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Postado em 4 abr 2017 às 01:53
North Carolina bate Gonzaga e conquista sexto título do Torneio da NCAA

Equipe de Chapel Hill se redime da dolorosa derrota sofrida na final do ano passado

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Por Gustavo Lima

(1) Gonzaga Bulldogs 65 x 71 North Carolina Tar Heels (1)

Depois da derrota dramática sofrida para Villanova na decisão de 2016 do Torneio da NCAA, North Carolina conseguiu a redenção na final deste ano. Diante de quase 80 mil pessoas presentes ao University of Phoenix Stadium, no Arizona, os Tar Heels tiveram sangue frio nos momentos finais e bateram Gonzaga por 71 a 65.

Esse é o sexto título de North Carolina, o terceiro sob o comando de Roy Williams, e, agora, é o terceiro maior ganhador do basquete universitário, ficando atrás apenas de UCLA (11) e Kentucky (8). A última conquista dos Tar Heels havia sido em 2009, quando a equipe tinha nomes como Tyler Hansbrough, Ty Lawson, Danny Green, Wayne Ellington, Ed Davis e Tyler Zeller.

Marcado pelo nervosismo e equilíbrio, o jogo teve 11 igualdades no placar e 12 trocas de liderança. Mesmo atuando com dores nos dois tornozelos, o armador Joel Berry II foi o cestinha do confronto, com 22 pontos, e eleito o melhor jogador da final.

North Carolina acertou apenas quatro bolas de três pontos (todas convertidas pelo camisa 2), em 27 tentativas. Líderes no país em rebotes ofensivos, os Tar Heels não decepcionaram nesse quesito: 15 a nove contra o rival. O time de Chapel Hill mostrou uma defesa consistente, sobretudo na área próxima à cesta, durante quase toda a partida. Outro fator que influenciou no resultado foi a diferença no número de desperdícios de bola. North Carolina cometeu apenas quatro violações, enquanto Gonzaga, que disputou a decisão da NCAA pela primeira vez, desperdiçou a bola em 14 oportunidades.

Muito dependente do armador Nigel Williams-Goss, Gonzaga ficou perdido no ataque, especialmente no segundo tempo, e amassou o aro: foram 20 cestas em 59 arremessos de quadra, o que representa um aproveitamento de 33.9%. Williams-Goss acertou somente cinco chutes, em 17 tentativas. Para piorar, outro jogador importante dos Bulldogs, o pivô Zach Collins, foi eliminado em faltas a cinco minutos do fim da partida.

O jogo foi truncado porque a arbitragem simplesmente marcou tudo e desagradou as duas equipes. Qualquer contato no garrafão era falta, e o maior prejudicado pelas “zebras” foi justamente Collins.

A 25 segundos do final, quando o placar apontava 66 a 65 a favor de North Carolina, o ala-pivô Isaiah Hicks bateu para dentro, fez a cesta e colocou os Tar Heels três pontos à frente. Em seguida, o pivô Kennedy Meeks bloqueou um arremesso de Williams-Goss e, no contra-ataque, o ala Justin Jackson definiu a partida com uma enterrada.

Gonzaga
Nigel Williams-Goss: 15 pontos, nove rebotes, seis assistências e 5-17 nos arremessos de quadra
Josh Perkins: 13 pontos
Zach Collins: nove pontos, sete rebotes, três tocos e quatro desperdícios de bola

North Carolina
Joel Berry II: 22 pontos, quatro rebotes, seis assistências, quatro bolas de três pontos convertidas e 7-19 nos arremessos de quadra
Justin Jackson: 16 pontos, quatro rebotes, dois tocos e 6-19 nos arremessos de quadra
Isaiah Hicks: 13 pontos, nove rebotes e dois tocos
Kennedy Meeks: sete pontos, dez rebotes e dois tocos

  • osmfapsmfafmsa

    quase dormi assistindo jogo kkkkkk tava mou empolgado.

  • Guilherme Prates

    Queria que desse Gonzaga por:

    1. Meme do Jordan chorando.
    2. Sou fãzaço do Rei do Baião.

  • TRUETHIAGO

    Acabou não sendo uma partida muito boa tecnicamente, é verdade. Os dois times tiveram aproveitamento baixo nos arremessos e esse festival de faltas no 2º tempo travou demais o jogo, com pouco mais de 5 minutos ambos já estavam em “bonus” e faltando uns 10 no “bonus+”. Todo mundo pendurado cedo, o que custou essa eliminação do Collins na reta final.

    De qualquer forma, foi mais uma decisão emocionante e decidido no detalhe. Eu tinha colocado em dúvida o desempenho do Joel Berry pelo tornozelo machucado, tanto que não jogou tão bem contra Kentucky e Oregon, mas ontem voltou a acertar bolas importantes. Justin Jackson amassou o aro, porém foi bem defendendo o Williams-Goss.

