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Postado em 28 ago 2017 às 02:04
De forma melancólica, Brasil perde para Porto Rico e corre sério risco de ficar fora do Pan de 2019

Seleção brasileira termina a Copa América com apenas um triunfo em três jogos

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Por Gustavo Lima

O Brasil encerrou, de forma melancólica, sua participação na Copa América. Já eliminado da competição, e sem poder contar com o ala Bruno Caboclo, desligado da equipe por indisciplina, a seleção brasileira perdeu para Porto Rico por 89 a 80, em Medellín, na Colômbia. Com o revés, o Brasil corre o sério risco de ficar fora dos Jogos Pan-Americanos pela primeira vez na história.

A seleção deixa a Copa América na terceira posição do Grupo A, com apenas um triunfo em três partidas e um saldo negativo de 30 pontos. O Brasil depende dos resultados dos outros dois grupos do torneio para saber se terá uma vaga no Pan de 2019, que será disputado em Lima, no Peru. As sete seleções melhores colocadas na Copa América garantem um lugar nos Jogos Pan-Americanos. Por isso, o Brasil precisa de um milagre para assegurar a vaga.

Contra Porto Rico, a seleção treinada por César Guidetti novamente deixou a desejar nos quesitos rebotes, cobertura defensiva e aproveitamento nos arremessos do perímetro. Mesmo com um time mais alto, o Brasil foi superado nos rebotes (46 a 34 para Porto Rico). Nas bolas de três pontos, o desempenho foi sofrível: sete acertos em 22 tentativas e um aproveitamento de 31.8%.

O armador Angel Rodríguez, ex-jogador da Universidade de Miami, deitou e rolou na defesa brasileira. O baixinho foi o cestinha do jogo, com 23 pontos.

Pelo lado do Brasil, o ala Léo Meindl voltou a ter uma boa atuação, com 17 pontos e seis rebotes. O detalhe é que o jogador de Franca foi o principal pontuador da seleção nos três jogos disputados em Medellín.

Brasil
Léo Meindl: 17 pontos e seis rebotes; 28 minutos
Georginho: 13 pontos, três rebotes e três assistências; 25 minutos
Renan: 13 pontos e três assistências; 20 minutos

Porto Rico
Angel Rodríguez: 23 pontos, quatro rebotes, três assistências e cinco roubadas de bola
Mike Rosario: 15 pontos
Tyler Davis: 13 pontos e cinco rebotes
Emmanuel Andújar: 11 pontos e sete rebotes

O que disse o técnico da seleção brasileira ao final da partida

“Estou muito chateado pela derrota e pela não classificação à fase final desta Copa América, como era o nosso objetivo, e assumo a responsabilidade. Além disso, quero cumprimentar os jogadores pelo empenho.” (César Guidetti)

Outros jogos do domingo
México 82 x 70 Colômbia (México campeão do Grupo A e classificado para as semifinais)
Argentina 67 x 64 Venezuela
Ilhas Virgens 83 x 71 Canadá

  • D-WADE

    Que vergonha!

  • Chimbinha

    O pior que não vejo uma luz no fim desse túnel.

  • Lucas

    Como assim a CBB não sabia que valia vaga no Pan? Quando disseram vamos levar uma seleção para ganhar experiencia pensei ok, mais valendo vaga no Pan tem jogadores mais capacitados e que deveria se mesclar mais essa seleção.

  • Duas gerações perdidas, essa e a anterior. Lamentável demais. Pior que a seleção sub17 é boa, mas com essa confederação, nem mesmo campeonatos podem jogar.

  • TRUETHIAGO

    Melancolia é uma palavra que define bem nossa situação, mesmo eu que não esperava grande coisa, fico surpreso e chateado com mais um fracasso desses. O preocupante não são as derrotas em si, eu inclusive alertei no post do Guia que não seria anormal ou absurdo ser eliminado na fase de grupos e que o palpite no bronze era um tanto otimista, mas a participação no geral mais uma vez foi HORROROSA. Tomar sufoco da seleção colombiana na estreia já parecia um aviso do que estava por vir…

    Eu não quero pegar ninguém de bode expiatório, nem o técnico e muito menos os jogadores, garotos, mas fica claro também como o nível do NBB é fraco, embora seja melhor do que antes dele ser criado. Os jogadores formados no College das outras seleções mostraram muito mais recursos, repertório e refinamento nos fundamentos do que os nossos.

