Flamengo 82 x 119 Orlando Magic

Destaques

Flamengo

Marquinhos: 19 pontos, seis rebotes
Anderson Varejão: 14 pontos, 12 rebotes
Leandro Barbosa: oito pontos, quatro rebotes

Orlando

Aaron Gordon: 29 pontos, oito rebotes
Nikola Vucevic: 21 pontos, sete rebotes
Mo Bamba: 12 pontos, 11 rebotes, quatro bloqueios
Melvin Frazier: 11 pontos


Perth Wildcats 88 x 96 Denver Nuggets

Destaques

Perth

Bryce Cotton: 33 pontos, cinco rebotes
Jesse Wagstaff: 18 pontos
Clint Steindl: 11 pontos

Denver

Monte Morris: 15 pontos, nove assistências
Malik Beasley: 14 pontos, quatro rebotes
Gary Harris: 13 pontos
Mason Plumlee: 11 pontos, oito rebotes
Trey Lyles: dez pontos, oito rebotes
Will Barton: 11 pontos


Portland Trail Blazers 115 x 93 Phoenix Suns

Destaques

Portland

Jusuf Nurkic: 16 pontos, nove rebotes
Jake Layman: 13 pontos
Seth Curry: 12 pontos
Evan Turner: dez pontos, cinco rebotes
Zach Collins: dez pontos, quatro rebotes

Phoenix

Deandre Ayton: 19 pontos, 14 rebotes, três bloqueios
Dragan Bender: dez pontos, cinco rebotes
Trevor Ariza: dez pontos, quatro rebotes
Isaiah Canaan: 11 pontos
De’Anthony Melton: dez pontos


Dallas Mavericks 114 x 120 Philadelphia 76ers

Destaques

Dallas

Dennis Smith Jr.: 20 pontos, cinco rebotes, cinco assistências
Maxi Kleber: 17 pontos, sete rebotes, quatro bloqueios
Luka Doncic: 11 pontos, seis rebotes, três roubadas
Wesley Matthews: 11 pontos, quatro rebotes, quatro assistências
Devin Harris: 11 pontos

Philadelphia

J.J. Redick: 28 pontos, quatro assistências, 10-10 em arremessos
Joel Embiid: 22 pontos, dez rebotes, quatro assistências, seis erros de ataque
Landry Shamet: 18 pontos


Miami Heat 114 x 121 Washington Wizards

Destaques

Miami

Yante Maten: 17 pontos, sete rebotes
Justise Winslow: 17 pontos, quatro rebotes
Rodney McGruder: 15 pontos, cinco rebotes
Briante Webber: dez pontos, seis assistências, seis roubadas
Hassan Whiteside: dez pontos, nove rebotes
Dwyane Wade: dez pontos
Duncan Robinson: dez pontos

Washington

Bradley Beal: 20 pontos, cinco rebotes
Markieff Morris: 13 pontos, dez rebotes
Jeff Green: 15 pontos
Ian Mahinmi: 11 pontos, quatro rebotes
Kelly Oubre: 11 pontos
Otto Porter: 11 pontos


Melbourne United 82 x 120 Toronto Raptors

Destaques

Melbourne

Casper Ware: 17 pontos, cinco assistências
Chris Golding: 17 pontos

Toronto

Norman Powell: 21 pontos
Pascal Siakam: 19 pontos, seis rebotes
Delon Wright: 15 pontos, seis rebotes, cinco assistências
Deng Adel: 13 pontos
Malachi Richardson: dez pontos


New Orleans Pelicans 100 x 106 New York Knicks

Destaques

New Orleans

Nikola Mirotic: 19 pontos, 12 rebotes
Anthony Davis: 15 pontos, 13 rebotes, quatro roubadas, três bloqueios
Darius Miller: 15 pontos
E’Twaun Moore: 12 pontos
Jrue Holiday: 12 pontos

