Previsão da temporada do NBB – Brasília

Brasília (DF)
Ginásio: Ginásio da ASCEB (1.100)
Títulos do NBB: 3 (2010, 2011 e 2012)
Posição em 2019/20 (antes da pandemia): 13º lugar na fase de classificação (oito vitórias e 18 derrotas)
Ambição: playoffs

Quem chegou: Sammy Yeager (ala-armador, Piratas de Los Lagos-EQU) / Jefferson Campos (ala-armador, Rio Claro) / Diego Conceição (ala-pivô, Botafogo) / Gemerson (ala-pivô, Unifacisa) / Caio Torres (pivô, Pinheiros)
Quem saiu: Rafa Moreira (ala-pivô, Minas) / Ronald (pivô, Minas) / Bruno Fiorotto (pivô, Cerrado Basquete) / Pedro (ala-armador, Caxias do Sul) / Gui Bento (ala) / José Carlos (ala-pivô) / Matheus Veloso (ala-armador) / Daniel Suassuna (ala-armador)

Elenco
23- Nezinho: armador, 39 anos
7- Pedrinho Rava: armador, 25 anos
8- Gabriel: armador, 19 anos
21- Sammy Yeager: ala-armador, 31 anos, norte-americano
0- Jefferson Campos: ala-armador, 29 anos
3- Gui Santos: ala-armador, 23 anos
4- Arthur: ala, 38 anos
17- Danilo: ala, 22 anos
15- Diego Conceição: ala-pivô, 33 anos
6- Gemerson: ala-pivô, 27 anos
11- Felipe Esteves: ala-pivô, 19 anos
33- Caio Torres: pivô, 33 anos
5- Marcelão: pivô, 26 anos

Técnico: Ricardo Oliveira

Projeção do quinteto titular: Nezinho, Sammy Yeager, Arthur, Diego Conceição e Caio Torres

Projeção dos reservas com mais tempo de quadra: Pedrinho Rava, Jefferson Campos, Gui Santos, Gemerson e Marcelão

Destaques da equipe: Arthur, Nezinho e Caio Torres

Veterano Arthur é um dos destaques do Brasília. Foto: Matheus Maranhão / Brasília Basquete

Análise do Brasília

Vindo de uma temporada nada animadora, o Brasília busca não figurar na parte de baixo da tabela pelo segundo ano consecutivo e, consequentemente, garimpar uma vaga nos playoffs do NBB 2020/21. Para isso, algumas mudanças foram feitas no elenco principal, que será novamente comandado pelo técnico Ricardo Oliveira. Em entrevista para o Jumper Brasil, o treinador falou sobre as expectativas para a nova temporada.

“Nosso projeto está passando por um processo de reformulação e toda mudança requer um tempo de adaptação e, assim, seguir em frente com uma nova linha de trabalho dentro e fora de quadra. Nosso primeiro objetivo é classificar para os playoffs e depois brigar para estarmos nas finais. Nesse início de trabalho estamos superando algumas dificuldades com relação à volta, pois com a pandemia, muitos atletas tiveram dificuldade de se preparar adequadamente e estão correndo atrás para entrar em forma. Mas nosso planejamento está sendo executado com muito cuidado para darmos as condições adequadas a cada atleta. Estamos treinando duas vezes por dia todos os dias e acredito que conseguiremos melhorar com o passar do tempo.”, comentou Ricardo.

Mesmo perdendo força, essencialmente no garrafão, com a saída de Ronald, Bruno Fiorotto e Rafa Moreira, o clube candango fez boas movimentações neste período de intertemporada. A chegada de alas-armadores (Sammy Yeager e Jefferson Campos) e de pivôs “modernos” (Caio Torres, Gemerson e Diego Conceição) elevam a qualidade do perímetro brasiliense, que ganha atletas com capacidade de espaçar a quadra. Ricardo Oliveira, contudo, terá de mudar o estilo de jogo do Brasília para a nova temporada.

“Nossa montagem de equipe é feita em conjunto entre comissão e diretoria, avaliando a parte técnica/tática e condições financeiras. Nosso grupo está mesclado entre experiência e juventude e, com o decorrer dos treinos, estamos nos conhecendo melhor (comissão e atletas). Acredito que encontraremos uma linha de trabalho que possa aproveitar o potencial de cada atleta respeitando as características de cada um. Desta maneira, estamos montando nossas estratégias e táticas, que vão de acordo com as características dos novos atletas. Mantenho minha filosofia de trabalho, mas fico atento para a característica de cada atleta para tirar o maior proveito possível do potencial deles. Nosso maior problema é o tempo de preparação e a falta de jogos sem uma pré-temporada”, disse o treinador.

Brasília realizou, com eficiência, a manutenção da base de seu plantel. Nomes importantes como Nezinho e Arthur, ídolos da equipe, e Pedrinho Rava e Gui Santos, bons ‘role players’ que ajudaram o time de Ricardo Oliveira na última temporada, seguem defendendo as cores do time da capital nacional. De certo, a continuidade dos medalhões é importante para fortalecer a estrutura do elenco e, principalmente, reforçar a rotação de minutos em um período com o calendário cada vez mais apertado. “Manter jogadores como esses é sempre importante, pois podem dar continuidade à filosofia de trabalho agregando os novos atletas. Isso faz com que a adaptação deles seja mais rápida e amenize a falta de tempo para a preparação da equipe”, finalizou Ricardo.

Tabela de jogos do Brasília no primeiro turno

Brasília x Paulistano – 14/11 (Ginásio Professor Hugo Ramos-Mogi das Cruzes/SP)
Bauru x Brasília – 16/11 (Ginásio Professor Hugo Ramos-Mogi das Cruzes/SP)
Caxias do Sul x Brasília – 18/11 (Ginásio Professor Hugo Ramos-Mogi das Cruzes/SP)
Brasília x Pinheiros – 21/11 (Ginásio Professor Hugo Ramos-Mogi das Cruzes/SP)
Brasília x Corinthians – 23/11 (Ginásio Professor Hugo Ramos-Mogi das Cruzes/SP)
Minas x Brasília – 02/12 (Ginásio da IESPLAN-Brasília/DF)
Unifacisa x Brasília – 04/12 (Ginásio da IESPLAN-Brasília/DF)
Fortaleza Basquete Cearense x Brasília – 06/12 (Ginásio da IESPLAN-Brasília/DF)
Brasília x São Paulo – 11/12 (Ginásio Poliesportivo H. Villaboim-São Paulo/SP)
Franca x Brasília – 13/12 (Ginásio Poliesportivo H. Villaboim-São Paulo/SP)
Brasília x Flamengo – 18/12 (Ginásio da IESPLAN-Brasília/DF)
Brasília x Pato Basquete- 20/12 (Ginásio da IESPLAN-Brasília/DF)
Campo Mourão x Brasília – 22/12 (Ginásio da IESPLAN-Brasília/DF)
Cerrado Basquete x Brasília – 06/01 (Ginásio Wlamir Marques-São Paulo/SP)
Brasília x Mogi – 08/01 (Ginásio Wlamir Marques-São Paulo/SP)

Previsão do Jumper Brasil: 12º colocado na fase de classificação

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