Draft 2018 – Vencedores e perdedores: parte I

O Draft 2018 foi realizado na última quinta-feira (21) e não nos reservou muitas surpresas, tampouco um número considerável de negociações. Aliás, nenhum jogador da NBA foi envolvido em troca durante o recrutamento. Cinco das sete primeiras escolhas foram jogadores de garrafão, evidenciando a qualidade dos pivôs da classe deste ano.

Como esperado, o Phoenix Suns, dono da primeira escolha, selecionou o pivô DeAndre Ayton, da Universidade de Arizona. Na segunda escolha, o Sacramento Kings selecionou o ala-pivô Marvin Bagley. Até então, tudo conforme previa o roteiro pré-Draft.

A partir da terceira escolha começaram as negociações – foram três na primeira rodada do recrutamento. A principal delas envolveu Atlanta Hawks e Dallas Mavericks. Com a disponibilidade do armador/ala-armador/ala esloveno Luka Dončić, que é considerado por muitos, inclusive pelo Jumper Brasil, o maior talento da classe de 2018, o time texano não desperdiçou a oportunidade e fechou a troca com o Hawks. Dončić foi escolhido na terceira posição e, imediatamente, trocado para o Mavs. Na negociação, a equipe de Atlanta recebeu a quinta escolha – que veio a ser o jogador que eles mais desejavam, o armador Trae Young, cestinha e líder em assistências na última temporada do basquete universitário. De quebra, o Hawks angariou uma futura pick de primeira rodada do Mavs – protegida até a quinta escolha em 2019 e 2020, 1-3 em 2021 e 2022 e desprotegida em 2023. Por conta dessa troca, considero a franquia de Dallas a grande vencedora da noite.

As surpresas nas escolhas de loteria ficaram a cargo de Los Angeles Clippers e Denver Nuggets. A equipe angelina selecionou, na 13ª posição, o ala-armador Jerome Robinson, prospecto que mais subiu nas projeções nos últimos dias. E, na última pick de loteria, o Nuggets escolheu o ala Michael Porter Jr., talvez o terceiro maior talento do Draft (atrás de Dončić e Ayton), que caiu no recrutamento por conta da grave lesão nas costas que o afastou de quase toda a temporada do College.

Nesta primeira parte faremos as análises dos times que tiveram escolhas de loteria, e apontar quem fez um bom recrutamento e quem não foi tão bem assim no Draft. Neste domingo será publicada a segunda parte da análise, com as escolhas restantes.

 

Phoenix Suns
Escolhas: DeAndre Ayton (1), Mikal Bridges (10), Elie Okobo (31) e George King (59)
Avaliação: O Suns teve a chance de selecionar o maior talento da classe (Dončić), mas optou pelo prospecto que é identificado com a cidade e com a franquia, e já caiu nas graças da torcida. Desde que participou do único treino privado para uma equipe da liga, ficou claro que Ayton seria o escolhido pelo Suns. Na coletiva pós-workout, o GM Ryan McDonough deu sinais de que o pivô era tudo aquilo e mais um pouco que a franquia imaginava. Ayton disse, na ocasião, que seria a primeira escolha e que seria um sonho jogar pelo time do seu Estado. Poucas horas depois, ele chegou, inclusive, a assistir ao terceiro jogo das finais da NBA junto com outros jovens do elenco do Suns, como Devin Booker e Josh Jackson. O roteiro já estava praticamente finalizado. Só faltava o anúncio no Draft. Considero Ayton o segundo maior talento deste ano, e ele chega a Phoenix para suprir uma carência histórica da equipe na posição 5. Ele é uma aberração do ponto de vista físico-atlético, um grande finalizador próximo ao aro, um reboteiro feroz e um bom passador no high post, mas deixa a desejar na defesa. Se conseguir combinar seus atributos com o impacto legítimo nos dois lados da quadra, Ayton tem potencial para ser uma estrela na NBA.

Posteriormente, o Suns fez uma troca com o Sixers e recebeu o ala Mikal Bridges, que havia sido a décima escolha. Na negociação, o time do Arizona enviou a pick 16 e uma futura escolha de primeira rodada (2021) à equipe da Philadelphia. Antes de mais nada, Bridges é uma escolha segura. Ele tem perfil físico-atlético excelente para atuar como combo forward nessa era do small ball na NBA. Além disso, ele é dotado de ótimos fundamentos na defesa, capaz de defender múltiplas posições, joga basquete de forma altruísta, possui um arremesso muito eficiente e sabe se movimentar sem a bola. Bridges é um potencial 3 and D na NBA e é elogiado constantemente pela ética de trabalho. Gostei da chegada do jogador, que vai contribuir de imediato, mas achei que foi por um preço ‘salgado’. O detalhe é que a pick de 2021, oriunda da negociação que envolveu a ida de Goran Dragic para o Miami Heat, é desprotegida.

Na primeira escolha da segunda rodada, o Suns fez outra escolha elogiável e que para muitos pode ser considerado uma steal. Considerado um dos cinco melhores armadores do recrutamento, o francês Elie Okobo sobrou na pick 31 para a surpresa de muita gente que o colocava como uma escolha quase certa de primeira rodada. Com o francês, o time de Phoenix ganha um armador atlético e que tem um arremesso consistente, algo em falta na equipe. Experimentado no basquete profissional, Okobo combina versatilidade para atuar com ou sem a bola em mãos, chute após o drible e braços longos. Pelo o que o GM do Suns disse, nessa sexta-feira, o jovem francês virá para a NBA de imediato.

O Suns finalizou o recrutamento com a seleção do ala George King, um prospecto de 1.98m que fez todo o ciclo universitário e já tem 24 anos. Ele possui um corpo pronto para encarar o jogo físico da NBA, uma envergadura elogiável (2.12m) e é um defensor razoável de perímetro. Dificilmente, King terá espaço na rotação do Suns – que já conta com Bridges, Booker, Jackson e T.J. Warren nas alas, e deverá passar boa parte da temporada na G League. A escolha de um prospecto ‘velho’ foi surpreendente porque, a essa altura, esperava que o Suns fosse atrás de um algum prospecto internacional que não viria de imediato para a NBA.

Em linhas gerais, o Suns mostrou no recrutamento que quer mesmo dar um basta na má fase que pegou a equipe de jeito nesta década. Nenhum dos quatro prospectos selecionados é um projeto de médio e longo prazo. São atletas prontos para contribuir. A intenção da franquia é ser competitiva e voltar a brigar por playoffs já na próxima temporada. Sob o comando do novo técnico Igor Kokoskov, a base jovem com Okobo, Booker, Bridges, Jackson, Warren, Dragan Bender, Marquese Chriss e Ayton deixa o torcedor animado e esperançoso que dias melhores virão. O tank parece coisa do passado em Phoenix.

 

Sacramento Kings
Escolha: Marvin Bagley (2)
Avaliação: Nos últimos anos, o Sacramento Kings virou sinônimo de desorganização na NBA por conta de decisões questionáveis / equivocadas de seus dirigentes. Com a segunda escolha do Draft em mãos, a equipe californiana tinha a chance de selecionar um jogador que pudesse ser a cara da franquia nos próximos anos. Se o Suns fosse de Ayton, sobraria Dončić. Ou se fosse no esloveno, sobraria o pivô. A posição do time de Sacramento era muito confortável. Só que, nessa quinta-feira, o Kings contrariou a opinião de muitos analistas e selecionou o ala-pivô Marvin Bagley. O GM Vlade Divac fez questão de dizer que a franquia conseguiu o atleta que queria e que foi uma escolha fácil. Dos prospectos de elite do Draft, Bagley foi o único que se dispôs a fazer um treino privado para a equipe. Nas entrevistas, ele demonstrou interesse em atuar em Sacramento, algo raro nos tempos recentes, dada a má fama da franquia, e isso pode ter contado na hora de anunciar a pick.

