Nova geração de pivôs já brilha na NBA

Shaquille O’Neal, que se aposentou das quadras em 2011, foi o último pivô dominante da NBA. Acho que isso é inquestionável, não é verdade? Hoje, estamos na era do small ball, com formações mais baixas em quadra, em que o jogo, cada vez mais acelerado, privilegia o atleticismo, o espaçamento de quadra e os arremessos do perímetro. Além disso, os super armadores, dotados de atleticismo de elite, e que priorizam a pontuação ao invés da criação de jogadas para os companheiros, ganham cada vez mais destaque. Mas engana-se quem pensa que os pivôs não têm vez na liga moderna.

A temporada 2016/17 é um verdadeiro oásis para quem aprecia os grandes jogadores de garrafão. Neste artigo, vou destacar os representantes da nova geração de pivôs da NBA. São atletas abaixo dos 25 anos, dos mais variados estilos, que já fazem a diferença em seus times e que têm tudo para serem dominantes nos próximos anos. Temos de tudo na classe: pivôs à moda antiga, que jogam essencialmente na área próxima à cesta, pivôs que têm a capacidade de espaçar a quadra, pivôs com visão de quadra privilegiada e que passam melhor que muitos armadores por aí.

Pivôs não estão extintos; apenas se adaptaram à nova realidade

Antes de falar da talentosa turma de jovens pivôs, vale a pena recapitular uma discussão que entrou em cena nos últimos anos. Até pouco tempo atrás, ouvi e li muito que os pivôs estão com os dias contados na liga, pois a atual NBA privilegia o binômio correria e arremessos de longa distância, e que o jogo perto da cesta está cada vez mais deixado de lado. Tudo bem, desde a aposentadoria de Shaq, o último pivô a ser eleito MVP (2000), o melhor basquete do mundo ficou meio órfão de grandes pivôs. Dwight Howard parecia ser o próximo grande nome da posição na liga. Ele teve uma ótima trajetória no Orlando Magic, conquistou o prêmio de melhor defensor da NBA em três anos seguidos (2009, 2010 e 2011) e levou a equipe, inclusive, até a final da temporada 2008/2009. Mas depois que deixou a Flórida, de forma conturbada, em 2012, a carreira de Howard entrou em nítido declínio devido às polêmicas extra-quadra e à queda física. Howard não deixou saudades no Los Angeles Lakers e no Houston Rockets. Aos 31 anos, ele tenta se reerguer jogando na cidade natal, pelo Atlanta Hawks, mas nunca mais será o mesmo.

Nos últimos dois anos, DeMarcus Cousins, do Sacramento Kings, é, na minha opinião, o melhor pivô da liga. Além dele, temos os habilidosos e versáteis Marc Gasol (Memphis Grizzlies) e Al Horford (Boston Celtics), além dos limitados tecnicamente DeAndre Jordan (Los Angeles Clippers) e Hassan Whiteside (Miami Heat). Mas dominante mesmo só vejo Cousins. Pena que atue em um time tão desorganizado e tenha uma cabeça fraca.

Até ano passado, os pivôs não estavam com muita moral na liga. O limitado Jordan foi eleito para o quinteto ideal da temporada (o que eu não concordei de forma alguma) e nenhum pivô de ofício foi selecionado para o Jogo das Estrelas. Com a mudança no estilo de jogo na NBA, já mencionada acima, aquele “cincão” tradicional começou a perder espaço para os pivôs modernos, que impactam tanto dentro quanto fora do garrafão. É preciso aceitar que os tempos mudaram e o protótipo de pivô ideal também. Os pivôs não estão extintos. Eles (a maioria deles) se adaptaram à nova realidade, se tornaram versáteis em quadra. Cousins, Gasol e Horford, três pivôs que admiro muito, são os grandes exemplos disso.

Não falta mais talento na posição 5

Os últimos cinco recrutamentos da NBA nos brindaram com jogadores de garrafão de muito potencial e que vêm demonstrando em quadra que podem ser destaques na liga pelos próximos anos. Destaco Anthony Davis, Andre Drummond, Rudy Gobert, Joel Embiid, Nikola Jokic, Karl-Anthony Towns, Jahlil Okafor, Myles Turner e Kristaps Porzingis. Alguns deles já são referências em seus times, como Davis, Towns e Embiid. Talento na posição 5, que até há algum tempo faltava na NBA, agora tem de sobra. A partir do Draft de 2012, vimos grandes talentos de garrafão entrando na melhor liga de basquete do mundo. Vamos a eles.

