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Postado em 21 mar 2017 às 17:20
Ex-astro do Blazers, Brandon Roy é eleito melhor técnico colegial dos EUA

Após carreira devastada por lesões na NBA, Brandon Roy é eleito melhor técnico colegial dos EUA

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Por Ricardo Stabolito Jr.

Brandon Roy

As lesões podem ter tirado Brandon Roy das quadras, mas não tiraram o basquete de sua cabeça e coração. O ex-ala-armador do Portland Trail Blazers assumiu o comando da equipe da Nathan Hale High School no início da temporada e, em seu primeiro ano como técnico, foi anunciado nesta segunda-feira como vencedor do troféu Naismith, entregue ao melhor treinador colegial do ano nos EUA.

Roy liderou a equipe da escola em uma temporada perfeita no circuito colegial de Seattle (29 vitórias) e ao primeiro título estadual da instituição em mais de duas décadas. A campanha foi ainda mais impressionante porque o time havia vencido apenas três jogos no ano anterior. A Nathan Hale HS é a líder do ranking colegial dos EUA e entra como favorita no campeonato nacional, que acontece em abril.

A reviravolta não se deu só pelas habilidades de Roy na “prancheta”. Ele mostrou sua capacidade como recrutador antes da temporada, trazendo sete novos atletas para o elenco em curto espaço de tempo. O principal deles foi o ala Michael Porter Jr., eleito melhor jogador colegial do ano junto com seu técnico e apontado como o prospecto número um do país (vai para a Universidade de Washington).

“Michael foi o líder de um grupo talentoso que trabalhou duro e nunca perdeu foco do objetivo máximo – uma temporada perfeita e o título estadual. Já o técnico Roy ofereceu uma liderança sólida e motivadora a um time que cresceu a cada duelo”, declarou o diretor executivo do Atlanta Tipoff Club, a organização que promove o troféu Naismith, Eric Oberman.

Roy, de 32 anos, surgiu como um dos principais jovens talentos da NBA na década passada após ser selecionado pelo Blazers com a sexta escolha do draft de 2006. Ele ganhou o prêmio de novato do ano, foi convocado para três Jogos das Estrelas e eleito duas vezes para um dos quintetos ideais da liga em só seis temporadas e 326 partidas disputadas na carreira.

Depois de múltiplas lesões no menisco e ligamentos dos joelhos, o ex-ala-armador foi obrigado a anunciar sua aposentadoria em 2012, aos 28 anos. Ele tentava um retorno à NBA, atuando pelo Minnesota Timberwolves, após ficar mais de um ano em tratamento físico. Roy acumulou médias de 18.8 pontos, 4.3 rebotes e 4.7 assistências como profissional.

  • Tássio Marcel Hoffmann Coelho

    Porra ontem mesmo tava lendo sobre ele…Uma pena, esse cara jogava muito. Tomara que chegue na NBA como tecnico.

  • TRUETHIAGO

    Muito legal, como jogador o Roy sempre mostrou um QI diferenciado em quadra, tomara que construa uma boa carreira como HC.

    Michael Porter Jr. é monstruoso, embora eu não costume pegar desempenho em HS como definitivo. Vi no Twitter que ele pode acabar desistindo de ir jogar em Washington, depois da demissão do treinador Lorenzo Romar.

  • Viúva do Payne

    Bem que ele poderia assumir Washington, hein.. Faria sentido, se pensarmos que assim, talvez, o Michael Porter Jr continuasse jogando por lá (com a demissão do pai dele do Huskies, ele está pensando em ir pra Missouri, para onde o pai dele foi contratado)..

    • TRUETHIAGO

      Li que já contrataram o Mike Hopkins, que era considerado o sucessor do Jim Boeheim em Syracuse.

