma marcação de roteiro de peça de teatro: aqui entra o Rockets.

Dwight Howard e James Harden

Parceria entre Dwight Howard e James Harden não deu certo

O time de Houston é uma das – quiçá, a maior – grandes surpresas desta temporada. A mediana campanha de 41 vitórias e igual número de derrotas em 2015-2016 ficou para trás, bem como as presenças do pivô Dwight Howard – hoje no Atlanta Hawks -, do treinador Kevin McHale – dispensado ainda no início da temporada – e do assistente técnico e treinador interino J.B. Bickerstaff. Buscado no fundo do banco do Philadelphia 76ers depois de campanhas desastrosas com o New York Knicks e o Los Angeles Lakers, Mike D’Antoni ressuscitou. O treinador, que ficou conhecido pelo frenético, relativamente baixo e chutador time do Phoenix Suns liderado pelo armador Steve Nash no final dos anos 2000, espécie de precursor do atual run and gun, trouxe vida nova a Houston. Para ele, para o time, para Harden. O agora armador principal teve assegurada em suas mãos, o tempo todo, a bola e as responsabilidades ofensivas da equipe. Aliada a ausência de Howard, com quem teve conhecidos problemas de ego e relacionamento, a nova função despertou o melhor do camisa 13, favorito ao primeiro prêmio de melhor jogador da temporada em sua carreira. Harden trava com Russell Westbrook, do Oklahoma City Thunder, uma batalha por triplos-duplos – que ele certamente perderá – e pelo valia de MVP, que ele pode ganhar, apesar das fortes presenças de James e Leonard em concorrência.

O reavivamento proporcionado por D’Antoni a sua própria carreira e, ao que parece ser, o ápice do jogo produzido por Harden chegaram para proporcionar a extração dos melhores talentos dos companheiros ao redor. O Rockets é forte candidato a receber ao menos três prêmios individuais ao final da temporada regular: o de treinador do ano, o de most valuable player e também o de melhor reserva. O armador Eric Gordon é outro favorito que deverá levar em sua categoria. Depois de duas últimas temporadas frustrantes no New Orleans Pelicans, ainda que titular,o camisa 10 viu sua importância aumentar no esquema pontuador em Houston sendo, depois de Harden, talvez a maior arma ofensiva da equipe – agora, vindo diretamente dos suplentes. Seu principal concorrente à honraria era o também armador Lou Williams que, uma vez trocado pelo Los Angeles Lakers e atrás de Gordon como gatilho vindo do banco, viu suas chances diminuírem em repetir o feito de 2014-2015, quando ainda atuava no Toronto Raptors. Até mesmo atletas vistos anteriormente com relativo desprezo por seu estilo de jogo e poder de contribuição, como o ala Ryan Anderson e o pivô Clint Capela, e outros veteranos já em curva descendente na carreira, como o ala Trevor Ariza, o armador Patrick Beverley e o pivô brasileiro Nenê, tem atuado muito bem em suas posições e funções, maximizando seus potenciais em nome do show regido por Harden, orquestrado por D’Antoni. Ainda assim: é o suficiente para vencer? É o suficiente para chegar às finais? É suficiente para o troféu de campeão?

No duelo texano da temporada regular, o Rockets perdeu três dos quatro jogos disputados contra o Spurs. A única vitória veio fora de casa, ainda em 9 de novembro, por dois pontos. Na partida seguinte, derrota para o mesmo adversário, agora em casa. Contra o Warriors foram dois confrontos, com uma vitória e um revés. Ainda haverá mais duas pelejas contra o atual vice-campeão da Liga. Atualmente, pelo andar da carruagem do “Barba”, Houston enfrentaria o sexto colocado Thunder na pós-temporada, uma equipe que só bateu o Rockets uma vez nas três partidas entre eles já disputadas, faltando ainda um jogo a ser celebrado: um embate de tirar o fôlego e de produzir faíscas entre dois possíveis MVPs, amigos e ex-companheiros em Oklahoma City, oriundos da periferia de Los Angeles. Na briga por esta sexta colocação, o Grizzlies persegue o time de Westbrook por uma classificação melhor e pela chance teórica de pegar o Rockets na primeira rodada: um empate de dois a dois entre essas equipes ocorreu na parte regular da atual campanha. Contra o Cavaliers, projetando um confronto inédito na final, uma vitória e uma derrota. Contra o Boston Celtics, atualmente a maior ameaça ao Cavs em sua conferência, mesmo retrospecto.

