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Postado em 16 ago 2017 às 11:42
“Como nós jogamos basquete na Argentina”, por Luis Scola

Ala-pivô fala sobre início de carreira, título olímpico de 2004 e da paixão de seu país pelo basquete

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Por Gustavo Lima

Por Matheus Prá (@blockpartty)

Luis Scola, Power Forward / Shanxi Brave Dragons - The Players' Tribune

Francamente, fico feliz que Manu finalmente tenha anunciado que está voltando para a sua décima sexta temporada na NBA.

Porque agora as pessoas vão parar de me perguntar sobre ele.

Eu acho seguro afirmar que Manu é o maior jogador de basquete que nosso país já produziu. Mas aqui vai uma verdade: quando Manu era criança, ele não era fora de série. Ele nem fez parte da nossa equipe nacional de base.

Manu tinha algumas coisas que o atrapalharam na juventude. Ele não era alto. Ele era muito magro. Ele não era um prospecto de verdade.

Esta foi a geração dourada do basquete argentino, um grupo que iria ganhar uma medalha de ouro olímpica em 2004. Oberto. Nocioni. Pepe Sánchez. Prigioni. Quando todos começamos a jogar juntos, em 1996, Manu não era suficientemente bom para fazer parte da equipe “A”. Ele foi cortado quando tinha 15 anos.

Enquanto alguns de nós começaram nossas carreiras na Europa, Manu ficou em casa. Ele jogou para um clube argentino do norte, Andino, antes de ser negociado para a equipe de sua cidade natal (Bahía Blanca). No começo, ele não jogava muito, mas quando entrou na quadra, os olheiros começaram a notá-lo. Eventualmente, um olheiro da Itália o levou para uma equipe da segunda divisão (Viola Reggio Calabria).

Quando Manu voltou para a Argentina para se juntar ao time nacional, ele era um jogador diferente. Sumiram as preocupações sobre ele ser o jogador mais magro em quadra. Ao invés disso, ele voltou como o competidor mais feroz que eu conheço hoje.

Mas o suficiente sobre Manu – você vai voltar a vê-lo na NBA na temporada que vem.

Para realmente entender minha história e apreciar a forma como a Seleção Argentina se formou, você tem que entender como os argentinos olhavam para o basquete nos anos 90. Basquete não era mais do que uma alternativa ao futebol, um esporte jogado por causa da variedade. Há muita pressão sobre a equipe nacional de futebol – as expectativas são muito elevadas. Por exemplo, quando a Argentina perdeu a final da Copa do Mundo, em 2014, as pessoas agiram como se fosse o apocalipse. Foi duro. Eles ficaram em segundo lugar no mundo, e não foi bom o suficiente.

Para o time de basquete, as expectativas são completamente diferentes. Um dos primeiros torneios principais em que a nossa jovem equipe jogou foi um torneiro qualificatório para as Olimpíadas de Sydney (2000). Nós não conseguimos a vaga, mas ficamos muito perto. Mesmo não conseguindo a vaga para a olimpíada, as pessoas falaram: “Puxa vida! É incrível que vocês tenham chegado tão longe!”

Nós recebemos isso muito calorosamente. Essa era a realidade das expectativas das pessoas quando se tratava do basquete argentino.

Naquela época, sentimos que um objetivo realista para as Olimpíadas de 2004, em Atenas, era chegar à final do torneio olímpico composto por 12 seleções. Isso era tudo o que queríamos. Chegar nesse ponto foi a maior conquista que poderíamos imaginar. Ganhar o ouro estava fora de questão – os EUA ganharam todos os torneios olímpicos desde 1972. Mesmo tendo ganhado deles em 2002, no Mundial da FIBA, nós sabíamos que os EUA trariam as maiores estrelas para as Olimpíadas e seria uma situação diferente. Se pudéssemos encontrar uma maneira de chegar à disputa por medalha, seria histórico.

Mas o louco era: a seleção Argentina fez melhor do que isso, indo mais longe do que qualquer um de nós poderia sequer ter sonhado.

Nós chocamos o mundo.