Anthony Davis
New Orleans Pelicans
23 anos
Médias em 2016/17: 29.0 pontos (segundo na liga), 12.0 rebotes (sexto na liga), 2.2 assistências, 2.5 tocos (segundo na liga), 1.3 roubada de bola, 50% de aproveitamento nos arremessos de quadra e 30.0% de aproveitamento nas bolas de três pontos; 36 minutos em quadra

A ótima safra de big men começou com Anthony Davis, que não é bem um pivô de ofício, mas que nesta temporada vem atuando na posição 5 pelo New Orleans Pelicans dada a fragilidade do elenco da equipe. Primeira escolha do recrutamento de 2012, Davis causou impacto de imediato na liga e hoje é, seguramente, um dos dez melhores jogadores da NBA. Ele é o segundo cestinha da liga e permite aos adversários acertarem apenas 40.8% dos arremessos. Davis é um jogador completo, faz de tudo em quadra, carrega o time nas costas e até conseguiu levar o Pelicans aos playoffs há duas temporadas. Se, nos próximos anos, a franquia não se movimentar e qualificar o elenco ao redor dele, é quase que certo que Davis vá deixar New Orleans para alçar voos maiores e pensar em título. Um pecado ver um jogador de um talento absurdo como o camisa 23 fora dos playoffs.

Andre Drummond
Detroit Pistons
23 anos
Médias em 2016/17: 14.5 pontos, 13.5 rebotes (terceiro na liga), 1.5 roubada de bola, 1.2 toco e 53.5% de aproveitamento nos arremessos de quadra; 31 minutos em quadra

No mesmo ano em que Davis foi recrutado, outro jogador de garrafão com muito potencial entrou na liga: Andre Drummond, selecionado pelo  Detroit Pistons na nona escolha geral. Na época, era consenso que ele estava muito cru para o basquete profissional e que ia precisar de alguns anos para se desenvolver. Drummond, que é um pivô à moda antiga, já é um reboteiro de elite (foi o líder na liga em 2015/16) e melhorou muito seu jogo de costas para a cesta, apesar de estar recebendo menos bolas nesta temporada. Um aspecto que ele precisa melhorar é a proteção de aro (não que seja ruim, mas vejo muito potencial nele como marcador). Quando se tornar um intimidador na defesa, Drummond vai se consolidar no grupo de melhores pivôs da NBA. Ah, não vou nem falar do lance livre (apenas 44.0% de aproveitamento) porque já considero isso uma causa perdida…

Rudy Gobert
Utah Jazz
24 anos
Médias em 2016/17: 12.4 pontos, 12.5 rebotes (quinto melhor), 2.6 tocos (líder na liga) e 66.2% de aproveitamento nos arremessos de quadra (segundo na liga); 33 minutos em quadra

Em 2013, o Utah Jazz selecionou um desconhecido pivô francês na 27ª escolha do Draft. Rudy Gobert também era visto como um atleta ainda muito cru, que precisaria de algumas temporadas para melhorar seu jogo, mas que tinha potencial de ter carreira sólida na liga por causa do seu tamanho e envergadura. Sua habilidade em dar tocos e a agilidade para um jogador de seu tamanho chamam a atenção. Ainda em processo de aprimoramento no que tange ao jogo ofensivo, hoje ele é o melhor protetor de aro da liga e forte candidato ao prêmio de defensor da temporada. Na temporada passada, Gobert já havia se destacado na proteção da cesta e, se não fossem as lesões (que o tiraram de 21 jogos da temporada regular), provavelmente teria ficado entre os três primeiros na disputa pelo prêmio. O jogador de 24 anos é o pilar defensivo do Jazz, time que tem a defesa mais eficiente da NBA. Gobert lidera a liga em tocos e é o quinto maior reboteiro. Os adversários acertam apenas 40.9% dos arremessos quando são marcados pelo francês. Ganhar o prêmio de melhor defensor será questão de tempo. Pode ser este ano.

