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Postado em 28 maio 2017 às 14:23
Volátil e desnecessário

Guilherme Gonçalves disserta sobre como a análise simplista e depreciativa na internet para com a NBA tem se tornado tônica

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Por Guilherme Gonçalves

A informação é o bem de consumo mais importante da sociedade moderna. Ou pós-moderna, se considerarmos que a internet, a globalização e o consumismo aplicado pela lógica capitalista renovaram todas as relações pessoais, sociais e mercantis naquilo que temos como dominante para a convivência humana no século XXI, visto o advento de todas as novas tecnologias que têm permitido a sedimentação desse processo. Com o fim da Guerra Fria no final dos anos 1980, simbolicamente marcado pela queda do famigerado Muro de Berlim que separava o mundo ocidental e capitalista daquele oriental e socialista, a massificação do consumo tornou-se a tônica nas relações econômicas vigentes, tendo como aliada a rede mundial de computadores, agora conectados a ponto de estarmos mais próximos de distantes moradores de outros continentes do que mesmo de nossos vizinhos de porta. O e-mail, a comunicação por vídeo, as redes sociais: tudo isso permitiu a criação de um ambiente virtual onde sempre estamos, desejamos ou somos obrigados a estar online, mesmo que rejeitemos ir a pé à padaria tendo de interagir com quem se topa pela rua. O planeta mudou. Os agentes sociais e econômicos, claramente, estão de olho em nossas atividades. Nas minhas, nas suas, nas de seus amigos e familiares. Tudo ficou próximo demais, fácil demais, rápido demais, volátil demais. Se a informação é o bem de consumo mais importante da sociedade moderna, ter acesso a ela é primordial para a sobrevivência em dias tão atropelados, lotados de horários marcados, onde o atraso de um minuto pode significar a oportunidade perdida, a chance de sua vida desperdiçada. Conversar, conviver, viver: todas essas ações transcendem o significado de somente verbos e alcançam o significado do cotidiano que nos encara, muitas vezes mal-humorado, de cara ranzinza e bafo matinal, ao levantarmos da cama. Não há para onde correr: tudo à sua volta mudou.

O advento das novas tecnologias em prol da informação e da comunicação, que é a ação mais primordial para a sobrevivência da espécie humana, consolidou novas maneiras de relacionar-se com o mundo e com o outro. Deu voz àqueles que não conseguem ascender às grandes mídias, aos grandes propagadores de informação, ao megafone da opinião a ser escutada pelo senso geral. Todavia, trouxe também um sinal claro do despreparo humano em lidar com aquilo que lhe é alcançado ou tocado em forma específica: a volatilidade. É líquido e certo que qualquer um dos conceitos aqui trazidos já existia ou pré-existia anteriormente à revolução cibernética em que nos encontramos mergulhados. Entretanto, o momento que vivemos é capaz de direcionar holofote e trazer lente de aumento às mazelas relacionadas ao mais fácil acesso comunicacional. Antes de tudo: é ótimo que haja cada vez mais e mais acesso à informação pelo maior número de pessoas, e a isto também podemos denominar de democracia. Contudo, é essencial que pontuemos tópicos específicos para a melhor convivência de nós mesmos, seres humanos, para com assuntos do interesse coletivo.

O Brasil atravessa um dos momentos mais graves de sua recente história. Há cerca de 30 anos desejávamos a liberdade de um novo regime democrático, não mais opressor ou de selo ditatorial, e enfrentávamos os desafios e agruras de solidificarmos um novo momento de consciência política e social em um país de proporções continentais. De lá para cá, de tudo aconteceu: dois processos de impeachment depuseram presidentes da República, muitos outros mandatários máximos da nação tiveram seus nomes envoltos a escândalos de corrupção e estão sendo investigados pela Justiça, e, além disso, toda a base de sustentação dos Poderes do Estado esteve corrompida, desestabilizada, e, talvez nunca antes na história, tão desacreditada perante a opinião pública. Uma espécie de caos que nos ronda década sim, década não. Obviamente, tudo isso reverbera. Há microfones para muitos, ouvidos para poucos, mínima inteligência emocional envolvida. Ódio demais, desprezo demais, despreparo demais. A vontade de estar presente e de fazer parte do processo de construção social é algo inato ao ser humano e vira até mesmo uma cobrança por parte de semelhantes: a contrapartida é que isso tem trazido pouca alimentação intelectual e muito rebate instantâneo. Você pode estar se perguntando o que toda essa ruminação pseudoideológica realmente tem a ver com o basquete. E eu respondo que muito. Até porque basquete é esporte, esporte é política, a política é a nossa vida retratada nas nossas ações, nossos anseios, nossos desejos, nosso dia após dia.

Eu tenho acompanhado esporte com muita atenção desde os meus seis anos de idade. Eu adoro esporte! E me interesso em demasia por tudo que envolve o esporte fora das linhas, das redes, das piscinas, das pistas. Eu consumo e estudo esporte muito pelo que acontece atrás das câmeras, e, em certos aspectos, isso pra mim é ainda mais importante que somente o lúdico, o prazer, a aposta com o amigo, a cerveja gelada no bar, o grito de gol. Eu jogo basquete e acompanho essa prática desde os 12 anos de idade, aproximadamente. Assisto NBA, escrevo NBA, analiso NBA e jogo NBA no videogame há muitos, muito tempo: muito antes mesmo de me graduar no curso de Letras, onde tive por premissa para a minha vida o fato de que, como citado anteriormente, a comunicação é o ato mais vital para a sobrevivência humana. Entretanto, há um processo muito específico e muito incômodo que tem ganhado notoriedade, ao menos para mim, numa relação entre estes dois pontos: é um movimento estranho este que acontece em torno do debate e da análise sobre o esporte nos dias atuais. Absolutamente tudo tem levantado divergências, intrigas, desrespeito, ódio, ameaças, tristeza. Por seu lado mais lúdico, o esporte é justamente alegria.