Mike D'Antoni

Times de Mike D’Antoni “aceleram” o jogo

Em termos estatísticos, o Rockets comprova a impressão geral apresentada pelos times montados por D’Antoni, liderados por Harden e este que se apresenta em 2016-2017: a equipe lidera a NBA nas percentagens de eficiência ofensiva e tentativas de arremessos de longa distância; e é o segundo colocado em percentagem de arremessos convertidos e tentativas de lances livres. Entretanto, na defesa é que o calo aperta: é apenas o 17º colocado em pontos cedidos a cada 100 posses de bola; o 18º em taxa de erros cometidos por 100 posses de bola; o 20º em percentagem de arremessos convertidos pelos adversários; e o 21º lugar na taxa de rebotes defensivos obtidos.

Claramente, algumas das estatísticas defensivas são resultados do estilo rápido e objetivo que é uma contrapartida ao ataque proposto pelo Rockets, mas o alto número de erros praticados na parte ofensiva leva a cestas fáceis por parte do adversário, o que também explica a alta porcentagem de arremessos convertidos contra sua própria cesta. Contra ataques altamente perigosos e diversificados, como os de Warriors e Cavaliers, ou equipes altamente estruturadas nos dois lados da quadra, como o Spurs, isso até pode render vitórias, mas talvez não renda o fato de ganhar séries de playoffs. Ainda assim, o Rockets é o terceiro colocado – atrás de Spurs e Warriors, nessa ordem, no quesito de diferença de pontos convertidos e tomados. Em resumo: ataque é muito poderoso, a defesa nem tanto assim, o ritmo é intenso, e a bola vai e volta com rapidez pros dois lados da quadra, pro bem e pro mal.

Noves fora: Houston é um problema? Ou Houston tem um problema? Tendo em vista a incógnita criada pelos desajustes de seus maiores concorrentes ao título da conferência Oeste e vendo seu time encorpar mais e mais poderio ofensivo ao fim da fase de classificação, o Rockets tanto pode ser capaz de vitórias espetaculares, cheias de emoção e jogadas impactantes – como a recente batalha vencida contra o time de Cleveland, em casa, no dia 12 de março -, como também pode ser capaz de desapontar na hora mais importante da temporada, como mostram as oscilações contra os possíveis próximos adversários. O Rockets conta na briga pela conferência, mas até que ponto? Em que situação? Somente nas ausências de Durant e Aldridge, ou nas presenças de sua rica história, seu letal armador-estrela e sua máquina ofensiva bem azeitada? Cerca de um mês é o que resta para que o time de Houston seja testado a cada três noites, somente contra os melhores, para dirimir todos os questionamentos que vem suscitando atualmente. Talvez mais preparado, mais condecorado, mais equilibrado até lá. Está nas mãos da equipe ser, e não também ter, um problema frente aos adversários.

  • Maurilei Teodoro

    Acredito que com a lesões de Aldridge e Durant, o Houston briga em igualdade pra chegar a fina da NBA este ano. E quem sabe possa ter uma zebra em Jazz, Menphis ou Clippers (que assim teria uma interferência na rotação da terra) !!!

    • Ricardo Silva

      o problema é só o aldridge, durant volta pra ultima partida da temporada, vai pegar ritmo de jogo antes de/se pegar o rockets

      • Maurilei Teodoro

        Tomara que o Durant volte bem e pegue ritmo a tempo, quero muito ver o Warriors com força máxima nos offs, e torço para que o Spurs continue em alto nível para contribuir para as séries do mata-mata serem imperdíveis !!!

    • Guilherme Gonçalves

      Maurilei Teodoro,

      Para nossa surpresa, Aldridge já até retornou, né? Um problema dessa magnitude é capaz de abalar o cara psicologicamente, apesar de achar que, se ele já retornou, é porque realmente foi liberado por todos os departamentos do Spurs para jogar. Até que Durant volte e encontre seu melhor ritmo pode ser que demore. Eu me lembro da lesão de joelho do Curry no final da temporada passada e como ele voltou mambembe contra o Blazers e realmente foi mal nas finais contra o Cavaliers, muito por questão física. O Warriors tem um ótimo time a sua volta, mas até que eles se ajustem sem Durant e, depois, com ele de volta em quadra e necessitando de ritmo de jogo, pode ser que uma série dessas no Oeste acaba escapando entre os dedos. O que acha?

      Obrigado pela leitura e pelo comentário, cara. Um abraço!