Joel Embiid
Philadelphia 76ers
22 anos
Médias em 2016/17: 19.7 pontos, 7.7 rebotes, 2.0 assistências, 2.4 tocos (quarto na liga) e 46.1% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 34.5% de aproveitamento nas bolas de três pontos; 25 minutos em quadra

Já no Draft de 2014, dois jovens estrangeiros foram selecionados. O primeiro, um camaronês que disputou apenas uma temporada pela Universidade Kansas, e foi a terceira escolha do recrutamento. Joel Embiid era o maior talento daquela classe, que ainda tinha Andrew Wiggins e Jabari Parker. Ele só não foi a primeira escolha por causa de problema de lesão. Depois de seguidas lesões no pé direito, que o deixaram de molho por dois anos, o camaronês estreou na NBA somente nesta temporada. Alguns já o consideravam como o novo Greg Oden, que nunca jogaria na NBA devido às lesões. Para a nossa alegria, isso não aconteceu. Quem acompanha o Jumper Brasil há mais tempo sabe que sempre elogiamos Embiid e que víamos nele um potencial absurdo. Pessoal, ele é aquilo tudo e mais um pouco. Com restrição de minutos, Embiid já impacta o Sixers de uma maneira que poucos imaginavam logo de cara. É impossível não dizer que seus movimentos refinados na área próxima à cesta lembram bastante os do melhor pivô que vi atuar, Hakeem Olajuwon. Além do excelente jogo de costas para a cesta, Embiid tem a capacidade de acertar arremessos do perímetro, é um ótimo passador e protege o aro com eficiência (os adversários acertam apenas 40.2% dos arremessos quando são marcados pelo camaronês). Sem contar o carisma, é claro! Imaginem os números de Embiid sem a restrição de minutos. Assustador!

Nikola Jokic
Denver Nuggets
21 anos
Médias em 2016/17: 14.2 pontos, 8.2 rebotes, 3.8 assistências (quinto entre os pivôs) e 59.1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (quinto na liga), 34.5% de aproveitamento nas bolas de três pontos; 25 minutos em quadra

O segundo representante do recrutamento de 2014 é um pivô sérvio, que já é titular da seleção do seu país aos 21 anos. Nikola Jokic foi apenas a 41ª escolha do Draft daquele ano. Um verdadeiro achado do Nuggets. Bola dentro dos scouts e do gerente-geral da franquia de Denver, Tim Connelly, por terem visto potencial e acreditado em um prospecto europeu na segunda rodada do recrutamento. Jokic é um atleta capaz de fazer de tudo um pouco em quadra. O que mais me chama a atenção nele é a capacidade de criar jogadas para os companheiros. Visão de quadra privilegiada e controle de bola refinado que me fazem recordar (guardadas as devidas proporções) do lendário pivô lituano Arvydas Sabonis. Hoje, Jokic já é um dos melhores pivôs passadores da NBA ao lado de nomes como Marc Gasol, Al Horford, DeMarcus Cousins e Mason Plumlee. Seu jogo ofensivo está em franca evolução e ele se sente muito confortável arremessando do perímetro. A maior lacuna em seu jogo é a defesa. Jokic precisa ganhar massa muscular para bater de frente e dar conta do jogo físico contra os outros pivôs.

Karl-Anthony Towns
Minnesota Timberwolves
21 anos
Médias em 2016/17: 22.0 pontos, 12.0 rebotes (sétimo na liga), 2.9 assistências, 1.5 toco, 49.0% de aproveitamento nos arremessos de quadra e 31.4% de aproveitamento nas bolas de três pontos; 35 minutos em quadra

Primeira escolha incontestável do Draft de 2015, Karl-Anthony Towns foi melhor que a encomenda logo em seu primeiro ano na NBA. Eleito novato do ano por unanimidade, o dominicano cravou médias de 18.3 pontos e 10.5 rebotes em 2015/16. Passador em franca evolução, o pivô é capaz de pontuar na área próxima à cesta, ainda mete bola do perímetro e protege o aro com eficiência. Além disso, ele apresenta mobilidade e agilidade incomuns para alguém do seu tamanho. Aos 21 anos, ele já é o ‘dono’ do Timberwolves. Que a franquia de Minnesota tenha a capacidade de formar um elenco qualificado ao redor de Towns.