É o preceito básico: precisa ser divertido. Se você não se diverte, então não gosta, então não assiste, então não se interessa, então não gasta seu tempo e dinheiro, então não tem prazer naquilo. Se não é mais divertido, não é mais o esporte. As práticas esportivas tendem a aglomerar um conjunto gigantesco e variado de pessoas com um interesse em comum: cada esporte tem o seu nicho de apreciadores, e cada nicho age de uma forma diferente em relação ao objeto adorado. A NBA é o exemplo aqui por nós tratado. Um variado agrupamento de fãs do basquete norte-americano, há muito tido como o melhor do mundo e uma das maiores ligas esportivas do globo terrestre, tem nesse esporte e em sua experiência máxima em forma de jogo os propósitos acima relatados, em busca de diversão, entretenimento, relaxamento, prazer. Precisa ser divertido. Não se deve estar de “boca aberta” para tudo, mas não se precisa fechar a cara por nada como tem acontecido.

O cronista à moda antiga divagava sobre a vida e traçava o perfil de uma pessoa, de um grupo, de um bairro ou de um país baseado em suas andanças. A conversa regada a café na padaria, o xingamento regado à pinga no bar da esquina, a descoberta regada de abraços da moça que se veste depois de receber seu pagamento: isso é quase uma ilusão atualmente. Ler os comentários das redes sociais, perceber as tendências de grupos específicos que usam a internet, deixar-se rir dos memes em escala industrial: perceber o ritmo online tem sido mais prático e mais possível que o trânsito offline, mas não mais prazeroso. Ao passo em que tudo tem incitado a discórdia, o escárnio e a depreciação, tem sido difícil para as gerações mais presentes na internet perceberem a importância, o esforço, o limite superado, o nome grafado na história. Perceba: atualmente, se um jogador da NBA em fim de contrato assina um novo vínculo com uma equipe onde receberá um salário compatível com sua habilidade e seu esforço, buscando seu sonho de criança, claramente ele estará errado perante a volatilidade dos “cronistas” menos atentos. É uma cobra, um traidor, um atleta fraco e sem capacidade. Melhor jogador de uma temporada da NBA, cestinha de outras tantas, bicampeão olímpico, uma das maiores forças ofensivas a já pisar uma quadra de basquete em todos os tempos. Para muitos, não. Cobra. Traidor. Fraco. Sem capacidade.

Se um outro atleta prolonga além do esperado o seu auge físico, técnico e mental a ponto de tornar-se uma das lendas do esporte, imprimindo seu nome nas quebras de vários recordes possíveis, e deseja cercar-se do maior número de companheiros capazes de lograr junto a ele os louros da vitória, reforçando o ambiente ao seu redor para sagrar-se cada vez mais vencedor, de bate-pronto para quem se deixar levar pela volatilidade: não é um jogador decisivo, “pipoca” nos momentos de decisão, “fominha” e “paneleiro”. Quatro vezes melhor atleta de uma temporada, atual melhor jogador do mundo, um dos melhores da história já recheada de excepcionais e gênios, face e nome de uma nova geração de excelência esportiva: não é o suficiente. Não é decisivo. Pipoqueiro. Fominha. Paneleiro: é o que lhe reservam os que preferem o tom negativo.

Se uma equipe reúne talentos garimpados em seleções de recrutamento, age com coerência em relação às suas finanças e destina a um jovem e inteligente treinador as armas capazes de formar um escrete campeão, a ponto de manter-se no topo por vários anos com a adição de outros atletas interessados no projeto de já bastante sucesso, aquilo que a ela é destinada é a pecha de time da moda, cheio de vilões, incapazes de se manter somente pela base, além de outras pragas, como a de que percam a todo custo e que seus atletas se lesionem ou algo do tipo. Campeão em um ano, vice-campeão em outro e a ponto de iniciar uma trinca de Finais contra o atual vencedor, franquia de riquíssima história desde os anos 1960, detentora de título na década de 1970, a junção de dois jogadores MVPs da Liga além de outras estrelas de muito talento e trabalho duro. Super time? Esquadrão? História sendo escrita noite após noite? Não, não, não. Time da moda. Vilões. Incapazes. Tomara que se machuquem e que percam…

Para esses casos e basicamente todos os outros: dúvidas, desatenção, descontentamento, desprezo. É o que temos presenciado. O xingamento, para quem o realiza, desmerece o atingido, enobrece o agressor, deslegitima a atuação, desonra a prática. Na cabeça de quem se toma pela resposta fácil, pelo tom volátil, pelo jogo como meme, tudo isso faz sentido e é válido. Na cabeça de quem observa um pouco fora da caixa e não se afeiçoa ao modus operandi atual, isso tudo tende a ser cada vez mais ilógico, pra dizer o mínimo. Os três exemplos acima relatados estão prestes a reeditar, pela terceira vez consecutiva, as Finais da NBA nesta temporada 2016-2017 em duelos que deverão ficar marcados na história: a realização de um perseguido sonho para o atleta que se junta ao possível melhor time da década para a eternidade, ou a consagração definitiva como um dos maiores atletas de todos os tempos. Recordes de atletas premiados envolvidos, treinadores altamente competentes, vendas de caros ingressos esgotados, esperados índices de audiência nas alturas, o mundo inteiro de olho esperando possíveis sete noites de magia: vamos preferir as vaias ou as palmas para a excelência do Olimpo esportivo?

