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Postado em 26 ago 2017 às 11:33
Brasil joga mal e sofre para bater Colômbia na estreia da Copa América

Ala Léo Meindl foi o destaque brasileiro na partida

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Por Gustavo Lima

Foi no sufoco, e contra uma seleção inexpressiva do basquete continental. O Brasil suou bastante para estrear com vitória na Copa América, na noite dessa sexta-feira. Liderada pelo ala Léo Meindl, a seleção brasileira bateu a anfitriã Colômbia por 76 a 74 e evitou um vexame histórico em Medellín.

O Brasil sofreu durante toda a partida, muito em parte graças ao nervosismo de estreia, típico em uma equipe recheada de jogadores e comissão técnica com pouca experiência em competições internacionais. O time treinado por Cesar Guidetti teve dificuldades para marcar um adversário que usou e abusou da velocidade.

No primeiro tempo, a seleção canarinho acertou apenas uma bola de três pontos em 11 tentativas e permitiu que a Colômbia angariasse dez rebotes ofensivos. O ala Bruno Caboclo raramente era envolvido nas ações ofensivas, e desperdiçou algumas bolas de maneira inexplicável. O Brasil foi para o intervalo vencendo por 36 a 33.

No segundo tempo, as equipes diminuíram o ritmo, mas o jogo continuou equilibrado. O Brasil seguia errando muito – seja na cobertura defensiva, na péssima seleção de chutes ou na movimentação de bola. A seleção teve problemas quando o armador Fúlvio ia para o banco de reservas. Os jovens Georginho e Davi Rossetto não são tão criativos quanto o veterano do Vasco e o ataque brasileiro ficava estagnado.

Pelo menos quanto aos rebotes e ao aproveitamento nas bolas de três pontos, a seleção canarinho melhorou na segunda etapa da partida. Nos minutos finais, o jovem Léo Meindl chamou a responsabilidade e conduziu o Brasil a uma vitória sofrida, obtida somente nos últimos segundos.

Neste sábado, a seleção brasileira enfrenta o México, que venceu Porto Rico na estreia (69 a 66). A partida, importante para definir qual time ficará em melhores condições de passar à segunda fase – lembrando que apenas o campeão do grupo se classifica, terá início às 19h30 (horário de Brasília) e transmissão do Esporte Interativo.

O que disseram os brasileiros ao final da partida

“Fizemos um bom jogo, é verdade que cometemos alguns erros, mas jogar com um ginásio lotado não é uma coisa fácil. Agora, o César Guidetti e a nossa comissão técnica irão corrigir as falhas que tivemos nesta estreia para nos mantermos fortes para a sequência da Copa América”, afirmou Léo Meindl, destaque do jogo.

“Sabíamos que seria um jogo duro, como ocorreu, mas nos preparamos para isso, ou seja, viemos prontos superar as adversidades que teríamos pela frente e vencer na estreia”, disse o técnico Cesar Guidetti.

Números do Brasil contra a Colômbia

17 desperdícios de bola
43 rebotes (33 defensivos e dez ofensivos)
18 assistências
41.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra (23-55)
32% de aproveitamento nas bolas de três pontos (8-25)
78.6% de aproveitamento nos lances livres (22-28)

Brasil
Léo Meindl: 19 pontos e sete rebotes; 23 minutos
Fúlvio: 14 pontos e seis assistências; 29 minutos
Bruno Caboclo: 11 pontos e 11 rebotes; 37 minutos
Rafael Mineiro: 11 pontos e quatro rebotes; 31 minutos

Colômbia
Juan Tello Palacios: 17 pontos e nove rebotes
Brian Angola-Rodas: 12 pontos e 11 rebotes
Tonny Trocha-Morelos: 12 pontos

  • Maicon Gomes

    Jogo foi de doer os olhos, mas como gosto de basquete, provavelmente verei o outro também..

    • Marcos Gordinho

      Abstinência de NBA é fogo! Até para jogos de baixo nível técnico a disposição para assistir tá em alta. Ao menos estão gastando o Caboclo, foi o seguro mais elevado e é o jogador mais aguardado nessa nova safra. Precisa agora de um sistema tático que valorize o jogo dos atletas mais proeminentes. E antes de criticar atletas, observo com desconfiança essa equipe técnica atual, que mostrem logo alguma proposta de jogo eficiente para o crescimento dessa geração.

  • Diego Pereira Dos Santos

    Caboclo pode até ter talento mas não te culhão pra jogar, em vários momentos recebia a bola na ala e em vez de ir pra cima, atacar o aro ficava procurando quem passar a bola… com certeza é psicológico na moral!

    • felipe fernando Oliveira

      Será que ele não tem confiança no jogo dele.