Jahlil Okafor
Philadelphia 76ers
21 anos
Médias em 2015/16: 17.5 pontos, 7.0 rebotes, 1.2 toco e 50.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra; 30 minutos em quadra

Terceira escolha do recrutamento de 2015, Jahlil Okafor mostrou tudo o que se esperava dele logo no ano de estreia no basquete profissional. Campeão universitário pela Universidade de Duke, o pivô foi o cestinha do Sixers e, consequentemente, eleito para o time de novatos. Okafor é um pivô à moda antiga, pois pontua basicamente no low post. Aliás, seus movimentos refinados e a capacidade de pontuar na área próxima à cesta saltam aos olhos, já que são habilidades cada vez mais raras na NBA atual. Só o seu talento natural como pontuador já chama a atenção. O calcanhar de Aquiles em seu jogo é a defesa, pois deixa a desejar como protetor de aro. Nesta temporada, atrapalhado por lesões, e ofuscado pelo brilho de Joel Embiid, Okafor não vem repetindo o bom desempenho da temporada de calouro. Mas quando atuou como titular, como por exemplo na partida contra o Washington Wizards, disputada na semana passada, anotou 26 pontos e pegou nove rebotes. O Sixers tem um abacaxi para descascar, pois o experimento com Embiid e Okafor atuando juntos não foi tão bem sucedido. É bastante provável que o segundo seja trocado nos próximos meses. Cá entre nós, seria um pecado ver um pivô tão talentoso como Okafor esquentar banco na NBA.

Myles Turner
Indiana Pacers
20 anos
Médias em 2016/17: 15.6 pontos, 7.7 rebotes, 2.4 tocos, 52.4% de aproveitamento nos arremessos de quadra e 42.6% de aproveitamento nas bolas de três pontos; 30 minutos em quadra

Ainda no Draft de 2015, tivemos um pivô com bastante potencial, mas que ainda estava cru para o basquete profissional. Selecionado na 11ª escolha daquele recrutamento, Myles Turner mostrou “bola” logo no primeiro ano de liga. Reserva de Ian Mahinmi em boa parte da temporada, o novato deixou uma ótima impressão ao entrar nos jogos com muita disposição e impactar o time nos dois lados da quadra. Seu desempenho foi tão bom que ele terminou 2015/16 como titular e foi eleito para o segundo time ideal de calouros. Nesta temporada, Turner, assumiu naturalmente a condição de pivô titular e é o segundo cestinha do Pacers (empatado com Jeff Teague). Ele é capaz de pontuar na área próxima à cesta e tem um bom arremesso de média e longa distância. Quanto à extremidade defensiva, o camisa 33 do time de Indiana mostra eficiência: os adversários acertam apenas 42.6% dos arremessos quando são marcados por ele.

Kristaps Porzingis
New York Knicks
21 anos
Medias em 2016/17: 19.4 pontos, 7.4 rebotes, 1.4 assistência, 2.0 tocos (sétimo na liga), 44.9% de aproveitamento nos arremessos de quadra e 40.2% de aproveitamento nas bolas de três pontos; 34 minutos em quadra

Vou aproveitar a oportunidade e abrir uma exceção. O artigo é sobre atletas que jogam na posição 5, mas não poderia deixar de falar de um big man que já caiu nas graças de quem acompanha o melhor basquete do mundo. Vaiado quando foi selecionado pelo New York Knicks na quarta escolha geral do recrutamento de 2015, o letão Kristaps Porzingis já é uma das sensações na NBA. Eleito para o time de novatos na última temporada, o ala-pivô chama a atenção pelo tamanho, atleticismo, habilidade invejável para um jogador de garrafão e capacidade de pontuar tanto na área próxima à cesta quanto no perímetro. Os adversários acertam apenas 40.2% dos arremessos quando são marcados pelo letão. Ainda muito magro, Porzingis pode atuar, em breve, na posição 5. Quando tiver mais força e aguentar o jogo físico no garrafão, ele deve atingir todo o seu potencial. Um grandalhão com todo o seu pacote de habilidades é uma arma e tanto na NBA moderna. O Knicks tem uma joia no elenco e precisa tratá-la com muito cuidado e carinho. Quem vaiou Porzingis na noite do draft deve estar com uma vergonha hoje…

Em meados da década de 90, quando comecei a acompanhar a NBA, a liga tinha Olajuwon (o melhor que vi jogar a posição 5), Patrick Ewing, David Robinson, Alonzo Mourning, Shaq, Sabonis. Todos pivôs de alto nível. Com os jovens grandalhões que começam a fazer sucesso na NBA moderna, fica a esperança de que a era dos grandes jogadores de garrafão esteja de volta.

Enfim, particularmente, estou bastante animado com a turma destacada no artigo. Eles já são bons hoje, com tão pouca idade! Imaginem quando atingirem o ápice físico e técnico! Por isso, estou seguro de que veremos pivôs do mais alto calibre brilhando na liga pelos próximos anos. Que o papo de que não existem mais bons pivôs na NBA seja sepultado definitivamente.

