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Postado em 24 jun 2017 às 14:08
Draft 2017 – Vencedores e perdedores

Gustavo Lima avalia seleções feitas pelos times no recrutamento

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Por Gustavo Lima

O Draft 2017 foi um dos mais profundos dos últimos anos e entrou para a história porque 16 novatos foram escolhidos na primeira rodada (11 deles na loteria), um recorde no recrutamento.

Não tivemos surpresas nas primeiras nove escolhas, mas a partir da décima o inesperado entrou em cena. E vários prospectos de qualidade saíram só na segunda rodada, evidenciando o alto nível do recrutamento.

Como esperado, o Philadelphia 76ers, dono da primeira escolha, não brincou em serviço e selecionou o maior talento da classe deste ano, o armador Markelle Fultz, da Universidade de Washington. O Los Angeles Lakers também fez o óbvio e escolheu o armador Lonzo Ball, de UCLA, logo em seguida. Já o Boston Celtics, que tinha chances de envolver a terceira escolha em uma troca por algum jogador consolidado na liga, manteve a pick e, sem surpresas, selecionou o ala Jayson Tatum.

Vale destacar ainda a troca envolvendo Chicago Bulls e Minnesota Timberwolves. A torcida da equipe de Illinois deve estar fula da vida com a saída de seu principal jogador por um pacote pouco atrativo vindo de Minneapolis. Abrir mão do ala Jimmy Butler pelos jovens Kris Dunn, Zach LaVine e a escolha 7 (Lauri Markkanen) foi duro de engolir. E, ainda por cima, o Bulls mandou a pick 16 (Justin Patton) para o Timberwolves, que tem tudo para encerrar o jejum de 13 temporadas sem disputar os playoffs.

Os três brasileiros elegíveis para o draft – o armador Georginho, o ala-armador Wesley Mogi e o ala Lucas Dias (todos atletas do Paulistano) – não foram selecionados. Horas depois do recrutamento, Georginho aceitou convite do Houston Rockets para integrar o elenco do time texano na Liga de Verão de Las Vegas e pré-temporada. As partes assinarão contrato parcialmente garantido nos próximos dias.

Sem delongas, vamos às análises, time por time, e apontar quem fez um bom recrutamento e quem foi mal no draft.

Philadelphia 76ers
Escolhas: Markelle Fultz (1), Anzejs Pasecniks (25), Jonah Bolden (36) e Mathias Lessort (50)
Avaliação: O Sixers fez o óbvio e selecionou o melhor talento disponível. Fultz não encantou Danny Ainge, gerente-geral do Celtics, que, antes do recrutamento, trocou a primeira escolha com o time da Philadelphia, mas é o grande jogador da classe deste ano, com potencial para se tornar uma estrela na NBA. Ele chega para formar um quarteto de muito futuro com Joel Embiid, Dario Saric e Ben Simmons (já apelidado de FEDS). Tomara que todos esses talentos fiquem saudáveis e possamos ver o Sixers competitivo depois de algumas temporadas horrendas. Nas outras três escolhas, o Sixers optou por jogadores que atuam no basquete europeu. Os famosos stashs, que deverão permanecer mais algum tempo na Europa antes de chegarem à NBA. Gostei muito das escolhas de Pasecniks e Bolden, respectivamente segundo e quarto melhores da minha lista de prospectos de 2017 que jogam fora dos EUA. O letão é um pivô ambidestro com rara mobilidade, que se movimenta muito bem sem a bola e possui um refinado jogo de costas para a cesta e um trabalho de pés elogiável, enquanto o stretch four australiano, que atua na Sérvia e foi eleito o melhor jogador jovem da Liga Adriática, chama a atenção pelo atleticismo, solidez defensiva, arremesso confiável e potencial como passador. Portanto, excelente o recrutamento do Sixers.

 

Los Angeles Lakers
Escolhas: Lonzo Ball (2), Kyle Kuzma (27), Josh Hart (30) e Thomas Bryant (42)
Avaliação: Aqui também nenhuma surpresa com a segunda escolha. Para a alegria do pai, LaVar, Lonzo Ball será o armador do Lakers a partir da próxima temporada. O moleque tem visão de quadra, passe e QI de basquete de alto nível, o que o credencia como o melhor playmaker da classe deste ano. Lonzo assegura que ele é o líder que o time angelino procura. Magic Johnson, o manda-chuva do Lakers, encheu a bola do armador e já disse que Ball será a nova cara do Lakers. O time angelino também fez boas escolhas no final da primeira rodada e na segunda. A que mais gostei foi a do ala-armador Josh Hart, que está pronto para contribuir de imediato na NBA com sua competitividade e mentalidade vencedora. Ele é o protótipo de role player capaz de ajudar com bolas de três pontos e defesa. Kuzma é um ala-pivô que se destaca pela versatilidade ofensiva, controle de bola e trabalho de pernas apurados, arremesso confiável e por ser um grande reboteiro. Já Bryant, além do sobrenome forte, é um pivô dotado de envergadura invejável, com capacidade de chutar do perímetro e que possui uma ética de trabalho muito elogiada. Em suma, o Lakers fez um ótimo recrutamento.

 

Boston Celtics
Escolhas: Jayson Tatum (3), Jesusemilore Talodabijesu “Semi” Ojeleye (37), Kadeem Allen (53) e Jabari Bird (56)
Avaliação: Alguns torcedores do Celtics ficaram insatisfeitos com a troca de picks com o Sixers antes do recrutamento por enxergarem uma oportunidade única de selecionar o maior talento do draft (Markelle Fultz). Só que Danny Ainge pensou diferente. Para ele, Jayson Tatum era o grande jogador da classe. O GM, inclusive, revelou que escolheria o ala de Duke mesmo se tivesse ficado com a primeira escolha. Portanto, ao fazer a negociação com o Sixers, Ainge escolheu o prospecto que queria e, ainda por cima, angariou mais uma futura escolha de primeira rodada. Pode ter sido uma jogada de mestre. Ou ele pode ter deixado passar a chance de ter no time um futuro astro da NBA. Só o tempo nos dará essa resposta. O fato é que Tatum é uma escolha que faz muito sentido para o Celtics, em termos de talento, capacidade de contribuir de imediato e encaixe na equipe. Ele é um pontuador sólido, capaz de criar separação para marcadores (destaque para seus jump shots de média distância e o talento natural operando em isolation), tem uma ética de trabalho elogiável e possui um dos trabalhos de pernas mais avançados desta classe. Além disso, Tatum pode perfeitamente atuar na posição 4 nas formações mais baixas que o técnico Brad Stevens adora. Na segunda rodada, o Celtics foi bem em selecionar Semi Ojeleye, que era cotado para sair no fim da primeiro round. Ele é um combo forward dotado de muita força física, explosão e velocidade. Ojeleye também é um grande arremessador do perímetro, atua com agressividade, adora o jogo físico e tem a capacidade de defender tanto no perímetro quanto no garrafão. Os outros dois prospectos escolhidos – Kadeem Allen e Jabari Bird – são atletas “experientes”, pois completaram o ciclo universitário. Allen é um dos melhores defensores na posição 1, e é bastante efetivo jogando sem a bola nas mãos, com seu chute confiável da linha de três. Já Bird, antigo companheiro de Jaylen Brown na Universidade da Califórnia, se destaca pelo atleticismo de elite e capacidade de criar o próprio arremesso. Muito provavelmente, o trio escolhido na segunda rodada deverá passar a próxima temporada na G-League (Liga de Desenvolvimento). Eu não teria escolhido nem Allen nem Bird. Teria optado por prospectos internacionais que não precisariam jogar de imediato na NBA (stashes).