New York

Enes Kanter: 20 pontos, 15 rebotes, cinco assistências
Tim Hardaway Jr.: 21 pontos, cinco rebotes, cinco assistências
Kevin Knox: 12 pontos, dez rebotes
Lance Thomas: 13 pontos, quatro rebotes
Noah Vonleh: dez pontos, 11 rebotes


Atlanta Hawks 110 x 120 Memphis Grizzlies

Destaques

Atlanta

Tyler Dorsey: 18 pontos, sete rebotes
Kent Bazemore: dez pontos, sete rebotes
Alex Poythress: dez pontos
Alex Len: dez pontos
DeAndre Bembry: dez pontos

Memphis

Marc Gasol: 21 pontos, sete rebotes
JaMychal Green: 13 pontos, nove rebotes
Mike Conley: 11 pontos
Chandler Parsons: 11 pontos


Oklahoma City Thunder 113 x 101 Minnesota Timberwolves

Destaques

Oklahoma City

Paul George: 23 pontos, cinco rebotes
Steven Adams: 14 pontos, 13 rebotes
Nerlens Noel: 12 pontos, nove rebotes
Dennis Schroder: 12 pontos, seis assistências
Jerami Grant: 12 pontos
Alex Abrines: dez pontos

Minnesota

Karl-Anthony Towns: 23 pontos, sete rebotes
Jeff Teague: 17 pontos, quatro rebotes, quatro assistências
Derrick Rose: 11 pontos
Gorgui Dieng: dez pontos, cinco rebotes


Detroit Pistons 93 x 117 San Antonio Spurs

Destaques

Detroit

Andre Drummond: 18 pontos, dez rebotes
Henry Ellenson: 11 pontos, seis rebotes
Stanley Johnson: 11 pontos, quatro rebotes

San Antonio

Dejounte Murray: 16 pontos, 11 rebotes
LaMarcus Aldridge: 14 pontos
Pau Gasol: 13 pontos, cinco rebotes
Marco Belinelli: 12 pontos


Adelaide 36ers 99 x 129 Utah Jazz

Destaques

Adelaide

Nathan Sobey: 23 pontos, quatro rebotes, quatro assistências, quatro roubadas
Jakob Wiley: 15 pontos, oito rebotes, três bloqueios
Ramone Moore: 16 pontos, cinco rebotes
Daniel Johnson: 11 pontos

Utah

Donovan Mitchell: 18 pontos
Alec Burks: 16 pontos, cinco rebotes, quatro assistências
Grayson Allen: 16 pontos, quatro rebotes
Ricky Rubio: 13 pontos, cinco assistências, quatro rebotes
Georges Niang: 12 pontos
Ekpe Udoh: dez pontos, dez rebotes


Sacramento Kings 94 x 122 Golden State Warriors

Destaques

Sacramento

Harry Giles: 17 pontos, cinco rebotes
Skal Labissiere: dez pontos, oito rebotes
Willy Cauley-Stein: dez pontos, sete rebotes
Frank Mason: dez pontos, sete assistências

Golden State

Klay Thompson: 30 pontos
Kevin Durant: 27 pontos, sete assistências, seis rebotes

Gustavo Freitas
Gustavo Freitas
Mineiro de Uberaba, é co-fundador do Jumper Brasil e fã do Boston Red Sox.
  • Warrg

    O que mais me entristece no Basquete brasileiro é que á mais de 10 anos não revelamos nada minimamente significante… Sempre nos boxscore… Varejão,Leandrinho, Marquinhos… O único jogador Brasileiro que tem algum nível de NBA atualmente é o Nene, só que não aguenta jogar 18MPG … Nenhuma revelação minimamente interessante pra liga americana desde 2005 +- quando saiu o Leandrinho… O unico é o YAGO do Paulistano, mais com 1,75m infelismente não terá chance…

    • Claudio R.

