logo lance
undo
Nacionais
Internacionais
Leste
Hawks
Celtics
Nets
Hornets
Bulls
Cavaliers
Pistons
Pacers
Heat
Bucks
Knicks
Magic
76ers
Raptors
Wizards
Oeste
Mavericks
Nuggets
Warriors
Rockets
Clippers
Lakers
Grizzlies
Timberwolves
Pelicans
Thunder
Suns
Blazers
Kings
Spurs
Jazz
Postado em 27 jul 2017 às 12:16
Traição ou recorrente?

Assim como Kyrie Irving, Scottie Pippen pediu para ser trocado

Compartilhe nosso conteúdo!
Envie por email!
Compartilhe no Google+ Google +
Tweet esse post! Twitter
Compartilhar no Facebook! Facebook
Por Gustavo Freitas

Agora há pouco, a cabeça raspada de Michael Jordan poderia ser bem um lindo aquecedor de mãos ou um prato quente. Melhor ainda, Sua Carequice poderia servir como projeto de ciência – toque aqui para se aproximar da temperatura do sol.

Jordan deve estar pensando, o que, em nome de 1.8 segundo, Scottie Pippen está pensando nesses dias? Aqui está Jordan, jogando com um pulso machucado, por muitos minutos em quadra, contando os jogos até que o contundido Pippen retorne ao Chicago Bulls, e então, do nada, vem o pedido para ser trocado.

Pippen quer ser trocado. Ontem.

Isso não é o pior de tudo. De acordo com notícias publicadas, Pippen está saudável o suficiente para correr, pular, enterrar, e claro, provocar o General Manager Jerry Krause, quem Pippen despreza mais do que o New York Knicks, Toni Kukoc e aspargos cozidos no vapor, juntos. Em outras palavras, Pippen está saudável para jogar, ou passar em qualquer exame físico em outro time em caso de troca.

O incrível pedido acontece em um período cruel em que o Bulls não retorna ao United Center antes do dia 5 de dezembro. Isso também acontece quando Jordan, sozinho, consegue manter o Bulls acima dos 50% de aproveitamento e acima das quase sempre bobagens de Dennis Rodman.

Mas isso é diferente. Para Pippen escolher esse exato momento para pedir a troca e trair a confiança de Jordan é quase inesquecível quanto aquela sua cesta, restando 1.8 segundo, quatro temporadas atrás. Nunca se importe com as razões, o tempo de Pippen é repleto de egoísmo e despeito.

Além do mais, Pippen deve a Jordan um pouco de lealdade. Foi Jordan quem usou o púlpito das Finais da NBA de 1997 para fazer campanha não só pelo retorno de Phil Jackson, mas também de seu amigo Pippen. E sempre é Jordan que constantemente nos relembra da importância de Pippen ao Bulls, cheio de jogadores com capacidade de conduzir a bola, cestinhas e defensores.

Em retorno, Pippen decidiu fazer cara feia, assim como ele fez contra o Knicks em uma estranha noite em 1994. A única diferença é que, desta vez, Pippen está usando roupas comuns durante sua birra.

Jordan merce melhor. Os colegas de Pippen merecem melhor. Ao contrário disso, Pippen talvez precise de uma nova cirurgia para remover sua Cole-Haans de sua boca.

Pippen agitou-se durante a offseason, quando o seu nome apareceu em uma troca em potencial com o Boston Celtics. Ele estava nervoso com o seu status de poder ser negociado. Então, sua vingança é… pedir uma troca?

E agora aparecem as notícias de que Pippen estava irritado com a carta que recebeu em setembro de Krause, o proibindo de jogar em seu próprio jogo de caridade. Krause teria o intimidado com uma multa caso Pippen aparecesse em quadra.

Sim, bem, eu certamente vejo como Pippen ficou tão irritado. Seu time não queria que ele se machucasse ainda mais o pé que teve de passar por cirurgia no mês seguinte. Isso significa, Krause mau. Ele deveria se envergonhar por colocar a temporada do Bulls acima do jogo de caridade de Pippen.