O ponto em que desejo chegar é que, infelizmente, a velocidade com que temos atingido todo e qualquer tipo de informação tem desmerecido todo e qualquer tipo de esforço. As gerações – mais que nunca – acostumadas com o consumismo tendem a classificar como inútil e vulgar qualquer acontecimento porque simplesmente querem que já aconteça um próximo maior e melhor logo em seguida, para que este seja comparado ao anterior, para que seja desmerecido frente a um semelhante, para que seja esquecido dali a poucos minutos – quem sabe, segundos. É assustador e impressionante em um sentido negativo como não parecemos estar satisfeitos com absolutamente mais nada que nos aconteça. Queremos sempre mais, pra consumir mais, pra desprezar mais, em um menor espaço de tempo possível. Surpreso fiquei quando me deparei com enquete realizada pelo Jumper Brasil em que a maioria dos votantes, ao menos até o dia 28 de maio de 2017, afirmava que esta era a pior pós-temporada da história da NBA. A menos que tenhamos, todos, assistido com afinco os 70 anos da Liga profissional norte-americana, não me parece razoável fazer tal afirmação. Claramente, como temos amplo acesso à informação e aos diversos formatos de conteúdo disponibilizados atualmente, consegue-se ter uma noção para tal resposta, uma interessante provocação: afirmação, contudo, é um exagero grande. Muitos usuários de internet atualmente e pessoas que acompanham o basquete são millennials ou jovens adultos que não necessariamente analisam, estudam ou se debruçam sobre os playoffs das décadas de 1950, 1960 ou 1970. A internacionalização do jogo e expansão da NBA trazidas ainda na gestão do comissário David Stern, a partir dos anos 1980, bem como a democratização das transmissões e a comercialização de produtos relacionados, trouxeram mais admiradores e apaixonaram mais fãs pela bola laranja jogada em território ianque. Nada, ainda, que configure tal apontamento de forma tão explícita. Um exagero, como pontuado anteriormente.

Se você até aqui chegou, muito obrigado. Na era da informação simples e volátil, textos opinativos ou investigações jornalísticas têm sido relegadas cada vez mais ao rol de leituras deixadas para depois, para quem sabe nunca. Compreenda que isto não é exatamente uma crítica a você, leitor, consumidor e mantenedor da máquina de produção de notícias a cada minuto, mas sim a um consumismo que nos rodeia em vários aspectos da sociedade em que estamos inseridos. Consumir não é ruim, mas desprezar o consumido não é exatamente necessário. Pode-se, claramente, haver dualidade entre consumo e consciência para que atinjamos equilíbrio, algo tão vital para a sanidade mental individual e coletiva. Quando se deturpa ou se diminui um atleta, um time, uma Liga ou um esporte de maneira tão simplista, relegando a estes nada mais que mera obrigação ou desprezo total, separando-os apenas entre “mitos” e “lixos”, estamos, sim, agindo de maneira equivocada. Vale cada um ter sua opinião? Vale, claro, vale muito. Mas até que ponto vale ter a sua opinião, fazer a sua análise e desejar que a partir dela se receba reconhecimento e respeito se a contrapartida nem sempre é verdadeira? Saibamos reconhecer, apreciar e vivenciar os momentos com aquilo que eles têm de mais especial: o fato de serem únicos, de acontecerem apenas uma vez.

Replays de TV, prints de internet e os outrora imprescindíveis recortes de jornais ou revistas podem rememorar situações, mas nunca contarão os acontecimentos com as especificidades que lhes são peculiares. A história da NBA e a história do esporte têm passado debaixo de nossos olhos, visitado nossas casas praticamente dia após dia: é hora de tirarmos uns minutos a mais para aproveitá-las e reverenciá-las da maneira que merecem, sem que elas escapem no ar a ponto de nunca mais voltarem.

  • William Felton

    Parabéns pelo excelente texto, Guilherme!
    Um dos melhores que já pude ler em todos os veículos que tratam do basquete no Brasil. Sem reparos a fazer.
    Ademais, ele consistiu um ensejo muito oportuno para novas reflexões e ampliação de perspectivas. Obrigado por compartilhá-lo aqui!

    • Gustavo Freitas

      Guina é foda mesmo. Quando li o texto, soltei foguetes aqui. É exatamente o que penso.

      • Guilherme Gonçalves

        Quando a chefia te dá uma moral o coração chega enche de esperança em um Brasil melhor… Hahahaha! =D

    • Guilherme Gonçalves

      William Felton,

      Muito obrigado, cara, pela leitura e por sempre nos propor novos saudáveis debates!

      Um abraço!

      • William Felton

        Sou eu que agradeço!

        E parabéns de novo, sobretudo pela sua elegância e serenidade nas respostas a comentários, digamos, provas daquilo que vc expôs no texto rsrs.

        Abraço!

  • Vitor Soares Pereira

    Mais pseudointelectual impossível.

    • William Felton

      “Queremos sempre mais, pra consumir mais, pra desprezar mais, em um menor espaço de tempo possível.
      (…)
      “Consumir não é ruim, mas desprezar o consumido não é exatamente necessário.”

      E eis que a prova disso surge, célere e fugaz, corroborando o que o autor diagnosticou com tamanha precisão.

      Ah, e sob um perfil “anônimo”, como sói acontecer sempre rsrs.

      • Vitor Soares Pereira

        Comento sem perfil mas sempre com meu nome completo, pode olhar outros posts do jumper, vc vai achar alguns comentários que fiz. Quis criticar essa mania da problematização de pequenas coisas, que geralmente vem em um texto cheio de palavras difíceis, palavras essas que poderiam ser substituídas tranquilamente por palavras mais fáceis, mas são usadas simplesmente pq o uso delas faz o escritor parecer mais “culto”. Chamei o texto de pseudointelectual pq ele problematiza algo simples, e em um texto de infinitas linhas e palavras difíceis. E o principal, minha crítica não é melhor ou pior que a sua simplesmente por usar 3 palavras enquanto a sua usa dezenas. O que faz uma crítica ser boa ou ruim não é a quantidade de palavras, muito menos o nível de simplicidade delas, o que faz uma crítica ser boa ou ruim é o conteúdo. Usei 3 palavras pq achei que não precisava de mais pra expressar oq eu estava pensando. Pelo visto eu estava errado. Aprendi com o senhor William, que se eu não usar palavras com célere ou fugaz, sou só mais um idiota falando bobagem.

        • William Felton

          Ah, bom. Agora sim vc escreveu desenvolvendo o seu pensamento, muito bem por sinal. Eu me referi aos perfis anônimos pq por meio deles nao costuma vir muita coisa aproveitável. Mas se não é o seu caso, inclusive vc usa o seu nome completo, desconsidere essa parte.
          E como vi que vc é um cara justo e inteligente, há de convir que o seu primeiro comentário, só uma frase solta assim, sem o embasamento da sua visao, deu margem a todo tipo de interpretação. Eu me desculpo pela minha precipitação contigo. No comentário seguinte vc explicou bem o seu ponto – do qual continuo discordando – e ficou bem mais claro.
          Quanto às palavras que vc citou, não é de propósito que as emprego, absolutamente. Simplesmente saem quando to formulando o raciocínio. Nunca quis parecer sofisticado ou esnobe.

