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Postado em 13 set 2017 às 10:00
Revisão da Temporada – Los Angeles Clippers

Franquia de Los Angeles novamente decepcionou nos playoffs

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Por Michel Zelazny

Los Angeles Clippers (51-31)

Temporada regular: quarto lugar da conferência Oeste
Playoffs:
eliminado na primeira rodada pelo Utah Jazz, em sete partidas
MVP da campanha:
Chris Paul (18.1 pontos, 5.0 rebotes, 9.2 assistências e 1.9 roubo de bola)

Pontos positivos

– A equipe escolheu bem seus tiros de quadra, fechando como a segunda melhor no aproveitamento dos arremessos, com 47.5%, atrás apenas do campeão Golden State Warriors.

– Ainda na escolha de arremessos, ninguém sofreu menos tocos na temporada do que a franquia de Steve Ballmer.

– O Clippers fechou a temporada com o quinto melhor Offensive Rating em toda a liga.

Pontos negativos

– Se DeAndre Jordan ajudou nos arremessos de quadra, ele certamente não contribuiu nos lances livres, visto que a equipe foi a quarta pior na categoria.

– Com apenas 4.2 tocos por jogo, a equipe esteve no terço inferior na posição em comparação com o restante da liga. Mais que isso, a estatística indica a fragilidade defensiva da equipe quando Jordan, responsável por quase metade das rejeições, estava no banco.

Análise

A temporada 2016/17 do Clippers não fugiu muito da expectativa de torcedores e analistas. No papel, todos sabiam da competência do time, particularmente quando seu big 3, composto por Chris Paul, Blake Griffin e DeAndre Jordan, estava saudável. Porém, as constantes lesões e falta de qualidade no banco fazia do Clippers um time bom para ganhar jogos, mas não o suficiente para alçar sonhos mais altos.

O começo da temporada foi animador para o torcedor da franquia angelina. Foram 14 vitórias nas 16 primeiras partidas da equipe. As coisas voltaram ao normal quando a equipe perdeu seus três jogos finais do mês de novembro, e teve uma campanha com mais derrotas que vitórias no mês seguinte.

O resto da temporada foi mais ou menos como esperado: com dificuldades para ganhar do Warriors e Rockets, o Clippers baseava sua campanha em vencer jogos contra adversários inferiores. Apesar disso, a equipe esboçava lampejos do time que poderia ser, tendo em seu currículo duas vitórias contra o Cavaliers e três contra o Spurs. Outro ponto que animou os torcedores foi o bom final de temporada, com sete vitórias nas últimas sete partidas.

Nos playoffs, os erros de sempre voltaram a assolar o Clippers. Comumente criticado pela falta de aparição de seus grandes jogadores na hora decisivas, o Clippers enfrentou um jovem time do Jazz, no que foi uma das principais séries da primeira rodada dos playoffs. No primeiro jogo, a equipe já foi surpreendida e perdeu a vantagem do mando de quadra após grande jogo de Joe Johnson. Após fazer a segunda em casa, o Clippers foi a Salt Lake City e, mesmo com Blake Griffin se machucando, conseguiu recuperar a liderança no confronto. No entanto, a lesão do ala-pivô foi sentida nos demais jogos da série, que teve o Jazz saindo como vitorioso após ganhar o sétimo e derradeiro jogo em pleno Staples Center.

Futuro

A pós-temporada do Clippers foi composta por duas grandes decisões: após diversos anos seguidos com bom desempenho na temporada e fracasso nos playoffs, a hora de mudanças finalmente havia chegado. E quem saiu do time foi justamente o armador e principal estrela Chris Paul, trocado para o Houston Rockets por um pacotão de jogadores que devem fortalecer o sempre criticado banco do Clippers.

Se Chris Paul saiu, Blake Griffin assinou uma longínqua renovação de contrato, ganhando $173 milhões pelos próximos 5 anos. Com a saída de Paul, é esperado que o ala-pivô melhore seus números, passando a atuar um pouco mais com a bola nas mãos. Também será interessante ver qual será a contribuição de Milos Teodosic, considerado por muitos o melhor passador do basquete europeu. Teodosic e Beverley devem rotacionar no comando da armação, e a esperança é que o fortalecimento do banco com menos estrelas concentradas possa fazer aumentar o rendimento do Clippers.

Ainda assim, é difícil imaginar que o time vá recuperar a saída do já mencionado Chris Paul e dos também armadores JJ Redick e Jamal Crawford. O mais provável é que a equipe passe por 1 ou 2 anos de renovação até encontrar no draft ou na free agency um outro nome de impacto que possa novamente elevar o patamar da franquia.