Existe uma chance de Pippen estar apenas dando um beliscão em Krause, fazendo jogos cerebrais com o homem que ele claramente detesta. Talvez, esta seja uma tentativa de Pippen em ver Krause torcer por uma troca. Até porque, faltam apenas 86 dias para o prazo limite de trocas.

Se essa é a intenção de Pippen, ele errou o cálculo. Ele não ganha nada além de dizer coisas ridículas. Ele se transforma em Rodman. Ele se torna mesquinho.

Novamente, Pippen pode estar sendo sério sobre sua promessa de nunca mais jogar pelo Bulls. Essa estratégia é excelente. Em uma mudança imbecil, Pippen pode alienar seus colegas, a direção e uma cidade inteira. Ele pode fazer ainda pior para que o Bulls o negocie.

Por que? Porque Krause e o dono do Bulls Jerry Reinsdorf são teimosos o bastante para mantê-lo na equipe. Porque até que Pippen jogue novamente, qual General Manager se interessaria em se arriscar em uma troca e investir milhões em Pippen? Porque alguns General Managers talvez não queiram um cara que se vire contra o seu time duas vezes em quatro temporadas.

Eu pensei que Pippen fosse mais esperto que isso. Eu certamente pensei que ele tivesse mais classe que isso. Grandes jogadas não o transformam, especialmente quando ele não está lidando com uma posição de força.

Claro, o Bulls caiu de produção sem ele. Pippen é um jogador fantástico. Mas ele está com 32 anos. Ele está vindo de uma cirurgia no pé. E ele pode perder ainda mais.

Existem melhores meios de forçar algo. Pippen escolheu desenhar uma linha na areia com o seu dedo do meio. O que ele deveria fazer é se lembrar de um certo número.

Número 23.

O texto acima é do jornalista Gene Wojciechowski, que trabalhava no Chicago Tribune. Seu artigo foi escrito no dia 25 de novembro de 1997. Ou seja, há quase 20 anos.

Vejam bem como as coisas podem ser transportadas pelo tempo sem estarmos em um DeLorean voador. Claro que é apenas uma alusão, mas sim, o que aconteceu nos últimos dias no Cleveland Cavaliers não é apenas uma coincidência.

Ano a ano, acompanhamos astros formalizando pedidos de trocas. Isso não nasceu com Kyrie Irving. Ele não foi o responsável por iniciar essas exigências por negociações. O mercado faz isso com as pessoas, com os jogadores. Mas mais que isso, ele quer ter a chance de ser protagonista.

Irving não é Pippen, tampouco está com 32 anos, como no artigo de 97. Ele faz parte de um grupo especial de armadores absurdamente talentosos e decisivos. Irving não é apenas mais um. É um jogador com capacidade de decisão, com atributos infinitos no ataque, mas que carece de duas coisas no momento: defesa e altruísmo.

Todo mundo sabe que defensivamente, Irving não passa de um jogador comum. Aliás, o Cavs era meio que o São Caetano de 2000, um time que levava muitos gols, mas fazia mais e vencia. OK, foi uma comparação com o futebol, mas tem outra: ele está sendo o Neymar de hoje. Quer ser enaltecido por suas qualidades individuais em detrimento ao coletivo.

Isso é questionável.

Claro que a NBA é um comércio gigante, feito para render milhões a poucos, mas não passa de entretenimento. Nós, espectadores, aplaudimos ou vaiamos na mesma intensidade em que bebemos uma  ̶c̶e̶r̶v̶e̶j̶a̶  água gelada no verão. O problema é que nos esquecemos disso a cada rodada, a cada troca, a cada crítica, construtiva ou não.

Jogadores, especialmente nos tempos modernos, são seguidos por uma massa gigantesca em redes sociais, gostam de ser paparicados e endeusados. São tratados como reis — embora alguns se autoproclamem assim — e querem que seus súditos os entendam.