      • Viúva do Payne

        Vi agora. Pelo jeito, Washington vai sofrer mais ainda… Perderam também o Jontay Porter (irmão mais novo do Michael) e agora o Blake Harris. E parece provável que o Michael Porter Jr não fique (já até tirou Washington da bio do Twitter) https://twitter.com/LiveCollegeBR/status/844275166658093056

        • TRUETHIAGO

          Pois é, o famoso DESEMPOLGOU…

  • Uncle Drew

    Sucesso a ele. Que vire um treinador da NBA no futuro. Um dos meus jogadores favoritos. Esse jogo vai ficar guardado pra sempre na minha memória. Ele já estava com os joelhos lesionados durante essa série de Playoffs.
    https://www.youtube.com/watch?v=pJjeZ4Scm9E

    • Gabriel Ximenes

      Esse cara era maravilhoso jogando basquete.

    • Thiago25-NBA

      que apagão do Mavs, vsf

    • Danilin

      Jogo de “pouco” tempo atrás mas dá pra notar o quanto o basquete hoje é mais rápido, sem contar, o placar “baixo”. Na época um time desses, em uma partida, devia arremessar de três menos que o Curry sozinho arremessa em um jogo

  • Blazers é provavelmente o time mais azarado da história. No mesmo draft conseguiu selecionar o Brandon Roy, e o LaMarcus Aldridge, sendo que a classe de 2006, não era muito boa, não foi um draft profundo. No ano seguinte selecionaram o Oden, em apenas 2 draft montaram um trio talentoso para comandar a equipe. Fizeram o mais difícil, conseguir a escolha certa e o talento certo, no fim, nada deu certo. Quando LaMarcus “explodiu”, já não tinha Oden ou Roy. Ainda bem que eu não torço para os Blazers…

    • Damon

      Toda vez que eu lembro do blazers.
      Eu lembro que eles poderiam ter pegado jordan e durant.

      • Não sei dizer se passar o Jordan foi sensato em 84. Já selecionar o Oden foi o correto, provavelmente o Thunder teria feito isso se tivesse a first pick.

      • Guilherme Prates

        Pra ver como o destino não é amigo do Blazers MESMO.
        Mas não pegar o Jordan fazia sentido, eles tinham selecionado o Clyde Drexler em 83 (ou 82). Acontece que deixaram passar o Barkley e não tinha ninguém no time pra posição dele… rs

        • Fábio Blazers

          Exatamente Guilherme, se tivessemos pego a escolha 1 de 84 seria o Olajuwon, minha bronca não foi ter deixado o Jordan passar, mas sim deixar Barkley passar, Drexler e Barkley no auge com certeza teriam ganho ao menos um titulo.

          • danielzera

            Sr. Charles Barkley foi considerado muito baixo para a posição, foi uma surpresa ele se tornar o jogador que hoje conhecemos.

          • Fábio Blazers

            Sim eu entendo, na verdade depois das carreiras finalizadas é fácil julgar, contudo na época Bowie era a escolha mais sensata de pivo após Olajuwon, talento não foi o problema, mas o físico sim, jogar em 3 anos menos de 80 partidas foi o que acabou com ele, e aí o destino faz a história se repetir com Oden.

    • Guilherme Prates

      Esse trio tinha tudo pra ser dominante hoje. Roy já era um all star em seu segundo ano de liga… Uma pena, pq era um grande jogador.

  • Imagina ser treinado na escola por nada menos que Brandon Roy………….

    • Damon

      Quero ver jogador tentar crescer para cima dele kk

      • Ahahaha. Além de experiente, é um homem de 2m gritando com você quando você bate bola embaixo da cesta, após um rebote ofensivo KKKKK
        29W-0L foi pouco!

      • Guilherme Prates

        Lembra a hist’roa do Giannis com o Kidd, que o grego ficou BOLADÃO que o Kidd já chegou mudando a função dele, falando como que tinha q fazer pra armar um jogo, como que se dava passes e tals e o Antentokoumpo ficou pensando “quem esse cara pensa que é?”. Então ele foi pesquisar e descobriu quem aquele cara “pensava” que era… Ficou manso e decidiu seguir a risca os conselhos… rs

  • Rafael

    Roy jogava demais. Esse cara teria feito uma carreira brilhante na liga, apesar de mesmo em pouco tempo ter tido conquistas importantes, poderia muito mais.

    Sucesso na carreira de técnico!

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