 

Phoenix Suns
Escolhas: Josh Jackson (4), Davon Reed (32) e Alec Peters (54)
Avaliação: Josh Jackson era a escolha perfeita para o Suns. Ele vai se encaixar muito bom no perímetro da equipe ao lado de Devin Booker, opinião compartilhada pelo gerente-geral da franquia, Ryan McDonough, que tem um faro apurado no recrutamento. O ex-ala de Kansas chama a atenção pelo atleticismo, explosão física e alto QI de basquete. Jackson é um terror operando em transição, tem excelente visão de quadra, um ótimo trabalho de pernas e é um dos defensores mais versáteis da classe deste ano. Se evoluir como arremessador, pode se tornar uma estrela na liga. Jogador inteligente e disciplinado em quadra? É o sonho de todo treinador. As comparações com Andre Iguodala e Kawhi Leonard enchem de esperança o torcedor do Suns. Se deixar os problemas extra-quadra para trás, Jackson tem tudo para ser ao menos sólido na NBA. Talento ele tem de sobra. Gostei também das escolhas de segunda rodada. Davon Reed chega a Phoenix para exercer função semelhante a de P.J. Tucker: forte fisicamente, ele é um grande defensor de perímetro e ainda contribui com bolas de três pontos. Já Peters é um stretch four que se destaca pelo arremesso confiável do perímetro e pela capacidade de coletar rebotes. Enfim, o Suns fez um ótimo recrutamento.

 

Sacramento Kings
Escolhas: De’Aaron Fox (5), Justin Jackson (15), Harry Giles (20) e Frank Mason III (34)
Avaliação: Guardem a seguinte frase para as gerações futuras: o  Sacramento Kings fez um recrutamento espetacular. A franquia mais espinafrada da NBA selecionou atletas oriundos de quatro dos cinco programas mais vitoriosos da NCAA (Kentucky , North Carolina, Duke e Kansas). De’Aaron Fox chega ao Kings para assumir a condição de armador principal, posição mais carente da equipe há um bom tempo. Comparado a John Wall, ele chama a atenção pela agressividade nos dois lados da quadra, velocidade, explosão e habilidade defensiva. Fox é um infiltrador de elite, tem flashes como passador e comete poucos erros. Fit perfeito para jogar ao lado de Buddy Hield. O ala Justin Jackson, que liderou North Carolina ao título da última temporada do basquete universitário, é um passador subestimado, que mostrou sensível evolução como arremessador do perímetro e defensor. Mais do que isso, ele parece consciente de sua função dentro do time e tem mentalidade vencedora. Antes da temporada da NCAA começar, Harry Giles era cotado para ser uma das três primeiras escolhas do recrutamento. Caiu até a escolha 20 e o Kings resolveu apostar no jogador de 19 anos, que já rompeu os ligamentos do joelho duas vezes. Pouco antes do draft foi divulgada a informação de que os novos relatórios médicos sobre ele eram animadores. Ele pode recompensar a aposta, caso se mantenha saudável. O talento está ali e só precisa ser lapidado. Na segunda rodada, o time de Sacramento selecionou o “veterano” armador Frank Mason III (23 anos), que deverá ser o reserva imediato de Fox. Eleito o melhor jogador da última temporada da NCAA, o ex-jogador de Kansas se destaca pela tomada de decisões, boa leitura de jogo, arremesso confiável do perímetro e por dar o máximo de esforço em quadra. Assim, o Kings fechou com chave de ouro um recrutamento que tem tudo para ser um divisor de águas para a equipe. Vlade Divac, o gerente-geral da franquia, merece aplausos. O núcleo jovem do Kings – Fox, Mason, Hield, Jackson, Labissière, Giles, Cauley-Stein – merece ser observado com atenção na próxima temporada. Tomara que a direção da franquia não faça nenhuma besteira durante essa reconstrução de elenco.

 

Orlando Magic
Escolhas: Jonathan Isaac (6) e Wesley Iwundu (33)
Avaliação: O Orlando Magic tinha dois caminhos na sexta escolha: selecionar um armador ou apostar em um combo forward de muito potencial a médio e longo prazo. A meu ver, a equipe da Flórida agiu corretamente ao dar um voto de confiança ao armador Elfrid Payton e apostar em Jonathan Isaac. O ex-jogador de Florida State é um dos prospectos mais intrigantes deste ano e chama a atenção pela altura privilegiada e atleticismo elogiável. Isaac é capaz de pontuar tanto no garrafão quanto no perímetro, se movimenta muito bem em quadra e ainda possui as ferramentas necessárias para se tornar um bom defensor na NBA. Ainda muito cru, ele precisa aprender os fundamentos do jogo, ser mais efetivo no pick and roll e saber estabelecer posição no garrafão. Não deverá contribuir de imediato, mas a recompensa ao Magic pode ser grande. Gostei também da escolha de segunda rodada da equipe de Orlando. Wesley Iwundu é um ala com visão de quadra privilegiada, envergadura invejável e potencial para ser um bom defensor no nível profissional. John Hammond começou bem os trabalhos como GM do Magic.

 

Chicago Bulls
Escolha: Lauri Markkanen (7)
Avaliação: O que fez a dupla Gar Forman e John Paxson, respectivamente presidente de operações de basquete e gerente-geral do Chicago Bulls, não tem defesa. Trocou Jimmy Butler, o melhor jogador e ídolo do time, por um pacote contendo um armador que não mostrou nada em seu primeiro ano na NBA (Kris Dunn), um ala-armador que se recupera de uma lesão grave no joelho esquerdo (rompimento do ligamento cruzado anterior) e ainda por cima será agente livre ao final da próxima temporada (Zach LaVine), e a sétima escolha do recrutamento. Não satisfeitos, Forman e Paxson ainda cederam a pick 16 ao Timberwolves. Uma troca horrível, que chocou a NBA e deixou enfurecida a torcida do Bulls. Com a escolha adquirida junto ao Wolves, o time de Chicago selecionou o stretch four Lauri Markkanen, que tem uma mecânica de arremesso irretocável, mobilidade e coordenação acima da média para um jogador de 2.13m. Melhor chutador do draft, o finlandês pode se tornar uma arma ofensiva de respeito com o espaçamento na NBA. Markkanen se movimenta muito bem sem a bola, se desmarca e arremessa no pick and pop com facilidade, e demonstra excelência nas situações de catch and shoot. Chamam a atenção seu controle corporal e trabalho de pés avançado para um jogador da sua idade (19 anos). Só que Markkanen não é um bom passador, fica mais no perímetro do que no garrafão e tem dificuldades na defesa. O finlandês não era o maior talento disponível, mas sua escolha é um bom encaixe em um time que sofre com o espaçamento de quadra como o Bulls.