Gustavo Lima
Gustavo Lima
Jornalista graduado pela UFMG e pós-graduado em Produção em Mídias Digitais pela PUC-MG. Natural de Ipatinga e residente em BH. Editor do Jumper Brasil desde 2007. Acompanha a NBA desde 1993. Torcedor do Phoenix Suns, mas adepto da imparcialidade.
  • King Cuban #MFFL

    Embiid para mim é o que tem maior potencial entre todos eles.

  • Luiz

    Porque esse puta talento Jokic só joga 25 minutos por jogo e começou 14 jogos no banco? Já passou da hora desse cara ser titular absoluto e FP do Denver

    • Sanliv

      Ele sempre tem problemas de falta, comete muitas faltas estúpidas, o que é muito estranho para um jogador com QI tão alto como ele.

      Sobre ele ser reserva em parte da temporada, não dá para entender o que o Malone estava pensando, Nurkic é talentoso, mas Jokic é claramente mais jogador que o bósnio.

  • Gustavo

    Imagina se o Sixers tivessem detectado que o maior talento disponível era o letão, e não o Okafor? Pensa na monstruosidade que seria um garrafão com Porzings e Embiid… cê é loko.

    • Putz! É verdade! E puro carisma tb!!!! rs

    • Hugo Aureliano

      Hinkie queria pegar o letão, mas os donos do Sixers não quiseram.
      Ficamos só no “se”, mas o Hinkie tinha razão.

    • Thiago

      Vcs do sixers não querem nada tb aff… Embiid, Okafor, Noel, Simmons, Saric.. O Porzingis está bem em NY.

    • Denyson

      Rapaz, que loucura seria. E seria um ótimo encaixe ao meu ver. Porzingis, Embiid, Simmons… ia ser louco

  • Cristian Barboza

    Embiid é monstro! E que carisma levantou a moral do sixers e todo mundo voltou a querer vencer,imagina com o Simmons junto?

  • André Mendes

    Ansioso pra ver Embiid e Ben Simmons jogando juntos levando o 76ers novamente aos playoffs!

    • Maurilei Teodoro

      Seria muito legal em um futuro próximo mudar/aumentar os favoritos ao título da liga. Sixers, Jazz, Wolves, Nuggets, etc

  • Henrique

    Embiid, que homão da porra! Per 36 Min. 28 pontos! Muito talento!
    Já abracei o hype do Jokic. Vai ser o melhor player do Nuggets desde Carmelo. Tem que construir tudo ao redor desse mlk.

  • Marcelo Desoxi

    No meu time joga o Anthony Davis.

  • Leonardo Takara

    Imagino que Embiid possa ser o FP dos 76ers, com Simmons dividindo a responsa. Agora, imagine que o 76ers termine com 2 picks top 10 essa temporada e selecionarem um Dennis Smith/De’ Aaron Fox e Malik Monk. Daria pra fazer um time assim:

    PG: Dennis Smith ou De’ Aaron Fox
    SG: Malik Monk
    SF: Simmons
    PF: Saric
    C: Embiid

    Enquanto Noel e Okafor trocaria ambos por bons role players para o banco.

  • Kleber

    Porzingis tem uma técnica de arremesso maravilhosa, que somada à sua altura, o torna o mais perigoso de todos. Se mantiver longe de lesões e seguir a carreira em NY, não tenho dúvidas alguma de que será o maior jogador da história do Knicks. Sim, superando Frazier e Ewing. É muito talento, fora que defensivamente também consegue destaque. E eu faria qualquer troca do elenco do Knicks pra garantir o Okafor.

    • Gustavo

      Qualquer troca = Melo, né?

    • Maurilei Teodoro

      Engraçado que quando foi recrutado, dizer que o Porzings seria o maior jogador da franquia, maior até que Ewing seria uma blasfêmia imensa. Hoje acho sensato dizer que o letão poderá ser o maior Nicks da história mesmo. E que fique longe das assombrosas lesões !

      • Michel Moral

        Foi um acerto gigantesco da franquia, que preteriu Mudiay na época, sendo que o Knicks precisava de um armador.

        Phil Jackson mandou muito bem nessa. E olha que durante a liga de verão, várias franquias estavam observando o Letão, inclusive para seleção top 3 daquele draft. Hoje vemos que aquele “burburinho” não foi à toa.

    • Michel Moral

      Para que isso aconteça, essa geração de “Roses”, “Carmelos”, “Tyson Chandlers” e “Noahs” precisam acabar em New York.