    Esse Angel Rodriguez de Porto Rico, que acabou com a gente ontem, fez sua carreira jogando em Kansas State (Big 12) e Miami FL (ACC), por exemplo, duas conferências tops da NCAA.

    Se alguém achou que o que tinha acontecido nas Copas Americas 2013 e 2015 haviam sido somente acidente de percurso, é bom começar a enxergar a realidade. Inclusive acho bizarro ver gente argumentando pedindo jogadores que não foram (Huertas, Alex, Marquinhos, etc) como se nessas outras edições eles não estivessem no grupo.

    Ficar fora do Pan ao meu ver é o de menos, afinal de contas nem é uma competição FIBA e o próprio Brasil ter vencido a maioria deles nos últimos anos mostra como é um torneio que não diz nada. O ponto é que hoje não existe garantia alguma de que chegaremos no Mundial da China em 2019 e, muito menos, nas Olimpíadas de 2020, no Japão. Isto sim seria uma lástima para o basquete brasileiro.

    • William Felton Russell

      É muito difícil pra quem detém a combinação: é brasileiro, é fã de basquete e é ‘patriota’.

      Também estou muito chateado e decepcionado com o Brasil, mas menos do que estou penalizado com jogadores e fãs de basquete brasileiros.

      • Alex Alves

        Vocês acham que a saída do Rubén Magnano foi ruim para o nosso basquete ?

        • Bruno Macedo

          Eu acho que ele deveria sair mais quem entrou não acho um bom nome também. Então pra mim trocou 6 por meia dúzia na minha visão.

          • Alex Alves

            Achei que seria o técnico do Flamengo até mesmo porque já trabalhava na seleção me surpreendi quando anunciaram esse técnico.

          • TRUETHIAGO

            Pelo que foi noticiado, a CBB não quis reaproveitar os que tinham participado da comissão técnica anterior, com o Magnano (Neto, Gustavo De Conti, Demetrius…) e aí escolheram o Guidetti.

            Eu considero o Gustavinho o nome mais apropriado para este momento, pela experiência que tem no desenvolvimento de jovens. Neto, desde que assumiu Flamengo, basicamente só trabalha com medalhões, estrangeiros, enfim, jogadores mais prontos, por ser um dos clubes que mais investe e não costuma aproveitar tanto a base.

          • Bruno Macedo

            Eu também pensava que seria ele.

        • TRUETHIAGO

          Foi o fim natural de um ciclo, provavelmente nem ele mesmo estaria disposto a participar desse fase de renovação, nessa altura da carreira.

          Mas o problema do nosso basquete é muito mais profundo do que treinador.

  • TRUETHIAGO

    Gostaria de deixar registrada também a patética participação (conseguiu ser pior do que a do Brasil…) do Sr. EDUARDO AGRA, comentarista de basquete dos canais ESPN.

    Ficou literalmente cornetando a transmissão do Esporte Interativo durante todos os jogos, criticando o narrador por na visão dele não entender de basquete e ficar “torcendo contra”. Resumindo, queria que o cara fosse pro lado do ufanismo na narração, afinal de contas, ele é um típico COMENTARISTA UFANISTA!

    Quando foi confrontado por um internauta no Twitter, adivinhem? Veio com aquela versão alternativa do “calos e bolhas nos pés”, mandando um “Qual a sua experiência com o esporte?”.

    Segue o tweet: https://twitter.com/eduagraespn/status/901937327530004480

    • Bruno Coutinho

      Po,não tinha visto isso.Gosto do Agra mas nessa ele foi mal.

      • TRUETHIAGO

        Quem dera tivesse sido só nessa, Bruno.

