O histórico dos primeiros selecionados em drafts da NBA é glorioso, reunindo alguns dos maiores astros que o basquete já viu. Nenhum prospecto, porém, é infalível e a história também guarda alguns enormes fracassos no lugar mais alto de recrutamentos. Nada é garantido, no fim das contas. O treinador do Detroit Pistons, Dwane Casey, sabe disso, mas garante que Cade Cunningham não tem chance alguma de ser um bust.   

 

“Eu sei que Cade não será um bust. Não é. Isso, eu posso garantir para vocês. Mas vão existir dificuldades, altos e baixos. Teremos, então, que apoiá-lo. Ele vai jogar com um alvo nas costas a cada noite e todos, de companheiros de elenco a técnicos, terão que dar suporte. Porque, no fim das contas, haverá partidas em que vai fazer 25 pontos e será brilhante”, avisou o experiente técnico, na reapresentação do time do Michigan. 

O torcedor do Pistons está empolgado com Cade Cunningham e nem pensa em bust, pois representa algo bastante raro na história do Pistons. Em toda a história, a franquia só teve a primeira escolha do draft em duas oportunidades anteriores. Selecionou, na época, Jimmy Walker (1967) e Bob Lanier (1970). O calouro já sabia desse fato curioso, mas, ao mesmo tempo, não tenta medir-se a partir disso e busca um caminho próprio.  

“Dei uma olhada nessa questão porque acho a história do jogo divertida. No entanto, ao mesmo tempo, tento ser eu mesmo e não repetir a trajetória de ninguém. Vivo cada dia de uma vez tentando escrever minha história. É empolgante, no fim das contas, ver até onde posso chegar. Jogar na NBA é uma oportunidade para entrar em quadra e, por fim, mostrar a todos o meu talento”, disse o potencial astro, visando uma carreira única. 

Conselhos de um ídolo 

Um dos vários jogadores a quem Cunningham vinha sendo comparado no processo pré-draft é o ídolo Grant Hill. O paralelo ganhou força nos últimos meses, sobretudo, pelo ex-ala ter tido o melhor momento de sua espetacular carreira com a camisa do Pistons. O veterano torce pelo sucesso do garoto agora e, se pudesse dar uma dica, só diria para que o jovem deixe cada gota de suor, acima de cada pingo de talento, em quadra.  

“Não sei se Cade precisa de conselhos, mas jogue duro e seja competitivo. Detroit é uma cidade que aprecia o esforço. Eu acho que isso não vai ser problema, pois vejo que está em seu DNA. Abrace a cidade e ela te ajudará a crescer, se tiver tempo o bastante para conhecer o ambiente. Acredito que a torcida vai apreciar o seu basquete e, da mesma forma, ele apreciará o clima de Detroit”, previu o integrante do Hall da Fama. 

 

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