Muito atlético, ágil e explosivo, Bagley é um big man que chama a atenção pela coordenação e controle de corpo, pelo poder de finalização e por ser um ótimo reboteiro, mas é um péssimo defensor (baixa envergadura para defender o aro, se atrasa em rotações do lado contrário, se perde na defesa de perímetro). Muitos olheiros consideram que Bagley será um jogador produtivo na NBA, com ótimos números, mas que não jogará um ‘basquete vencedor’. Ser escolhido pelo Kings não parece ser o cenário dos mais ideais para o ala-pivô que tem um jogo ofensivo de pivô. Como Draft não é ciência exata e a gente está sujeito a ‘queimar a língua’ quando analisamos os prospectos que chegam à liga, o tempo dirá se a diretoria do Kings tem razão. Minha opção teria sido por Dončić sem pensar duas vezes.

 

Dallas Mavericks
Escolhas: Luka Dončić (3), Jalen Brunson (33), Ray Spalding (56) e Kostas Antetokounmpo (60)
Avaliação: Conforme disse no início do post, o time texano foi o grande vencedor do Draft. O maior talento do recrutamento caiu no colo da equipe que tinha apenas a quinta escolha, mas que foi determinada o bastante para fazer uma troca e ficar com a terceira pick. Dončić estava no topo do ranking de prospectos do Mavs e a franquia não mediu esforços para adquiri-lo, tanto que abriu mão de uma futura pick de primeira rodada (protegida até a quinta escolha em 2019 e 2020, até a terceira escolha em 2021 e 2022 e desprotegida em 2023).

O técnico Rick Carlisle já afirmou em alto e bom som que Dončić será titular desde a primeira partida e que o prodígio esloveno é a peça fundamental de um time vencedor. Dončić é versátil e pode atuar em todas as posições do perímetro. Dotado de alto QI de basquete, o jogador esloveno talvez seja o prospecto com maior experiência e produtividade em alto nível da história do recrutamento. Ele é um grande criador de jogadas para os companheiros, tem capacidade de arremessar parado, após o drible ou correndo por entre corta-luzes, e finaliza bem na área pintada. A torcida do Mavs já visualiza uma parceria de sucesso com o armador Dennis Smith Jr.. Para muitos analistas, Dončić só não foi a primeira escolha por conta de um já reconhecido receio das equipes da NBA em apostarem muito alto em atletas de fora dos EUA, algo que o time de Dallas, historicamente, não segue à risca.

Na segunda rodada, vale elogiar a opção do Mavs pelo armador Jalen Brunson, eleito melhor jogador da última temporada do College e bicampeão pela Universidade de Villanova. Ele é um playmaker que sabe controlar o ritmo do jogo, cuida bem da bola, tem sólida visão de quadra e opera com facilidade no pick-and-roll. Além disso, ele tem um trabalho de pés apurado, não foge do jogo de contato e é um excelente arremessador após o drible. Entretanto, vale dizer que suas limitações atléticas poderão lhe causar problemas – tanto na defesa quanto na finalização de jogadas – na NBA. Com as escolhas de Dončić e Brunson, o time de Dallas seguiu um padrão: apostou em jovens acostumados a ganhar títulos. É dessa mentalidade vencedora que o Mavs precisa para voltar a ser um contender na liga.

Quanto às escolhas de final de segunda rodada, adquiridas após uma troca com o Sixers, a franquia texana selecionou dois alas-pivôs dotados de boa envergadura, não muito fortes fisicamente e que são projetos de bons protetores de aro. Spalding e o irmão mais novo de Giannis Antetokounmpo deverão passar boa parte da temporada na G League.

 

Memphis Grizzlies
Escolhas: Jaren Jackson Jr. (4) e Jevon Carter (32)
Avaliação: Ao selecionar dois dos melhores defensores do basquete universitário, o Grizzlies parece que está disposto a retomar o espírito Grit and Grind (coragem e esforço), marca registrada da equipe nos últimos anos, quando ganhou a simpatia de muitos fãs da NBA por ser um time “brigador” e com muita vontade em quadra, algo que foi abandonado na última temporada. JJJ é um dos prospectos mais intrigantes de 2018. Dotado de ótimos atributos físico-atléticos para atuar em ambas as posições do garrafão, com altura e envergadura (2.26m) para competir contra jogadores de qualquer tamanho, ele é muito desenvolvido defensivamente para alguém que tem somente 18 anos. Ele entende rotações, ocupa bem espaços, protege o garrafão com maestria e pode trocar marcação no perímetro. Com pouco tempo de quadra em Michigan State (cerca de 22 minutos por jogo), JJJ teve um impacto defensivo absurdo e, não por acaso, é considerado por muitos analistas o melhor defensor da classe deste ano. De quebra, ele espaça a quadra na linha de três pontos, e apresenta bom volume e aproveitamento nos arremessos do perímetro.

JJJ é um raro tipo de jogador que pode trocar marcação, proteger o aro e arremessar para três pontos, o que permite que o time o explore de diferentes maneiras e esquemas táticos. Em suma, o encaixe perfeito para o que pede a NBA atual. Mas vale apontar que ele é bastante inconsistente no setor ofensivo, um passador limitado e tem sérios problemas com faltas. JJJ é um projeto de médio e longo prazo. Não é o tipo de prospecto que vai contribuir de imediato porque tem muito o que evoluir na parte ofensiva. O meu receio é que a franquia queime o jogador, como fez com outros jovens nos últimos anos. Desde 2010, nenhum jogador do Grizzlies foi escolhido para o primeiro ou segundo time de novatos; as últimas duas escolhas de loteria da equipe (Hasheem Thabeet e Xavier Henry) foram trocadas após uma temporada e sumiram do mapa da NBA; de 2009 a 2015, nenhum novato durou mais do que duas temporadas em Memphis; e o último escolhido pela equipe no Draft (Wade Baldwin, pick 17 em 2016) foi dispensado após uma temporada. Chegou o momento do Grizzlies deixar de ser um ‘cemitério de novatos’.

Na segunda rodada, o time de Memphis selecionou o armador Jevon Carter, considerado o melhor defensor nas posições 1 e 2 do recrutamento. Ao contrário de JJJ, Carter chega à NBA com a experiência de quatro anos no College. Ele é um atleta incansável e ativo, com uma mentalidade muito agressiva nos dois lados da quadra. Não vai faltar entrega em quadra. Ele combina disposição para o jogo físico, agilidade lateral, intensidade e instintos apurados na defesa. Seus instintos defensivos aparecem com força total na quebra de linhas de passe. Conseguiu, usando suas mãos rápidas e ótima leitura de jogo, registrar média de 3.0 roubos de bola na temporada passada. Vale dizer que Carter completará 23 anos em menos de três meses, o que indica que ele não tem muito potencial físico e técnico a ser trabalhado.

Enfim, que o espírito Grit and Grind volte a fazer parte da cultura do Grizzlies e que o time sem identidade da última temporada fique no passado.