      É preciso ter foco no Letão e desenvolver uma equipe à sua volta, tal como o Bucks tem feito com Antetokounmpo.

      Pra mim, essa temporada foi a gota d’água. Era a última chance de se montar uma equipe cascuda e dar oportunidade para Melo provar seu real valor. Melhor deixá-lo ir embora e ser coadjuvante em um Celtics, Cavs, etc. Com certeza será bem melhor aproveitado.

  • Fillipe Carel

    Ai eu te pergunto, se tiver alguns jogos passando na tv no mesmo horário com times idênticos, a única diferença é o pivô, cada um deles com os pivôs acima, qual vocês iriam parar para assistir??

    • Enzo Soares

      Embiid.

      • Fillipe Carel

        Você pode até discutir quem é o melhor, no meu caso acho o Sombrancelha o melhor de todos, mas pelo conjunto da obra, a vibração, o carisma, as tiradas que ele da nos adversários, o Embiid é o cara que faz com que você se divirta assistindo ele jogar.

    • Sanliv

      Não consigo escolher entre Jokic e Embiid

    • Embiid, seguido de Towns, Jokic e Davis (não pq o monocelha seja pior que os outros 3, mas pq ele já é o mais “rodado” e pq ver o Pelicans ng merece… rs)…

    • Victor Chittolina

      Eu acho que eu iria de Towns. Embiid é Jokic são os mais legais de assistir, mas jogam poucos minutos. Então fico com o Towns pq tenho uns 10 minutos a mais pra acompanhar.

    • Maurilei Teodoro

      Eu iria de Embid, pq é o que menos vi jogar dentre ele o Monocelha e o Tows.

  • Sanliv

    OFF – Anthony Bennett vai estrear daqui a pouco (15:30) no Fenerbahce, pela Euroleague http://www.multi-sports.eu/18.html

    • Marcos

      kakaka

  • Tiago

    Um pouco abaixo dos citados temos o Nerlens Noel, Jusuf Nurkic , Mason Plumlee, Gorgui Dieng e Greg Monroe , que são jovens e tem potencial para evoluírem, uns mais que outros claro.

  • Beto #MavsTankNation #MFFL

    Valanciunas merece uma menção honrosa aí, apesar da evolução dele estar me decepcionado um pouco, gosto muito do jogo dele e acho que ele tem potêncial para ser um dos melhores Centers da liga.

  • Danilo Veroneze #GreenRunsDeep

    os numeros do embiid sao assustadores pelos minutos restringidos ,

  • Rubens

    Faltou o B3B3 na lista.. kkk

  • Claudio R.

    Desses dái tenho certeza que 1 será MVP no futuro, quem?…quem?… Embiidão poxa!!!! é nós!

  • Mauricio

    Estão esquecendo do All Star Zaza Pachulia

    • Maurilei Teodoro

      Hahahaha. O Zaza virará uma lenda enterna na liga devido ao All Star deste ano !

  • LucsHeat

    Embiid se jogasse 36 min por jogo = 28 Pts, 11 Reb, 2.8 Ast, 3.4 tocos
    Já virei fã dessa cara é monstruoso o que ele pode fazer é absurdo.

    Obs: Jokic teria medias = 20.4 pts, 11.8 Reb, 5.4 Ast

  • Victor Chittolina

    Se o Davis é considerado pivô, então ele é o melhor da liga, à frente do Cousins.

    • #NationWins

      Eu acho que ele é ala-pivô mas vem fazendo a posição 5 com mais frequência na temporada…

      • Victor Chittolina

        Ei também acho que ele é ala-pivô, mas acho que o Gustavo Lima considera-o pivô. Daí tô discordando da opinião dele que o Cousins é o melhor 5.

    • Maurilei Teodoro

      Eu vejo os dois em níveis similares. Talvez uma ligeira vantagem para o Davis. Agora se dependesse de mim para escolher, eu iria sem pensar no Monocelha devido a cabeça “fraca do Cousins”.

      • Victor Chittolina

        Ofensivamente, acho que o Cousins até é ligeiramente melhor que o Monocelha. O arsenal ofensivo do Demarcão é muito bom mesmo. Mas na defesa, o AD é muito melhor. Não bastasse isso, tem o que tu disseste: o Cousins é uma bomba relógio.

        • Maurilei Teodoro

          Definiu bem o Cousins: “Bomba relógio”. Tanto que acho impensável, mesmo se não saísse tão caro, o Spurs aceitar o Cousins um dia.