        • Guilherme Gonçalves

          Vitor Soares Pereira,

          Muito obrigado pela sua leitura e, principalmente, pelo seus comentários, cara. É extremamente importante que pra quem escreve saber o que o leitor tem pensado ou tem achado sobre o que é lido: obrigado, de verdade, por propor o nosso debate. Sobre as palavras difíceis ou infinitas linhas, é basicamente recurso da forma como gosto de escrever, fugindo da objetividade e obviedade dos textos basicamente esportivos, tentando trazer o esporte pra algo mais lírico ou simplesmente diferente do que vemos com mais frequência. Na verdade, não foi qualquer desejo meu “problematizar” uma miudeza ou espanar na cara de alguém a minha opinião, mas sim propor este debate que estamos tendo aqui trazendo a minha impressão, como você trouxe a sua via comentários. Um abraço e obrigado por estar sempre aqui conosco no site.

        • Tiago

          Vou responder a esse comentário só para ficar salvo na minha conta.

  • Paulo Victor

    Belo texto mas posso até estar errado pro resto das pessoas só que como torcedor para mim o Durant sempre será um traidor.

    • vsr.snake

      O texto me parece que critica os comentários simplistas e de cunho apenas depreciativo, não críticas bem feitas. Acredito que nem Durant, nem Warriors, nem qlqr um esteja imune a críticas, desde que ao menos se tenha algum fundamento.

      • Guilherme Gonçalves

        vsr.snake,

        Exatamente, cara. Exato. Um abraço e obrigado pela leitura!

    • Guilherme Gonçalves

      Paulo Victor,

      Obrigado pela sua leitura e seu comentário, cara. Claro, claro: cada pessoa tem um gosto, um time e uma opinião. Havendo sempre respeito, haverá sempre discussão saudável como a nossa. Obrigado e um abraço!

  • Iverson

    É o pior playoffs que já assisti, isto eu garanto.

    Vejo desde 2003.

    • Albert Cavs

      Somos dois. Realmente foi o pior msm.

  • Noah Russell Westbrook #baby

    Compartilho da opinião do Paulo Victor.
    O Guilherme sempre com seus textos incríveis. Mas como torcedor do Thunder,eu acho que tenho o direito de criticar o Durant.Eu acredito que ele agiu errado com a franquia pela forma como saiu, não só pelo fato de ter ido pro Warriors,mas a impressão que se tinha era de que ele não dava nenhum sinal de que sairia do Thunder.Nao que ele tivesse a obrigação de avisar alguém,mas eu como torcedor tb não tenho a obrigação de torcer mais por ele.Nao crítico o Warriors pelo time que montou, até o contrário,parabenizo a direção pela contratação monstra. Mas a atitude do Durant de ter ido pra lá…Isso pra mim não tem como parabenizá-lo.A partir do momento que ele sai do Thunder,ele passa a não mais torcer pelo sucesso da franquia,pois o sucesso da franquia ( titulo) seria o fracasso dele, portanto,não tem pq eu torcer por ele e espero que não seja campeão.

    • Guilherme Gonçalves

      Noah Russel Westbrook #baby,

      Muito obrigado pela sua leitura e pelo seu comentário, cara. Concordo contigo no aspecto de que, caso um atleta saia do seu time, não necessariamente você torça mais por ele visto que, neste caso, o sucesso dele é o insucesso do seu time. Perfeito. Só realmente defendo que o pensamento comum, não somente dos torcedores do Oklahoma City Thunder, é que o atleta fez uma determinada escolha pesando vários aspectos de sua vida, carreira e sucesso profissional, e não necessariamente deveria ser execrado em “praça pública” esportiva como foi e ainda tem sido. Mas respeitamos as nossas opiniões diversas neste ponto e seguimos nosso debate. Muito obrigado pela audiência de qualidade, cara. Um abraço!

  • Tiago Paz

    Muito bom!
    Uma leitura que me segurou na frente do celular e esquecer dos 800 grupos de WhatsApp.
    Parabéns, Jumper!

    • Yan Alves #Suns

      Ah para

    • LucsHeat

      Ah para²

    • Guilherme Gonçalves

      Tiago Paz,

      Hehehe! Valeu, cara: muito obrigado! Tem grupo que é legal de passar um tempo, tipo os “proibidões”, mas tem uns que é melhor pedir pra morrer… Hehehe! Um abraço!

  • Fabio Patrao

    Parece que o autor do texto captou o sentimento de muitos leitores do site. Infelizmente estou pensando seriamente em deixar de acompanhar basketball e NBA no jumper devido ao excessivo número de comentários agressivos em relação aos times, jogadores, técnicos e até questões políticas ( os comentários no post do Kanter são dignos de pena).
    Espero que isso mude…mas acho difícil num curto prazo.

    • LucsHeat

      Babbit é uma merda mesmo, e eu quero que o waiters va tomar no centro do borró dele

      • Fabio Patrao

        Temos aí um belo exemplo de pessoa covarde que destila o ódio sem sequer assumir​ a identidade…digno de pena

        • Sr. Bolsonaro “Ó Comissário”

          Ora Ora temos um xeroque romes aqui

          • Fabio Patrao

            😘😘😘😘😘

        • KEMBAAAAAAAAAAAAAAAAAA

          Que isso cara, relaxa ae meu patrão.

      • Baiano #MPJrCelta 🐳 👴 ☘

        HAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHA MITO

    • LeBron Mavs – Hidra VPN

      Patrão kkkkkk com cara de vendedor de hinode

    • Guilherme Gonçalves

      Fabio Patrao,

      Muito obrigado pela sua leitura e pela sua participação! Cara, não deixe que este tipo de situação diminua seu interesse pelo esporte ou pela NBA. Tente relevar, tente se desprender disso e esperemos que todos saibamos respeitar mais e curtir mais as diferenças também, não é mesmo? Um abraço grande!