 

New York Knicks
Escolhas: Frank Ntilikina (8), Damyean Dotson (44) e Ognjen Jaramaz (58)
Avaliação: O armador francês é o encaixe perfeito para o triângulo ofensivo do Knicks. Melhor prospecto internacional deste ano, Frank Ntilikina chama a atenção pelos atributos atléticos. Dotado de alto QI de basquete, ele tem altura privilegiada para um armador (1.96m) e uma envergadura monstruosa (2.13m). O jovem francês sabe jogar com e sem a bola nas mãos, tem visão de quadra privilegiada, opera com facilidade no pick and roll e é capaz de defender as três posições do perímetro. Dennis Smith pode ser mais talentoso do que Ntilikina, mas para o esquema de jogo do time novaiorquino, a opção pelo armador francês me pareceu acertada. Na segunda rodada, o Knicks selecionou um ala-armador que tem como carro-chefe o arremesso do perímetro (Damyean Dotson) e um armador sérvio (Ognjen Jaramaz) que se destacou no EuroCamp realizado na semana passada e deverá ficar mais algum tempo no basquete europeu (stash). De modo geral, o Knicks fez um draft decente.

 

Dallas Mavericks
Escolhas: Dennis Smith (9)
Avaliação: Maior talento disponível e ainda supre uma posição carente na equipe. O Dallas Mavericks foi certeiro ao selecionar o armador Dennis Smith. Ele é atlético, agressivo e pontua de qualquer lugar da quadra. Smith é daquele tipo de armador em que o talento supera a disciplina e que protagoniza várias jogadas para levantar o público. Sob o comando de um dos melhores treinadores da NBA, Rick Carlisle, prevejo o melhor dos cenários para o atleta.

 

Portland Trail Blazers
Escolhas: Zach Collins (10) e Caleb Swanigan (26)
Avaliação: O Portland Trail Blazers decidiu trocar suas escolhas 15 e 20 pela décima pick, que pertencia ao Sacramento Kings, justamente para selecionar Zach Collins. Pivô mais técnico da classe deste ano, o ex-jogador de Gonzaga chamou a atenção no último March Madness com grandes atuações, mesmo com o pouco tempo de quadra. Collins tem agilidade e controle corporal impressionantes para um jogador de sua altura (2.13m). Grande finalizador em situações de pick and roll, ele tem potencial para se tornar um big man capaz de espaçar a quadra na NBA. Além disso, vale destacar sua versatilidade defensiva (capaz de defender bem no perímetro e no garrafão) e talento nos rebotes (ótima execução de box out). Porém, Collins tem dificuldades para absorver contato no jogo mais físico na área pintada e apresenta alto índice de desperdícios de bola. Resta saber quais jogadores de garrafão o Blazers vai trocar nesta offseason para que Collins tenha espaço na rotação. A franquia mostrou que confia nele. Ed Davis, Noah Vonleh e Jusuf Nurkic têm contratos expirantes, enquanto Meyers Leonard possui um vínculo de US$32 milhões válido até 2020. Concordo que o time de Portland precisava de um jogador de garrafão com as características de Collins, mas não teria sido melhor selecionar o melhor talento disponível (Malik Monk)? Tá, o Blazers tem C.J. McCollum, Allen Crabbe e Evan Turner para atuarem na posição 2, mas como a folha salarial está inchada (pouco mais de US$130 milhões comprometidos na próxima temporada), a franquia vai precisar trocar ao menos um jogador de perímetro e outro de garrafão para evitar as multas pesadas. O gerente-geral Neil Olshey terá muito trabalho pela frente.

 

Charlotte Hornets
Escolhas: Malik Monk (11) e Dwayne Bacon (40)
Avaliação: Que sorte o Charlotte Hornets teve, hein? Ninguém imaginava que Malik Monk ficaria de fora do TOP 10. O ala-armador se destaca pelo atleticismo de elite, por ser um pontuador versátil e letal no jogo de transição. Ele é excelente sem a bola nas mãos e utiliza muita bem sua velocidade para escapar do marcador e arremessar assim que recebe a bola. Monk não tem o pacote de habilidades necessário para atuar na posição 1 e, ao lado de Kemba Walker, deverá formar um dos backcourts mais rápidos e baixos da NBA. Hornets juntou a fome com a vontade de comer: Monk era o maior talento disponível e ainda preenche uma carência na equipe. Na segunda rodada, o time de Charlotte selecionou o ala Dwayne Bacon, que se destaca pela versatilidade ofensiva e pelos atributos físico-atléticos que o credenciam a ser impactante nos dois lados da quadra. Então, ótimo recrutamento do Hornets.

 

Detroit Pistons
Escolha: Luke Kennard (12)
Avaliação: Uma opção que foi a cara do presidente/técnico Stan Van Gundy. O ala-armador Luke Kennard preenche uma posição carente no Pistons e é um dos melhores arremessadores da classe deste ano. Ele é um jogador muito inteligente em quadra, tem visão de quadra apurada e possui compreensão avançada do jogo. O canhoto Kennard possui as virtudes necessárias para ser um role player útil na NBA. Cá entre nós, Van Gundy não deixaria passar a oportunidade de selecionar um arremessador confiável, não é?

 

Utah Jazz
Escolhas: Donovan Mitchell (13), Tony Bradley (28) e Nigel Williams-Goss (55)
Avaliação: Donovan Mitchell tem a cara do Jazz treinado por Quin Snyder. Um dos times de melhor defesa da NBA selecionou um ala-armador de baixa estatura (1.91m), mas que compensa com uma envergadura invejável (2.08m) e atributos físico-atléticos de elite. Mitchell é uma ameaça saindo de bloqueios, possui ótimo controle de bola, é um passador sólido e tem um trabalho de pés elogiável, além de ser um arremessador em franca evolução. Mas o carro-chefe dele é a defesa. Instintos defensivos, antecipação de elite, facilidade para trocar de marcação e implacável no um contra um. Portanto, boa escolha do Jazz, que pode perder Gordon Hayward nesta agência livre. No fim da primeira rodada, o time de Salt Lake City abriu mão das escolhas 30 e 42 pela pick 28 do Lakers. Tudo para escolher o pivô Tony Bradley. Campeão por North Carolina, ele é um big man com força física e envergadura adequadas para o nível profissional, e que tem um sólido arsenal ofensivo na área próxima à cesta. Bradley impressiona pela capacidade de proteger o aro e pegar rebotes, mas deixa muito a desejar no quesito mobilidade. Trabalhar ao lado de Rudy Gobert e ser comandado por Snyder parece ser o melhor dos cenários para o jovem pivô. Na segunda rodada, o Jazz optou por selecionar um armador que deixou ótima impressão no último March Madness. Nigel Williams-Goss foi um dos responsáveis por levar Gonzaga à final do Torneio da NCAA. Armador inteligente, que se destaca nas antecipações de linha de passe, liderança em quadra e poder de decisão, ele deverá passar o primeiro ano na G-League, até pelo excesso de armadores no time de Utah. Portanto, o Jazz fez bom recrutamento, com escolhas coerentes para o estilo de jogo da equipe.