Sim, de certa forma, nós entendemos. São eles quem ganham todo aquele dinheiro, pago por nós, de inúmeras formas possíveis, seja em compras de ingressos, camisas, planos de TV ou internet. Talvez, você não tenha pensado nisso, né? Mas é fato. Esses valores são sempre redestinados às franquias, mesmo que seja por frações. Agora, imagine bilhares dessas frações. Pois é.

O que também é fato é que agimos de forma passional quando falamos de ídolos, construídos a cada dia por uma jogada de efeito ou por uma série delas. Nós, meros apreciadores do esporte, buscamos isso sempre. Eu mesmo, já tive uma leva deles: Jamie Feick, Jerome Williams, Charles Oakley, Danny Fortson e o citado pelo texto, Dennis Rodman.

Nós observamos seus passos, suas atitudes dentro e fora das quadras. Tentamos interagir com quem tem o mesmo sentimento. No fim das contas, acabamos traídos por nós mesmos. Sabemos que esses mesmos ídolos podem deixar nossos times em uma fração de segundo, pois é o que o mercado faz. Mas mesmo assim, ficamos chateados. É a paixão falando mais alto, como sempre.

Se Irving vai de fato deixar o Cavaliers por conta de LeBron James, eu não sei. Pippen, por exemplo, não deixou o Bulls naquela ocasião. De fato, foi negociado pela equipe com o Houston Rockets, mas não sem antes comemorar o seu sexto título da carreira. Só saiu quando Michael Jordan, Phil Jackson e Rodman, foram embora, quando viu que não teria mais chances de ser campeão. Depois disso, tentou o mesmo no Rockets com Charles Barkley e Hakeem Olajuwon ou no Portland Trail Blazers, ao lado de figuras como Rasheed Wallace, Detlef Schrempf, Steve Smith, Arvydas Sabonis e o então jovenzinho Jermaine O’Neal. Não deu em nada. Retornou ao Bulls, já em fim de festa, para fazer uma média com a torcida e despedir-se das quadras pela equipe que começou.

LeBron pode sentir-se traído, como foi noticiado aos quatro cantos. Principalmente porque o mercado esfriou e os melhores agentes livres já tomaram seus rumos. Foi o famoso batom no colarinho. Não tem muito o que fazer. É aceitar o que aconteceu e tentar buscar novas peças. Derrick Rose, MVP de 2011, era a melhor opção em uma cada vez mais mirrada prateleira. Falam em Carmelo Anthony, mas o astro pede para ir para o Rockets. Falaram até em Damian Lillard. Vão continuar falando. Os rumores servem para isso, até que uma solução seja tomada em definitivo.

Mas James está irritado com o seu talvez ex-escudeiro. Não por Irving querer ir atrás de algo de seus interesses, mas por ter envolvido o seu nome. LeBron não contestou a decisão do camisa 2. Contestou a forma como ela foi feita.

Traições existem há décadas. Isso se você, depois de ter lido até aqui, considerar que seja isso ou apenas isso. A dupla James e Irving pode não existir mais, mas quantas outras já não desapareceram desde que Pippen pediu para sair daquele Bulls vitorioso?

Ser vice não é demérito. Isso significa que foi melhor que outros 28 times. Abandonar o barco após três finais consecutivas tem consequência. Pular fora dele quando não existem grandes alternativas, talvez seja ainda pior. Mas nós já vimos filmes parecidos no passado. E não! Não estou falando sobre Kevin Durant, que era agente livre e poderia fazer o que bem quisesse da vida. Falo de alguém sob contrato, que só chegou às finais por três anos seguidos e foi campeão em um deles, apenas porque um outro camisa 23 optou por retornar ao time e elevou não só seu patamar, mas de uma equipe, de uma cidade. Mas agora, ele quer reinar sozinho.