Photo by Andrew T. Malana/USA TODAY Sports

 

Meu pai jogou basquete semi-profissional. Quando criança, eu achava incrível que ele ia trabalhar no seu emprego no banco, por sete ou oito horas, voltava para casa para nos ver, e, então, iria treinar às nove ou dez da noite. Ele viajava por todo o país para jogar em torneios, jogando contra equipes em pequenas cidades ou áreas remotas na Argentina. Ele ganhava pouco dinheiro, mas essa não era a razão pela qual jogava.

Lembro de perguntar-me: por que ele está fazendo isso? Mas ele amava o jogo com tanta força que era contagioso. Ele jogava o que eu gosto de dizer de “verdadeiro basquete” – o que significa que ele jogou apenas pelo amor ao jogo.

Eu seguia meu pai para todos os lugares que ele ia, então era apenas uma questão de tempo para eu começar a jogar basquete também. Eventualmente, conseguimos um aro para colocar na nossa garagem e comecei a dar uns arremessos e fazer exercícios de dribles na calçada. Isso pode soar como uma coisa bastante normal para a maioria das pessoas nos Estados Unidos, mas na Argentina, na década de 1980, as pessoas nos olhavam como se fôssemos loucos.O futebol é o jogo nacional na Argentina, mas o basquete tornou-se uma maneira em que meu pai e eu nos conectamos.

Ainda existia um grande problema – as transmissões de TV a cabo ainda não estavam disponíveis na Argentina no final dos anos 80 e início dos anos 90, então não havia como assistir aos jogos da NBA.

Então nós fomos criativos.

Assistir jogos ao vivo não era uma opção, então compramos fitas VCR antigas. Normalmente, eram fitas que alguém havia comprado nos Estados Unidos e trazia para a Argentina para vender na rua. Era quase como uma venda de garagem da TV americana.

Mas então a TV a cabo veio para a Argentina e mudou o nosso país para sempre.

O ano era 1992, e o Chicago Bulls estava nas finais contra o Portland Trail Blazers, treinado por Rick Adelman (que foi o meu primeiro treinador na NBA). Meus amigos e eu ficamos extasiados – assistir às finais na TV a cabo, naquele ano, foi o início do relacionamento da minha geração com o basquete. E mais, o basquete serviu como alternativa para o futebol – muitas pessoas ainda não haviam jogado, mas era visualmente bonito, do mesmo modo que o futebol era – os passes e o movimento longe da bola – e isso ajudou a gerar interesse.

Photo by Sam Maller/The Players’ Tribune

 

O futebol é o esporte nacional, e sempre será. Nada vai sequer tocar o futebol – basquete nunca chegará nem perto. Mas o basquete tornou-se o competitivo irmão mais novo.

Você vê, mesmo que a Argentina não tenha a população de muitas das grandes potências esportivas, há algumas coisas que os argentinos têm para nós.

Em primeiro lugar, o basquete organizado é o único jogo na cidade. Não há 3×3, um contra um. Há apenas basquete de cinco contra cinco – o jogo é orientado para a equipe a partir do momento em que você começa a jogar. Você vê os resultados dessa abordagem do jogo desde o nível da juventude até a nossa equipe nacional.

Em segundo lugar, e mais importante: somos apaixonados. E eu não quero dizer, “Ah, sim, sou apaixonado por ganhar e marcar 40 e ser o melhor jogador em quadra” – essa é a parte divertida que qualquer um gosta. Ser bom no esporte é super divertido. Mas são os momentos que não são divertidos que são mais importantes para o crescimento, e os argentinos são apaixonados pelo processo. Como você acha que Messi, que é muito baixo, ficou tão bom?

No meu caso, gostei que eu fosse abençoado com a altura – meu pai era alto, então eu fiquei alto também. Eu dominava a maioria dos meus marcadores, então eu estava marcando muitos pontos desde o momento em que comecei a jogar. Eu estava dominando. Quando eu tinha 11 ou 12 anos, recebi minha primeira ligação de recrutamento para participar de uma equipe de viagem. Tudo aconteceu tão rápido – em um instante estou me juntando a uma equipe de basquete mais competitiva e sendo considerado para o nosso programa nacional de jovens no basquete, e, no próximo, eu sou considerado para uma carreira profissional. Não era uma questão de “Em algum momento eu vou jogar basquete por dinheiro?” Isso definitivamente aconteceria. Era mais como: “Quão alto posso ir? Será que vou jogar na Europa? Será que vou jogar na NBA?”