 

Atlanta Hawks
Escolhas: Trae Young (5), Kevin Huerter (19) e Omari Spellman (30)
Avaliação: A direção do Hawks pode ter feito a maior bobagem dos tempos recentes em Draft. Ou pode ter feito uma jogada arriscada que dará uma alta recompensa no futuro. Por enquanto fico com a primeira alternativa. A franquia de Atlanta teve a faca e o queijo na mão para selecionar o maior talento do Draft, que Suns e Kings deixaram passar nas duas primeiras escolhas. Mas Dončić não encantou os dirigentes da equipe. A menina dos olhos do Hawks era o armador Trae Young. Só que ‘gastar’ a terceira pick com um prospecto cotado para ser escolhido entre a sexta e a 12ª posição não parecia muito inteligente. Foi então que a franquia fechou a troca com o Mavs, que desejava Dončić. Na negociação o Hawks conseguiu o que mais queria: uma escolha mais baixa para selecionar Young e uma futura pick (protegida) de primeira rodada, que pode não ter muito valor no futuro, caso o time de Dallas volte a fazer boas campanhas.

Na minha opinião, Young é um dos prospectos de elite que mais corre o risco de ser um bust na NBA. Ele chamou a atenção de todos pelo desempenho notável, sobretudo na primeira metade da temporada do College. Foi o líder em pontos e assistências, e o jogador que mais converteu bolas de três pontos. Não por acaso começaram a surgir as comparações com Stephen Curry, especialmente pelo domínio de bola e chutes de longa distância. Devido a esse sucesso meteórico, Young passou a ser mais visado pelos adversários e caiu de produção ao longo da temporada. Sua falta de atleticismo e de esforço defensivo, aliadas à alta taxa de desperdícios de bola e o fraco poder de finalização ao redor do aro, levantam sérias dúvidas quanto ao seu sucesso na NBA. Mas ele é, inegavelmente, o melhor arremessador da classe. Young possui um chute com uma mecânica muito rápida e com distância de passos atrás da linha de três pontos da NBA, além de versatilidade para arremessar após o drible no pick and roll, em jogadas de isolation e após corta-luzes. Ele mostrou uma produtividade assustadora para um novato. Será que ele vai ter na liga a mesma capacidade de carregar esse volume ofensivo? É muito complicado. Young não é explosivo e ágil o suficiente para criar separação sempre contra defensores físicos ou atléticos, que é o que ele vai encontrar na NBA.

Na pick 19, o Hawks selecionou um dos jogadores que mais subiu nas projeções nas últimas semanas. Muitos acham que o ala-armador Kevin Huerter tinha uma promessa da equipe. Ele traz uma habilidade de elite que está muito em alta na NBA atual: o arremesso em movimento. Sua principal virtude, no entanto, é a inteligência em quadra. Além dos 42% de aproveitamento nos arremessos do perímetro, Huerter chama a atenção por ser um atleta com compreensão especial da dinâmica do jogo nos dois lados da quadra. Alguns analistas já consideram que o gerente-geral do Hawks, Travis Schlenk, que trabalhou como GM assistente no Golden State Warriors, quer reeditar em Atlanta o que foi feito no time californiano: que Young e Huerter tenham papéis parecidos com os de Curry e Klay Thompson, os Splash Brothers.

Na escolha 30, o Hawks surpreendeu ao selecionar um atleta que não estava sendo cotado para a primeira rodada. Mas, no fim das contas, quando descobrimos o objetivo do time de Atlanta no recrutamento, a opção pelo pivô Omari Spellman, campeão universitário por Villanova, faz sentido. Ele é um stretch five que teve um aproveitamento acima de 43% nos chutes do perímetro. Ao escolher três prospectos que, combinados, converteram 256 bolas de três pontos, em 2017/18, o novo Hawks deixa claro que vai usar e abusar dos arremessos de longa distância. Podemos concluir que o time de Atlanta quer mesmo emular o Warriors. Ousadia pura… Missão complicadíssima…

 

Orlando Magic
Escolhas: Mohamed Bamba (6), Melvin Frazier (35) e Justin Jackson (43)
Avaliação: Ao longo dos últimos meses, vários Mocks apontavam que o Magic provavelmente iria selecionar um armador no recrutamento. Com Dončić e Young escolhidos por outros times, e sem demonstrar muitas confiança nos outros armadores, restou à equipe de Orlando optar pelo maior talento disponível. E o escolhido foi o intrigante pivô Mo Bamba, dono da maior envergadura já vista em um prospecto de Draft, uma aberração física e um jovem muito bem articulado e consciente nas entrevistas. Pivô móvel e coordenado em seus movimentos, ele tem um upside incalculável como protetor de aro e já foi um dos melhores do College nesse quesito. Sua mecânica de arremesso mostra que ele pode desenvolver um chute confiável no futuro, o que será fundamental para o seu sucesso na NBA nos dois lados da quadra. Muito magro e cru na parte ofensiva, Bamba é um finalizador limitado, com um corpo incapaz de absorver contato (ainda). Achei uma boa escolha para o Magic, que agora deve tentar trocar um de seus pivôs – Nikola Vucevic ou Bismack Biyombo – e buscar o esperado armador via troca.

Gostei também da pick 35 da equipe da Flórida. Melvin Frazier possui atributos atléticos de elite e foi um dos melhores defensores do basquete universitário na última temporada (especialmente no um contra um). É o protótipo de 3-and-D tão em alta na NBA, com o bônus de conseguir criar para os companheiros. Tem tudo para estabelecer uma carreira sólida como role player na liga.

A escolha 43 foi uma aposta válida do Magic. Justin Jackson é um combo forward que chegou a ser cotado como escolha de loteria no início da temporada. mas em razão de uma grave lesão no ombro direito foi caindo drasticamente nas projeções. Assim como Bamba e Frazier, Jackson chama a atenção pela envergadura e pelos atributos atléticos.

Que coisa, não é Ricardo Stabolito Jr… Fiz vários elogios ao recrutamento do Magic. Que a franquia de Orlando saia da reconstrução em loop e entre, finalmente, no caminho certo para voltar a ser competitiva.

 

Chicago Bulls
Escolhas: Wendell Carter (7) e Chandler Hutchison (22)
Avaliação: O Chicago Bulls não preferiu arriscar e deixou passar o ala Michael Porter Jr., apontado como escolha favorita para muitos de seus torcedores. A direção do Bulls, a meu ver, acertou em cheio a selecionar o pivô Wendell Carter. Em uma classe com grandes talentos no garrafão, ele é um pivô móvel, com boa envergadura e força física adequada para encarar o basquete profissional. Devido ao seu alto QI de basquete, Carter é útil nos dois lados da quadra. No ataque, o pivô mostra um sólido jogo no post e tem alcance para chutar do perímetro. Na defesa, ele sabe quando dobrar na marcação, tem braços ativos para contestar os chutes do adversário e um bom timing para bloquear arremessos. Além disso, ele é um passador seguro no high post e um grande reboteiro. Porém, Carter é o menos ágil dos pivôs de elite deste ano. Ele me lembra muito Al Horford. Por conta de todas as qualidades descritas, vejo Carter como um ótimo complemento para o finlandês Lauri Markkanen. Confidência: acho Carter melhor prospecto do que Bagley, seu ex-companheiro em Duke.