        Eu não sei se você acompanhou, mas ele já vem adotando essa postura lamentável desde os Jogos do Rio, quando comprou briga contra os “blogueiros” que comentam basquete sem terem sido jogadores/treinadores.

        http://jumperbrasil.lance.com.br/2016/08/29/calos-e-bolhas/

        Agora ele quer pautar até como devem se portar os narradores durante as transmissões??? Ridículo.

    • William Felton Russell

      Agora que a ESPN tem feito uma limpa legal no seu quadro, ta aí uma boa oportunidade. Bulgarelli tá no vácuo dele há um tempinho já, só esperando uma curva favorável pra pegar a posição.

      • TRUETHIAGO

        Tomara, pra mim, tanto ele quanto o Zé Boquinha são completamente dispensáveis.

        O que me tranquiliza é que esse pensamento ultrapassado dele não é o mesmo da direção ou dos produtores do canal. Vira e mexe eles convidam o pessoal dos blogs de basquete (como o Jumper mesmo) para participar do ESPN League, por exemplo. Portanto, sabem da importância e do conhecimento que o pessoal que escreve possui.

        Comparar com o Bulga é sacanagem, posturas completamente opostas. O Bulgarelli tem uma relação super próxima com muitos dos blogueiros, outro dia assisti uma Live que ele participou na maior humildade com o pessoal do NBAdotBR, sem nenhuma estrutura especial, foi lá e trocou ideia de igual pra igual.

        https://www.youtube.com/watch?v=q9Cd2OJAWuo

        • Erich Zager

          eterno embate do boleiro e do jornalista, em qualquer esporte…por óbvio que os jornalistas levam vantagem com o público nessa disputa, afinal, se prepararam pra isso e os boleiros não…mas em questão de conhecimento do esporte (do jogo), dificilmente um jornalista vai ser melhor que o boleiro…não é atoa que se utiliza essa combinação em toda transmissão esportiva ao redor do mundo…o problema é a hora que o boleiro quer fazer as vezes de jornalista e vice versa…e é o que vem ocorrendo nas transmissões…muito pouca análise técnica e tática do jogo em si…muita estatística, muito papo sobre perfil do jogador A ou B, muito papo sobre a história do esporte e muita borracha sendo falada…
          Aqui mesmo, muito se discute sobre as polemicas da liga, trocas, prospectos, mas muito pouco se analisa o jogo em termos táticos, técnicos…eu particularmente acho que a informação vai muito mais além de jogou bem, jogou mal, fez tantos pontos, perdeu, ganhou…a informação é por que jogou bem ou mal, como jogou, como joga….e pra isso, não tem jeito…pode ser muito informado sobre o mercado, cap dos times, trocas, estatísticas, resultados, mas sempre vai faltar o tato pra analisar o jogo dentro da quadra e pra isso, ainda e infelizmente, agras, ze boquinhas e etc são úteis…

          • TRUETHIAGO

            Da minha parte não há embate algum, eu não raciocino a partir de dicotomias. O que defendo é que ter sido jogador/treinador não transforma ninguém automaticamente em bom comentarista/analista.

            Sim, nos EUA é comum fazerem essa mescla entre os “boleiros” e “jornalistas”, funciona muito bem. Existem bons ex-jogadores e treinadores comentando, assim como alguns que nunca foram atletas ou técnicos profissionais também; e existem ex-jogadores/treinadores que são péssimos comentaristas/analistas, assim como alguns jornalistas formados ou blogueiros. Ou seja, não existe uma regra.

            Mesmo isso que você cita da suposta visão diferenciada taticamente que eles na teoria podem trazer na transmissão, por terem jogado/treinado, considero bastante questionável. Sobretudo porque o jogo atualmente é bem diferente do que era praticado na década de 70, 80, ou até 90, que são a referência deles quando jogavam/treinavam.

    • Rodrigo SMC

      Eu achei bem ruim o narrador principal do EI nos jogos, tira a vontade de ver o jogo com tanta gritaria por cada lance.