Assinei meu primeiro contrato local de basquete quando eu tinha 15 anos.

Mais tarde, naquele ano, viajei com a seleção nacional juvenil argentina para participar de um torneio realizado no Equador. Ao longo de todo o torneio, três olheiros europeus estavam sentados na multidão, fazendo anotações. No final de um jogo, um dos scouts veio até mim e me disse que ele representava o Saski Baskonia, um clube de primeira divisão na Espanha.

“Nós gostaríamos de lhe oferecer um contrato”.

Assinei e me mudei para a Espanha.

Eu tinha 17 anos.

 

Photo by Todd Warshaw/Getty Images

 

É louco olhar para trás assim, agora, mas enquanto escrevo isso, sou um jogador profissional de basquete há 22 anos. O jogo me levou por todo o mundo. Eu tive muitos momentos orgulhosos na NBA, mas quando estou falando sobre minha carreira, o triunfo da equipe Argentina em 2004 se destaca acima de tudo.

Todos na comunidade internacional usam o seu confronto contra a seleção dos Estados Unidos para ter uma ideia de como eles são bons. Isso também era verdade para mim, usei o nosso jogo semestral contra os EUA para ter uma ideia de onde eu estava. Em 1999, jogamos contra eles em um torneio Olímpico qualificatório, em Porto Rico, e lembro-me de me sentir sobrecarregado. Eu me sentia tipo: eu estou mesmo jogando basquete?

Eu sei que parece que estou brincando, mas foi muito ruim. Nós não estávamos prontos para competir contra eles em 1999. Por tempo, eu guardava Vin Baker no jogo, e ele tinha duas polegadas (5,08cm) e quarenta libras (18,14kg) de vantagem sobre mim. A primeira vez que ele bateu em mim, ele me moveu completamente fora do meu espaço. Eu voei. Eu sou um dos maiores caras da nossa equipe, e Vin me jogou longe como se eu não fosse nada.

Hmm, pensei. Esse cara é muito mais forte do que eu.

Em outra jogada, ele veio para o ataque e colocou-se para um chute de três. Pensei comigo mesmo, de jeito nenhum ele faz isso. Ele estava se movimentando ao meu redor e, se ele tivesse alcance para três também, eu estaria frito. Então, eu realmente vou ter que pensar em algo.

Ele enterrou.

É isso aí! Eu pensei. Não há nenhuma maneira de eu poder competir contra esses caras!

Mas o nosso grupo era feito de ferro, e nós sabíamos que nos tornaríamos mais competitivos na próxima vez, e o tempo depois disso. Naquele momento, a maioria de nós estava jogando junto há tanto tempo que tudo na quadra era natural. Todos conheciam seu papel, e não fazia mal que nós tivéssemos o grupo de basquete mais talentoso da história da Argentina.

Tudo mudou no início dos anos 2000. Garantimos nossa vaga para Atenas. Uma revanche contra os Estados Unidos surgiu. Enquanto, historicamente, os EUA nos derrotavam com frequência, eu poderia dizer que estávamos ganhando terreno – em 2002, vencemos os EUA no Campeonato Mundial da FIBA, ​​em Indianápolis, a primeira vez que derrotamos uma equipe dos Estados Unidos formada por jogadores da NBA.

Foi quando soubemos que poderíamos competir contra o resto do mundo.

Não importava se a equipe dos EUA de 2004 estivesse cheia de All-Stars como Allen Iverson, Tim Duncan e Amar’e Stoudemire.

Aqui vai uma coisa – os EUA nunca perderam um jogo de basquete olímpico com jogadores profissionais. Sabíamos o que iríamos enfrentar.

Mas nós tínhamos um grupo que jogava junto há uma década: Manu, Andrés Nocioni, Carlos Delfino, Fabricio Oberto, Pepe Sánchez, Walter Hermann e todos os outros.