  • Vince Mendes

    O Lebron esta certo em ter ficado irritado com o seu nome no meio, até porque deu um titulo a Kyrie que talvez ele nunca fosse conseguir

    • MarcoLakers

      Mas sem o Irving ele tb não teria sido campeão com o Cavs.
      A grande verdade é que a irritação do Lebron se dá pq, a esta altura do ano, dificilmente vai encontrar um companheiro tão bom quanto o Irving para ajudá-lo a ser campeão.
      O resto é besteira, até pq o LeBron não exitaria nem um pouco em envolver o Irving numa troca ou abandonar o Cavs e seus companheiros (como já fez uma vez) em busca do que ele julga ser melhor pra ele.

      • Eduardo Muniz

        Exatamente.

      • Nilton Junior

        Exatamente.

      • Jefferson Cavalcanti

        Perfeito.

  • Não é traição. Ele quer uma mudança de ares, NORMAL EM QUALQUER PROFISSÃO! Ele já joga lá há décadas, já conseguiu ser campeão e já foi ídolo – e é isso. Acho que ele quer um novo patamar para a carreira.

    Não existe isso de lealdade ao LBJ – ou alguém realmente acha que LBJ coloca os interesses do Kyrie acima dos próprios? Eu entendo o Kyrie. Não dá pra dizer que ele está certo, mas tampouco que está errado.

    • Nilton Junior

      Eu tbm acho bem normal.

    • LETS GO CAVS.

      Ídolo não, ídolo é LeBron James,Prince entre outros. Falo isso como torcedor.

  • Vitor Martins

    Ótimo artigo, não sabia dessa! Estar irritado e querer ser trocado faz parte do jogo, eu não consigo engolir que o Irving é um pobre coitado talentoso que é abafado pelo protagonismo exacerbado do LeBron. E nem acho que atitude de querer “liderar” uma franquia é digna de aplausos.

  • Roger Vieira

    Mas isso foi depois de 4 titulos conquistados…Pippen é maior q Irving…no caso de Irvong acho normal buscar outros ares, é muito amigo de varios jogadores…o abraço carinhoso q ele sempre da no Curry incomoda Lebron…Rose vai dar certo, pq é basquete e pouca amuzade com adversario, do jeito q Lebron gosta

    • Michel Moral

      Não acredito que “o abraço carinhoso” incomode LeBron, porque ele também é um pouco assim. Na minha visão, James sempre prezou a admiração pelos adversários, no sentido de reconhecimento (ou camaradagem, no bom popular). Às vezes até dentro de uma partida pegando fogo, mesmo com a seriedade que sempre foi uma nota característica dele, LBJ consegue sair daquela expressão “mal humorada” para ajudar o seu oponente a se levantar. Enfim, acho que ele sempre levou tudo muito bem na esportiva – um toco, uma cravada na cabeça, um crossover.

      Fora que pelo que LeBron representa para a NBA hoje, até que ele é um cara bastante querido, com não tantos desafetos.

      O que James não suporta é a carência de qualidade/tática de um time e chega a ser até indelicado em alguns momentos, tal como aconteceu com Liggins e Felder na última temporada, que acabou dando margem para uma crise interna fomentada pela mídia.

      Eu tenho sérias dúvidas sobre a capacidade (não técnica, mas psicológica) de Irving para ser o que ele acha que pode ser. Um pouco também pelo que o Mastô escreveu no texto: defesa fraca e pouca coletividade dentro do seu jogo (algo que o Harden conseguiu superar na última temporada).

      Obviamente que cada um defende o seu e isso que eu citei nem sempre acontece dessa forma, mas LeBron é um cara pouquíssimo polêmico pelo tanto que é atacado pela mídia, de um modo geral.

  • Vinícius Maia

    Ai o Irving decide ficar e o Cavs ganha mais um título com ele kkk

    • Nilton Junior

      Seria o sonho se realizando pra torcida do Cavs/James.
      Mas acho difícil das duas coisas acontecerem.

      • LETS GO CAVS.

        Dificil é SUNS, Lakers e Pelicans ser campeão kkkkk. O resto, pode sim.

  • Jefferson Cavalcanti

    Ótimo artigo.
    O cara que escreveu o texto em 97 estava enfurecido, kkkkkkk

    Sobre Irving: Não considero traição. Irving não deve nada a franquia e nem ao LeBron, que também não conseguiria o título sem o armador.