  • Com a intensidade que os comandados do D’Antoni jogam atualmente, e se tiverem completos acredito sim, que podem dar trabalho nos playoffs, mas a intensidade ofensiva deles tem que ser usada também na defesa, como vimos essa semana na vitória deles contra o Cavs, mesmo que o próprio Cavs tenha errado muito é verdade, mas na contramão deles tem Jazz e Thunder que se apoiam mais na defesa forte e um que pelo momento ruim na temporada eu não apostaria muito mas que chega nos playoffs começa a dar um trabalhão se tiverem completos que é o Grizzlies…

    • Guilherme Gonçalves

      The Claw MVP,

      Bela lembrança sobre o Grizzlies. É um time em que também aposto sempre para uma semifinal de conferência, apesar de achar que a equipe não tem profundidade para mais ainda. O Thunder é um caso de, ainda, um show de um homem só. Acho difícil a equipe passar da primeira rodada dos playoffs, mesmo com tudo que vem produzindo o Russell Westbrook. Vamos ver o que o Rockets é capaz de fazer contra essas equipes caso se encontre com algumas delas logo adiante.

      Obrigado pela leitura e pelo comentário, cara. Um abraço!

  • Rafael Vieira

    D’antoni e o grande responsavel por isso, conseguiu extrair o melhor do Harden, e provou que e um otimo tecnico, calando a boca de muitos aqui que criticavam e falavam que ele era pessimo e tal. Cada treinador tem sua filosofia, maneira de colocar a equipe para jogar. Quem contrata o tecnico tem q saber disso. Aquele time do Lakers com Kobe, Paul GAsol e Howard nao daria certo nunca, por causa do estilo de jogo que ele implementa. Run and Gun, os caras estavam velhos e nao tinham mais pernas para esse tipo de jogo. Se tivesse um tecnico que prioriza o jogo de meia-quadra com boa rotação de bola, aquele time do Lakers seria candidato a titulo.

    • pedrokadf

      Concordo

    • Guilherme Gonçalves

      Rafael Vieira,

      Era o caso do grande time no papel, grande fiasco em quadra, né? Um possível próximo a candidato a esse tipo de caso pode ser o New Orleans Pelicans e sua nova dupla de garrafão, caso o time não tenha suporte no perímetro ofensivo e, principalmente, defensivo, né? O que acha?

      Obrigado pela leitura e pelo comentário, cara. Um abraço!

      • 76

        Também acho isso

      • Rafael Vieira

        Sim, concordo. o time pode ficar fraco no perimetro, porem tem bons jogadores na agencia livre como geoge Hill e JJ Redick, que podem reforçar bom o time. Porem acho que eles devem em ir cima de CP3, este deve testar o mercado, e como o clippers nao deve ganhar nada, eu acredito que nem uma final de conferencia eles vão disputar, provavelmente seria uma boa para ele, voltar para casa com um garrafao forte, ele sabe que o jogo dele rende muito com um garrafao talentoso, Davis e Cousins e bem superior a Griffin e Jordan que so se limita em pick and Roll.

  • Dream Shake

    Que susto quando vi o título, na hora pensei “Ferro o Harden se quebro”.
    Jesus não faça isso Jumper com esses títulos, ainda mais tão perto dos playoffs.

    • pedrokadf

      Pensei o Msm kkkkk

    • Gabriel De Oliveira Meira

      Homem de pouca fé e muita malícia!

    • Guilherme Gonçalves

      Dream Shake,

      Relaxa, cara. A ideia era justamente ver até que ponto o Rockets é um problema pros outros ou tem problemas próprios pra resolver, hehe.

      Obrigado pela leitura e pelo comentário, cara. Um abraço!

  • Hennan Carvalho

    D’Antoni ganhar do Spurs, só se o avião cair. Eles tem até chance de vencer a NBA. Basta não pegarem o San Antonio, Durant não voltar e Lebron se machucar. Agora vamos analisar o prêmio de melhor treinador: existe dois times na mesma conferencia, que tiveram apenas um jogador no all-star. O primeiro briga pela melhor campanha, mesmo sofrendo com contusões do seu armador titular, do seu melhor reforço e agora do seu segundo melhor jogador. Já o segundo time apesar de uma boa terceira colocação, não chegam nem perto de incomodar o primeiro, sofreu bem menos com contusões e perdeu 3 de 4 partidas para o concorrente. A quem você daria o prêmio de melhor treinador?