Na pick 22, o que muita gente imaginava se confirmou: Chandler Hutchison realmente tinha a promessa de ser escolhido pelo Bulls. Produto de uma universidade desconhecida (Boise State), ele é um ala atlético capaz de explodir em infiltrações e defender múltiplas posições. Hutchison evoluiu ano a ano no basquete universitário, especialmente na criação de jogadas para os companheiros e na mecânica de arremesso. Entretanto, o controle de bola apenas mediano, a falta de força física e as dificuldades em criar uma separação de seus marcadores tornam seu potencial mais baixo do que o ideal. Mas, no geral, é uma aposta válida. Pela falta de talento na posição 3 da equipe de Chicago, Hutchison pode ganhar minutos já em seu ano de estreia na NBA.

 

Cleveland Cavaliers
Escolha: Collin Sexton (8)
Avaliação: Ao contrário do que alguns rumores apontavam, o Cavs manteve a sua escolha no Draft e selecionou um jogador para a posição mais carente do time: a armação. O escolhido foi Collin Sexton, um competitivo armador que adora um estilo mais físico e é agressivo nos dois lados da quadra. Muito veloz, sobretudo em transição, ele tem um controle corporal avançado e é capaz de fazer mudanças agressivas de direção. É quase que consenso que seu jogo de slasher será beneficiado pelas quadras mais espaçadas da NBA. No entanto, Sexton é um passador limitado. Por isso, o armador vai precisar ser um bom arremessador (e melhorar a seleção de chutes) para justificar seu estilo de pouca criação para os companheiros e de muita infiltração para conquistar espaços no nível profissional. Pensando na permanência de LeBron James em Cleveland, Sexton não é o melhor dos encaixes, já que o astro gosta de ficar com a bola nas mãos e o novato não é muito útil sem a bola. Ou a opção por Sexton já é um indicativo de que a franquia está pessimista quanto à permanência de seu maior ídolo? Vai saber…

 

New York Knicks
Escolhas: Kevin Knox (9) e Mitchell Robinson (36)
Avaliação: Era quase que consenso que o Knicks iria selecionar um ala no recrutamento. Com Michael Porter Jr. disponível, me surpreendeu que a equipe novaiorquina não tenha escolhido aquele que é considerado um dos três maiores talentos da classe. Afinal, pelas notícias que chegam dos Estados Unidos, o principal jogador do Knicks, o letão Kristaps Porzingis, ficará fora de boa parte ou até da próxima temporada inteira por conta do rompimento do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Ou seja, a equipe não deve brigar por muita coisa em 2018/19. Outra boa opção teria sido Mikal Bridges, considerado uma escolha segura.

Mas o Knicks resolveu apostar suas fichas no combo forward Kevin Knox, um dos prospectos mais jovens deste ano. Ele foi a última vítima de um problema que tem assolado bons prospectos de Kentucky nos últimos anos: o excesso de bons recrutas força alguns jovens a jogarem fora de posição, impedindo que mostrem a totalidade dos seus talentos para olheiros da NBA. Foi o caso de Knox, que tem o tamanho ideal e o jogo moderno para jogar de ala-pivô na NBA, mas que passou o ano jogando somente na posição 3. Ele não tem um arremesso tão consistente e nem chama a atenção na defesa. Knox é um projeto de médio e longo prazo, mas que deverá se beneficiar pelo maior espaçamento na NBA. Para manter a tradição, torcedores do Knicks que compareceram à cerimônia do Draft, no Barclays Center, vaiaram a escolha da franquia.

Na segunda rodada, o Knicks selecionou um jogador que foi cotado nos últimos meses como uma escolha de primeira rodada. Mitchell Robinson preferiu não atuar por nenhuma universidade na última temporada. Há menos de dois anos, ele competia em condição de quase igualdade com Ayton e Bamba no basquete colegial. Para alguns olheiros, Robinson provou-se tão móvel, ágil e bom protetor de aro quanto os pivôs citados. O problema é que ele é um mistério agora: já não joga competitivamente faz um ano e acumula graves dúvidas sobre conduta, ética e dedicação. Em suma, Robinson é uma aposta arriscada do time novaiorquino. A recompensa pode ser grande.

 

Los Angeles Clippers
Escolhas: Shai Gilgeous-Alexander (11) e Jerome Robinson (13)
Avaliação: O Clippers foi outro time que não arriscou escolher Michael Porter Jr.. E olha que o time angelino teve duas picks de loteria. Na escolha 11, adquirida em uma troca com o Hornets, os dirigentes do Clippers selecionaram quem eles queriam: o armador canadense Shai Gilgeous-Alexander. E eu curti muito essa escolha. Combo guard dotado de altura e envergadura privilegiadas e que oferece versatilidade defensiva para marcar as três posições de perímetro, Alexander possui alto QI de basquete e joga de maneira inteligente dos dois lados da quadra. Passador seguro, ele se aproveita bem do tamanho para enxergar o jogo por cima dos oponentes. A falta de confiança no arremesso e o corpo longe do ideal para encarar o basquete profissional (ele é muito magro, um autêntico ‘chassi de grilo’) são questões que precisam ser melhoradas. O problema é que, hoje, o Clippers tem Milos Teodosic, Patrick Beverley e Jawun Evans para a posição 1. Será que vão dar espaço ao novato? Espero que sim. Alexander era alvo também do Toronto Raptors, que não conseguiu viabilizar uma troca para selecioná-lo. Um backcourt formado por Beverley e SGA seria muito interessante do ponto de vista defensivo.

Na pick 13, o Clippers surpreendeu ao selecionar o ala-armador Jerome Robinson, prospecto que mais subiu nas projeções nas últimas semanas. Um dos cestinhas mais sólidos do basquete universitário na última temporada, Robinson exibe variedade de dribles, pontua de todos os cantos da quadra, possui avançado trabalho de pés, tem facilidade de gerar separação para os marcadores e é um dos melhores arremessadores da classe. No entanto, ele compromete bastante na defesa (péssimo marcador sem a bola, perde-se facilmente nos bloqueios, pouco eficiente na antecipação das linhas de passe, não tem um bom timing para bloquear arremessos) e não oferece muito upside. Robinson é, de longe, o pior defensor entre os atletas selecionados na primeira rodada e vai atuar em um time que já possui Lou Williams e Austin Rivers para a posição. Dá para entender o que o Clippers fez? Eu não entendi até agora… Com a provável saída de DeAndre Jordan, que deve se tornar agente livre em julho, o pivô Robert Williams teria sido uma escolha mais sensata.

Mas é bom não duvidar da lenda Jerry West, um dos responsáveis pelas escolhas da equipe angelina no recrutamento e uma das grandes mentes do basquete. De repente, o Clippers tem trocas engatilhadas envolvendo vários dos jogadores citados acima (desconfio disso), e daqui a algum tempo, a gente poderá estar falando: agora tudo faz sentido. Hoje não dá para afirmar isso.

 

Charlotte Hornets
Escolhas: Miles Bridges (12), Devonte’ Graham (34) e Arnoldas Kulboka (55)
Avaliação: Apesar do Charlotte Hornets ter vários alas no atual elenco – Nicolas Batum, Michael Kidd-Gilchrist, Marvin Williams, Dwayne Bacon e Jeremy Lamb – gostei da seleção de Miles Bridges, oriunda da troca de escolha com o Clippers. E espero que pelo menos dois dos jogadores citados sejam negociados para que o novato tenha espaço logo na primeira temporada na NBA. O ex-jogador de Michigan State já poderia ter sido uma escolha de loteria no Draft de 2017, mas decidiu permanecer no College por mais um ano. É bem raro ver um jovem atlético com um estilo de jogo tão ‘redondo’, completo e versátil. Bridges pode arremessar e passar a bola, trabalhar sem a bola (ótimo cutter) e defender múltiplas posições. Sua visão de quadra e ataque a closeouts realmente se destacarão no maior espaçamento da NBA.