    Irving quer mudar de ares e tem o direito de querer isso. Cavs tem um contrato de 03 anos e pode exigir o cumprimento, embora essa não parece ser a melhor opção para os envolvidos.

    • Brockbell

      E concordo cara, tbm não considero traição. Se o cara tem uma vontade, já se preparou e se sente capaz, jogou o lado do melhor e não ta indo por dinheiro nem pra equipe mais fortes, deixa ele ter a vontade dele.
      E tenham certeza, algo tornou a convivência dele no Cavs tão estranha que ele não conseguiu aguentar ficar, e isso pode não estar sendo de agora e ele vem aturando até explodir.
      Ficar com Irving agora só vai trazer um temporada ruim pro Cavs, ir atras de uma troca que envolva prospectos e umas picks boas é o melhor a se fazer, garante uma temporada atual, e o futuro do Cavs.

  • DNT

    Em um período onde o Warriors é o grande vilão a ser combatido, um jogador que abre mão da força tarefa anti-GSW por interesses pessoais será, sem dúvidas, criticado pela grande maioria. Sinceramente, achei uma atitude muito foda, pois demostra que o que ele quer na carreria é torna-se o melhor e não sente medo de deixar uma situação de comodismo em um time pronto para disputar o titulo por outro em um patamar mais abaixo(Espero que vá para o NYK rsrsrs). Esta vontade de ser o melhor e levar uma franquia ao título é o que falta no Melo e é o que separa os melhores dos restantes. Quanto ao LeBron sentir-se traído, não sei o que houve “fora das câmeras”, mas se não houve nenhuma briga e o Irving sair falando do Bron será uma falta de caráter do c***

  • Marcelo Desoxi

    Pippen não devia lealdade a ninguém , assim como Kyrie também não.
    Isso é balela

    • LETS GO CAVS.

      Claro, seu sonho é ter o Irving no seu time. Mas qualquer um menos retardado tem uma noção mais certa sobre o assunto.

      • Jefferson Cavalcanti

        Você se xingou de retardado, kkkkkkkkk

  • Gabriel Pereira Barbosa

    Irving não deve lealdade a ninguém.
    Mas em respeito a franquia ele poderia ter planejado melhor essa saída para o bem dos Cavs.

  • Lebronx

    Ao ter demorado em pedir a troca Irving simplesmente impediu a concretização do “Banana Boat Dream”. Chris Paul era agente livre, Wade tinha a player option. Então era trocar o Irving pelo Carmelo e …. BINGO!

    • Stefan Obermark

      Verdade. Não sou Cavs, mas só existem dois diagnósticos pra o que poderia estar acontecendo:

      Kyrie seria um burro e egoísta: não ter avisado antes ao Cavs para ele pode fazer uma troca benéfica (vide a hipótese do Lebronx).
      Seria burro, por que sairia de um time com LJ, CP3 e Melo.

      Kyrie seria um sacana e egoísta: deixa passar a oportunidade de sair de boa e desestabiliza o time e o faz perder a temporada por antecipação. Ninguém acredite que, ele ficando, LJ não faça esforço algum para lhe dar destaque, com razão.

      Ainda acho que se vc tem contrato de 3 anos, fique quieto. E ainda tem 25 anos.

      Ele quer ser um Westbrook, sozinho e não chegando a lugar algum.

  • Thiago26-NBA

    mto bom

  • Vinícius Maia

    Não sabia que Pippen também quis ser trocado. Já li artigos dizendo que ele nunca reclamou nem mostrou descontentamento em ser o “escudeiro” de Jordan.

    • Guilherme Petros

      Pippen jogava uma abrbaridade, mas era mimado e birrento PRA CARALHO!! hehehehe

      • Vinícius Maia

        Não imaginava isso, sério mesmo kkk.