    • Guilherme Gonçalves

      Hennan Carvalho,

      Muito interessante o ponto que você levantou, velho. Em certa parte, eu concordo com você. Infelizmente, por critérios adotados pela NBA e pelos credenciados a escolhas de prêmios, talvez essas honrarias acabem ficando com treinadores que revolucionem seus times de uma temporada para outra ou que façam do seu time uma completa surpresa ou candidato a alguma coisa. O trabalho de Popovich no Spurs é glorioso. Ano sim, outro também, ele faz do time um candidato ao título do Oeste e, geralmente, quando não consegue chegar, é por razões de ordem médica de seus principais jogadores. Quando menos acreditam no Spurs, o time ganha mais de 55 ou mesmo 60 jogos na temporada regular. Porém, como isso virou um hábito – o que é ótimo -, parece não chamar mais tanta atenção assim. Popovich já entrou para a história como um dos melhores treinadores da história dos esportes americanos por conta de sua excelência. Entretanto, casos como os de Mike D’Antoni no Rockets e Brad Stevens no Celtics devem chamar mais atenção por tornar equipes medianas ou boas em postulantes ao título, ainda que guardadas certas condições. No mais, concordo com você no que tange ao fato de o trabalho de Popovich dever ser condecorado ano sim, ano não, em razão do que ele trabalhou e construiu como franquia. Talvez, em razão da campanha de MVP de James Harden e a nítida melhora do Rockets do ano passado pra cá, D’Antoni acabe ganhando a honraria, até onde penso.

      Muito obrigado pela leitura e pelo seu comentário, cara, que enriquece muito a nossa discussão. Um grande abraço!

  • Zack Batista

    Acho bem difícil chegarem ao título, mas vou torcer por eles na pós-temporada. Mesmo jogando com tempo reduzido, Nenê tem me dado orgulho, tá ajudando legal o time. 🙂

    • Guilherme Gonçalves

      Zack Batista,

      Nenê tem jogado bem mesmo em função reduzida, não é mesmo? Consigo enxergá-lo como peça importante pro time e seu trabalho, já em fase final de carreira, tem me impressionado também. Obrigado pela leitura e pelo comentário, cara. Um abraço!

  • Gustavo

    Sabe aquilo que dizem sobre defesas ganharem campeonatos ? Então, não é falácia, é fato, embora haja exceção. Não creio em anel pata Houston por isso.

    • Guilherme Gonçalves

      Gustavo,

      Obrigado pela leitura e pelo comentário, cara. Um abraço!

  • Arrison Quitete

    Creio que possa levar a vantagem na maioria dos times nos Offs, principalmente por seu banco bem talentoso no quesito ataque.. Não defende como um campeão, mas um time que faz 120+ / 130+ pontos jogo, vai ser sim uma “pedra no sapato” ..

  • Rafael Machado

    tá escrito errado ali. é aJeitado.

    • Guilherme Gonçalves

      Rafael Machado,

      Obrigado pela leitura, cara. Se o comentário foi em relação a palavra “azeitada” no texto, a intenção realmente foi essa. “Azeitada”, “com azeite”, fluindo bem, bem alinhada. Certo? Um abraço!

  • TRUETHIAGO

    Claro que não dá para descartar totalmente, mas é isso aí, a história mostra que sem um time equilibrado entre ataque/defesa nos playoffs fica difícil demais sonhar com título. E o realmente o D’Antoni sabe disso, sentiu na própria pele durante seus anos em Phoenix quando pegava San Antonio. Os jogos naturalmente costumam ser mais amarrados, pegados e brigados, enfim, uma atmosfera diferente da temporada regular.

    Especialmente Spurs e Warriors eu vejo como matchups muito desfavoraveis pro Rockets, pois são dois dos times que melhor defendem o perímetro, que é a principal arma de Houston. Fora que existe uma certa contradição, digamos que um desacordo também nessa parte deles, afinal de contas ao mesmo tempo que são a equipe que mais arremessa de 3, por outro lado possuem apenas o 15º melhor aproveitamento.

    Vamos ver até onde chegam, de repente as coisas fluem durante as series e tal. O fato é que o sistema está ali, trouxeram os jogadores que se encaixam nele, os reservas costumam produzir bons números, inclusive quando descansam o Harden, etc. Agora fica a dúvida se irão superar essas lacunas e ir longe ou se vão sucumbir na hora que enfrentarem os favoritos.