Na segunda rodada, o Hornets selecionou Devonte’ Graham, cuja maior virtude é o arremesso. Armador muito inteligente e trabalhador, ele evoluiu a cada ano no College e recebeu elogios por seu espírito de liderança em quadra. Entretanto, Graham não é um armador particularmente alto e, para piorar, os seus atributos atléticos não passam de medianos. Além disso, ele tem uma tremenda dificuldade finalizando em torno da cesta e não oferece muito upside, pois já tem 23 anos. Prevejo muitas dificuldades para Graham na NBA. Eu teria escolhido outro jogador (com maior upside) na pick 34.

Ainda na segunda rodada, o time de Charlotte optou por um prospecto que deverá ficar mais algum tempo no basquete europeu (stash) na pick 55. O ala lituano Arnoldas Kulboka tem um conjunto de altura e envergadura (2.13m) que lhe permite atuar tanto como ala como ala-pivô, podendo jogar como stretch four. Ele é um dos melhores arremessadores do recrutamento (mecânica de arremesso rápida e compacta) e muito ativo sem a bola. Porém, o lituano não parece jogar sempre com ‘dureza’ ou agressividade, sobretudo na defesa, sofre bastante para finalizar contra contato e tende a perder o controle das ações quando seu chute não cai. Aposta mais do que válida a essa altura.

 

Denver Nuggets
Escolhas: Michael Porter Jr. (14) e Jarred Vanderbilt (41)
Avaliação: Quem diria que um dos três principais prospectos do basquete universitário seria a última escolha da loteria. Michael Porter Jr. caiu bastante nas projeções devido à preocupação das franquias da NBA quanto aos seus problemas físicos e, segundo o sempre bem informado Adrian Wojnarowski, da ESPN, sua imaturidade, personalidade difícil e problemas de relacionamento com os companheiros foram outros fatores que assustaram as equipes.

Vale lembrar que uma fratura por estresse nas costas o afastou de praticamente toda a temporada. A lesão, que costuma ser debilitante para atletas, exigiu cirurgia e levanta dúvidas sobre seu futuro. Informações vindas dos Estados Unidos garantem que o jogador pode até ficar afastado de boa parte da temporada 18/19 da NBA para se recuperar totalmente. O Nuggets não poderia ter ficado mais animado com a queda de Porter Jr. Saudável, ele provavelmente teria sido uma escolha TOP4 no Draft. Versátil, ele é um ótimo arremessador, especialmente difícil de ser marcado por conta da mecânica com alto ponto de lançamento e impulsão. Mesmo tirando as questões de saúde, seu jogo também é meio 8 ou 80: excelente tamanho e arremesso de elite, perfeito para a NBA moderna e com instintos pontuadores de um astro, mas algumas dificuldades defensivas.

A tendência a um estilo de jogo ineficiente e dificuldades de se encaixar em um time fazem dele um dos prospectos de maior risco e potencial do recrutamento. Em um time que já conta com Jamal Murray, Gary Harris, Wilson Chandler, Paul Millsap e Nikola Jokic, a presença de mais um scorer é realmente necessária? Ele será um bom encaixe no Nuggets? Tenho dúvidas quanto a isso… Só sei que a franquia de Denver confia bastante no retorno que Porter Jr. pode dar em quadra. Pelo talento bruto e potencial do jovem, a opção do Nuggets até que é bastante compreensível. A recompensa pode valer a pena.

Na segunda rodada, o Nuggets optou pelo atlético combo forward Jarred Vanderbilt, que atuou pouco por Kentucky na última temporada por conta de uma lesão no pé esquerdo. Para piorar, o jovem angariou uma lesão no tornozelo esquerdo durante o período de treinamentos para o recrutamento e ficou de fora até do NBA Draft Combine. Como o time de Denver gosta de um combo forward, hein? Lembrando que a equipe já tem no elenco Juancho Hernangómez, Wilson Chandler, Trey Lyles e Tyler Lydon. Diferentemente dos atletas citados, Vanderbilt é um péssimo arremessador. Longe de estar pronto para a NBA, e prejudicado por lesões, o ex-jogador de Kentucky deverá passar grande parte da temporada na G League.

Gustavo Lima
Gustavo Lima
Jornalista graduado pela UFMG e pós-graduado em Produção em Mídias Digitais pela PUC-MG. Natural de Ipatinga e residente em BH. Editor do Jumper Brasil desde 2007. Acompanha a NBA desde 1993. Torcedor do Phoenix Suns, mas adepto da imparcialidade.
  • DNT – Porzingod MVP

    Esse Draft do Knicks foi bem a cara da franquia, apostas bem questionáveis e deixando passar jogadores melhores. Não gostei muita da escolha do Knox, mas o efeito Porzingis me impede de hatear antes de ver jogar. Já o Robison achei válida a escolha, apesar de ter algumas opções melhores disponíveis, Knicks precisa de jogadores no garrafão, com a saída do OQuin e com o Zingis praticamente fora da temporada a opção foi bem justificável. Contudo, dói na alma pensar que poderíamos ter MPJr e KP……

    • Beto cargnin

      Tbm achei q deveriam ter ido de MPjr, ja q o Letao nao vai jogar esse ano mesmo, os 2 viriam prontos pra proxima temporada. E ainda teriam uma provavel pick top 10 ano q vem.

      • DNT – Porzingod MVP

        No draft de 2019, Knicks vem forte pela 1st pick…..

    • Gustavo

      Foda velho… daqui uns 3 anos vamos ver o Knicks patinando e pensar que o time poderia ter DSJ e MPJ ao invés de Knox e Nicotina.

      • Yan_NYK

        Discordo plenamente de vocês..
        o mpjr tinha toda condição de ser o escolhido pelo bulls, insclusive forçou essa barra, o bulls tinha seus exames e mesmo assim não arriscou, embora eu também quisesse ver ele em NY (Totalmente curado) varios times não foram nele, mesmo tendo talendo, acredito que sua durabilidade na liga será pequeno.
        A escolha era entre mikal e knox, mikal muito mais pronto, porem 3 anos mais velho, knox tem 18 anos, mesmo inconstante veio de 15ppg.. aposto que daqui 3 anos será um jogador muito melhor que mikal, seu upside é muito maior.

        Não entendo até hoje torcedor do Ny falar do Dsjr, sendo que deixamos de escolher o enorme talendo que acabou indo pra utah, dsjr não defende nada, seu time sempre toma muitos pontos com ele em quadra, ntilikina é muito cru e europeu, vejamos daqui mais 2 temporadas quem se deu melhor.

        • Gustavo

          Ninguém compara com o Mitchell porque ele não tava no radar, não era cotado no top 10. Dennis era a escolha óbvia do Knicks. Traçando um parelelo seria o mesmo que o Charles Hutinson se tornar um allstar e lamentar que o Knicks deixou ele passar.

