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Postado em 24 ago 2017 às 18:02
“Identidade e objetivo do Jazz não mudaram”, assegura Rudy Gobert

Com saída de Hayward, pivô francês assume liderança tentando levar time longe na temporada

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Por Ricardo Stabolito Jr.

Rudy Gobert está pronto para dar o próximo passo em sua carreira na NBA. Eleito para o segundo quinteto ideal da temporada passada, o pivô está em preparação intensiva para assumir o comando do Utah Jazz, depois da saída do astro Gordon Hayward. E, na posição de um líder, quer provar que a forma de jogar e evolução constante da equipe não será afetada pela ausência de um único jogador.

“Nós tivemos algumas mudanças, sim. Gordon foi embora, George [Hill] também. Temos novos armadores, alas e calouros aqui. É um elenco diferente, mas a nossa identidade segue a mesma. Nós ainda seremos um dos melhores times defensivos da liga. Nossa identidade não mudou, nosso objetivo não mudou”, assegurou o francês, em uma longa entrevista ao site Hoopshype.

Gobert não é o único otimista em sua capacidade de comandar o Jazz na era pós-Hayward. O gerente-geral da franquia, Dennis Lindsey, cravou que o titular é um dos dez melhores jogadores da NBA atualmente, em entrevista concedida no último mês. O jogador de 25 anos não entra em discussões sobre rankings, mas aponta um time que confia em seu talento como fator de motivação.

“Eu tenho muito orgulho em fazer essa equipe cada vez melhor e levá-la a vitórias, então é ótimo estar em uma organização que realmente acredita em mim e minha capacidade. É, ao mesmo tempo, um desafio também. Estou empolgado em elevar meu jogo e mostrar que continuamos sendo um time muito bom”, afirmou o pivô, garantindo que o Jazz pode seguir entre os melhores do Oeste.

Além da escolha para o segundo time da campanha passada, Gobert ficou entre os três finalistas do prêmio de melhor defensor do ano e parece questão de tempo para que vença a honraria. Ele acredita que já deveria ter conquistado o troféu em junho, mas não espera com ansiedade tal reconhecimento: o jovem pivô sabe que o trabalho constante vai trazer o sucesso naturalmente.

“Eu não jogo por prêmios individuais, mas seria ótimo receber esse reconhecimento e isso só me motiva a melhorar. Já entendi que, quando você joga em um mercado pequeno, é preciso fazer três vezes mais do que os caras de grandes cidades para ser notado. Mas aprendi que o melhor que posso fazer é somente jogar e mostrar do que sou capaz”, finalizou Gobert, prometendo o melhor basquete da carreira em 2018.

  • Chamou o Jazz de mercado pequeno e prejudicial a carreira do jogador – não falou diretamente, mas é fácil perceber. Será que pedirá para sair do Jazz futuramente?

  • Pablo Leite

    Vai ter que ralar bastante. Sem o Hayward, o negócio ficou osso lá em Salt Lake City.

  • Dudu Ferrero

    sem o Hayward e o Hill fica dificil um time que ja nao produz muito ofensivamente perder esses 2 e adicionar o Rubio que ofensivamente é nulo.. ai nao vejo muitas saidas

  • Bruno Carvalho Costa

    O time continuará um cadeado no lado defensivo pois a maioria dos reforços que vieram foram de ótimos defensores, entretanto ofensivamente fico preocupado, torcendo para que o Hood venha fazer seus 20 ppg e se assumir como cestinha do time

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