 

Miami Heat
Escolha: Bam Adebayo (14)
Avaliação: Gosto do Bam Adebayo, mas ainda não entendi a escolha do Heat. O ex-pivô de Kentucky é dotado de atributos físico-atléticos de elite, não foge do contato no garrafão e já tem o corpo pronto para encarar o jogo mais físico da NBA. Grande reboteiro, ele tem potencial para ser um defensor versátil no nível profissional e mostrou flashes de que pode ser útil no jump shot de média distância. No entanto, Adebayo ainda é muito cru no ataque, tem movimentos pouco refinados no garrafão e apresenta limitada visão de quadra. Relatos da imprensa de Miami dão conta que, durante um workout para a equipe, o big man teve um excepcional aproveitamento nos chutes de longa distância (acertou 30 de 50 arremessos), algo novo em seu jogo, e que isso deixou Pat Riley animado. Até pelo estilo de jogo predominante na NBA atual, que privilegia cada vez as formações baixas e o espaçamento de quadra, Adebayo dificilmente jogará ao lado de Hassan Whiteside, a não ser que ele aprimore o jogo ofensivo do perímetro. Na minha opinião, faria mais sentido para o Heat selecionar um ala-pivô com habilidade de espaçar a quadra (D.J. Wilson, T.J. Leaf, Tyler Lydon), algo carente na equipe, ou apostar no potencial de Harry Giles.

Minnesota Timberwolves
Escolha: Justin Patton (16)
Avaliação: Como parte da troca que culminou na chegada de Jimmy Butler à Minnesota, o Timberwolves ganhou de presente do Chicago Bulls a escolha 16. A equipe de Tom Thibodeau selecionou o pivô Justin Patton, cuja maioria de suas criações ofensivas sai do pick and roll, pontes aéreas ou até mesmo cortando em velocidade na direção da cesta saindo do perímetro. Seus atributos atléticos chamam a atenção (agilidade, envergadura de 2.21m e impulsão invejáveis para um jogador de sua altura). Além disso, Patton se sente confortável com a bola nas mãos, opera com facilidade no high post e tem a capacidade de iniciar um contra-ataque. Ele exibe potencial para ser um bom defensor na NBA ao combinar os atributos atléticos e esforço em quadra para ser um marcador decente no pick and roll, antecipar linhas de passe e proteger a cesta durante as infiltrações do adversário. Mas vale dizer que Patton carece de fundamentos nos dois lados da quadra. Em sua primeira temporada na NBA, provavelmente será bastante utilizado na G-League, pois não terá muito espaço na rotação de garrafão do Timberwolves, que já conta com Karl-Anthony Towns, Gorgui Dieng e Cole Aldrich. Um stretch four aqui faria mais sentido, mas como Patton é um projeto de médio e longo prazo não vou criticar a escolha.

Milwaukee Bucks
Escolhas: D.J. Wilson (17) e Sterling Brown (46)
Avaliação: O Bucks manteve a linha de recrutamento dos últimos anos e selecionou mais um jovem com braços longos. O ala-pivô D.J. Wilson chama a atenção pela rara combinação de altura (2.08m), envergadura (2.20m) e agilidade. Ele tem um jogo de costas para a cesta em franca evolução, um bom trabalho de pernas, e apresenta potencial para ser um stretch four eficiente e um sólido defensor na NBA. Enfim, um jovem atlético, versátil defensivamente e com arremesso do perímetro tem um perfil de fácil encaixe na liga. Wilson saiu antes do que muita gente esperava, mas o time Milwaukee mandou bem na escolha. O Bucks já mostrou, recentemente, que não tem medo de apostar no draft. Na segunda rodada, a equipe selecionou o ala-armador Sterling Brown, que se destaca pela visão de quadra apurada, corpo pronto para encarar o nível profissional e por ser um arremessador consistente do perímetro. Em suma, gostei do recrutamento do Bucks.

Indiana Pacers
Escolhas: T.J. Leaf (18), Ike Anigbogu (47) e Edmond Sumner (52)
Avaliação: Ainda se recuperando do baque sofrido após a revelação do ala Paul George de que vai deixar o time ao final da próxima temporada, o Indiana Pacers fez um draft decente. T.J. Leaf é um ala-pivô com mobilidade, que exibe boa qualidade de passe (tem a capacidade de iniciar o ataque operando como passador no high post) e projeta ser um ótimo espaçador na NBA. Além disso, o jogador israelense joga com ritmo e inteligência, tem um excelente arremesso do perímetro e combina fundamentos com instintos para ser um grande reboteiro. Para ser efetivo na liga, Leaf precisa de um armador criativo ao seu lado (assim como Lonzo Ball foi em UCLA). Na segunda rodada, o time de Indianápolis selecionou o pivô Ike Anigbogu e o armador Edmond Sumner. Cotado para ser escolhido na primeira rodada, o companheiro de Leaf na UCLA caiu bastante no draft em razão do histórico de lesões nos pés e nos joelhos. Dono de atributos físico-atléticos de elite (2.29m de envergadura, agilidade, explosão e um corpo pronto para encarar o nível profissional), Anigbogu se destaca no pick and roll (fazendo bons bloqueios no marcador da bola e “rolando” para a cesta com agilidade) e tem potencial para ser um ótimo reboteiro e protetor de aro. Ainda muito cru, ele é um projeto de médio e longo prazo, o que não será problema para o Pacers em reconstrução. Já Sumner, escolhido na pick 52, após o time de Indiana ter comprado a escolha do New Orleans Pelicans, é um combo guard que chama a atenção pela altura privilegiada para a posição (1.97m), braços longos, velocidade incrível e por ser agressivo quando ataca a cesta. Mas vale lembrar que o atleta sofre com lesões – ainda se recupera de uma ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho e já passou por uma cirurgia no ombro. O Pacers demonstrou que confia na recuperação e aposta no talento do jogador.

Atlanta Hawks
Escolhas: John Collins (19), Tyler Dorsey (41) e Alpha Kaba (60)
Avaliação: Com a saída de Dwight Howard via troca, e a decisão de Paul Millsap de abrir mão do último de contrato para testar o mercado, o Atlanta Hawks viu a necessidade de reforçar o seu garrafão, que, hoje, conta apenas com o limitado pivô Miles Plumlee. Era esperado que o time da Geórgia optasse por um big man na pick 19. E o escolhido foi John Collins, que adora o jogo físico. Ele é um dos jogadores de garrafão mais atléticos da classe deste ano, que corre bem a quadra e é explosivo no ataque à cesta. Collins tem um apurado jogo de costas para a cesta, um trabalho de pés avançado e é um excelente reboteiro nos dois lados da quadra. Porém, seu jogo ofensivo no perímetro é praticamente nulo. Seu estilo de jogo é de difícil encaixe na NBA atual, que cada vez mais privilegia o espaçamento de quadra. Por conta disso, ele deverá ser mais utilizado na posição 5. Eu teria selecionado Jarrett Allen, um autêntico pivô. Na segunda rodada, o Hawks selecionou o ala-armador Tyler Dorsey, excelente arremessador do perímetro, que teve um bom desempenho no último March Madness, e o pivô francês Alpha Kaba, dotado de envergadura invejável (2.26m), explosão muscular, força física e que é um grande reboteiro. O primeiro deve passar mais tempo na G-League na próxima temporada, enquanto o francês é uma boa opção para stash.

Oklahoma City Thunder
Escolha: Terrance Ferguson (21)
Avaliação: O Oklahoma City Thunder fez a opção pelo encaixe no time ao selecionar o ala-armador Terrance Ferguson. Sua combinação de arremesso e atributos atléticos chama a atenção, bem como sua mecânica de chute, com alto ponto de lançamento, rápida e equilibrada, que deve se traduzir imediatamente na NBA. Além disso, Ferguson possui um enorme potencial defensivo (muito alto para a posição, tem ótima movimentação lateral, cobre espaço e tem facilidade para contestar arremessos). Enfim, ele tem um perfil que vem ganhando cada vez mais espaço na NBA: o arremessador atlético capaz de defender em alto nível. E mais do que qualquer time, o Thunder precisa de bons arremessadores do perímetro. Mas é bom frisar que Ferguson é um projeto de médio e longo prazo, já que sua “aventura” na Austrália prejudicou o seu desenvolvimento. Apesar disso, gostei da escolha.

