O péssimo início de temporada do Washington Wizards, com oito derrotas em 11 jogos embaladas por um desempenho defensivo pífio, vem decepcionando de torcedores até analistas. E, como esperado, os resultados bem abaixo do esperado podem fazer com que “cabeças rolem” à beira da quadra. De acordo com Kevin O’Connor, do portal The Ringer, a impressão nos bastidores é que o treinador Scott Brooks corre alto risco de demissão no Wizards.

O profissional de 55 anos está em última temporada de contrato e, embora conte com um amplo discurso de apoio dos dirigentes da franquia, não recebeu uma extensão na offseason – o que seria indício mais concreto de confiança e segurança no cargo. Ele é amplamente criticado pela torcida de Washington pelas rotações confusas e percebida defasagem tática em relação aos concorrentes, ponderações que já se estendem de outros trabalhos. 

Transformar risco em efetiva demissão de Brooks, no entanto, também não seria tão simples por alguns fatores dentro do Wizards. O técnico possui bom relacionamento interpessoal, ganhou projeção na liga como um defensor dos jogadores e conta com alguns vocais apoiadores dentro do elenco. Além disso, o craque Russell Westbrook aceitou jogar na equipe da capital dos EUA declaradamente pela chance de voltar a trabalhar com o treinador. 

Há quem defenda ainda que o trabalho do comandante é “sabotado” pelas lesões em temporadas recentes: ele não teve o craque John Wall à disposição nos últimos dois anos e, agora, Thomas Bryant já é ausência confirmada no restante da campanha. Brooks assumiu o comando do Wizards em 2016 e, com classificações para os playoffs nas primeiras duas temporadas à frente do time, acumula recorde de 152 vitórias e 177 derrotas no cargo.  

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