  • JASPION DA MASSA

    A troca do CP3 Salvou e muito o KKKlipper
    conseguiram reforçar muito bem o banco .
    Agora vão depender dos dois jogadores de vidro ficarem saudáveis Gallinari e Griffin e da adaptação do M.Teodosic que joga muitaaaa bola, mas veio tarde pra NBA (ainda boto fé nele)

    • Marcos Oliveira

      Justamente, acredito que o Clippers pode se tornar um time mais competitivo…

  • Blake “Glass” Griffin

    Ficou em quinto na conferência Oeste e não em quarto

    • gusilvalima10

      Ficou em quarto mesmo, jovem.

  • Acho que o Clippers é ainda mais forte sem o Paul. Conseguiu ótimas peças e abriu espaço para que o Griffin arme mais o time.

    • Marcelo Desoxi

      Também acho que melhorou

    • Guilherme Petros

      como conjunto, o time melhorou. mas se vai ficar mais forte, só a quadra vai responder. rs

  • Julio Zago

    A verdade é que, considerando a classificação, era difícil imaginar o Clippers vencendo mais do que uma série nos offs, com o lesão do Griffin também isso ficou improvável.
    Acho que o texto explana uma opinião bem clara da maioria aqui, o Clippers venceria jogos e se classificaria aos offs, seria uma equipe competitiva, mas não o suficiente para almejar o título da conferência.
    Acredito que as trocas realizadas diminuem um pouco o patamar da equipe, apesar da melhora no banco, mas o desempenho não deve fugir muito do que foi visto no último ano.

  • Rodrigo SMC

    Algumas decisões recentes do Clippers:

    Draft de 2008: seleciona o DeAndre Jordan
    Draft de 2009: seleciona o Griffin
    Draft de 2010: seleciona Eric Bledsoe
    2011: Chega o Chris Paul e cede Eric Gordon, Chris Kaman e Aminu e o pick de 2012 aos Pelicans/Hornets, que viria a ser o Antonhy Davis.
    2012/2013: Assinam com Grant Hill e Lamar Odon. Chegam Jamal Crawford e Matt Barnes.
    2013/2014: Chegam Doc Rivers e JJ Redick
    2014/2015: Steve Ballmer novo dono da franquia. Chega Austin Rivers.
    2015/2016: Pega Lance Stephenson e cede Matt Barnes e Hawes para os Hornets. Depois manda o Stephenson para os Grizzilies em troca de Jeff Green
    2017/2018: Troca do Chris Paul e chegada de Patrick Beverly, Lou Wiliiams, Sam Dekker, Montrezl Harrel, além do Danilo Gallinari do Denver. Crawford também é trocado.

  • Fabrica de Vassilo

    Se o técnico fosse alguém mais criativo e inovador, dava pra ter esperanças com essa renovação, mas como é o Doc, acredito que vai ser mais do mesmo: top4 do oeste (caso todos se mantenham saudáveis) e segunda rodada dos playoffs.

  • Victor Chittolina

    É difícil dizer se o Clippers melhorou ou piorou em relação ao ano passado. Sem dúvida, CP3 era um talento maior que todos os que vieram na troca, mas um dos grandes problemas do time foi amenizado: a profundidade do elenco.
    Na realidade, alguma coisa tinha que ser feita. Esse time não foi montado pra chegar em semi-final de conferência. Era almejado algo a mais, mas sempre tinha um porém.

    É um dos poucos times com 3 AS que não chega. Os dois melhores, Paul e Griffin, vivem machucados e contar com ambos em uma série de playoffs é utopia; Jordan é a terceira peça que, convenhamos, só é All Star porque vivemos em um tempo difícil de pivôs (aparentemente melhorando nessa nova safra); ele não vai carregar o time às vitórias. Pode intimidar no garrafão, executar uma ou outra ponte aérea, mas esse é o arsenal dele.

  • Guilherme Petros

    Um dos times que mais quero ver pq é tudo novo. Vai ter que mudar a forma de jogar, mais que isso, a forma de pensar o jogo (será que Doc segura o rojão?? se ele peidar na farofa, fodeu, o time desmonta). E tbm pq agora tem um dos meus jogadores de basquete preferidos do mundo, Teodosic.
    Porém, tem muita coisa pra avaliar: Milos chega muito tarde na NBA (que é quase outro esporte se comparar com o FIBA – exageros a parte, logico) e não dá pra saber se rolará “quimica” entre ele e os dois do garrafão que já estavam entrosadíssimos com o Paul e Gallinari se machuca mais que Blake e Paul juntos.
    To MUITO curioso pra ver isso!

  • Bruno Macedo

    Eu iria de Teodosic e beverley de titular se não desse certo Teodosic iria para o banco, beverley não aparece muito mais é um jogador que muitos times colocaria de titular se não tivesse um all-star na posição de PG.

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