    • Michael Scofield

      Para de frescura…

  • LeBron Mavs – Hidra VPN

    Concordo com o texto e para isso se concretizar é Bolsonaro 2018

    • Thiago26-NBA

      kkkkkkkkk

      • LeBron Mavs – Hidra VPN

        se falar que eu não li tudo, tá mentindo!

  • Pedro Guedes

    Você não viu ninguém chamando os playoffs de 2016 de ”pior da história”. Tampouco o de 2015 ou 2014.

    O de 2017 é chamado assim, pq fez por merecer esse rótulo. Não é preciso advogar a favor dele, pra tentar nos fazer engolir um produto ruim.

    Criticamos, porque não estamos satisfeitos. Queremos mais emoção, mais jogos 6/7, mais equilíbrio.

    • dirct

      “Queremos mais emoção, mais jogos 6/7, mais equilíbrio.”

      Ai está o erro, isto é um jogo e jogo não tem o resultado que se deseja (a não ser que seja comprado) eles simplesmente acontecem e estão totalmente fora do nosso controle, não dá pra “forçar” um equilíbrio, muito menos culpar quem trabalha melhor como vilão.

      Nos esportes americanos todos os times tem o mesmo CAP pra gastar, isso na teoria é pelo equilíbrio do campeonato, agora se tem dirigente fazendo burrada não é problema da liga.

      Se vc quer ficar com raiva de alguém pela polarização da NBA não fique com raiva de GSW, CAVs, Lebron ou Durant. Fique com raiva dos dirigentes dos times ruins que as vezes até com folhas salariais maiores (Nets é uma das maiores folhas) não conseguem montar um time competitivo.

    • Guilherme Gonçalves

      Pedro Guedes,

      Muito obrigado pela sua leitura, cara. Pedro, não foi minha intenção advogar em favor dos atuais playoffs ou dos playoffs de outrora, mas somente não acho que seria razoável decretar que estes são os piores da história vistos 70 anos de pós-temporada e que não conseguimos assistir in loco a todos esses anos. No mais, concordo com você no desejo de mais jogos, mais equilíbrio, mais emoção. Obrigado pelo comentário!

  • Thiago26-NBA

    Se um dos motivos é a tal “pesquisa”, interrompam esse tipo de tópico no site. Ou então colocassem só a opção Não e Não sei..já que o mais condizente ee menos supreso seria o “Não, não é a pior temporada”. Se o espaço é aberto para respostas como sim ou não, vai do ponto de vista de cada um, é uma enquete….rsrs

    • Guilherme Gonçalves

      Thiago26-NBA,

      Obrigado pela sua leitura, cara. Ter ou não a enquete não é um problema, e como dito no artigo considero importante a participação porque democratiza o acesso à informação. Nessa aí vou aliviar pra galera que cria as enquetes porque eu que me meti de gaiato: as enquetes são bacanas e demonstram um termômetro do pensamento geral, não acha? Um abraço, cara!

  • Indian!

    KK?

  • Doug

    Pra mim, o texto é bom e o autor está de parabéns, mas não imune de críticas, como todo trabalho publicado, sejam elas construtivas ou não. Para a sociedade atual, não deixa de ser um leve tapinha na cara. Resta saber se, quem precisa assimilá-lo, extraindo algo de bom dele, o fará…nele se apresenta uma opinião fundamentada e isso merece respeito. Penso que é preciso ser racional para curtir o esporte de verdade, deixando-se o emocional de lado às vezes…uma coisa é torcer por um time, outra é desmerecer quem quer q seja por puro recalque e escolhas pessoais…outra bem diferente é padecer de falta de atenção e causar por onde passa…acredito que há fatos no texto que são inquestionáveis, verdadeiras constatações, como tb há conjecturas…nada de tão novo, mas, para alguns, pode representar uma novidade…é, assim, um serviço de utilidade social…eu concordo com algumas coisas nele e discordo de outras…natural…é o papel da mídia…resta-nos pensar e viva a democracia!

    • Guilherme Gonçalves

      Doug,

      Cara, perfeito. Palmas. Se pudesse eu digitaria de pé, mas o teclado não é wireless… Hehehe! Muito obrigado pela sua leitura, seu comentário que realmente encontra o cerne do que quis transmitir como mensagem, e pela sua audiência. Pra nós é um prazer ter todos vocês como leitores e uma honra poder debater nesse nível tão alto como você nos propõe. Mais uma vez: muito obrigado! Um grande abraço!

      • Doug

        Guilherme, meu velho. Fico lisonjeado pelo seu retorno. O trabalho de vcs é muito bom e só vem melhorando. Eu que agradeço pela ótima cobertura do esporte que vcs vêm fazendo…estão mesmo de parabéns, vc e os demais do site. A crítica é natural e é resultado de um trabalho que dialoga com os leitores…bom seria se todos fosse polidos como foi o seu texto…lembre-se que nem mesmo Jesus Cristo conseguiu agradar a todos, o que dirá nós, não é mesmo?! Não se deixe abater por comentários nonsense, aproveite-os de alguma forma…fique tranquilo, pq a sua a sua mensagem foi passada nesse belo texto, que é o reflexo da nossa democracia. Continuem assim. Gde abraço!

  • Felipe Martins

    Putz até aqui tem sem noção falando em Bolsonaro? tem gente que realmente perdeu a noção do ridículo, verdadeiros fanáticos religiosos da política… E o pior é que boa parte dos que se comportam dessa maneira patética nem idade pra votar tem…

    Belo texto, muito bem escrito. Infelizmente Umberto Eco estava muito certo quando disse que “As mídias sociais deram o direito à fala a legiões de imbecis que, anteriormente, falavam só no bar, depois de uma taça de vinho, sem causar dano à coletividade. Diziam imediatamente a eles para calar a boca, enquanto agora eles têm o mesmo direito à fala que um ganhador do Prêmio Nobel. O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade”.

    As vezes tenho a impressão de que a internet ao inves de democratizar a informação acabou democratizando a ignorância, a truculência, a preguiça mental e a intolerância que antes era exclusividade dos burros.