      A chance era o caboclo, mas não quer trabalhar aí já era

    • dirct

      Na verdade esse “mais de 10 anos não revelamos nada minimamente significante” que vc disse é a regra, Leandrinho, Varejão e Nenê foram “acidentes”, nós não temos investimento, estrutura ou prática do esporte em massa para ceder mão de obra a NBA, esses caras que jogaram lá foram fenômenos isolados, é o mesmo que o futebol do Vietnã querer ceder jogadores para a liga de futebol inglesa simplesmente o esporte não é tão praticado lá pra ter uma peneira de talentos, quando o esporte é praticado em massa e cada criança cresce praticando é que os talentos brotam sem parar, aqui no Brasil só o futebol e o vôlei são praticados ao ponto de ceder mão de obra de alta qualidade para qualquer liga do mundo, nos outros esportes sem dinheiro, sem liga, com alguns “gatos pingados” praticando o esporte quando alguém consegue reconhecimento a nível mundial são fenômenos da natureza não a regra, nos EUA um menino cresce com a bola laranja na mão, desde pequenos tentam arremessos, tentam marcar para tomar a bola do outro menino, todo bairro pobre tem uma quadra de basquete para a comunidade praticar, são competitivos e participam de torneios desde que se conhecem por gente é impossível querer competir com eles nesse esporte.

      • Tulio Machado

        O brasil não tem infraestrutura nem pra futebol, o talento que surge no Brasil, não aparece em nenhum outro lugar do mundo e mesmo assim, ultimamente não tem sido fácil revelar craques. Alguns times da serie A não tem estrutura pra jovens atletas de futebol, imagina o resto dos times no pais ?! Ser atleta no Brasil é dificil

        • Gabriel De Oliveira Meira

          O Brasil tá sem infraestrutura até pra comer direito, imagina pra esporte!

    • LeBrOSMAN #YoungBull

      Acho q isso é reflexo do período em q o Basquete brasileiro, como um todo, ficou praticamente estacionado, aquele momento em q o Oscar se aposentou e o basquete brasileiro entrou em crise, com a CBB, antes de ser salvo pelo NBB. Neste momento o basquete perdeu visibilidade, e o vôlei (esporte em q a genética para jogar, é parecida.) só cresceu. Mt provavelmente talentos para o basquete migraram para o vôlei.
      Tbem acho q essa geração Nenê, Varejão, Leandrinho, Marquinhos… é resultado a geração do Oscar, quando o basquete brasileiro tinha visibilidade. E acho q essa é a palavra chave, visibilidade. Pq se for falar de infraestrutura nas categorias de base, nem o vôlei, nem o próprio futebol possuem infraestrutura adequada. Lembro q o Bernardinho já no final da carreira como técnico, criticou q praticamente ñ existia categoria de base no vòlei, e isto estava atrapalhando demais a renovação da seleção.
      A questão é visibilidade, o futebol é o q é por motivos óbvios. O vôei teve excelentes resultados e tbem existe mt visibilidade. Quanto mais visibilidade, mais se chama atenção. Por isso acho q essa notícia de q terá NBB todo dia sendo transmitido, inclusive mantendo transmissões na tv aberta (BAND) e nas redes sociais, é excelente.
      Claro q o brasileiro em geral, assim como qualquer outro povo, é mais atraído quando o esporte como um todo é vencedor (leia-se, torneio de seleções, olimpíadas, e etc.), mas a iniciativa do NBB é excelente, está evoluindo, e como isto ainda é mt recente (apenas a 11ª edição, acho.) vai demorar ainda um pouco para colher os frutos, e impactar numa geração nova do basquete brasileiro.