Brooklyn Nets
Escolhas: Jarrett Allen (22) e Sasha Vezenkov (57)
Avaliação: Dando sequência ao longo e doloroso processo de reconstrução da equipe, o Brooklyn Nets, depois de adquirir o armador D’Angelo Russell, em troca finalizada com o Los Angeles Lakers, fez um ótimo recrutamento. Com a escolha 22, o time novaiorquino selecionou o melhor pivô disponível. Com a saída de Brook Lopez, Jarrett Allen pode ganhar espaço na rotação do time logo em sua primeira temporada na NBA. Ele é um big man que combina excelente altura (2.11m), uma das maiores envergaduras do recrutamento (2.27m) e condição atlética adequada (extremamente móvel) para encarar o nível profissional. Allen também exibe versatilidade e uma animadora evolução nos dois lados da quadra. Na segunda rodada, a opção do Nets foi por um stash. O búlgaro Sasha Vezenkov é um stretch four com experiência na liga espanhola (a mais forte da Europa), excelente em pick and rolls e pick and pops e dono de um arremesso consistente do perímetro.

Toronto Raptors
Escolha: Ogugua “OG” Anunoby (23)
Avaliação: Um dos melhores alas deste ano, Anunoby caiu bastante no draft porque ainda se recupera de uma cirurgia após romper o rompimento do ligamento cruzado anterior do joelho, em janeiro. Antes da lesão, ele era cotado para ser escolha de loteria. O jogador só deverá voltar às atividades no final de outubro ou em novembro, e, com isso, poderá perder o início da temporada 2017/18. O Raptors não se importou com esse ‘detalhe’ e apostou em Anunoby. Com uma combinação impressionante de força, tamanho e envergadura, ele está pronto para encarar o basquete profissional em termos físico-atléticos. Anunoby não se intimida com o jogo de contato, é o melhor defensor deste ano e tem a capacidade de marcar até as cinco posições. Recuperado, ele pode fazer o papel que DeMarre Carroll não conseguiu fazer até hoje. A chegada de Anunoby pode ser mais um empecilho para o ala brasileiro Bruno Caboclo, que ainda não encontrou seu espaço na rotação do time canadense. O GM Masai Ujiri fez bem em apostar no ala inglês.

Denver Nuggets
Escolhas: Tyler Lydon (24), Vlatko Cancar (49) e Monte Morris (51)
Avaliação: Depois de uma troca feita com Utah Jazz, em que cedeu a escolha 13 (Donovan Mitchell) e recebeu o ala-pivô Trey Lyles e a pick 24, o Denver Nuggets selecionou o combo forward Tyler Lydon. Ele possui habilidade de espaçar a quadra e é um dos melhores arremessadores da classe deste ano. Dono de um atleticismo elogiável e um trabalho de pés avançado, Lydon se desloca muito bem sem a bola e tem a capacidade de bloquear arremessos. O problema é que o Nuggets já tem Kenneth Faried, Juancho Hernangómez, Darrell Arthur e recém-adquirido Lyles para a posição 4. É difícil acreditar que Lydon tenha espaço na rotação com o quarteto citado na equipe. Enfim, não gostei da troca para o time de Denver, pois trouxe um jogador para uma posição já recheada de opções. Seria melhor ter mantido a pick 13 e selecionado um backup para a estrela em ascensão Nikola Jokic ou apostado no ala OG Anunoby. Na segunda rodada, o Nuggets manteve a tradição e selecionou um jogador da península Balcânica. O ala esloveno Vlatko Cancar, do Mega Leks, equipe que é uma verdadeira fábrica de prospectos para o draft, chama a atenção por ser um bom passador e arremessador do perímetro. Boa opção para stash. Na escolha 51, o time de Denver selecionou o armador Monte Morris. Considero o ex-jogador de Iowa State o segundo melhor playmaker do draft (atrás apenas de Lonzo Ball). Morris tem limitações atléticas, mas possui alto QI de basquete. Ele é impecável na tomada de decisões e opera com facilidade no pick and roll. Pode ganhar espaço na rotação com a queda de prestígio de Emmanuel Mudiay junto ao técnico Mike Malone. O Nuggets foi bem nas escolhas de segunda rodada, mas aquela troca no primeiro round não desce…

San Antonio Spurs
Escolhas: Derrick White (29) e Jaron Blossomgame (59)
Avaliação: Este ano, o Spurs fugiu um pouco do seu estilo de recrutamento e selecionou dois prospectos de 23 anos e, nenhum deles, é estrangeiro. Na penúltima escolha da primeira rodada, a opção foi pelo combo guard Derrick White. Depois de jogar três anos na segunda divisão da NCAA, ele fez uma grande temporada na Universidade do Colorado e tem tudo para ser um bom encaixe no time texano. White é eficiente com ou sem a bola nas mãos, se destaca na tomada de decisões, tem um ótimo arremesso do perímetro e potencial para ser um defensor sólido na NBA. Seu estilo de jogo lembra muito o de Patty Mills, que pode deixar o Spurs nesta agência livre. Na penúltima escolha da segunda rodada, o Spurs selecionou o ala Jaron Blossomgame, que chama a atenção pelos atributos físico-atléticos de elite e por ser um defensor de alto nível. De ruim, o arremesso terrível do perímetro. Blossomgame se assemelha ao ala Jonathon Simmons, outro atleta do Spurs que pode deixar a equipe na abertura do mercado. Ao que parece, o time de San Antonio já começou a se preparar para suprir as possíveis saídas de Mills e Simmons. Spurs sendo Spurs.

New Orleans Pelicans
Escolhas: Frank Jackson (31)
Avaliação: O New Orleans Pelicans adquiriu a escolha 31 junto ao Charlotte Hornets e, em contrapartida, cedeu a 40 e considerações em dinheiro. Talvez porque acredita muito no combo guard Frank Jackson. O ex-jogador de Duke se destaca por ser muito eficaz sem a bola nas mãos e por ter um arremesso confiável da linha de três pontos. Em uma equipe que carece de chutadores do perímetro como o Pelicans, Jackson foi uma escolha acertada. O armador ainda se recupera de uma cirurgia no pé e não vai disputar a Summer League, no próximo mês. Mas segundo o gerente-geral da franquia, Dell Demps, Jackson deverá estar pronto para o período de treinamentos da equipe, a partir de setembro.

Memphis Grizzlies
Escolhas: Ivan Rabb (35) e Dillon Brooks (45)
Avaliação: Sem escolhas este ano, o Memphis Grizzlies adquiriu duas picks de segunda rodada – uma do Orlando Magic e outra do Houston Rockets. No draft do ano passado, Ivan Rabb era cotado para ser escolha de loteria. O ala-pivô decidiu permanecer mais um ano no basquete universitário para aprimorar seu jogo, mas não evoluiu como esperado e, em um recrutamento tão profundo como o de 2017, acabou caindo para a segunda rodada. Big man canhoto dotado de mobilidade e envergadura elogiáveis, Rabb pode ganhar espaço na rotação do Grizzlies, já que Zach Randolph e JaMychal Green são agentes livres. Excelente finalizador no pick and roll, o ala-pivô foi um dos melhores reboteiros da NCAA (ótimo no box out) e tem um QI de basquete elevado. Na outra escolha de segunda rodada, o time de Memphis selecionou o ala Dillon Brooks. O jogador canadense pode preencher uma carência da equipe: o arremesso do perímetro. Em suma, bom recrutamento do Grizzlies.