E, em 2004, nós estávamos mais velhos, mais fortes. Não só achávamos que tínhamos uma chance de vencer os EUA, eu juro por você – e isso é tão divertido de dizer, uma década depois -, mas sabíamos que os venceríamos.

Nossa confiança estava em um outro nível.

O que eu sempre lembro sobre esse jogo é a atmosfera de como foi entrar na quadra. Lembro-me de quão forte era a energia no vestiário.

Era diferente. Os EUA esperavam ganhar. Nós iríamos ganhar, entretanto. Ninguém em nossa equipe tinha dúvidas sobre qual seria o resultado.

O jogo inteiro, que foi a semifinal do torneio olímpico, não se pareceu com nenhum dos nossos jogos anteriores contra os Estados Unidos, em que sabíamos que tínhamos uma chance, mas no final acabaríamos perdendo. Como espectadores, vimos tantos outros times quase baterem os EUA, mas erravam ou ficavam nervosos no final. Mesmo quando ganhamos dos EUA, em Indianápolis, nunca realmente acreditamos que fôssemos ganhar.

Quando chegou a hora de Nocioni ou Manu fazerem os grandes arremessos, eles fizeram. Manu terminou com 29 pontos. Passamos a bola incrivelmente bem. Enquanto outras equipes internacionais haviam hesitado no momento de fechar os jogos contra os EUA, nós ficamos mais fortes no final. Nós lideramos o jogo inteiro e, quando os Estados Unidos tentaram uma última investida, jogamos com a mesma paixão e ferocidade do início do jogo.

Algo que era difícil de lembrar no momento, eu tenho que admitir, é que ainda precisamos ganhar outro jogo para ganhar o ouro. Nós tínhamos batido a equipe supostamente imbatível, e foi louco e não estávamos realmente conscientes, no momento, de que tínhamos mais coisas a fazer.

Mas você provavelmente sabe como isso acabou.

 

Photo by Michael Conroy/AP Images

A paixão argentina não deve ser confundida. Pergunte a Messi. Pergunte a Manu.

Falando nisso: ei Manu, te vejo em 2020 em Tóquio? Você provavelmente estará muito velho até lá, mas algo me diz que você vai surpreender a todos. E não seria a primeira vez.

 

 

 

  • O link para a carta original no The Players Tribune está aqui.
  • Guilherme Petros

    Bela carta. Um dos maiores alas-pivôs do basquete FIBA. Monstro.

  • Marcos Gordinho

    Respirei ao fim. E demorei a tomar fôlego.

  • Lucas

    No momento que o Brasil passa por uma reformulação esse texto tinha que ser lido para esses jogadores e eles precisavam ver o quão alto podem chegar.
    E na America aquele numero 23 fazendo coisas inacreditáveis, aqui narrado por Luciano do Valle virou o divisor de águas .

    • Vitor Martins

      Essa geração brasileira é muito boa, pena a suspensão terem tira eles do campeonato mundial sub-19. Jaú, Yago, Felipe do Anjos, Uchendu, Sena, todos tem capacidade de serem entre destaques do NBB até jogadores de NBA, mas a transição no Brasil é muito difícil. Não vejo nada de novo na CBB, muito pelo contrário.

      • Guilherme Petros

        O problema do basquete brasileiro, definitivamente, não são os jogadores. :/

  • Evandro

    Carta digna do basquete do Scola. Altíssimo nível.

  • Vitor Martins

    Manu é provavelmente o melhor sul americano da história, mas, pra mim, o Scola foi o jogador mais importante da Argentina nas competições FIBA. Craque. Que geração incrível.

    • matheus

      Concordo ctg Vitor! Manu foi e é incrível e muito provavelmente o melhor sul americano da história, mas agora o que o Scola fazia quando colocava a camisa da argentina era lindo de se ver, principalmente contra o Brasil o cara virava um monstro em quadra, essa seleção da argentina era belíssima de se ver jogar.

    • Neverminder

      Onde assino ? Resumiu tudo em uma frase só… Parabens

    • Norrin Radd

      Depois do Dirk, o Ginobili foi o melhor estrangeiro da NBA ( considerando claro os jogadores formados fora dos USA).