    • Baiano #MPJrCelta 🐳 👴 ☘

      Sou absolutamente contra Bolsonaro, mas se você prega a democracia, não pode taxar seus eleitores como “esquizofrênicos”. Isso deixa o campo da opinião e passa para o da ofensa.

      • Felipe Martins

        Sim cara vc tem razão, eu concordo totalmente com vc nesse ponto. Por coincidencia, eu editei a mensagem segundos antes do seu comentário ser publicado. Troquei por sem noção, porque na boa, é 100% sem noção vir falar de Bolsonaro e etc em uma notícia como essa que nao tem absolutamente nada a ver com a disputa cretina direita vs esquerda que vem rolando no brasil. E não é a primeira nem a segunda vez que eu vejo isso acontecendo (gente pegando discussao totalmente nadaver pra fazer propaganda política) nos comentários aqui no Jumper

        • Baiano #MPJrCelta 🐳 👴 ☘

          Infelizmente qualquer portal de notícia/esporte que tenha sessão de comentários está impregnado com esse tipo de manifestação política, seja para o “lado a”, seja para o “lado b”. O país vive uma polarização ridícula e orquestrada.

          • Felipe Martins

            Pois é baiano, eu vejo a mesma coisa que vc. E como você pode ver, testemunhar toda essa intolerância e ignorância parece que vai contaminando a gente aos poucos, eu mesmo me mostrei um ótimo exemplo disso me referindo a alguns usuários como esquizofrênicos. Que sirva de lição. Abraço

          • Baiano #MPJrCelta 🐳 👴 ☘

            Sem problemas, você não é o único. Constantemente me policio, mas às vezes meu “filtro” deixa passar, manter a sanidade em nosso país esta cada vez mais complicado.

            Abraços!

      • IThomas

        Ui

    • Josias Filho

      Em um texto que fala de política não vejo mal algum alguém opinar sua preferência. Democracia não é isso? Liberdade de expressão não é isso? Chamar quem pensa diferente de você de esquizofrênico e vou até aumentar aqui.. facista, racista .. bla bla bla… coisas que falam de quem compartilha essa mesma opiniao que voce critica. Eu particularmente sou Bolsonaro, e é com comentários desses seus que eu me certifico que estou com o pensamento correto.

      • Felipe Martins

        Josias, muito mais do que uma análise política, esse texto do Guilherme é uma crítica à intolerância e a truculência na internet. Qualquer propaganda política barata, sem embasamento, como comentar “para isso acontecer só com bolsonaro 2018” não passa de propaganda política barata. E cara, acho que é a 3a ou 4a vez essa semana que abro os comentários do Jumper, querendo ler sobre basquete, e vejo gente fazendo propaganda do Bolsonaro, daí daqui a pouco metade das mensagens da notícia são sobre isso, saca? Eu entro no g1, os comentários sao pura guerra direita vs esquerda, eu entro na uol e terra é a mesma coisa, site da folha e estadão a mesma coisa, agora até no Jumper parece que isso tá acontecendo. Porra, pera lá, parecem aqueles missionários evangélicos das antigas que ficam tocando a sua campainha pra tentar te converter.

        15 minutos antes de você postar a sua mensagem eu já tinha editado o meu comentário trocando a expressão esquizofrênicos por sem noção, talvez você não tenha atualizado a página aí no seu navegador. Como eu falei pro baiano eu concordo com essa crítica, e até editei um pouco antes de vocês me chamarem a atenção.

        • Josias Filho

          Bem realmente entendo, concordo que o tema política está basicamente em todos os lugares, e que sim, é chato, principalmente aqui onde o tema principal é basquete. Como o baiano falou , no comentario vc havia deixado o campo da opinião para o da ofensa, mas você corrigiu e o isso é o que importa. Vamos discutir basquete e deixar a política para outras ocasiões, sempre respeitando as opiniões contrárias Abraços man.

          • Benito Gantes

            “sempre respeitando as opiniões contrárias” (bolsonaro?)
            interessante!

          • Guilherme Gonçalves

            Josias Filho,

            Claro, cara. Respeito sempre e opiniões contrárias sempre também. Não há crescimento se não houver discordância e troca de ideias, informações e posicionamentos. Muito obrigado pela sua leitura e pelos seus comentários, que são sempre bem-vindos. Um abraço!

    • Marcelo Desoxi

      kkk os seguidores do Bolsonaro, em sua maioria, são sub-17.

    • LeBron Mavs – Hidra VPN

      Nego quer votar em Bolsonaro 2018 para Presidente tem que ser muito foda mesmo

    • Guilherme Gonçalves

      Felipe Martins,

      Muito obrigado pela sua leitura, pelo comentário e pelo elogio, cara. Sobre o fato de a internet ter tornado cada um de nós um “portador da verdade”: é algo interessante a se pensar. Como houve o acesso mais amplo e a democratização ao “microfone público”, a gente vê alardeada ou aumentada uma impressão que talvez fosse singular de alguém, mas que encontra “reforço” nas curtidas, favoritadas, retweets, etc. Não acho que seja ruim, mas acho que nós, como humanidade, estamos ainda aprendendo alguns limites e traquejos da internet para o melhor convívio coletivo. Leva tempo e todos precisamos ter atenção quanto a isso, não acha? Um grande abraço!

    • João LAL

      O resumo de tudo:

      “O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade.”

  • Beto #25DiasProDraft #RIPChris

    Concordo com o que foi escrito sobre o ”haterismo” exagerado em cima de Cleveland e GS, Durant e LeBron. Sobre a pós-temporada, das que eu acompanhei até hoje, essa é sim a pior disparada, alguns jogos foram tão sem graça que chegaram a dar sono. Estou com grandes expectativas para as finais, espero que pelo menos compensem a decepção com os playoffs até aqui.

    • Guilherme Gonçalves

      Beto #25DiasProDraft #RIPChris,

      Valeu pela sua leitura e pelo comentário, cara. Realmente alguns jogos e séries de playoffs deixaram a desejar. A gente espera tanto desde outubro pra coisa pegar pra valer que, quando acontecem umas varridas ou jogos de 30 ou 40 pontos de diferença, fica uma sensação esquisita, né? Apesar de realmente achar que as finais devem ir a, no mínimo, seis jogos. Vamos torcer por um jogo 7 pra parada ficar legal! Um abraço!