        • Diego Costa

          E com nitilikina o knicks não faz ponto na quadra kkkkk

        • Tulio Machado

          Knicks vai ter um time longo e de boa defesa no futuro com Porzings/Ntilikina/Knox… espere e veja o Knicks bem defensivamente no futuro

        • Marcinho Mueller

          “Enorme talento que acabou indo pra Utah”, é do Mitchell que você ta falando? Porque nem a mãe dele apostaria que ele ia fazer uma temporada assim, então não tem como culpar ninguém que não selecionou o Mitchell e sim exaltar o Jazz por escolher, desenvolver e dar espaço pro garoto. É igual criticar todos que deixaram Booker passar, que deixaram o grego passar, o Mitchell foi uma steal, o Nicotina FOI UM ERRO…

          • Raio da verdade

            Não cara, Ntikilina não foi um erro.
            Todas,repito, todas as pessoas que o acompanharam na Europa sabem do potencial que ele apresenta tanto na parte técnica quanto na parte física, a questão é que ele é totalmente cru, é prospecto de longo prazo
            Quanto imediatismo em querer que o cara seja o FP na primeira temporada, pqp

  • Marcelo Desoxi

    Independente de tudo, Grizz foi fiel a seu estilo, que negócio legal.
    Sou um fã de qualquer tipo de jogo que envolva “moer carne”, procurarei acompanhar os jogos na medida do possível.
    JJJ não poderia ter um tutor melhor que o Gasolzito, se der errado, é porque tinha que ser mesmo. Porque o estilo do time casa muito bem com ele.

  • DNT – Porzingod MVP

    Melo começou com a palhaçada de “Hoodie”, próxima temporada ele vem pra 10 pts e 4 rebotes de média….

    https://twitter.com/theclosinone/status/1010268699721371648?s=21

  • Dudu Ferrero

    Isso de vencedor e perder n tem nada a ver, voce so vai saber isso quando os jogadores entrarem em quadra , e ao fim de uma temporada, essa analise acaba sendo muito rasa

    “Ao contrário do que alguns rumores apontavam, o Cavs manteve a sua escolha no Draft e selecionou um jogador para a posição mais carente do time: a armação.”

    Nao pra mim o maior problema do Cavs é o garrafao (Hill e Clarkson nao estavam bem mas sempre foram conhecidos por bons jogadores, podem evoluir) e o Garrafao depender de TT é triste, e o outro problema do Cavs é o tecnico

  • Gustavo

    A diretoria do Kings é a mais incompetente da NBA, com sobras. Doncic alem de ser o maior talento, era o melhor encaixe, e os caras não pegaram. E pior ainda pegaram um jogador que provavelmente não sairia antes da 5a escolha, ou seja, deveriam no mínimo ter ocupado o lugar do Hawks na troca com o Mavs. Na pior das hipóteses, caso Grizz fosse de Bagley, ainda iria sobrar o JJJ ou Bamba na 5, e ambos são melhor encaixe, e na minha opinião, escolhas mais seguras na NBA atual, que um ala pivô que não espaça nem defende.

    Enfim, Kings jogou fora a sorte que teve no sorteio.

    • Adson Silva

      Se não me engano o Bagley foi o único que aceitou treinar para a franquia, o Doncic renovou com o Real Madri e disse que poderia ficar mais um ano a meu ver foi quase que falar se o Kings me escolher eu fico.

      • Gabriel M.

        Sério que os jogadores estão fazendo dessas agora?
        Que palhaçada

    • Dudu Ferrero

      acho q esta falando muita besteira mas o tempo mostrará

      • Gustavo

        Eu fiz várias afirmações, aponte as besteiras por favor?
        – Doncic não é o mais talentoso do draft (ou em última análise não é mais talentoso que o Bagley)?
        – Bamba e JJJ não são escolhas mais seguras que o Bagley?
        – Bagley defende?
        – Bagley espaça a quadra?

        Qual dessas o tempo mostrará que não é verdade?

        • Dudu Ferrero

          eu nao sei eu acho que so teremos essa noção com eles em quadra, europa ou colegial a defesa nao é nem perto da nba é dificil colocar parametro

          • Gustavo

            Ou seja você acha que eu to falando muita besteira, mas não sabe sequer apontar qual besteira? Aí é complicado hein…

  • samuel pereira

    eu acho que nao da para cravar que o kings fez “cagada” em pegar o bagley e nao o doncic,alem dele se um ala pivo muito bom ele se identificou com a franquia kings isso as vezes e muito importante,alem disso eu respeito quem acha o doncic um “fenomeno” mais eu quero espera para ver NBA e uma coisa e EURO basket e outra coisa sao niveis diferentes,gostei da escolha do magic o mo bamba vem na NBA para causa o cara e um monstro no garrafao e vai impor mais respeito na defesa do magic e alem disso a franquia sempre se deu bem com pivos dominantes como shaq e DH12 ,mavs foi bem no draft e aposto tudo no doncic acho que vai encaixa bem com o denis smit jr,e atlanta foi no seu feeling aposto no young que pode ser 8 ou 80 ou vai esplodir na NBA com seu jogo ou vai ser uma decepçao,mais eu acho que ele vai se da bem! vamos espera quanto a temporada começa para a gente ver de fato mesmo quem levo a melhor no draft,por enquanto e tudo chutometro!

    • Marco Antônio DE Paula

      Torcendo para nosso Kings apanhar bastante na temporada , pro meu Celtão ter uma boa pick de escolha no Draft de 2019.

  • Pedro Franco

    De uma coisa eu tenho certeza: Oeste estará mais selvagem do que nunca

  • Wadson Pinheiro

    Acho que o Suns pagaram um preço alto pela 10° escola, mas acho que foi uma boa aquisição também. Vamos ver como eles se movimentam na FA para saber se de fato brigarão por playoffs. Go Suns!

  • 🇧🇷LeBrOSMAN🇧🇷 #YoungBull

    Não acho q a chegada do Sexton indique uma saída do LBJ. O Kyrie Irving tbem nunca foi um exímio passador e isto não foi um grande empecilho com o LBJ.
    Q a equipe está se preparando para futuro, eu concordo.
    Tem a questão do espaçamento, mas mts analistas dizem q o arremesso do Sexton está em evolução e a julgar pela personalidade dele (saiu alguns vídeos bem interessantes sobre esse lado do Sexton, dos momentos após o Draft até hoje, rs.), ele vai procurar melhorar bastante neste aspecto, com LBJ ou sem LBJ.
    Pode parecer bizarro, mas esse sistema de jogo do Lue, pode ser benéfico para o Sexton, de forma imediata.
    Lue gosta desse estilo up-tempo, forçar mt transição, atacar a cesta, um contra um. São pontos fortes do Sexton. Por outro lado, a questão de passar mais a bola, pode ser um problema, mas… a NBA está numa época de armadores com mentalidade de ser primeiro um scorer, depois procurar o passe.

    • Gustavo

      Mas Irving sempre teve um ótimo arremesso e o Sexton não tem. Sexton não é um bom encaixe com Lebron mesmo.

      • Diego Costa

        Verdade. Além de ser provavelmente o jogador mais habilidoso da liga.

        Sexton é um péssimo encaixe nesse time atual. Não tem arremesso, QI baixo igual seu técnico, eu mal posso esperar pra ver sua dupla com JR Smith jogando 30min por noite.

        O cavs não tem esquema nenhum, é Lebron com a bola e o resto espaça a quadra. Lue não gosta de esquema de jogo nenhum a não ser esse e o resto do time que se vire.

        O cara está a 3 temporadas lá sem fazer absolutamente nada e sequer é contestado.
        Depois não adianta reclamar que foi vice denovo, ou que foi atropelado pelo Celtics na ECF, porque se todo mundo estiver saudável é isso que vai acontecer, mesmo com o Legm do outro lado.