  • Alex Alves

    Quase não acompanho basquete nacional, para quem entende melhor depois do NBB vocês tem visto uma melhora no basquete brasileiro ?

    • Marcio

      Em nível clubístico, melhorou. A seleção brasileira, na minha opinião, não.

  • Bruno Silva

    Lindo somente isso sobre o texto

  • TRUETHIAGO

    Legal demais o texto, essa geração dourada da Argentina merece todas as reverências.

    Agora, obviamente não desmerecendo o feito, os EUA já tinham perdido sim antes, dois jogos na fase de grupos: contra Porto Rico e Lituânia.

    https://www.youtube.com/watch?v=LtopNCH5-qY

    • Elias Ferreira

      Que enterrada marota do Scola no Jefferson final do vídeo heim!!

      • Guilherme Petros

        Scola destruiu nessa Olimpiada! rs

    • Guilherme Petros

      Antes dessa edição olímpica. Acho que foi a isso que ele se referiu.

  • Neverminder

    Ouso dizer que o Manu Ginobili foi o maior jogador de basquete já nascido ao sul da linha do Equador na história… E que o Scola também merece todas as reverências possiveis, pois foi outro monstro (principalmente no mundo FIBA)

    • Fabrica de Vassilo

      Irving nasceu na Austrália, mas Manu ainda é maior.

      • Neverminder

        Eu sei, assim como o Steve Nash, que nasceu na África do Sul, que também foi genial

    • DNT

      Não sei, dizem que o Oscar Schmidt foi fodão.

      • Neverminder

        O Oscar era foda mesmo (ele e Magic Johnson foram as razoes para eu começar a gostar de basquete), arremessava demais, mas acho o Manu um pouco mais completo, ate por defender melhor…
        O Oscar provavelmente foi o segundo melhor ao sul do Equador…rs

        • DNT

          Não tive a oportunidade de assistir o Oscar, portanto o melhor jogador sul-americano que vi Jogar foi Manu.

  • arruda91 arruda

    provavelmente vai terminar a carreira no Ferro, porém queria ver tanto ele jogando uma temporada no Brasil =(

  • Bruno Coutinho

    Sensacional !

  • Marcelo Desoxi

    “Não só achamos que tínhamos uma chance de vencer os EUA, eu juro por você – e isso é tão divertido de dizer, uma década depois -, mas sabíamos que os venceríamos.”

  • Pedro Cortez

    Te dizer que o Scola é um dos jogadores que mais admiro no basquete Fiba. Cansei de ve-lo jogar pra cacete contra o Brasil.

  • Norrin Radd

    Tremendo craque de bola e ótimo caráter também. Só tem o péssimo costume de jogar muitíssimo bem contra o Brasil…

  • Fabrica de Vassilo

    Scola é a própria personificação da paixão argentina. Queria que houvesse algo parecido no Brasil.

  • Nilton Bitencourt

    Scola e manu foram os maiores jogadores da america do sul. Oscar pra mim fica em terceiro.

    • matheus da silva dos santos

      Em que sentido, se vc diz no sentido de fama concordo plenamente, mas no quesito habilidade e principalmente dedicação dai discordo

  • DNT

    Bem legal a tradução dessas cartas. Gosto de ler sobre essa parte que poucas pessoas sabem, é incrível como as coisas mudam… quem diria que o Manu de desacreditado iria se torna um dos maiores jogadores do Spurs e o melhor sul-americano na NBA. Já achava o Scola foda, agora então….Geração de ouro da argentina.

  • Erich Zager

    exagero colocar ele entre os 3 maiores jogadores da história do basket sul americano….tem uma lista de jogadores que ficam acima dele, sem dúvidas, até mesmo na argentina…mas como exemplo, caráter, porta voz dessa geração de ouro da argentina ele com certeza demonstra todo o seu valor…bela matéria

  • Um dos maiores alas pivô do basquete fiba, que carta, todo jogador brasileiro tinha que ter a gana que o Scola tem com a camisa portenha…

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