    • Guilherme Gonçalves

      TRUETHIAGO,

      Muito obrigado pela sua leitura e seu comentário, cara. São por comentários assim, que também nos enriquecem, que gostamos da discussão aqui via caixa de comentários. Realmente nos playoffs há uma outra atmosfera e isso precisa, sim, ser levado em consideração. Realmente acho que as séries que envolverão o Rockets serão disputadas e bem divertidas de assistir, e assim, ganhamos todos que gostamos do bom jogo. Um abraço!

  • Cleyton Hettwer

    Gosto do Harden por isso assisti alguns jogos do Houston essa temporada, quando assisti, o Houston me pareceu meio bagunçado, arremessos de qualquer lugar da quadra, sem a melhor condição, alguns jogadores entram bem, não de maneira eficiente pontuando, mas dando solidez ao jogo, melhorando a defesa e o ataque com posicionamento, movimentação, ficam alguns minutos, saem e demoram pra voltar, não sei, mas mesmo assim acho que esse estilo de jogo do Houston pode complicar para alguns nos playoffs mas não vejo como um postulante ao título. Essa “louca” forma de jogar é o clássico estilo de jogo que não vinga na pós temporada porque se estiver numa noite ruim a derrota é certa.

    • Guilherme Gonçalves

      Cleyton Hettwer,

      Obrigado pela leitura, cara. Compreendo seu comentário e entendo que a insegurança de todo mundo que assiste é justamente ver um time corredor e chutador ser eliminado por um time mais centrado na defesa na pós-temporada. Ainda assim, consigo perceber o Rockets como um exemplar diferente dos times montados por D’Antoni, e percebo isso em razão do jogo exuberante que Harden vem apresentando. Acredito que seja uma forma difícil pra ele manter durante anos, em razão de sua maneira de jogar e até mesmo peso e forma física. A brecha que há realmente é a falta de uma peça central ou mesmo de entrosamento que a falta dessa peça pode causar nos rivais mais fortes. O que acha? Um abraço!

      • Cleyton Hettwer

        Cara você tem razão, realmente é diferente dos times montados pelo D’Antoni e ele tem muitos méritos nessa campanha atual do Houston e nessa evolução mas, acredito que falta um pouquinho ainda, falta assegurar e rodar a bola em determinados momentos, quando a coisa fica difícil ou talvez os poucos jogos que assisti não sirva como parâmetro e isso já tenha assistido e Harden vem fazendo uma temporada muito boa, e já se pode perceber uma melhora de seu jogo. Sem falar que o elenco desse ano do Rockets é melhor que os anteriores, mas falta algo ainda, talvez um Center ou um Power Forward de alto nível para poder brigar pelo titulo. Agora guardada as devidas proporções, sem querer fazer comparação de estilo de jogo ou estatísticas não sei porque mas o Harden me lembra o Tracy McGrady do Orlando talvez pelo atleticismo e importância dentro do elenco.

        • Cleyton Hettwer

          na frase “… ou talvez os poucos jogos que assisti não sirva como parâmetro e isso já tenha assistido…” lê-se corrigido não assistido. “…já tenha sido corrigido…”

  • 76

    Acho muito difícil o Rockets bater no Spurs. Popovich é a kryptonita de D’Antoni

  • Nanci Moreira Branco

    Boa análise. Rockets tem sim uma equipe muito competitiva e, especialmente, muito unida. O fato de vc ver os caras no banco torcendo pelos que estão em quadra nem sempre acontecia. É um time que tem evoluído muito. No começo da temporada parecia meio desordenado, mas as jogadas diferentes estão aparecendo. É fortíssimo nas bolas de três, mas a variação de jogadas com Capela e Nenê ( e Harrell tbm) tem sido interessantes pq são pivôs de características bem diferentes. Enfim, um time com um clima interno muito bom, o que reflete nos jogos. A vontade, a garra ajudam muito tbm. E, como torcedora, me sinto orgulhosa demais do Nenê. Jogador que sabe usar a experiência a seu favor faz toda diferença.

    • Guilherme Gonçalves

      Nanci Moreira Branco,

      Muito obrigado pela sua leitura e pelo seu comentário. A respeito do Nenê eu fico feliz também porque, em anos, não o via ser tão efetivo assim em um time. Claramente, ele já teve seus melhores anos em Denver e em Washington, mas mesmo em idade já um pouco avançada ele tem conseguido jogar muito bem em prol dos reservas em Houston, ajudando bastante em lances e forma de jogo que, a princípio, eu não tinha imaginado. É bacana ver um cara que sempre lutou tanto na NBA estar em um time que o vá levar mais longe nos playoffs dessa vez. Concorda?

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