    • TRUETHIAGO

      Ball handling dele continua precário, a limitação é técnica também, não apenas psicológica.

  • TRUETHIAGO

    Olha, até eu que não sou dos mais otimistas quanto a nossa Seleção fiquei assustado com o que vi ontem… Terrível! Ficamos a 2 lances livres de perder para um adversário sem nenhuma tradição no basquete e tomando sufoco de dois garotos que jogam no College, portanto, ainda nem são considerados profissionais. Seria um vexame pior que aquela derrota para a Jamaica, em 2013.

    Enfim, difícil tirar algo de positivo do que apresentaram nessa partida, vários TOs quando a Colômbia fazia marcação pressão, aproveitamento ridículo nos arremessos, um caminhão de rebotes ofensivos cedidos, falta de comunicação defensiva, etc. Claro, cada jogo tem sua história, era uma estreia, jogando com a torcida contra e tal, porém, mesmo assim as atenuantes não justificam uma atuação tão fraca.

  • TRUETHIAGO

    Intervalo: MEX 41 x 33 BRA

    E olha que o time hoje está até menos pior do que ontem, mas obviamente o México é bem melhor que a Colômbia.

    Defesa permanece constrangedora, e o único jogador com capacidade de criação no ataque é o Fúlvio.

    Ah, sim, entra geração, sai geração e o drama dos lances livres segue intacto: 9/18 FT.

    • suiciniV_Vascão

      tu viu as matérias do ge sobre os 30 anos da copa américa que o Brasil levou? Eles minimizam o fato do time dos EUA ser todo universitário enquanto o Brasil já tinha a mesma base a 1 década, mas me assusta a quantidade de lances livres convertidos pelo Brasil, acho que nunca vi isso em jogo nenhum: trinta e nove pontos!

      • TRUETHIAGO

        Você deve estar falando do Pan de 87, em Indianapolis. Sim, o Brasil tinha um time muito mais experiente, que jogava num pace alto, pontuava bastante, mas também sofria muitos pontos, não defendia na mesma proporção. Na verdade, foram 36 LL convertidos naquela partida

        Quanto aos EUA, até os Jogos de Barcelona 1992 (Dream Team) eles sempre atuavam somente com jogadores do College, não somente nos Panamericanos, como em Mundiais e Olimpíadas. Neste caso, é importante resgatar o contexto da época, antes dos anos 90 era bem raro o jogador sair logo depois do seu primeiro ano na universidade (“one-and-done” comum atualmente); menos ainda ir direto do High School para a NBA. Portanto, os americanos conseguiam formar seleções fortes mesmo sem chamar os jogadores da NBA. Esse time que o Brasil venceu tinha 3 futuros picks #1: David Robinson (Draft 87), Pervis Ellison (88) e Danny Manning (89), além de vários outros que foram escolhas altas, de loteria, como Rex Chapman (#8 em 88), Willie Anderson (#10), Pooh Richardson (#10 em 89), etc.

        • suiciniV_Vascão

          Boa, conhecimento invejável. Além disso vi que na época era proibido escalar jogadores profissionais (leia-se: da NBA) pra qualquer seleção, sabe se procede? Legal a resposta, abraço!

  • TRUETHIAGO
    • Igor Neves

      Caraí, oq esse cara quer da vida…

      • TRUETHIAGO

        Vou esperar maiores informações, mas é impossível não traçar um paralelo com o caso da Iziane / Paulo Bassul.

        E eu que pensei que o masculino estava distante do feminino… Medo.

  • TRUETHIAGO

    MEXICO 99 X 76 BRASIL

    Complicado analisar desconsiderando o acontecido com o Caboclo, só que também não podemos resumir o resultado a isso. Duas péssimas atuações do Brasil, em todos os aspectos: coletivamente, defensivamente, ofensivamente e INDIVIDUALMENTE. No mínimo decepcionante os desempenhos de Lucas Dias, Lucas Mariano, Fuzaro, Davi, Georginho incapaz de organizar o time quando o Fúlvio ia pro banco, enfim, o único que se salvou foi o Leo Meindl. E estamos falando de jogadores que são destaques no NBB, que fique claro. Ou seja, é basicamente o que temos de melhor para o futuro próximo, além de Raulzinho, Benite, Bebê, Felício e Augusto Lima.

    • suiciniV_Vascão

      Formação que nasceu fadada a dar errado desde o técnico… os caras ficam indo treinar em campeonato, não entendo isso… se não dá pra levar os melhores (por falta de seguro, etc) nem vai pro rolê, marca amistoso com o Brasília que eles vão ficar um bom tempo sem jogar…

  • Jadson Ramos

    Primeiros dois quartos do Brasil : 9/18 FT – 6/17 FGM — Rapaz, isso é ridículo. Que absurdo.

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