      • Paulo Henrique

        O Flamengo indo jogar contra um time de NBA já mostra resultados do bom trabalho q vem sendo feito pela NBB. É um processo longo e demorado, mas é um bom começo. Hj por exemplo eu sempre vejo um pessoal na quadra jogando basquete, oq antes era só futebol

      • Vinícius Maia

        Não acho que é só visibilidade. Acredito que falta renovação de mentalidade nos tenicos do basquete brasileiro, desde as categorias de base até o profissional. Digo isso porque treinei entre a pré afolesadoles e a adolescência e vi de perto essa realidade. Os caras, como todo bom brasileiro, tem uma mentalidade imediatista. Parecem não pensar no futuro, pensam em colocar garotos de 13 anos para vencerem campeonatos e só. Digo isso porque de certa forma, eu fui vítima desse imediatismo. Começo a treinar com 13 anos ero o maior jogador do time com 1,80m. Não pensaram duas vezes em me treinarem exclusivamente para ser pivô. Com 16 anos eu tinha crescido apenas mais um centímetro e já era um dos mais baixos da equipe e, considerando pivôs, era o mais baixo de todos os times que disputavam o campeonato na minha região. Eu tinha altura e até um estilo de jogo mais propício para jogador de armador, pois eu gostava de atrair a marcação ou quebrar as defesas para criar espaços para os meus colegas, mas o imediatismo dos meu técnicos matou o meu jogo cedo demais.

        Não que eu tivesse talento para ser profissional, porque definitivamente não tinha, hoje eu sei muito bem disso, mas eu não fui o único que passou por isso. Eu via esse imediatismo por todos os lados quando eu treinava, inclusive vi colegas que chegaram a ser chamados para times do rio, são paulo e Minas, mas não se adaptaram, justamente por essa falta de desenvolvimento dos atletas pensando a longo prazo.

        Por isso que digo que o problema não é só visibilidade. O basquete brasileiro está parado no tempo. Lembro de uma vez que eu vi algum jogador europeu (se não me engano, paul Gasol) dizer que o foi o Dream Team de Jordan, Magic e companhia que deu um choque de realidade nos europeus e, indiretamente, colaborou para que o basquete europeu evoluísse, pois eles perceberam o abismo técnico que havia entre o basquete europeu e o basquete norte americano e começaram a trabalhar para renovar e elevar o nível do basquete europeu.

        • LeBrOSMAN #YoungBull

          Sim sim. É q eu ñ quis me alongar tanto, mas são vários fatores. Essa questão de renovação de mentalidade tbem se encaixa em outro problema do esporte aqui no Brasil.
          Num mundo ideal os jogadores jovens promissores com 17, 18, 19 anos, seriam colocados para jogar já nos profissionais como forma de atrair mais interesse da liga e desenvolver tanto o jogador, q eventualmente sairia para uma liga europeia ou NBA, como a própria liga. E como ocorre no futebol, usaria isto para sustentar seu próprio clube. Mas a pressão imediatista por resultado inviabiliza isso, pq como todo mundo sabe os patrocínios sustentam os clubes, e sem um resultado satisfatório diminui o interesse da empresa em patrocinar o clube, e sem o patrocínio muito dos clubes fecham. Não há ainda um planejamento a longo prazo pq o investimento ainda ñ é possível para sustentar os clubes.
          No Vôlei existe o Banco do Brasil q, creio eu, ajuda os clubes a se manterem além de alguns patrocínios próprios de cada um, e mesmo assim ainda há clubes q ñ se mantém quando algum patrocínio sai. Imagine no basquete?
          A grande questão para a renovação é essa mentalidade q vc citou, q precisa mudar, mas tbem tem o fator econômico. O NBB faz um grande trabalho como gestão, mas ainda falta tornar os clubes um pouco mais auto sustentáveis, sem depender tanto de patrocínio para sobreviver. A partir do momento q começar a acontecer isso, será possível um planejamento mais a longo prazo para cada clube e será possível desenvolver mais os jogadores com tempo de quadra entre os profissionais, em vez de ficarem mais na Liga de Desenvolvimento. Acredito q é dessa forma q pode-se evitar mais “Bruno Caboclos”, um cara q saiu absolutamente cru daqui do Brasil, e como disse o Fran Franschilia (especialista internacional em Draft da ESPN) no dia do draft, ele é um jogador q “está a 2 anos, de estar a 2 anos de estar pronto para a NBA”. E ainda continua dessa forma.
          Se colocando no lugar dele, imagine esse resultado de Flamengo x Orlando Magic, na qual o Flamengo tem o melhor treinador brasileiro do NBB, com a situação de basquete q deve ter sido a liga de desenvolvimento em q o Caboclo jogou anos atrás e, de repente, o cara dá um salto absurdo para a NBA, ainda muito jovem, sem experiência alguma? O abismo técnico deve ter sido algo absurdo!