  • Igor Dourado

    Não acho que esteja errado expor suas insatisfações para o seu chefe, assim como em qualquer trabalho. Caso a equipe não concorde ou não possa atender às vontades do profissional, que a resolução seja a melhor possível, lembrando que uma empresa/franquia sempre busca o que é melhor pra si. A partir do momento que você deixa de atender telefonemas do seu atual empregador e faz questão de mostrar desprezo por qualquer tratativa que não seja a que acha certo, creio que já comece a falta de profissionalismo, Para uma visão além paixão de torcedor, o mínimo que se cobra de um atleta/profissional é justamente o profissionalismo, a ponto de tentar manter uma cordialidade enquanto ainda há vínculo entre as partes.

  • Rodrigo SMC

    Só uma pergunta:

    Se o Kyrie Irving fosse do Boston, do Toronto ou do Wizards e fosse para o Cleveland.
    Mudaria alguma coisa na opinião das pessoas ?

    • Igor Dourado

      Não. Apesar do fato da magnitude das coisas ter se tornado enorme, graças ao fato de ser uma das duas equipes que polarizam a NBA há 3 anos e o fato de LBJ jogar lá, o que pega mal é a atitude e o momento em si, não a equipe pela qual ele joga.

    • Emerson Lins

      Claramente que mudaria…

  • Gustavo Santos

    Uma coisa importante do Pippen naquela época que supostamente pediu para ser trocado, era a falta de reconhecimento que ele na verdade todos os outros jogadores tinha por parte da diretoria (hoje o diretor do time ainda é o mesmo). A diretoria era extremamente dura e reconhecida por não compensar os grandes jogadores e até o Phil Jackson na forma que eles deviam ou mereciam. Acho que não vemos isso por parte da direção do Cavs em relação ao Irving (creio eu), porém a comparação dentro de quadra é válida.
    Para nós amadores do basquete tem um livro chamado “Michael Jordan: a história de um campeão e o mundo que ele criou” que conta esses bastidores.

    • Cassio Lopes

      O problema de Pippen era com GM Jerry Krause (já falecido). Mas Pippen sempre foi egocêntrico, tinha um ciúmes de Kukoc e forçou a saída várias vezes. Na semi contra o Knicks se recusou a voltar p quadra, indo direto p vestiário quando PJ montou a jogada final p Kukoc arremessar. Ouviria de lá a torcida em delírio comemorando a cesta do croata.

      • Guilherme Petros

        Ele e o MJ já não queriam o Kukoc desde o começo só pq tinham birra com o Krause, que estava encantado com o jogo do croata (não é pra menos, Kukoc era um GIGANTE) hehhee

        • Gustavo Santos

          Eles não queriam no começo não, pois na época a NBA tinha poucos jogadores estrangeiros.. Kukoc chegou com status alto e acho que com salario alto… MJ é Pippen tinha assinado contrato anos antes acho que com valores que is estava fora daquela atualidade.. Enfim entre Pippen e Kukoc, sem sombra de dúvidas que o primeiro era mais jogador

          • Guilherme Petros

            E eles DETESTAVAM o Krause, né. Não queriam de birra tbm. E tbm pq a chegada do Kukoc atrasaria um aumento do Pippen – que é pouco ciumento e mimado… rs
            No fim, deu tudo certo: rolou aumento e Kukoc veio e todos foram campeôes!

            Pippen era mais jogador sim, mas Kukoc tbm era MONSTRUOSO. Se liga na fala do cara: “A NBA é uma liga de egoístas e isso não faz parte da minha filosofia de vida. Existem demasiados egoístas no basquetebol atual. Eu também podia ter marcado 30 pontos por jogo, mas quantos títulos ganharia com esse estilo?”

        • Cassio Lopes

          Kukoc era fantástico! Quem tiver curiosidade catem a cesta dele contra o Pacers faltando 0,8 seg. Reggie Miller acertou o arremesso e provocou toda a torcida (jogo em Chicago) já comemorando a vitória. Só q em menos de 1 segundo o croata conseguiu meter uma bola de longe. kukoc era peça fundamental p aquele time ter conseguido a dinastia.