  • JVRave

    De uma forma ou de outra todos sabiam que o campeonato iria começar agora, e isso se o Cvs não tomar um 4-1 ou uma varrida…

    • JVRave

      Pela primeira vez em não sei quantos anos assisto nba, eu parei de assistir os playoffs, vou assistir “a final”, e olhe lá…

    • Guilherme Gonçalves

      JVRave,

      Será, cara? A gente espera tanto pela grande final que, acontecendo uma varrida, a brochada é geral, né? Vamos torcer por um outro jogo 7 pra gente curtir mais, né? Um abraço e obrigado pela leitura!

      • FariaSixers #TheProccess

        Lebron deve vir com sede para o desempate e crescer ainda mais nos números pessoais, pode apostar que vai até o ogo 7, para nos consagrarmos felizes …

  • LucsHeat

    BOLSONARO pra comissário da NBA, Diretas Já!

  • IThomas
    • LucsHeat

      Ouvi essa boa dupla quando abri aqui

  • Vitor Martins

    Não concordo exatamente com tudo, mas muito bom o texto! Parabéns! Precisava.

    • Guilherme Gonçalves

      Obrigado pela sua leitura e pelo seu comentário, cara. Um abraço pra você!

  • Hilton Silva

    Problematiza mais que ta pouco…

    • Guilherme Gonçalves

      Obrigado pela sua leitura e pelo seu comentário, cara. Um grande abraço!

  • Michael Scofield

    Alguém pode resumir, por favor??

    • MarcoLakers

      kkkkkkkkkkkkkkk

  • RennanLAL

    Os playoffs foram horríveis mesmo, a única série boa foi Celtics x Wizards.

    • Bruno Carvalho Costa

      Jazz x Clippers foi muito boa.

      • FariaSixers #TheProccess

        Cara, eu concordo contigo porém por outro lado, você não acha que pelo elenco o Clippers jogou abaixo do esperado, e a lesão do Griffin acabou em partes com o espetáculo deixando o LAC mais apático nas partidas ?!

    • Damon

      pacers x cavs foi boa também

  • Benito Gantes

    da MINHA história na nba é sem dúvida. deixei de ver vários jogos de playoffs. foi a temporada regular q menos vi jogos desde que comecei a acompanhar via league pass, se bobear até nas temporadas sem ele. EU não gosto de esportes polarizados, logo, não é coincidência a perda da MINHA audiência. E sim, a narrativa ficou pobre com a ida do durant ao gsw – culpa de quem permitiu isso. Quanto aos outros dois casos…. segue o jogo.

    • Guilherme Gonçalves

      Benito Gantes,

      Obrigado pela sua leitura e pelo seu comentário, cara. Um abraço!

  • Leo Matos

    Que texto top eim, parabéns Guilherme, ficou muito bom, concordo com a maioria dele. Acho que alguns comentários “ignorantes” referente a NBA, vai ser cada vez mais comum não só com o avanço da comunicação mas também do aumento da popularidade da NBA nas terras tupiniquim, vejamos o futebol, é nosso esporte principal, consumido pela grande massa, e nem por isso todos são especialistas, vejo comentários idiota sobre futebol todo santo dia, semana passada um amigo me colocou em um grupo do WhatsApp de futebol sobre meu time, que de grande maioria era de torcedores mais velhos que apenas assistiam aos jogos, mas não acompanhavam noticias ou se interessavam em entender as táticas ou tudo que envolve um time, porém ontem foi meu limite de aguentar tanta besteira que escreviam naquele grupo, apenas com comentários simplistas sem nenhuma logica para criticar ou elogiar o time ou os jogadores, o mesmo está acontecendo com a NBA agora, com o esse aumento de seguidores, cada vez mais veremos um monte de comentários intolerantes e fracos, porém no fim, esse consumismo irá fazer a NBA abrir cada vez mais os olhos aqui pro Brasil.

    • Guilherme Gonçalves

      Leo Matos,

      Muito obrigado pela sua leitura, e também pelo seu comentário, cara. Cara, tentei no artigo deixar claro que minha crítica não era exatamente sobre o fato da democratização das comunicações ou o acesso aos jogos nos ter deixado burros ou rodeados de pessoas intolerantes. Democratizar é bom, é necessário, como democratizar uma espécie de código de ética, respeito e boa convivência na internet também. O que acha? A gente só não chegou lá ainda, né? Hehehe! Sobre o fato do futebol: realmente tá no sangue. Mas nem o monge mais pacífico do mundo vai deixar de cornetar quando sobe todo o time pra área e o cara cobra escanteio curto… Aí é de cair o c* da bunda, hehehe! Um abraço!

  • LeBron Mavs – Hidra VPN

    Música nova do Henrique e Juliano pra quem tá na fossa
    https://www.youtube.com/watch?v=Md4WASxp3-s

  • LeBron Mavs – Hidra VPN

    Quero saber pq eu to sendo banido dessa pixirica de site

  • Poxa Guilherme, li seu belíssimo texto, e isso é culpa do dinamismo de hoje, as pessoas tendem a diminuir os feitos, ou tentar ser contra aquele “cara” que faz a diferença, vejo algo como inveja, ou coisa assim. Infelizmente, esse ano faltou mais combatividade aos rivais de GSW e o Cavs, mas é culpa deles? Sinceramente, não, passa mais pela falta de competência das outras franquias, e não culpo o Durant pela opção que ele fez, se fosse eu faria o mesmo, história se conta com TITULOS, então se o cara é foda, ele tem que estar mesmos com os melhores, e o Lebron tá certo tbm em querer times fortes, e os outros jogadores que correm atrás dele hoje, não o contrário. Agora é preparar a cerva, ou uma pipoca gostosa e ver esses sete (tomara) grandes jogos que virão. E mais uma vez, parabéns pelo texto amigão.