Golden State Warriors
Escolha: Jordan Bell (38)
Avaliação: Não é à toa que o Golden State Warriors ganhou dois títulos nas últimas três temporadas. O gerente-geral Bob Myers foi o responsável por “descobrir” Draymond Green na segunda rodada do draft de 2012 (pick 35) e, cinco anos depois, pode ter angariado um novo steal. Pela bagatela de US$3.5 milhões, o time californiano adquiriu a escolha do Chicago Bulls e selecionou o ala-pivô Jordan Bell. Eleito defensor do ano na forte conferência Pac-12, o ex-jogador da Universidade de Oregon não estava bem projetado por oferecer pouco upside, mas seus atributos físico-atléticos de elite e versatilidade defensiva deverão fazê-lo útil na NBA, especialmente em um time que adora jogar com formações baixas como o Warriors. Tacada de mestre de Bob Myers.

Houston Rockets
Escolha: Isaiah Hartenstein (43)
Avaliação: Na única escolha que teve este ano, o Rockets optou por selecionar um atleta estrangeiro. O alemão Isaiah Hartenstein era cotado para ser escolhido no final da primeira rodada, mas caiu até a pick 43 por conta de exames médicos que mostraram um problema nas costas do jogador. No meu ranking de prospectos internacionais deste ano, ele era o terceiro (atrás de Ntilikina e Pasecniks). Hartenstein é um big man canhoto capaz de jogar nas posições 4 e 5 e de espaçar a quadra, dotado de ótima mobilidade e fluidez nos movimentos, além de força física elogiável. Ele também chama a atenção por não fugir do jogo físico e pelo excelente controle de bola para um jogador do seu tamanho (2.16m) e visão de quadra privilegiada (talvez seja o melhor passador entre os ‘grandões’ da classe deste ano). O estilo de jogo do alemão se encaixa no que pede a NBA atual: jogadores grandes dotados de agilidade e capazes de passar a bola e espaçar a quadra. Ótima opção do Rockets para stash.

Los Angeles Clippers
Escolhas: Jawun Evans (39) e Sindarius Thornwell (48)
Avaliação: Assim como ocorreu com o Grizzlies,  o Clippers, que não tinha nenhuma escolha no recrutamento, adquiriu duas picks de segunda rodada e fez um bom recrutamento. Em uma classe recheada de bons armadores, Jawun Evans é um jogador da posição pouco falado. Ele é um armador dotado de agilidade, agressividade e envergadura invejáveis, e capaz de pontuar de várias formas, seja na transição ou no jogo de meia quadra. Evans opera com facilidade no pick and roll e foi um dos defensores mais enjoados na última temporada do basquete universitário. Potencial para ser um armador reserva útil na liga. A outra escolha do Clippers foi o ala-armador Sindarius Thornwell, que se destacou no último March Madness ao levar a equipe de South Carolina ao Final Four. Ele tem boa envergadura, é incansável em quadra e pode contribuir com defesa de elite e bolas de três pontos.

  • 76

    2020 ou 2021 será todo nosso.

    • Danilo Mota

      Gostei do projeto do seu time, tomara que tenham sorte!!

      • 76

        Valeuuuuu

  • Paulo Sérgio

    Vencedores: Kings-Celtics-Sixers-Lakers

    Perdedores: Bulls

    • Patrick

      incluiria como vencedor o wolves.
      Mandar o Dunn que ainda não se mostrou o jogador q todos esperavam;
      Lavine, que está machucado(não se sabe como voltará) e não defende tão bem;
      + Pick 07;

      Por Butler, ótimo na defesa assim como no ataque, bom salário, all star provado;
      e ainda a PICK 16(Pasmem!!!!)

  • Danilo

    Vencedores: Hornets e Dallas, desconsiderando o top 4 q já era esperado

    Perdedores: B U L L S

  • L.A Pride

    BULLS MINHA PIADA É VOCÊ !

    • Kevin Durant #2MVP FINALS??

      Vi o Bell ,queria no gsw o sorte kkkkkk,valeu bulls

    • Zack Batista

      E bote piada nisso. =/

  • Gustavo

    Resumindo, todo mundo foi bem, menos o Nuggets que deu uma de Kings, e o Bulls que fez a cagada do ano.

    • Gustavo

      Outro que foi mal foi o Cavs. Com CAP engessado e num draft tão profundo, tinha obrigação de ter adquirido pelo menos uma escolha de segunda rodada. Jordam Bell, Jewaun Evans, ou Frank Mason ou Nigel-Goss seriam bem vindos

      • Lyardson

        Cavs não podiam, já estouraram o limite de US$3,5 mi

        • HipHipHurra

          Poderia explicar melhor esse limite, por favor?

          • Lyardson

            A NBA tem um limite financeiro para este tipo de transações. Este ano, é de US $ 3,6 milhões. Você não pode enviar ou receber mais do que isso em um ano civil da NBA, que termina em 30 de junho. Digamos que você adicionou ou recebeu US $ 1,2 milhão em um comércio de meio período, então seu limite é reduzido para US $ 2,4 milhões.

  • Gabriel De Oliveira Meira

    De’ Aaron Fox melhor calouro da próxima temporada!

  • Felipe Mendonça

    Jawun Evans é o Isaiah Thomas da classe. Outro “baixinho” subestimado.
    Pode ser um excelente bust hein…
    Bust para mim é isso, trigésima escolha em diante.

    • Maxsupergames do Brasil

      Mas vc acha que ela vai vinga ou n??? Não entendi pq vc comparou ele com o Thomas e falou que é bust( jogador q n dá certo) , vc n quis dizer steal????

      • Vitor Martins

        Acho que ele se expressou errado, deve estar se referindo a steal

        • Maxsupergames do Brasil

          Sim tbm acho era só pra confirmar sabe, n crítica tipo achei legal o ponto de vista dele. meio a longo prazo mas quem sabe né hahahaha

          • Felipe Mendonça

            STEEEEAAAAL***

            Foi mal galera… UHAUAHUHAHAHUAHA

          • Vitor Martins

            Hahaha sim. Mas assim como não acho que não dá pra se referir a uma escolha top 5 como steal, não acho que dá pra dizer que uma escolha de segunda rodada é um bust se não der certo.

    • Gustavo

      Você quis dizer steal, certo?

    • Gustavo

      KKKKKKKKKKKKK

  • Marcelo Bulls #Back to the 90s

    Boa Bulls.

  • djwhites

    quem diria….kings fez um belo draft…..

    esse troca do nuggs tambem não entendi…..o time agora tem 5 PF…….PQP……tem que trocar pelo menos 2 agora……

  • Noah Russell Westbrook #baby

    espero mt q o Ferguson vingue. Problema q o Thunder precisava de um prospecto q contribuisse a curto prazo.

  • Daniel Serafim

    Simplesmente esqueçam o Bulls nesta temporada, simplesmente esqueçam…

    • Vitor Martins

      Acho que vai se transformar num dos piores times da liga!

