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Postado em 29 ago 2017 às 16:53
Lamar Odom: “Ser trocado pelo Lakers acabou com minha carreira”

Ex-ala relembra como saída de Los Angeles iniciou declínio que quase custou sua vida

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Por Ricardo Stabolito Jr.

Lamar Odom é um filho das ruas de Nova Iorque adotado pelo sol de Los Angeles. Escolhido pelo Los Angeles Clippers no draft de 1999 e após viver os melhores momentos da carreira pelo rival Lakers, o ex-ala ganhou uma nova casa e ponto de estabilidade na vida. Por isso, ele olha para trás e reconhece que sua saída da cidade marcou o início do fim de sua trajetória profissional.

“Ser trocado pelo Lakers, basicamente, acabou com minha carreira e propósito de jogar basquete. Nunca mais consegui ser eu mesmo. Com a estrutura e as pessoas que conhecia, ter que deixar Los Angeles machucou. Tenho ótimas recordações de atuar com Kobe Bryant e Pau Gasol. Foi uma fase muito especial da minha vida”, desabafou o ex-atleta de 37 anos, em entrevista ao site Yahoo! Sports.

Uma mudança que, por pouco, não acabou com sua vida também. A troca para o Dallas Mavericks marcou o início de um inferno pessoal, liderado pelo vício em álcool e drogas – especialmente, crack. Tudo levou à overdose acidental que sofreu em 2015, deixando-o à beira da morte. A negociação foi uma verdadeira assombração que carregou pelos piores momentos de sua vida.

“Eu fui trocado na temporada em que perdemos para o futuro campeão Mavs nos playoffs e tinha ganhado o prêmio de melhor reserva da liga. O que mais poderia ter feito? O que mais? Penso em toda a lenha que tinha para queimar. Sim, tinha problemas. Mas, exceto por uma lesão, eu poderia estar jogando na NBA ainda hoje? Acho que poderia. Deveria”, confessou o veterano.

Hoje, Odom reavalia a situação e admite que perdeu uma grande oportunidade ao “ignorar” o Mavericks. “Foi péssimo que não tenha funcionado, pois eu realmente poderia ter jogado bem com Dirk Nowitzki. Nós poderíamos ter tirado vantagem das habilidades um do outro. Mas não estava, mental e fisicamente, em condições de jogo. Não conseguia jogar”, lamentou.

Aos poucos, afastado do basquete, a vida do ex-ala está voltando aos eixos. Ele é dono de um restaurante em Los Angeles e garante estar com os vícios totalmente controlados. Mas as quadras continuam a chamá-lo – e devem ter esse chamado atendido na próxima offseason: o bicampeão da NBA está em negociações bem encaminhadas para participar da segunda temporada do “Big 3”.

Não para por aí, porém. Odom está conversando com o Lakers para assinar um contrato de um dia com o time e oficializar sua aposentadoria “em casa”. “Minha família está ansiosa para que aposente-me como um Laker. Faço até mais por eles mesmo, hoje. O mais importante é que aprendi a viver com meus erros e ainda estou aqui. Estou aqui e não vou a lugar nenhum”, concluiu o ex-jogador.

  • David Ribeiro

    Não, as drogas acabaram.

  • Rafael Victor

    A troca pro Dallinha, o casamento com a Kardashian (reality show e todas aquelas merdas que vem no pacote) e o abuso de drogas!

    Junta tudo isso, aí…

  • Muito fácil culpar as contingências da vida do que o próprio vigor de querer ser melhor a cada dia…

  • Essa é uma via de mão dupla, se serve de consolo para ele, após a troca o Lakers também nunca mais foi o mesmo, foi ladeira abaixo ano após ano. Lakers também teve que lidar com o vício, o vício de fazer contratações ruins, fora as overdoses em quadra que estou vendo há anos.

  • Tárcio

    Aí vem um cara e reclama de A, B ou C que quando foi F.A. escolheu sair do seu time e ir pra outro!
    São no fim, todos mercadorias!
    Tem time que estando acima do CAP, renova com jogador só pra usar de moeda de troca 3 meses depois!

    • Juka

      Se não me engano, com Nene nos nuggets foi assim! renovaram o contrato dele, depois foi trocado

      • Tárcio

        Acontece muito!
        Acho que o Cavs acabou de fazer isso com o Korver!

  • Rodrigo SMC

    Mais engraçado que a troca por ele valeu o único pick que o Dallas teria no Draft seguinte, que seria na 55ª posição.

    Lembrando que o Shaquille O’Neal chegaria ao Miami Heat em 2004, depois que o time da Flórida mandou para California, além do Odom, Caron Butler e Brian Grant.

  • Eduardo Rebelatto

    Mais fácil culpar os outros ou outra situações que você mesmo.

  • Damon

    o que acabou com a carreira dele:
    ( ) drogas
    ( ) festas todos os dias
    ( ) não levar o basquete a sério
    (x) ser trocado.

    • danielzera

      ( ) casar com uma Kardashian

  • Mavscelo

    Que papo furado, vc mesmo que acabou com a sua carreira, cara. Não venha colocar a culpa numa troca (bosta, por sinal. Mavs pagou pick até 2016 por sua causa). Lixo humano.

  • Guilherme Petros

    Ah, mas só de olhar o jogo dele, isso é bem óbvio. Desde que saiu dos Lakers, simplesmente não jogou mais basquete (na verdade, ele que pediu a troca pq ficou PUTO ao descobrir que a diretoria o estava disponibilizando pra todos os times, esperando só uma oferta)

  • Will

    Exceptuando algumas situações mais extremas, a decisão de embarcar no mundo das drogas é pessoal. Na grande maioria dos casos, é uma jornada sem volta; e mesmo nos casos em que a pessoa consiga dar um basta ao vício, muitas consequências batem à porta e permanecem.
    O que as luzes, cores e sons dos baratos e viagens não contam é que mais cedo ou mais tarde a conta chega…

  • Matheus Bernardo

    Lamar, o que acabou com sua carreira, foi a carreira…….

  • Dream Shake

    Como opinião pessoal, não acho que apenas o fato de ser trocado para o Dallas começou o declínio, principalmente com as drogas.
    Nada não garante que se tivesse continuado no Lakers ele não sucumbiria as drogas, foi uma escolha pessoal, talvez em LA o problema seria até mais agravado por ser uma cidade cheio dos atrativos noturnos hehe

  • Wesley R. Silva

    Os caras que jogam em ligas como NBA, NFL e outras dos EUA precisam estar preparados fisicamente e mentalmente. Todos sabem que são ativos que precisam se manter valiosos. Não é de hoje que os dirigentes negociam jogadores buscando o melhor para a franquia, mesmo que isto signifique mudar o atleta de cidade/time sem ao menos serem consultados. Este é o mundo esportivo milionário do esporte americano, onde às vezes o último a saber do seu futuro é o atleta, mas que mesmo assim todos querem jogar…

    Só que os atletas precisam saber administrar a carreira e pelo dinheiro que ganham, podem muito bem buscar ajuda de profissionais ao invés das drogas…

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