        Se o projeto for tank o cavs está no caminho certo, vem pra menos de 20 vitórias sem o Lebron e com esse fantoche no comando.

        • Marco Antônio DE Paula

          Sem o Lebron e com o LUE dando as cartas, mesmo com a qualidade inferior dos times do Leste, corre o risco dos Cavs ficar fora dos Playoffs.

      • 🇧🇷LeBrOSMAN🇧🇷 #YoungBull

        Sim, eu mencionei isto. Mas como disse acima, ele parece ter teto de evolução no arremesso. O jumper dele se mostra promissor, e ele tem bom aproveitamento de lance-livre, 77.8% de aproveitamento no College.
        Em questão de eficiência nos Field Goals (eFG, q junta o aproveitamento de todos os arremessos, desde FTs até infiltração e jump-shots de média e longa distância), o Sexton tem 49.8% de aproveitamento. Como base de comparação, o Trae Young (q rivalizou com o Sexton para ser o melhor PG da NCAA na temporada passada) teve 51.8% de eficiência nos Field Goals (eFG)

  • Rafael Victor

    Gostei das primeiras escolhas de Bulls e Hawks, parecem ser bons encaixes e imediatos, já que os dois times tão em reconstrução; O Nuggets, se o Porter Jr ficar saudável, podem ter pego o maior steal desse draft e o Spurs parece que pegou mais um pra ser lapidado! Vamos ver o que acontece!

    • Tulio Machado

      Spurs conseguiu transformar o Murray em bom jogador (já que ele não era tido como um prospecto duvidoso) e agora pegou o seu melhor prospecto americano desde Tim Duncan (já que o Kawhi foi via troca), creio que esses dois com o Pop vai render bastante

  • 🇧🇷LeBrOSMAN🇧🇷 #YoungBull

    Porter Jr. caiu bastante mas se deu mt bem. Vai poder ficar a primeira temporada inteira fora, pq o Nuggets já tem uma base bem montada , e pode ser a melhor forma para ele se recuperar.
    O Porter tbem poderá focar neste início de carreira, nos seu ponto forte (pontuar), pq o Nuggets já tem o Jokic como armador.
    Só q o Nuggets tbem precisa direcionar reforços para a defesa, q ainda é uma várzea.

    • Tiago Almeida

      Mpj ,Jamal, Harris e Jokic que time tem o meu Denver, se o MPJ ficar saudável daqui duas temporadas o time tem tudo pra disputar as finais.

  • Claudio R.

    Pra mim quem se deu melhor foi o mavs e sixers, o mavs provavelmente em pouco tempo tera o melhor backcourt da liga, e o sixers conseguiu um bom jogador e outra pick que podera ser boa no momento certo…

    • Yan

      A pick é de 2021, né? Ela poderá servir para selecionar algum talento caso o Sixers não consiga vencer os Celtics.

      • Diego Costa

        A pick é do Heat de 2021. Existe uma grande possibilidade de a partir de 2021 os jogadores do HS virem direto pra NBA, mas ai teriam que jogar 1 ano na G-League invés do college.

      • Marco Antônio DE Paula

        Não conseguiram vencer o Celtics todo desfigurado em contusões, acho difícil bater esse Celtics recuperado, a não ser se vier um MVP tipo Lebron ou Kawhi.

  • Danilo

    Gostei das escolhas do Suns, do Memphis(mantendo o estilo defensivo de lá) e do Mavs. Não entendi o Knicks ter deixado o MPJr passar, já que o KP pode perder a temporada toda valeria ir no maior talento disponível mesmo que ele também perca a temporada, e com o tank montar um futuro big 3 com KP, MPJr e RJ Barrett/Zion

    • Tulio Machado

      Zion joga na posição dos dois, qual o sentido de draftar ele ? O Big3 seria com Barret, Longford( (um pontuador nato) ou o Bol Bol

      • Danilo

        Simples, melhor talento disponível, joga o KP pra C, Zion PF e o Porter de SF

        • Tulio Machado

          Porzings de C não joga bem, e tenho minhas sérias dúvidas com o Zion que dominava crianças no highschool, detalhe que ele não disputava uma liga competitiva na Carolina do Sul… quero ver ele jogando no college já que ele é tem o peso de um C 122kg e altura de um SG 1,98m. Tenho minhas sérias duvidas quanto a ele, creio que tanto o Barret como o Raddish sejam melhores que ele

          • Danilo

            Nessa onda de small ball tem q pelo menos tentar um pouco mais o Porzingis de C, também tenho dúvidas quanto ao Zion, mas falando HOJE ele é o segundo maior talento da classe

          • Marco Antônio DE Paula

            Porzings é o melhor jogador, e não pode ficar encaixotado jogando apenas em um garrafão. Ele tem qualidade para dar muito mais ao time. Que se contrate um pivo dominante para jogar ali.

          • Danilo

            Na NBA de hoje jogar de center não significa ficar encaixotado dentro de um garrafão, todo mundo sabe disso, hoje um C arremessa, bate bola, passa, tem visão de jogo, o conceito hoje é quanto mais posições o jogador conseguir fazer melhor, o time se torna mais dinâmico e imprevisível

          • Tulio Machado

            Sim, mas o Porzings em Small Ball é horrivel, ele é fragil pra aguentar tranco no garrafão, ele ocupa um grande espaço e defende bem, mas todo jogo do Knicks que eu vi que ele jogou de C em algum momento do jogo, não fluiu o seu jogo pessoal e conhevamos né, a maior esperança de NY é Porzings jogar MUITO!

          • Danilo

            Depende do time que você for enfrentar, contra um Warriors por exemplo o Porzingis aguenta jogar de C, contra outros talvez não aguente, mas ele jogou muito pouco nessa temporada na posição 5, não dá pra cravar que ele não dá certo ali

          • Diego Costa

            Alguns lugares listam ele como 2,03. De qualquer forma ele deve crescer no mínimo uns 3 cm até sua chegada na NBA.

            E me arrisco a dizer que fisicamente ele pode ser superior até o LBJ em termos de força, mais pesado ele já é

          • Tulio Machado

            Normalmente os caras já chegam formados fisicamente no college, são raros os casos de prospectos de elite que crescem depois dos 17, já que eles se desenvolvem prematuramente e tornam aberrações aos 16,17. O jogo fisico dele é absurdo, mas tenho dúvidas quanto a técnica e o preparo físico já que ele é meio gordinho

          • Franklin Gomes Peixoto

            Lembrei do Charles Barkley

  • Marcinho Mueller

    “Ao contrário do que alguns rumores apontavam, o Cavs manteve a sua escolha no Draft e selecionou um jogador para a posição mais carente do time“
    QUANDO LI ISSO, ACHEI QUE O CAVS TINHA DRAFTADO UM TÉCNICO

    • Marco Antônio DE Paula

      Enquanto LUE continuar em Cleveland, não consigo imaginar crescimento para a Franquia, Ainda tem o JR e o KT e seu contrato milionário para ferrar com tudo.

      • Francimarques Lakão

        Cavs tem KT?

