Não teve jeito. Após arrastar sua lesão no abdômen desde que ela se agravou nas Olimpíadas de Tóquio, Damian Lillard deve passar por uma cirurgia para resolver de vez o problema. O astro do Portland Trail Blazers ainda passará por avaliações médicas esta semana, antes de realizar o procedimento. Havia um temor sobre a possibilidade de o armar perder o restante da temporada, mas foi descartada.

De acordo com Brian Windhorst, da ESPN, depois que realizar a cirurgia, o tempo de recuperação para Lillard será de seis a oito semanas. Contudo, o cronograma pode ser alterado de acordo com a necessidade da equipe e das condições físicas do jogador.

A lesão abdominal tem sido um grande problema para o principal nome do Blazers. Visivelmente ao longo dos jogos desta temporada, Lillard não se sentia a vontade em quadra. Os números também dizem isso. Afinal, a média de pontos atual é a mais baixa desde 2014-15, seu terceiro ano na liga. Além disso, ele está registrando os piores aproveitamentos em chutes da carreira, com 40.2% nos arremessos de quadra e 32.4% do perímetro. Como resultado, as médias atuais são de 24 pontos e 7.3 assistências em 29 jogos disputados.

Damian Lillard fez sua última partida no dia 31 de dezembro, desfalcando sua equipe nos últimos cinco jogos. Porém, não é a primeira vez que ele se ausenta por conta do abdômen, já que no início de dezembro ele ficou afastado por dez dias.

Preocupação futura

O sinal de alerta começa a soar mais alto para o Blazers. Atualmente, o time ocupa a 10ª posição da Conferência Oeste com 16 vitórias e 24 derrotas. Assim, começa a ver San Antonio Spurs, Sacramento Kings e New Orleans Pelicans encostarem na briga para vaga de play-in. Do mesmo modo, além de não poder contar com Lillard, CJ McCollum continua afastado por conta de problemas pulmonares.

Por fim, há o risco de quando Lillard estiver pronto para retornar, o Blazers já estar fora da corrida aos playoffs. Nesse ponto, se tornaria provável a possibilidade do astro ficar de fora pelo resto da temporada para não correr mais riscos de lesão.

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