      • TRUETHIAGO

        Rodrigo, muita gente reclama mesmo do André Henning gritando, principalmente depois que o EI passou a transmitir a UCL com excluisivade, mas o ponto não é esse.

        Veja bem, o questionamento não está na qualidade do narrador e sim nesse PATRULHAMENTO feito pelo Agra. Eu postei apenas uma twittada, o que já seria suficiente (“Ficam expostos os negativos que torcem contra e tem o microfone nas mãos”) mas foram várias outras postagens dele ridicularizando o conhecimento, falando que não sabia se o narrador já tinha narrado basquete antes na vida (narrou NBA e transmitiu o Pré-Olímpico 2011 por exemplo)

        https://www.youtube.com/watch?v=EjwLIWobopo

        Ele e qualquer outro tem todo o direito de não gostar, colocar no mute, etc. O que critiquei é ele ficar dando piti virtual por não concordar com as críticas que o narrador fazia ou por demonstrar pessimismo em alguns momentos da transmissão. E olha que eu nem achei que o André criticou tanto, muito menos o Miguel Angelo da Luz (comentarista) somente não foi cego e falou o óbvio, demonstrando decepção com o que via em quadra.

        Assim como o Agra arrumou treta com os “blogueiros de basquete” porque o Balassiano (Bala na Cesta) foi bastante crítico após a eliminação do Brasil nas Olimpíadas. Ele ficou putinho e veio com aquela história que só ex-jogadores/técnicos que entendem e podem opinar sobre a modalidade, blá blá blá.

        E repetiu a dose agora, ao ser respeitosamente (o cara não xingou nem nada) respondido nesse tweet, mandando esse nojento “Desculpe sua experiencia com o esporte é?” como se ele (Agra) fosse o dono da razão e Guardião do Basquetebol Brasileiro.

        • Thiago26-NBA

          Como se ele tivesse sido um PUTA jogador

          • TRUETHIAGO

            Sempre foi um coadjuvante, geralmente banco de Oscar/Marcel na Seleção, nesse vídeo aqui ele fala disso:

            http://espn.uol.com.br/video/435891_eduardo-agra-um-coadjuvante-de-respeito-do-basquete-nacional-e-com-boas-historias-para-contar

            Enfim, mas mesmo que tivesse sido o “Brazilian Michael Jordan”, independe. O Oscar mesmo vira e mexe fala um monte de besteiras, é péssimo comentando. A história deles, ou de qualquer outro ídolo do basquete brasileiro (Wlamir, Amaury, Helio Rubens…) merecem toda consideração e respeito, mas isto não dá salvo-conduto nenhum para ninguém e nem significa que a opinião deles deva prevalecer no debate.

            Se ele discorda das críticas, beleza, que exponha os argumentos dele, mostre seu ponto de vista, mas não venha dar “carteirada” (Você sabe com quem está falando?)

            Para não dizer que não argumentou nada, li alguns tweets em que ele tenta justificar o vexame pelo pouco período de preparação e tal. Ok, só que isto vale para todas as outras seleções, não foi apenas o NBB, todos os principais campeonatos europeus e sulamericanos terminaram no final de junho/julho e tiveram menos de 1 mês para treinar. Ou seja, uma desculpinha esfarrapada.

  • Lucas Callado França

    Alguém sabe dizer se o Georginho ainda está contratado pelo Houston?

    • TRUETHIAGO

      Contrato dele só vale para Summer League (jogou pouco tempo) e jogos da pré-temporada.

  • HipHipHurra

    Vocês saberiam me dizer se a CBB tem que pagar seguro para os jogadores da NBB e que jogam na Europa?

    Pelo que eu li, o Felicio, Bebê e Raulzinho foram deixados de fora porque a CBB só tinha grana para pagar o seguro do Caboclo. Engraçado é que o salário do Raul Neto é menor que o do Bruno, deveriam ter levado ele (joga pouco também, uma boa oportunidade para jogar).

    • Giubaldinho

      Pros jogadores da NBA tem que pagar seguro sim, no caso do Caboclo o Raptors abriu mão do seguro.