      • Daniel Serafim

        Você ACHA? EU TENHO CERTEZA. BULLS EM RUMO A 1ST PICK NO DRAFT 2018.

        • O que não seria algo ruim, já tá no buraco mesmo, o melhor é aceitar a situação, troquem o Wade e abracem o tank.

    • Danilo

      Michael Porter Jr vem ai

  • KEMBAAAAAAAAAAAAAAAAAA

    Vamos brigar por mando.

  • Daniel Serafim

    Bulls e Nuggets de longe os maiores perdedores desse Draft.

  • Leo R.

    Muitos atrativos para a próxima temporada. Minha aposta para ROY a princípio fica com um dos armadores. Kings, Mavs e Hornets tem tudo pra comemorar nesse draft. Gostei da opção do Knicks pelo Ntikilina, espero que renda bons frutos e se adapte rápido.

  • Lyardson
    • Vitor Martins

      Achei que fosse menos e mais nivelado os salários. Pode ser um grande prejuízo escolher um Anthony Bennett

      • Lyardson

        Hahahaha

  • O vencedor do draft foi os Wolves, conseguiram um all star pronto, em seu auge físico e técnico, sem perder Wiggins ou Towns. Já o Bulls foi o grande derrotado, Celtics e até mesmo o Lakers teriam interesse no Butler e poderiam oferecer algo mais valioso.

    Hornets se deu muito bem, Monk caindo até a 11° foi sorte, Kings surpreendentemente também mandou bem no draft, Fox era uma escolha óbvia, mas Jackson e Giles são apostas inteligentes.

    OKC também pode ter se dado bem, Terrance Ferguson apareceu em diversas listas como possível steal, achar um atleta que pode ser uma boa recompensa e ainda supre uma carência da equipe é algo que não se vê sempre.

    GSW é a franquia mais cretina da atualidade, é muita apelação, pode não ter tido escolhas altas (e nem precisa) mas conseguiu algo muito valioso nesse draft. Bell pode ter um teto de desenvolvimento limitado, mas é tudo o que a equipe precisa, sendo eficaz na proteção do aro e pegando uns rebotes, o garrafão do GSW já sobe de nível. Jordan pode ser um confiável coadjuvante, sem duvida melhor que Zaza e McGee.

    • Lyardson

      “Apesar dos rumores que ligam os Celtics a Jimmy Butler , o gerente geral Danny Ainge disse a repórteres, incluindo Chris Forsberg da ESPN, que não houve discussões recentes para adquirir o ex-Bulls.”

      Fonte:https://www.hoopsrumors.com/boston-celtics

      • Vitor Martins

        Celtics com todos os ativos que tem, as lacunas que tem no time, e todas as notícias que saíram, não ter interesse mínimo no Butler ou é omissão ou é dor de cotovelo, com todo o respeito.

        • Lyardson

          “… não hove discussões recentes…” Devem ter pedido a pick #3 que Danny Boy não se desfaria mais e em outros lugares saiu (perdão por não lembrar onde) que DA não via grande diferença nos stats de Crowder para Butler. Porém ao fim da season todo mundo viu (inclusive Danny Boy) que o Crowder caiu de produção.

      • Se havia possibilidade de trocar o próprio Bulls poderia iniciar a negociação, até a escolha 2018 dos Lakers seria um negócio melhor, extremamente improvável que o Celtics não aceitasse.

        • Vitor Martins

          Sim, mas o bulls apostou alto nesse Lauri ai. Não vi mt graça nele. A conferir.

          • Me parece um Kevin Love sem grife, mas vamos ver, de repente ele surpreende.

    • Zack Batista

      Pois é…Na cabeça(de vento, aliás =/) do Forman/Paxson, K.Dunn é um J.Wall da vida e, Lauri, o novo Porzingis… Fora q acham em Lavine um franchise player nato.

      Até qdo teremos que aguentar esses dois…Aff 🙁

      • Gosto do LaVine, ele vem evoluindo a cada temporada demonstra potencial para ser um all star mas não franchiese player. E pelo histórico recente, depois de todo o drama com os joelhos do Rose, se eu fosse o GM passaria longe de um atleta que rompeu os ligamentos do joelho,

  • Rodrigo SMC

    Será que essa temporada o Caboclo tem chances no Raptors ?

    • HipHipHurra

      Tem chances de ser dispensado isso sim.

  • #DubNation— 76ers

    GSW tem em suas mãos provavelmente um dos maiores candidatos a Steal desse ano com Bell, e o não draftado Chris Boucher que que é excelente defensor de aro.

    Bob Myers para Executivo do ano.

  • Gustavo

    Bulls fez merda, dava pra ter conseguido muito mais pelo Butler.

    • Zack Batista

      Claro que dava!!! O Fultz+Crowder por exemplo. =/

  • Vitor Martins

    Ótima matéria. Parabéns!

    Vou fazer uma análise nada profissional e com base nos meus achismos hehehe

    Meu top 5 vencedores:
    1. Minessota – É bem raro um time apenas com mlks dar certo, o melhor é fazer uma mistura com veteranos. Entraram no draft com jujubas e saíram com um All-Star que já conhece o sistema de jogo do técnico;
    2. Fultz e Sixers – Acho que qualquer jogador de basquete gostaria de ir pro Celtics, mas seria um caso estranho de um prospecto #1 com minutos limitados. Sixers consegue o jogador que precisavam para terminar o processo e começar o resultado e Fultz ganha projeção, mídia e bola na mão;
    3. LaVar Ball – Colocou o filho aonde queria e pode continuar falando besteira;
    4. Sacramento – Podiam ter colocado Fox e Monk juntos e estarem mais acima no meu top, mas já que trocaram as escolhas, mandaram bem no Draft. A conferir se não explodem tudo depois (como sempre)
    5. Jordan Bell – muitas escolhas de segunda rodada são apenas uma burocracia, o time não vai dar um contrato garantido, mas o cara caiu no melhor time da NBA que pagou uma nota (a maior transação em dinheiro da temporada) para contar com ele. Precisam de gente boa e barata. Esse deve ganha um contrato, e renovando quase toda a base campeão, provavelmente Zaza, West e McGee não devem ficar por conta do CAP que não aumentou. Se for bem, tem tudo para fazer parte da rotação do atual campeão.

    Meu top 5 perdedores:
    1. Bulls – precisa nem explicar;
    2. Phil Jackson – sai ainda mais desmoralizado do Draft, só está no emprego ainda por ser considerado uma das maiores mentes do basquete, mas fazendo joguinhos com Porzingis é deprimente. Ntilikina pode até ser muito bom, mas escolher um jogador por causa do sistema de jogo do presidente de operações é demais pra mim;
    3. Bruno Caboclo – Acho que a paciência do Raptors acabou, escolheram um cara que vai roubar minutos na rotação das posições 3 e 4. Não sei se Bruno vai voltar a pisar um dia na NBA;
    4. Lakers – Gosto do Ball, é o calouro que eu mais quero que seja um bom jogador por causa do estilo de jogo, mas a franquia parece perdida, ainda não sei o que eles querem. Russell talvez seja odiado no vestiário, mas dava pra fazer algo melhor. Tiveram a segunda escolha, mas parecem não parece ser um time melhor do que o que terminou a temporada vexatoriamente.
    5. Heat – Gosto do Adebayo e ele pode ser um ótimo jogador, e a franquia é muito competente para fazer escolhas, muito mais do que qualquer pessoa vendo de fora. Mas acho que não foi uma escolha por talento e nem por necessidade do time. Achei bem estranho, talvez escolher um dos alas-pivos que saíram depois fizesse mais sentido.