        • dirct

          Acho que ele quis dizer TT (Tristan Thompson)

        • Marco Antônio DE Paula

          Desculpa TT

  • Marcinho Mueller

    Segue abaixo uma triste história:
    Draft 2017 Knicks escolhe Nicotina, Draft 2018 Knicks escolhe Knox. Isso que o Letão não vai participar de boa parte da temporada, e já podemos afirmar que o Knicks vai brigar pela pick 1 em 2019. ENTÃO PORQUE NÃO ESCOLHER O PORTER? Perderam Dennis Smith Jr, perderam Porter Jr, perderam os dois Bridges, não que eu não ache Knox um bom jogador, mas Knicks tá se esforçando pra ficar por muito tempo no tank. Só não foram os piores do draft por causa do orgulho do Kings e da burrice do Hawks. No mais, segundo draft seguido que da tudo certo pro lado de Dallas… depois esses caras são os únicos campeões diferentes na era de Lebron, Kobe, big 3 de Boston, Spurs do Popovic e ninguém sabe o porquê né?

    • Victor Jorge

      Será que Dallas vem forte na prox década? O que esperar do futuro?

      • Marcinho Mueller

        Ahhhhhh pode cravar Dallas disputando playoffs por uns 10 seguidos ai, e com essa base até disputar títulos depois dessa era GSW. E isso não é por causa de Doncic não, isso é COMPETÊNCIA da franquia e espírito vencedor. Dallas desde o título inesperado, só me surpreende cada vez mais, e eu só venho me identificando mais com a franquia. Depois do meu Celtão, é a franquia que eu mais curto na NBA agora, eu era muito simpatizante por Suns, 76ers, mas depois desses tanks infinitos dessas equipes, eu não simpatizo mais com essas franquias, os torcedores do Mavs podem se orgulhar e comemorar por ser uma franquia tão boa e merecer tudo de bom que acontece lá em Dallas. Meus parabéns pros Dallazetes e sucesso!

      • Marco Antônio DE Paula

        Acabou a fase de Tankagem dos Mavs, Os caras vem para Playoffs . Dizem que os caras vão partir pra cima do Capela. Se conseguir, vão ficar um time chato.

    • Vitor Martins

      Porzingis já convive com lesões, não acho que seria uma boa escolha ir em um cara com histórico de lesões também.

      • dirct

        Antes um super talentoso que teve lesão do que um que não tem teto para ser relevante dentro da liga, 76rs apostou no talento mesmo com as lesões e está colhendo os frutos tendo os melhores jovens da liga, Porter era há apenas 1 ano atrás considerado o melhor da classe e o Knicks teve a chance de escolhe-lo tendo apenas a escolha 9, é um risco que se tem muito mais a ganhar do que a perder.

        • Jean Brazuna

          Antetoukumpo e Davis riram disso…além de Mitchel E Tatum, eles são dois dos melhores, não os melhores rs

          • dirct

            Os dois estavam no mesmo draft que Embiid e Simmons estavam? Não amigo, Embiid e Simmons eram indiscutivelmente os maiores talentos de suas classes e tinha o problema de lesão exatamente o que aconteceu com Porter nesse draft e o 76rs apostou nos dois e ganhou, Embiid é sim o melhor de sua posição não só da sua geração mas de toda a NBA, hoje só Davis entre os calouros recentes está acima dele em dominância, o Grego está abaixo dele.

          • Jean Brazuna

            O grego está acima de embiid pra mim, mas na assertiva não me referi a qual o draft q os dois foram deaftados, apenas q eram os melhores jovens

          • Diego Costa

            O grego não está abaixo do Embiid nem a pau.

  • Vitor

    Não consigo não enxergar os Nuggets como os principais vencedores desse Draft. Eles tinham uma escolha de meio de primeira rodada, e saíram com um jogador que até um ano atrás era visto como possível melhor prospecto de draft dos últimos anos. Não me lembro de um prospecto do nível do Porter saindo tão tarde em um Draft.

    • Marco Antônio DE Paula

      Muita gente criticando ou especulando. Ninguém sabe a real condição do MPJ. Tudo indica que o cara tem um problema sério mesmo. O potencial técnico do cara é monstruoso. Mas será que o corpo vai ajudar a ele desenvolver isso?

      • Vitor

        De fato ngm sabe oq o físico dele pode causar, mas é tudo questão de posição em que ele foi selecionado. Pra uma escolha top 5 talvez esse risco não valha a pena. Mas quando se fala de uma décima quarta escolha esse possível risco passa a ser absurdamente válido. Durant é melhor que o Curry, mas se o Durant fosse a primeira escolha e o Curry a vigésima nós poderíamos afirmar que a escolha de Curry foi a melhor.

      • Adriano Goveia

        Denver já tem a base murray-harris-jokic pra formar em volta… uma das criticas contra a diretoria era a de que não corriam riscos para tentar levantar o patamar da equipe. Foi oq fez agora.

        Aparentemente MPJ vai ficar um ano parado… este ano ainda é para a equipe se desenvolver mais (não faz parte do grupo das equipes que já estão formadas e tem q tentar de qq maneira ser melhor q o GSW pra já)… MPJ volta qdo acabar o contrato do Chandler vem e toma a posição se tiver capacidade… se não der certo, o time tenta um bom role-play defensivo na ala

        Mesmo q as chances de dar certo sejam 30%, gostei.

        • Vitor Martins

          Galera trata esse MPJ como se fosse algo garantido. O que aconteceu com o Embiid (ficar machucado por um bom tempo durante a idade de formação) e voltar voando é algo muito, mas muito raro! Correr risco é bom, mas não como se eles pudessem esperar bastante. Era um escolha de loteria. Podia muito trazer um jogador mais sólido, não são um grande mercado para atrair grandes FA e ainda não são um time de playoff. Se fosse um time que realmente não tivesse nada a perder, mas sei lá. Tá pra nascer um cara que tenha um hype tão grande sem pisar numa quadra de basquete como esse MPJ.

          • Marco Antônio DE Paula

            Acho que em Denver não existe pressão para resultados a curto prazo. Então não tem nada a perder mesmo. Para mudar o Nuggets de patamar tem que vir um cara realmente muito diferenciado. Então valeu a aposta. MPJ sem contusões se mostrou um cara com grande potencial, talvez o maior do draft. O problema é esse. Será que depois desse tempo todo parado, o cara vai realmente voltar totalmente recuperado, ou vai ter problemas pelo resto da carreira?

          • Alex Alves

            Eu acho que valeu a pena o risco, afinal na posição 14° você conseguir (talvez) um dos três melhores jogadores do draft.

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    Não vejo o Kings como perdedores.
    Escolheu um talento que pode se tornar allstar fácil e ganhou de berço um segundo lugar no Draft.

  • Gustavo – #LeBronGOAT

    https://twitter.com/BleacherReport/status/1010666821702172672
    Cavs ta montando um time interessante pra Summers League. Quem sabe n damos sorte.

    • Diego Costa

      Se ele for bem vai ser panelado pelo lue.

      • Gustavo – #LeBronGOAT

        N sei pq o Cavs ta mantendo ele ainda. É pra ficar puto com um bgl desses.

        • Diego Costa

          Kkkkkkk o sorrisinho dele na foto com o Sexton é uma coisa maravilhosa.

  • Ronaldo Ferreira

    Knicks deixou o MPJr por conta da saúde dele. Apostou em um jovem com potencial razoável. Talvez se Knox fizer uma boa temporada, acho mais fácil Knicks trocar o KP ( talvez por uma pick alta) a depender dos próximos talentos. Pra mim é a única coisa q faz sentido nessa escolha, já q o Porzingis não joga bem de Center