    Legal ver um programa vencendo sem seguir a linha do “one and done”, bati algumas vezes na tecla do quinteto titular ser formado por Juniors (os três do perímetro) e Seniors (a dupla de garrafão). E olha que pela tradição e importância, até poderiam recrutar jogadores mais badalados do HS, só que preferem manter um projeto de médio e longo prazo.

    Gonzaga está de parabéns também, fizeram uma excelente temporada, mostraram que a campanha na fase regular não era simplesmente por jogarem numa conferência mais fraca. Inclusive lembro de ter respondido essa pergunta aqui num post, quando eles ainda estavam invictos, com um internauta questionando se o time era bom mesmo e tal. Obviamente que se eles jogassem numa ACC como North Carolina, ou ali na própria Pac-12 que é da sua região (costa Oeste) teriam perdido mais jogos, só que não dava para resumir os resultados a isso, colocar tudo na conta da fragilidade dos adversários. Já vinham batendo na trave há algum tempo, e finalmente conseguiram chegar num Final Four, belo trabalho do Mark Few, merecidamente eleito o COY do College dessa season. Acredito que continuarão competitivos, apesar da saída de alguns desses jogadores. Tem um japonês bem atlético (Hachimura) por ter ascendência africana que jogava pouco, deve ganhar mais espaço na temporada que vem, além de um pivô dinamarquês, mantendo esse padrão de Big Mans europeus que tiveram com o Karnowski, além do Tillie que irá permanecer.

    Enfim, foi bacana a temporada, Fultz, Ball, Jackson, Tatum, Smith, Monk, Fox, Markannen, Isaac, Bridges, Motley, Swanigan, entre outros dessa turma que certamente veremos impactar nos próximos anos. Que venham agora Porter Jr, DeAndre Ayton, Wendell Carter, Mo Bamba, Trevon Duval, Trae Young, Jaylen Hands, Trent Jr., P.J. Washington e cia.

    • Viúva do Payne

      Além dos citados, Zach Norvell Jr é outro jogador interessante que deve ganhar mais minutos anos que vem.

      Porém só vejo o time buscando o título novamente, se o Nigel Williams-Goss e Zach Collins continuarem mais um ano.

      Para o Zach Collins, diferente do Robert Williams, até vejo com bons olhos ele continuando mais um ano, porque além de ele seria titular ano que vem, podendo ajudar mais na sua projeção (apesar do Draft do ano que vem, ser muito forte em termos de pivôs. Além dos que você citou, ainda citaria o Mitchell Robinson e o próprio Robert Williams). Ele poderia trabalhar em algumas coisas do seu jogo, como o seu passe (sua parte mais limitada do seu jogo), sua força física (ainda é meio magro pra um pivô) e também aprender a cometer menos faltas (outro grande problema), todo lance ele vai pro block (tem que aprender a ficar mais no seu pé). Mas mesmo com ele não sendo um cara totalmente preparado ainda, eu escolheria ele na loteria desse Draft (caso ele se inscreva), pq não vejo nenhum Big mais talentoso do que ele nessa classe.

      • TRUETHIAGO

        Eu também gostaria de ver o Zach permanecendo… Eles ainda não divulgaram suas decisões, vamos ver, seria bacana.

        Em relação aos pivôs, tem aquele tal JOHN Collins, sophomore que fez uma temporada expressiva em Wake Forest, esse sim nome confirmado no Draft. Se não engano, no último Mock aqui do JB ele até aparecia saindo no final da loteria.

        • Viúva do Payne

          Não curto o John Collins. Além dele ser um “tweener”. É um cara que não sabe defender, não espaça a quadra, não passa bem (ao menos, não mostrou muito isso)

    • Gustavo

      Fui eu que perguntei sobre Gonzaga aquela época, e mais uma vez sua resposta se mostrou correta. Você manja demais de basquete, Thiago, além de escrever bem e ser sempre cordial. Se eu fosse editor do Jumper recrutaria fácil.

      • gusilvalima10

        Thiago manja muito mesmo, xará. Leitor assíduo, escreve bem e é um profundo conhecedor de basquete. O problema é que não temos o e-mail dele para recrutá-lo! hehehehe

      • TRUETHIAGO

        Imagina, cara. Sou apenas um fã como qualquer outro, mas realmente tomei gosto por acompanhar também a NCAA nos últimos anos. Nessa época de March Madness então, ou mesmo na fase dos Torneios das Conferências, acabo acompanhando até mais que do que a própria NBA.

        O Jumper está bem servido e já faz um belo trabalho nisso, além da parceria com os outros sites/blogs que cobrem especificamente, como o pessoal do College Basketball BR.

  • xmaah

    nunca acompanhei ncaa dai liguei na final bem na hora do concurso de lance livre e então fui dormir.

  • Knickerbockers

    Eu já iria chamar o Justin Jackson de pipoqueiro, tava errando a maioria dos arremessos, de 3 então, acho que errou todos. Mas O Jackson foi fundamental ao título pela sua contribuição defensiva. Ao meu ver o Karnowski também deixou a desejar, foi engolido pelo Meeks.

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