      Bebê e Raulzinho poderiam ter sido convocados, mas o Felício dificilmente seria liberado mesmo se o Brasil tivesse condições de pagar o seguro.

  • De todos, para mim a maior decepção foi o Georginho. NUNCA será jogador da NBA dessa forma, nem mesmo na europa.

    • TRUETHIAGO

      Decepcionou, sim, mas vale a ressalva de que era o jogador mais novo do elenco. Teve quase o dobro de TOs do que de AST (1,7 x 3,3) e o que mais me preocupou foi na parte defensiva, onde teoricamente causaria impacto: NENHUM ROUBO OU TOCO.

      Ter uma envergadura acima da média e mãos grandes sem dúvida que ajudam, mas não são suficientes.

      • Aí que tá, acho que falta talento. Talento real, bruto, aquilo que não se ensina. Não vejo futuro longe do NBB.

        • TRUETHIAGO

          Pode até faltar também, mas o talento por si só não garante nada. Existem diversos exemplos de prospectos extremamente talentosos que se perderam e não vingaram, enquanto outros “normais/comuns”, porém esforçados, disciplinados, chegaram longe.

          Embora já exista uma certa “hype” em cima dele há uns 2 anos pelo menos (chegou a colocar e depois tirar o nome no Draft 2015) temos que lembrar que só nessa última temporada, no Paulistano, que ele passou ter tempo de quadra de verdade em nível profissional (no Pinheiros jogava menos de 10mpg). Considero ele uma incógnita, mas minha preocupação maior é com a turma que já deveria estar num estágio de carreira bem mais desenvolvido.

  • Ficar fora do pan é o de menos agora, o que me deixa preocupado, é quanto ao futuro da seleção, pois com o Guidetti não dá! teremos eliminatórias para as olimpíadas contrastando com jogos da NBA, e sabendo que esses jogadores não virão, teremos que mesclar europa e NBB

  • Erich Zager

    hahahahahaha…grande legado do magnano…só afundou a seleção….sair desse buraco vai ser muito difícil…o pior disso tudo é saber que não tem 1 técnico brasileiro em condições pra treinar a seleção…vamos ver outra boa geração do Brasil ir pro lixo…

    • TRUETHIAGO

      Ah, sim, lógico, evidente, elementar… Vide que ANTES do Magnano a Seleção estava uma maravilha, provavelmente também era culpa dele os mais de 10 anos do Brasil fora de Olimpíadas e as participações figurativas nos Mundiais.

      Deixando claro que eu não vejo nenhum problema em criticar o trabalho do argentino ou de qualquer outro técnico, também tiveram coisas que não gostei nele. E o Guidetti, indiscutivelmente, foi muito mal nessa Copa América.

      Talvez seja o caso de buscar algum americano ou europeu??? Pode ser, não sei da onde a CBB vai tirar dinheiro para isso, mas, enfim… Só que é bastante simplista pegar os técnicos anteriores como bodes expiatórias e achar que a situação vai mudar num passe de mágica por causa disto.

      Hum, será que a geração é tão boa assim? Engraçado, qual jogador brasileiro atualmente possui destaque na Europa? Nem vou perguntar na NBA, afinal essa resposta é muito óbvia…

      Enquanto a torcida continuar mantendo essa empáfia, esse nariz empinado, achando que o Brasil ainda é uma potência da modalidade, também não vai contribuir em NADA.