        • David Ribeiro

          Também vejo que aliado a isso tudo está a pouca massificação do esporte. Hoje em vários estados do Brasil o basquete só existe apenas praticamente a nível escolar (até 17 anos), e depois disso, se você for um bom atleta e não tiver tido visibilidade ou oportunidade, não sai do canto (não retirando também o peso do jogador). E nesse meio o esporte só é visto como ferramenta para atração de jovens para as escolas, e pouco importa a formação de um atleta profissional por ser “difícil demais”. Alguns param onde não deveriam, outros nem se quer tiveram oportunidade de jogar ou treinar, e a falta de massificação, que praticamente só existe no futebol, vai sendo influenciador pesado nisso.

    • arruda91 arruda

      Provavelmente na Copa do Mundo , o time titular vai ter Marquinhos, Leandrinho e Varejão, não tem renovação

  • Danilo Celtics #Banner18

    deandre ayton ROY facil facil

    • Beto cargnin

      Mo Bamba DPOY.

  • Fernando Henrique

    Alguém que viu o Mavs consegue falar alguma coisa sobre o Doncic jogando de ala pivô?

    • Lucas Dias

      Cara eu sou novo no basquete pra analisar alguma coisa. Mas pra mim é claro q quando o Doncic tem a bola mas mãos ele tem talento pra fazer as coisas acontecerem. E ela de fato aconteceram nesses dois jogos. O problema é q ele fica pouco com a bola jogando de PF.
      Em alguns momentos do jogo ele foi o responsável por armar a jogada, mas são poucos momentos. Ao meu ver ele fica mto limitado jogando de PF.
      Eu nem reparei na defesa, mas acho q esse será o maior problema dele jogar nessa posição.

    • Poli Canassa

      Ele foi até bem, mas perde a maior qualidade dele que é a armacão e jogar com bola na mão. Ao meu ver seria melhor utilizá-lo na 1 e 2 (usando ele e o DSJ como combo guarda).
      Defensivamente foi bem competente até, deve melhorar com a melhora física da NBA.

  • felipe fernando Oliveira

    Partida muito boa de OKC. Defensivamente time excelente no ataque time Mostrou mais mobilidade, jogadores não ficaram estáticos no fundo da quadra mas se movimentaram muito abrindo espaços. As bolas de 3 caindo. Minha surpresa ficou com Patterson e principalmente Burton e Diallo que foram muito bem defensivamente. Se esses dois novatos continuar mantendo o nível e ter alguma evolução vão colocar TFerg No banco ate a volta de Dre. Dennis, PG e Adams estão muito entrosados. Felton e Abrines saíram da.zona de conforto. Grant muito bem e Noel motivado mostraNdo que tem bola… Acredito que banco de OKC não será dos piores como teMporada anterior.

    • Gabriel De Oliveira Meira

      Estou botando muita fé no OKC!

  • Iverson

    Aaron Gordon é 17 e vc?

    • Beto cargnin

      Aaron Gordon é 00.
      E você um retardado que acha que tá no G1.

      • Paulo Henrique

        Aliás, 00 é um péssimo número, nem sei pq é permitido usá-lo

  • ReggieMiller31

    Lonnie Walker IV q saiu machucado ontem vai passar por cirurgia no joelho esquerdo na segunda. 6/8 semanas fora

    • Joabe#VamoSpurs

      Foda☹️

  • Thunder Nation

    Gostando muito de ver as novas caras do Thunder. Noel parece realmente estar demonstrando que quer mostrar algo mais, Grant deveria começar como titular na minha opinião,é um jogador muito polivalente,atlético,que arremessa pra três. Gostaria de vê-lo no time principal.