          • Guilherme Petros

            Concordo. Se mal dão valor pro Pippen e Rodman, imgine pro Kukoc! Era monstro demais. Mas eu sou fãzaço do absquete iugoslavo, então sou suspeito pra falar rs

      • Gustavo Santos

        Eu ouvi falar deste episódio, o Kukoc acertou o lance e deu a vitória aos bulls, mas se não me falhe a memória, o knicks levou aquela série.. Entre essa briga eu tomaria partido dos jogadores do que a diretoria do Bulls que eram extremamente prepotentes ao menos na negociação, não reconheciam nem mesmo o técnico Phil.. A aposta no kukoc foi bem acertada diga-se de passagem mas como complemento no elenco dos Bulls, pois no ano da debandada o kukoc ficou lá com com novo técnico tão querido da diretoria, jogadores novos e o Bulls simplesmente nunca mais foi o mesmo.. Enfim, nem mesmo os bastidores do suposto melhor time da NBA era tão tranquilo

  • Ninguém fala em traição quando a franquia resolve trocar um ídolo ao julgar que isso é o melhor para o seu futuro. Em 2012 Ray Allen foi muito criticado por escolher ir para o Heat, mas um ano depois, ninguém criticou o Celtics por trocar os ídolos, Kevin Garnett e Paul Pierce, ao contrário, foi um movimento elogiado. Por que o atleta deve ter lealdade incondicional, se as franquias não são 100% leais aos seus ídolos? Não se trata de traição, e sim a forma conturbada que alguns ídolos saem de suas equipes (estou pensando no The Decision), que causam grande polêmica. Nesse caso do Irving o que pode deixar essa saída traumática, é ele tomar essa decisão quando os melhores free agents e atletas disponíveis para troca, já acabaram, o que prejudica o Cavs, além dos rumores de problemas com o LeBron é claro. Mas o pedido de troca em si, isso é recorrente na NBA, até o Kobe Bryant já pediu para ser trocado.

    • dougmallmann

      Assino embaixo…

    • dougmallmann

      Em uma dos argumentos que você utilizou, “Nesse caso do Irving o que pode deixar essa saída traumática, é ele tomar essa decisão quando os melhores free agents e atletas disponíveis para troca, já acabaram”, tenho um ponto de vista um pouco diferente. Não sabemos quanto o Irving pressionou a diretoria do Cavs para realizar a troca, e talvez o último recurso a se utilizar foi vir a público.

    • HUMota

      Defendo muito esse tipo de pensamento. NBA é negócio, todo mundo visa o que é melhor para seus interesses. A NBA em si, as franquias e os jogadores, todos pensam no que é melhor pra eles, e estão certos ao meu ver.

  • Rafael Victor

    Acho que no final, o Irving vai acabar permanecendo onde está!

  • Rodrigo Deliberali Timbó

    Não acho errado a atitude do Irving. Ele quer o melhor pra ele. Além do mais, aguentar o ego do Lebron não deve ser fácil, joga muito, mas se acha tanto quanto.

  • Edson Eu

    Curioso esse texto: uma órbita gigante para chegar ao fim e demonizar o Irving. Retórica em demasia. Além disso essa conclusão é controversa: “[Irving] só chegou às finais por três anos seguidos e foi campeão em um deles, apenas porque um outro camisa 23 optou por retornar ao time e elevou não só seu patamar, mas de uma equipe, de uma cidade. ” Isso é um equívoco. Essa história está longe de ser uma relação unilateral como todos querem fazer parecer. Pelo amor de Deus, Kyrie meteu uma bola de três num jogo sete à segundos do fim !!! E não foi só isso, quem assistiu a série sem esse visão endeusadora do LeBron sabe. Parem com essa babaquice.
    Eu creio que é justamente por esse discurso cego que o cara quer sair da sombra açambarcadora de Lebron (claro que King James não tem “culpa” de nada disso).

© Copyright Jumper Brasil 2007-2017 - Todos os direitos reservados