  • Uncle Drew

    É uma decisão mt difícil selecionar entre esses caras aí para montar uma franquia, mas no meu time jogariam Towns ou Jokic. Embiid é meu preferido, mas ainda ñ existe segurança de q ele ñ vá se lesionar novamente (*bate na madeira*).
    Towns e Jokic são mais duráveis.

  • Danilo Veroneze #GreenRunsDeep

    apesar de n estar mais no auge howard desde de o seu ano de rookie nunca terminou uma temporada abaixo dos 2 digitos em rebotes

  • Bruno Macedo

    Acho difícil algum atingir o nível do monocelha ele é bom em tudo e excelente em algumas partes.

  • Douglas Vinicius

    fuck the small ball hahaha
    falando sério agora, é muito animador pra quem curte jogo dentro do garrafão como eu ver jogadores tão promissores na posição 5 e 4
    O Jokic é um, desde a temporada 2015/2016 um dos primeiros jogos dele foi contra o Spurs, franquia da qual torço, ele simplesmente destruiu com a partida, desde então sou fã dele, falava dele num grupo de basquete e ninguém me dava moral, depois que foram ver o quanto ele é bom. Mas sou fã de todos esses, não tem como não gostar, talvez o mais injustiçado ai seja o Gobert, que é um puta defensor e já vi gente aqui na Jumper chamando ele de pífio, ele não tem o reconhecimento que merece;

  • GU— #GSW/SHOW-TIME

    Já Pensou se o Sixers consegue a pick 4 do Lakers e fica com a first pick ? MDS

    1 : Fultz
    2 : malik
    3 Simmons.
    4 Saric ( Joga muito )
    5 : EmbiiDeus

    Trocaria o Okafor e Noel por alguns bons rolê Playera e teremos o melhor time em 4 anos.

  • Nilton Bitencourt

    Celtics deveriam trocar a sua escolha do draft =+ A. Jonhson+M. Smart+ T. Zeller por Cousins e Mclemore.

    I. Thomas / T. Rozier / D. Jackson

    A. Bradley / B. Mclemore / J. Young

    J. Crowder / J. Brown / G. Green

    A. Horford / J. Jerebko / A. Mckie

    D. Cousins / K. Olynik / ????

    o Kings sem Cousins e agora R. Gay vai tankar e deve pegar uma otima escolha no Draft

    L. Ball*

    M. Fultz*
    R. Gay
    A. Jonhson
    M. Cauley-Smith

    Um bom recomeço

    • Fillipe Carel

      Se o Kings realmente Tankar…tem uma grande chance da escolhar ir pro Sixers….pois tem o direito da troca.

  • Doug

    Grande artigo! Ótimo apanhado, Gustavo! É isso mesmo…temos novos (ótimos) pivôs, mutantes, adaptados à evolução e com habilidades peculiares…em tempos de “small ball”, o velho ganha ares de novo com uma geração extremamente talentosa e ávida pelo bom e competitivo basquete…o apreciador de basquete agradece e torço pelo futuro dessa safra…

  • Michel Moral

    Essa ideia de extinção do pivô 5 é balela, pra mim.

    Isso começou porque o Heat de James, Wade e Bosh não tinham um Center no quinteto inicial (muito porque sequer tinham cap para contratar um decente) e mesmo assim foram bi-campeões da liga. Sobrava Birdman, o já acabado Eddy Curry e coisas que o valham.

    Logo em seguida veio o conceito Golden State Warriors e a valorização do Small Ball.

    A NBA teve uma entressafra fraca. Não dá para dizer que Al Horford é ruim, mas não tem comparação com o que a NBA vinha produzindo nos anos anteriores. Com isso, DeAndre Jordan, Joakim Noah, entre outros, que não têm qualidade técnica, limitando-se a cumprir funções táticas importantes, ganharam espaço e foram até mesmo supervalorizados pelo que faziam / fazem.

    Dessa geração, eu ainda prefiro Marc Gasol. Acho que ele é o mais completo entre os pivôs. Um cara em que você pode confiar tanto para tentar um game winner, quanto para fazer um trabalho sujo de garrafão.

    Em relação à geração que vem despontando, acredito que devem recuperar a identidade dos pivôs. Claro que o basquete mudou, mas digo em relação a ser efetivo e estar entre as primeiras opções ofensivas do time. Hoje os pivôs tem físicos diferentes, preparações diferentes e tudo isso tem que ser contabilizado para melhorar. Tinha que deixar de lado a antiga ideia de “russo em filme americano”: o grandão, bobão, que não sabe falar e nem andar. Afirmo isso porque o que mais ouvi nos últimos anos é que esse era o modelo ideal agora.

