Charles Bassey é uma das grandes promessas do basquete colegial

O pivô nigeriano Charles Bassey, que jogou na temporada passada pela escola secundária St. Anthony (TX), fez sua transferência para jogar no seu ano de junior na Aspire Academy (KY).

Essa mudança de Texas para o estado de Kentucky fez muito bem para o jogador número 3 da classe de 2019, segundo a ESPN. Até o momento, ele tem médias de 20.4 pontos, 10.8 rebotes, 4.0 assistências e 3.7 tocos por jogo.

O ótimo desempenho vem ajudando a sua equipe a ter um recorde positivo de 9 vitórias em 13 jogos disputados nesta temporada. Mesmo sendo praticamente perfeito a cada partida, Charles ainda busca alcançar os seus objetivos.

“Meu objetivo é melhorar cada dia mais e com os meus companheiros de equipe. Manter os lados positivos que eu mostrei até o momento e ir em todos os jogos para mostrar às pessoas que somos um dos melhores times dos Estados Unidos”, disse Bassey ao Jumper Brasil.

Da forma que Bassey está se saindo bem em quadra é normal que ele chame a atenção cada vez mais das universidades. Segundo a 247Sports, ele possui ofertas na mesa de Western Kentucky, UCLA, Texas A&M, Kansas, LSU e Baylor. A predição do 247Sports aponta a Western Kentucky como a grande favorita para recrutar o jovem nigeriano.

Mesmo com os olhares das universidades de perto, Bassey demonstra tranquilidade no processo de recrutamento e só pensa em jogar bola.

“No momento, eu apenas penso em conseguir evoluir o meu jogo a cada dia, ficando mais forte, fazendo com que minhas fraquezas se tornem meu lado forte. E quando as universidades me procuram são os meus pais que me avisam e me dizem com quem falar”, finalizou o pivô.

Uma coisa é certa: Bassey continuará chamando a atenção nesta temporada.

Felipe Souza
Felipe Souza
Felipe Souza é o criador do site HSBasketballBR e co-criador do Live College BR. Ele escreve para o site americano D1Vision. Faz trabalho de Scout nas horas vagas e acredita que o estudo diário do basquete, faz dele um profissional melhor.
  • Chimbinha

    Sem preconceito nenhum, mas esses Africanos tem sempre que ficar ligado em relação à idade