      • Erich Zager

        Então, cara, explicando o meu ponto de vista…a seleção brasileira não entrou no ostracismos de bobeira ou por acaso…da geração do oscar e marcel até essa geração de nene, varejão e etc…teve um gap muito grande de material humano…e ai eu não acho justo cobrar nda da seleção nesse período…não sei se você chegou a ver, mas os jogos do Brasil em Atlanta/96 foram péssimos e o comentário já era…”é, não tem nova geração…vamos entrar em uma época ruim”…
        passou muito tempo e começaram a aparecer jogadores bons novamente…mas ficava evidente que os treinadores amigos da CBB não tinham condições de levar o Brasil a lugar algum…as convocações eram ruins…os jogadores da NBA não estavam dispostos a jogar pela seleção da CBB, por razões óbvias…
        primeiro trazem o moncho, a seleção jogou bem, de fato poderia deixar um legado…ai a CBB manda o cara embora…
        vem o magnano, com a evidente proposta de não jogar no lixo uma boa geração brasileira e formar uma seleção…e ai eu pergunto…independente de resultados, que na minha opinião foram ruins, mas mesmo assim são utilizados pra maquiar o péssimo desempenho do argentino…qual foi o legado do magnano? qual time ele formou? sinceramente, não consigo ver legado…
        então, levando em conta a proposta de trazer o magnano pra formar…desenvolver…evoluir a seleção brasileira…acho que ele levou pro caminho contrário e ele, sim, na arrogância e nariz em pé que os portenhos tem, sempre adorou uma desculpa pelos maus resultados e adorou jogar o desempenho ruim pros jogadores…engraçado né?
        e essa arrogância dele sempre validada pelos próprios brasileiros…o problema não era ele, eram os jogadores da nba…o problema era a formação dos jogadores no brasil…(tudo coisa que ele falou quando foi criticado)…ora, isso não era uma realidade que ele conseguiria avaliar quando o contrataram pra declinar o convite? o salário de 100 mil reais com certeza pesou mais que a parte técnica…então, meu caro, eu acho que depois de 6 anos no comando da seleção, ele poderia, apesar dos resultados, ter deixado a casa arrumada pra quem viesse depois seguir com o trabalho de formação e desenvolvimento que fora proposto quando da sua contratação…
        uma coisa é certa…a geração de novos treinadores no brasil é bem sofrível…a CBB está, como sempre, quebrada e não dá pra fazer milagre…
        a geração de raulzinho, caboclo, bebe, georginho e etc pode e deve ser bem preparada pra 2024…mas ao que parece, vai ser queimada…
        quando você fala de destaque…e apenas utilizando a seleção argentina de exemplo…quando ganharam as olimpíadas, de destaque global, como você falou…tínhamos o Ginobili, MVP da Euroliga e o Pepe Sanchez no 76’s ou Pistons se não me engano….ninguém falava da maioria dos jogadores daquela seleção…os brasileiros conheciam por ser uma base que já jogava junta desde a base e já aterrorizava o Brasil, mas mundialmente, não…No entanto, foram apresentados ao mundo o Scola, o Nocioni, o Oberto…fato é, não precisa ter apenas jogadores de destaque na NBA ou na Euroliga pra montar uma boa seleção, que jogue um basket bem organizado e tenha bons resultados…
        não adianta cobrar classificação pra olimpiadas nessa “nova seleção”…afinal, a seleção antiga só foi pra 2016 pq era anfitria e na quadra não se classificaria…e só foi pro mundial pq comprou o convite…na quadra não se classificou…
        O que pode se fazer é uma proposta para em 2024 ter uma seleção competitiva e trazer um treinador competente pra fazer isso…
        Com os jogadores da NBA já é difícil, imagine sem eles? O novo treinador tem que ter muito tato pra reatar a relação seleção/nba e promover uma transição suave das gerações…observando a característica dos nossos jogadores (criticada pelo magnano), a minha sugestão seria procurar nos EUA pessoas capacitadas pra participar da comissão técnica, pelo menos…facilitaria muito a transição dos atletas da NBA no elenco e influenciaria positivamente na forma de jogar…
        É a hora de trabalhar e trabalhar significa encontrar soluções com o que tem e não sair distribuindo dinheiro pra 1 treinador mudar tudo, o que é impossível…se tá dificil encontrar treinador bom na NBA, com dinheiro, imagina pra seleção brasileira, quebrada?
        Por fim nobre, meu comentário não tem arrogância ou nariz em pé…tem a opinião de alguém que discorda totalmente do discurso do ultimo treinador, que ganhou bem pra fazer muito pouco e se defender das maneiras mais escrotas do mau basket que o brasil mostrou nos últimos anos…

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