    • Guilherme Gonçalves

      Vinicius Bezerra,

      Muito obrigado pelo seu comentário, cara, e valeu pela leitura. Pra mim era líquido e claro como ambos times eram superiores em suas conferências, e somente algumas questões inerentes ao jogo, como lesões ou atletas em estado físico ruim, poderiam ser barreiras para que eles reeditassem as finais mais uma vez. O lance do Durant e o circo midiático que se fez em cima disso foi algo exagerado pra mim, apesar de entender ambos lados: o cara continua ganhando muito bem pra jogar basquete e tem a chance de realizar o motivo da vida dele e de ele acordar todo santo dia, e quem acompanha o esporte tem motivo de reclamar de uma bipolarização que poderia acontecer. O lance é que NBA não é lógica, não é videogame. O cara fez por merecer o que conquistou de forma singular e agora com o novo time, trabalhou muito duro para se adaptar e pra se curar de lesões, então também merece ter reconhecimento por suas conquistas, o que não necessariamente acabou acontecendo. Muito obrigado por enriquecer nosso debate, cara.

  • Gustavo

    Parabéns Guilherme, excelente texto, estou digitando de pé de novo!

    A sociedade moderna precisa muito de duas daquelas simples filosofia arcadista: ‘inutilia truncat’ e ‘carpe diem’. Em outras palavras, cortem o mimimi, abram uma cerveja e apreciem essas finais, e agradeçam por poder aprececiar a história sendo feita diante de nossos olhos.

    • Guilherme Gonçalves

      Gustavo,

      Muito obrigado, cara, pela sua leitura e seu comentário elogioso. Vou tentar seguir a sua receita pras finais agora. Se o jogo não for bom, ao menos a cerveja tem de estar gelada pra valer um pouco, né? Hehe. Um abraço!

  • Michael Scofield

    Quanta gente fresca tem por aqui hein…

  • THE BULLS23

    Nossa, parabéns. Texto excepcional. Deixei guardado pra ler depois e li. Só esclareço que nem sempre quando criticamos um atleta não adimirá mostrar suas habilidades. Eu realmente acho LeBron genial. Cara fora de série. Será um dos melhores de todos os tempos. Todavia, LeBron é pipoqueiro. Em jogos decisivos ele sempre passa a bola para os excelentes “amigos”, vide Wade, Allen e agora Irving. Enfim, parabéns.

    • Guilherme Gonçalves

      THE BULLS23,

      Muito obrigado pelo seu comentário, cara, e também pela sua leitura. Não consigo enxergar dessa forma sobre James ser “pipoqueiro”, mas respeito sua opinião, claro. Não consigo enxergá-lo assim porque a forma como ele domina o jogo faz com que seus times precisem poucas vezes que um atleta apareça no final para “salvar a partida”. O Cavaliers não ganha de muitos pontos de diferença, precisando de um “salvador da Pátria”, à toa: é uma vitória construída com firmeza desde o princípio. Talvez por isso não consigamos ver tantos arremessos no estouro do cronômetro pra ganhar jogos: James consegue ganhá-los juntamente a seu time antes mesmo disso. O que acha? Um grande abraço, cara!

      • THE BULLS23

        Obrigado pela atenção. Todos os times, por mais genial que seja, uma hora precisa de um último arremesso. Nesta hora aparece Wade, Allen e agora Irving. Nunca é LeBron. Única resalva que faço no jogo deste genial atleta. Talvez LeBron termine a carreira como melhor jogador de todos os tempos, exceto pelos últimos 2 minutos de jogo. Um abraço.

  • TRUETHIAGO

    Texto realmente precioso, Guilherme. Conseguiu expressar o sentimento de muitos internautas, com toda a certeza. Eu tinha comentado algo mais ou menos nessa linha outro dia, somos privilegiados de poder ver um atleta do nível do LeBron, ou esse belo time do GSW, etc, e há quem prefira ficar rebaixando eles, em vez de apreciar… Qual a lógica disso??? Sinceramente, não consigo compreender. E, como brinquei na oportunidade, nunca estudei psicologia, mas talvez existisse uma explicação científica e tal.

    Veja, não é o fato de criticar ou elogiar que está em questão, críticas bem fundamentadas são essenciais para a evolução, seja particular, de um jogador, esporte, etc. Na minha opinião, também considero que foram os playoffs com maior desnivelamento, desde quando acompanho. Porém, por méritos de Cavs e Warriors, que atuaram num patamar superior aos demais.

    Sim, adoraria que a maioria das Series fossem a 6, 7 jogos, várias partidas decididas nas últimas posses de bola, game winners, buzzers beaters, enfim. Agora, até parece que é todo ano assim, e que só não aconteceu em 2016/17 por culpa dos vilões Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors!!! Vamos ter base na hora de comentar, estudar antes a história da liga um pouquinho, usar mais o cérebro e menos o fígado, falando português claro.

    Internet sem dúvida é uma ferramenta maravilhosa, encurtou distâncias, acelerou a comunicação, troca de informações, mensagens, democratizou o acesso. Basta saber tirar proveito dela, do contrário, é apenas um desperdício de tempo, dinheiro, banda larga…

    • Guilherme Gonçalves

      TRUETHIAGO,

      Muito, muito obrigado pelo seu comentário, cara, e também pela leitura e pelo elogio. Concordo com você nos aspectos por você levantados, e tentei colocá-los justamente no artigo. Eu enxergo muita coisa como você se posicionou, cara. Um abraço e até mais!

  • wanderley

    Um dos textos mais brilhantes que li nestes últimos dias. Parabéns Guilherme!

  • Jadson Ramos

    Acho que qualquer pessoa que acompanha a NBA há pelo menos cinco anos se sentiu um pouco frustrada com essa série de playoffs. Foi como assistir a um filme repetido na Sessão da Tarde: você já conhece o script todinho, já sabe tudo que vai acontecer, mas assiste porque não há nada melhor pra fazer naquele momento. A diferença dos times finalistas para os seus adversários era tão evidente, que em determinados momentos estes deixavam transparecer o desânimo e a descrença na possibilidade de ganhar a série já no segundo jogo, com uma desvantagem de 20, 30 pontos num 3Q. A linguagem corporal dos jogadores e técnicos deixava isso muito claro.

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