O Jumper Brasil, como todos já sabem, oferece crescente conteúdo especializado sobre apostas para os nossos leitores interessados em dicas de boa valorização sobre NBA. O nosso principal produto é o “Vem na Minha!”, um programa ao vivo específico para a discussão do que acontece na NBA voltada para cotações de partidas, equipes e atletas antes da rodada de segunda-feira. Agora, por meio do canal Tok Certo e oferecido pela TargetBet, temos uma coluna semanal para trazer algumas tendências no mercado de apostas.

A cada semana, nós vamos trazer cinco informações importantes e/ou curiosas que esperamos poder ajudá-lo a fazer a aposta vencedora da noite nos próximos dias. Dá uma olhada:

 

 

Chuma Okeke acumula linhas vencedoras

Uma equipe desmanchada durante a temporada é sempre uma ótima oportunidade para os apostadores mais ousados. E, dessa vez, o Orlando Magic é a bola da vez: depois de trocar seus três principais atletas na trade deadline, o enfraquecido elenco proporciona chances para que caras como Dwayne Bacon e James Ennis III atinjam projeções muito improváveis. Mas, entre vários jogadores instáveis e pouco confiáveis, ninguém parece mais consistente para se colocar dinheiro do que Chuma Okeke.

O ala-pivô bateu sua nova linha de pontuação, que oscila entre 10.5 e 11.5 pontos, em cinco dos seis jogos pós-trocas. Na verdade, a sua menor marca nessas cinco partidas foi 14 pontos e ele arremessou 11 bolas em todas. Mas não é só isso: o jovem atingiu sua projeção de rebotes (que, como esperado, já subiu para 5.5) em quatro dos seis duelos. E o somatório de 9.5 rebotes e assistências foi alcançado em dois dos últimos três compromissos.

Pontos e rebotes de Wendell Carter é outra linha que vem batendo, em especial, nos últimos três jogos. O grande problema é que a concorrência na rotação de pivôs – Mo Bamba e Khem Birch – é maior do que para os alas. Por isso, se for para apostar em alguém no Magic, a tendência é ficar com Okeke.

 

 

Quem são os mais prováveis unders totais?

O crescente volume de pontos na NBA, impulsionado pelos arremessos de três pontos e a velocidade intensa do jogo, cria situações para que o over impere no número total de pontos das partidas. O natural, agora, é apostar que o marco de pontos sempre vai ser superado pelos times – e, se recorrermos aos dados gerais, veríamos unders cada vez mais raros na NBA. Mas eles estão por aí, obviamente. E existem alguns “suspeitos” muito mais propensos a registrá-los.

New York Knicks, Cleveland Cavaliers e Miami Heat são os times com menor somatório médio de pontos em seus jogos, entre anotados e sofridos. Os nova-iorquinos, que são extremamente defensivos por natureza, são os reis nessa estatística: os duelos que os envolvem acabam com somente 209.1 pontos. As partidas da franquia de Ohio têm um marco de 213.1 pontos somados, enquanto a equipe da Flórida costuma registrar (em média) 213.8 tentos.

É claro que esse número é uma média e tudo depende do adversário. Enfrentar ataques como Washington Wizards e New Orleans Pelicans motivam mais pontos do que o Magic, por exemplo. Mas, com os três times citados, a tendência é nunca termos pontuações lá tão altas.

 

 

Times que “chamam” rebotes… para os adversários

Rebote é um dos quesitos mais comuns de se apostar em termos de produção individual. É bem melhor do que apostar em roubos de bolas e tocos, por exemplo, pois acontecem em alto volume nos jogos: é natural que uma partida da NBA tenha, no mínimo, uns 60 rebotes. Ainda assim, nós sabemos que existem adversários que propiciam mais rebotes para os adversários do que outros – e, costumeiramente, são aquelas equipes que não vão tão bem na temporada.

Nesse caso, as cinco equipes em que você deveria ficar de olho seriam: Houston Rockets (48.2), Golden State Warriors (48.0), San Antonio Spurs (47.6), Oklahoma City Thunder (47.3) e Washington Wizards (47.0). Esses são os times que, em média, cedem o maior volume absoluto de rebotes por jogo aos seus oponentes. Vale lembrar que nada impede que eles estejam também entre aqueles mais pegam rebotes por partida – no final das contas, isso não é um impeditivo.

E mais duas dicas, para terminar. Fique atento a Minnesota Timberwolves e Sacramento Kings também, que costumam ceder altos números de rebotes especificamente a pivôs. Além disso, o Cavaliers vem atuando nos últimos dias sem o seu garrafão titular e está fragilizado no quesito.

 

 

Jerami Grant vai de grana certa para calma

O ala Jerami Grant foi grana certa para apostadores no início da temporada. Ele chegou registrando altos números no Detroit Pistons e, até que as casas ajustassem as suas linhas, muito dinheiro foi feito por quem apostou no reforço recém-chegado ao time. Essa linha de pontos dele chegou a atingir 24.5 pontos, algo alinhado com astros da NBA. Mas, no último mês, ela recuou e parece ter encontrado um patamar normal. E, mesmo assim, ele já não tem atingido com a mesma facilidade de antes.

Hoje, o cestinha do Pistons possui projeções de pontuação girando entre 20.5 e 21.5 pontos por partida. E, ainda que reduzida comparado a um mês atrás, ele só bateu a marca em duas das últimas oito partidas. Esse período incluiu duelos contra defesas reconhecidamente ruins em que não conseguiu alcançar esse número: Brooklyn Nets, Thunder e duas vezes contra o Wizards. Em resumo, o ala deixou de ser a aposta certeira de dezembro e janeiro.

Uma estatística em que Grant parece ter desenvolvido a sua nova linha para apostas é a combinação de rebotes e assistências: ele conseguiu bater a marca de 7.5 RA em três dos últimos quatro jogos.

 

 

Disque Towns para bater em rebotes

O rei dos rebotes da liga, nesse momento, é Karl-Anthony Towns. O jogador vive uma série absurda e tornou-se dinheiro quase certo em qualquer estatística que envolva a produtividade nas tábuas (não só rebotes brutos, mas a marca de pontos+rebotes e rebotes+assistências, por exemplo).

O jovem astro pegou 12 ou mais rebotes nos últimos sete jogos consecutivos, batendo 23 ou mais pontos e mínimo de quatro assistências em seis dessas partidas. É claro que as casas já reagiram a essa “explosão” estatística do jogador e fizeram grandes ajustes, mas, mesmo assim, ele continua alcançando consistentemente esses números. Dito isso, lá vai uma dica: eu não apostaria na pontuação dele (e, em especial, de Anthony Edwards) nesse momento, com o retorno de D’Angelo Russell.

Os rebotes, porém, parecem ser uma aposta segura com Towns: o Twolves tem poucas opções de garrafão e, excetuando o pivô, todos os seus melhores jogadores estão na rotação de armação. Seria bom que a linha dele permanecesse entre 9.5 e 10.5 rebotes por jogo, claro, mas mesmo 11.5 não tem sido preocupação para o popular “KAT”.

 

 

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