    • William Felton Russell

      Ótimo post! Gostei dos seus comentários, creio estar de acordo com tudo.

  • Yan ”Banido” Alves #Suns

    Ainda bem que o Josh Jackson joga basquete!! kkkk Passou vergonha

    https://twitter.com/SInow/status/878441531618856960

    • Vitor Martins

      Bom no basquete e ruim no baseball? NOVO MICHAEL JORDAN!

      • Yan ”Banido” Alves #Suns

        Kkkkkkkkk novo MJ é realidade no deserto

        • Wadson Pinheiro

          Não vi muitos jogos da NCAA, mas Jackson é tudo isso?

          • Yan ”Banido” Alves #Suns

            Melhor jogador two-way desse draft, vai melhorar demais nossa marcação de perímetro principalmente, além de também conseguir marcar as posições de 1-4, excelente em jogo de transição também, bom trabalho de pés, também possui certa habilidade como passador e grande explosão.. O único defeito é o arremesso que embora venha melhorando, se mostrou bem inscontante. Porém o própio Earl Watson comentou na entrevista ontem, que esse é o principal foco que ele terá no desenvolvimento do jackson, segundo ele, eles irão trabalhar incansavelmente nesse arremesso dele. E também seguindo alguns relatórios de olheiros, muitos classificam ele realmente como a um arremesso constante de figurar futuramente o posto de estrela na liga. Se ele conseguir algo como o Butler e Kawhi que chegaram com um arremesso um pouco inconstante e hoje em dia conseguiram acertar isso, acredito que teremos o cara que ao lado do Booker vai levar essa franquia pras cabeças de novo.

  • Paulo Henrique

    Que piada está virando o Chicago Bulls, é o novo Knicks

  • Uncle Drew

    O Nets é um dos grandes vencedores deste período de Draft. Conseguiram um excelente retorno no Brook Lopez, no D’Angelo Russell. Um garoto ainda de 20 e poucos anos, q vai para apenas a sua 3ª temporada na NBA, e foi uma escolha Top 3 de Draft.
    Ganhou esta escolha sem se desfazer de uma já base com garotos promissores (LeVert, Rondae Hollis Jefferson, Isaiah Whitehead e K.J. McDaniels). E agora adiciona um talento q estava sendo cotado para ser escolha de loteria no inicio do processo do Draft, Jarrett Allen. Allen pode se desenvolver em um bom Two-Way Player, e é um dos jogadores com bom potencial neste Draft.
    Nets tá sendo mt bem montado, e agora.. Russell irá utilizar seus pontos fortes, q são os pick and rolls com o Allen, e pick and pop com o Justin Hamilton (um pivô q arremessa bem de média e longa distância e q aproveitou a oportunidade e ficou no Nets.). Tbem se necessário, poderá jogar sem a bola, já q tem o Jeremy Lin até o final desta temporada (mt provavelmente).
    D’Angelo Russell – Caris LeVert (teve uma 1ª temporada animadora) – Rondae Hollis Jefferson (tem potencial para ser um dos melhores defensores da liga) – Trevor Booker/Vezenkov e Allen já é um excelente começo para um time q estava sem futuro, e q pode ser divertido de assistir nesta temporada. Olho no Sean Marks, GM do Nets. Tem o pedigree do San Antonio Spurs.

    • Chimbinha

      Tem o Kilpatrick também ,que teve boa temporada

  • Felipe Rodrigues

    Quais os problemas extra quadra de Josh Jackson???

  • Renato

    Maior vencedor do draft foi o Kings. Fox e Giles e muito promissor. Sixers fez o certo subiu para trazer o melhor talento que também é sua posição mais carente e Celtics mandou bem demais, desceu 2 posições alinhando para escolher o Tatum que é muito talentoso e um baita encaixe pro elenco e ainda conseguiu um steal com o Ojeleye, que lembra demais o Draymond Green, 43% da linha de 3 sendo atlético e muito forte.

    Único derrotado foi o Bulls realmente, escolher na 7 esse bust foi triste e ainda perdeu o Bell na segunda rodada fora o All Star, cagada atrás de cagada tá louco 😂

    • Danilo Mota

      Bulls candidatissimo a pior campanha da próxima temporada, vai ficar feio de ver jogar.

  • Mavscelo

    Gostei muito do draft do Kings e do Nets, finalmente uma luz no fim do túnel pra eles. E o Bulls já tem que se preparar para a pick 1 de 2018.

    • Josias Filho

      Se não me engano a pick 2018 ainda é do Celtics

  • Lucas

    Agora esperar o período de agentes livres para definir qual a posição dos times na liga. Temos dois contenders- Cavs e gsw e mais abaixo Spurs e Celtics. OSair lobos se tornaram time de playoff.

  • Marcelo Correia

    https://uploads.disquscdn.com/images/9c441582a1e296c37265906e650d5f209a0088c335abbec3e166db8c873a9207.jpg

    Pessoal, olhem isso!
    Nike Hoops 2016

    Olhe quem foi o cara do jogo e a imagem do USA neste Camp
    A Pick #21… Ferguson T

    Será que Prestti acertou a médio e longo prazo?

    • Vitor Martins

      Pode ter acertado, mas não será exatamente por causa dos números de um jogo de exibição. Números por números os dele são mt baixos, fez nem 5pts por jogo nesse temporada na Austrália. Claro que isso não quer dizer nada. Porzingis mesmo não tinha números tão bons na Europa (apesar do nível da Europa ser bem maior que na Austrália). Draft é muito conhecimento, mas depende mais da sorte. Só o tempo vai dizer se “acertou” ou “errou”, qualquer analisa taxativa agora ou nos primeiros anos é sem fundamento nenhum.

  • felipe fernando Oliveira

    Knicks dispostos a trocar o Letão amoroso, mas a contra partida é levar o contrato do mito Noah.

  • Cleyton Hettwer

    A escolha do Heat pelo Bam Adebayo acredito que não foi para ele ser um starter, mas para ser uma peça importante na rotação, uma vez que na reserva do Miami não tem nenhum PF ou C defensivo, e acho importante isso para ele ir se desenvolvendo aos poucos, sem pressa. O PF titular ou SF titular ainda deve estar por vir via FA, caso não venha fica iminente a necessidade de renovação com o James Johnson, podendo ele junto com o Justise Wislow no time titular fazerem uma variação de posicionamento, horas um como SF e o outro como PF e irem variando, de acordo com a versatilidade de ambos.

  • nico

    pra mim os kings foram cirúrgicos , wolves reforçou bem e ganharam um elemento excelente para disputar por offs…. eu não entendi muito bem os 76ers, acho que erraram na troca e o boston sairam ganhando no final…. lakers fizeram uma boa escolha, suns tambem, magic não muito. Agora as palmas vão para o heat ( ironia), pegaram um atleta nada a ver, giles tava disponivel ( dane se, se ele machucou) nem tentaram negocioar para pegar o malik monk ou o keenard………. tão de brincadeira, devolvam meu heat hahahaa !1

  • Nilton Junior

    Esse núcleo de jovens do Kings, se tivesse em um Mavs da vida ou em um Utah era pra ser muito bem comentado. Fox vai surpreender nesse ano.

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