    Acredito que com esses novos jogadores, a NBA está recuperando uma identidade adormecida, com caras que podem vir a fazer a diferença.

    • Maurilei Teodoro

      Hoje prefiro o Marc Gasol a Cousins, devido a “cabeça fraca” deste último.

    • Thalles Ferreira

      O Warriors só joga no small ball por não ter um pivô resistente/decente, como o Bogut não aguentava o jogo todo e Crawford tava velho, era obrigado a procurar alternativas e o small ball foi a que funcionou. Daí atualmente com Pachulia, McGee e Varejão não dá pra falar que tem um pivô bom o suficiente. Não pra sair da alternativa cômoda do small ball quando se tem um perímetro bem acima da média e Durant e Green fechando o garrafão. Se pintasse a oportunidade mesmo de um Nurkic (sendo chutado do Denver) ou outro desses pivôs mais promissores, sem dúvidas que o time usaria normalmente um Center como os outros. Exatamente a descrição que você fez do Heat de Lebron.

  • Vince Mendes

    o que mais me impressiona no Embiid é que ele tem quase 20ppg em 25minutos.. imagina quando esse cara jogar 36min igual a maioria dos pivos? pqp

    • Michel Moral

      Sou fãzaço do Embiid e um torcedor do Sixers enrustido, mas ele é um jogador que tem um volume de jogo bem razoável.

      Embiid tem 3.7 TO de média e é o 4º da liga em desperdícios de bola, ficando atrás somente de Harden, Westbrook, Wall e LeBron (todos jogam de armadores / all around), e servem seus companheiros para 10+ assists (exceto o Bronha, mas tá quase lá), que é onde aumentam as chances de erro.

      Claro, jogam 10 min a mais.

      Agora, o Per 36 Minutes é demais!

      Acho que Towns e ele têm tudo para formar uma das maiores rivalidades da história da liga dentro da área pintada e reeditar grandes confrontos que tínhamos no passado.

      • Fillipe Carel

        As vezes ele faz umas jogadas partindo do perímetro em velocidade que você fica sem entender, não é o forte dele e acaba perdendo a bola. Porém acho que faz parte de ser novato, nessa temporada mesmo ele deu uma boa evoluída em relação a isso.

        O Towns é mais habilidoso, o Embiid tem mais personalidade, põe a bola embaixo do braço e vai para resolver o jogo. Realmente, tem tudo para criar uma rivalidade, claro, se os times corresponderem as expectativas futuras, pq não existe rivalidade na parte de baixo da tabela…hahaha

  • João Rafael Barros

    KP não é pivô e nunca será.

    Okafor é um jogador fraco e pode tirar ele na seleção de bons pivôs.

    DMC é o melhor pivô disparado e é o melhor na sua posição há 4 anos.
    Davis é PF e é o melhor na sua posição.

    Embiid vai ser o melhor pivô disparado da NBA em alguns anos substituindo o DMC.

    MELHORES DA SUA POSIÇÃO ATUALMENTE:

    C- DMC
    PF- AD
    SF- LEONARD
    SG- BUTLER
    PG- WALL

    MELHORES DA SUA POSIÇÃO FUTURAMENTE:

    C- EMBIID
    PF- KP
    SF- SIMMONS
    SG- BOOKER
    PG- MUNDIAY

    ALGUNS TALENTOS DA SUA POSIÇÃO SÓ QUE PERDEM PARA OS CITADOS EM CIMA:

    C- TOWNS
    PF- RANDLE
    SF- WIGGINS
    SG- LAVINE
    PG- RUSSELL

    AMÉM!

    • Doug

      ..

    • João Rafael Barros

      Tem alguns talentos oriundos da Kentucky hein PQP.

      DMC
      AD
      WALL
      BOOKER
      RANDLE
      TOWNS

      • Maurilei Teodoro

        Disputaria até título hahahha Falta só um ala.

    • Fillipe Carel

      Leonard, Butler, Wall e Mundiay…..sério?

  • Juliana

    AD e KP 5, aí pensei logo: deve ter sido o babaca noob do Gustavo que escreveu esse “texto” e voilá.

  • djwhites

    finalmente aparecendo uma boa safra de big man……..não aguentava mais ver jogadores limitados igual o deandre jordan sempre aparecer nas listas de melhores centers da liga……..rs…….