Quem é o melhor time da liga no momento? É para responder essa pergunta que esse espaço vai existir, quinzenalmente, no Jumper Brasil a partir de agora. Bem-vindos à segunda edição da atual temporada do Jumper Power Ranking, a lista de forças da NBA realizada pelo nosso site, que traz a ascensão meteórica do time do momento na liga: o Utah Jazz, que possui sequência ativa de dez vitórias consecutivas. 

Uma sequência de dez triunfos seguidos pode parecer algo relativamente normal na liga, mas, especificamente pelos lados de Utah, passa longe de ser. O Jazz desembarcou em Salt Lake City em 1979 e, nesses 42 anos de história, essa é somente a 11a vez que a franquia emplaca uma série de dígitos duplos de vitórias. Falando apenas nesse século, trata-se da quarta vez que isso acontece. Não é a mesma frequência que vemos o Los Angeles Lakers ou Boston Celtics fazê-lo, certamente. 

Hoje, o time dos astros Donovan Mitchell e Rudy Gobert está a cinco resultados positivos de alcançar a maior marca da história do Jazz. Quinze triunfos foram acumulados pelo time duas vezes na mesma temporada: foi em 1996-97, quando o elenco encabeçado pelos lendários Karl Malone e John Stockton ganhou o título da conferência Oeste e chegou às finais pela primeira vez. Aquela equipe só foi parada pelo Chicago Bulls, de Michael Jordan. 

Então, sem mais delongas, aqui está a segunda edição do Jumper Power Ranking 2021: 

 

30. Washington Wizards (3-11)

Variação: -1 (29o) 

Wizards está em parafuso – e nem uma pausa de quase duas semanas, por conta dos desfalques por conta do protocolo de COVID-19, ajudou. Apenas piorou, na verdade, de acordo com o treinador Scott Brooks. “Nós ficamos sem treinar por nove dias e, quando conseguimos treinar, só tínhamos oito atletas. Então, há luz no fim do túnel”, explicou o técnico. Quatro jogadores devem retornar à equipe nessa sexta-feira, diante do Atlanta Hawks: Davis Bertans, Rui HachimuraDeni Avdija e Mo Wagner. 

 

29. Minnesota Timberwolves (4-13)

Variação: -1 (28o) 

A tenebrosa campanha do Timberwolves é produto de uma série de erros e problemas, mas, como sempre, o primeiro na linha de tiro é o treinador. Ryan Saunders, porém, parece estar a salvo por enquanto. De acordo com Charley Walters, do jornal St. Paul Pioneer Press, o (ainda) dono do time, Glen Taylor, está comprometido em manter o jovem técnico no comando até que tenha mais chances de contar com Karl-Anthony Towns – que, por sinal, só disputou quatro jogos na temporada. 

  

28. Detroit Pistons (4-14)

Variação:+2 (30o) 

Nos últimos anos, o Pistons tem sido totalmente sofrível em termos de arremessadores. E um dos poucos que realmente funcionaram na função por lá, durante um curtíssimo período, foi Wayne Ellington. O ala-armador de 33 anos está de volta a Detroit nessa temporada e novamente vem muito bem: ganhou a titularidade da equipe e converte quase 52% de 6.5 tentativas para três até agora. Nos últimos seis jogos, o veterano acertou (absurdos) 31 de 53 arremessos de longa distância (58.5%).  

 

27. Sacramento Kings (7-10)

Variação:– (27o) 

Acho que é seguro dizer que o Kings não tem uma boa defesa há décadas. Mas, nessa temporada, a franquia está atingindo um nível histórico de incapacidade de marcar e parar qualquer adversário. O time de Sacramento possui a pior eficiência defensiva da liga e segue forte para ter o pior índice da história da NBA, cedendo (ridículos) 118.1 pontos por 100 posses de bola. Tem chances de ser ainda a primeira equipe a permitir 40% de aproveitamento nos arremessos de três pontos aos adversários desde 2011. 

 

26. New Orleans Pelicans (6-10)

Variação: -7 (19o) 

Zion Williamson faz uma temporada trágica defensivamente, mas, no outro lado da quadra, fica cada vez mais claro que o ala-pivô é realmente imparável. Só para terem uma ideia: ele anotou mínimo de 30 pontos acertando 70% dos arremessos de quadra tentados em três dos últimos cinco jogos do Pelicans. O último atleta a conseguir fazer isso na NBA havia sido LeBron James, em fevereiro de 2013. E só lembrando: Zion tem 20 anos de idade e só disputou 39 jogos na liga até agora.  

 

25. Charlotte Hornets (7-11)

Variação: -8 (17o) 

O mundo, como sabemos, dá voltas. O que dizer sobre Gordon Hayward, nesse caso? De pior contrato da offseason, o experiente ala passou a ser candidato a convocação para o Jogo das Estrelas com médias de 23.6 pontos, 5.2 rebotes e 3.6 assistências por partida. “Gordon precisa fazer parte da conversa para ser all-star. Tem visto diferentes sistemas de marcação contra si todas as noites e ainda consegue produzir em alto nível. Para ser sincero, ele é mais do que poderia pedir ou imaginar”, elogiou o técnico James Borrego.  

 

24. Miami Heat (6-12)

Variação:-9 (15o) 

O Heat despenca pela classificação com um time extremamente desfalcado por diversos motivos. Eu acho que não vi a equipe completa em quadra nessa temporada ainda. Um dos desfalques é o craque Jimmy Butler, líder do elenco, que não participou dos últimos nove jogos por conta do protocolo de saúde e segurança da NBA. De acordo com Ethan Stolnick, do site Five Reasons Sports, o experiente ala-armador perdeu mais de cinco quilos em uma semana por conta da contaminação pela COVID-19.   

  

23. Chicago Bulls (7-10)

Variação:-3 (23o) 

O Bulls passa longe de ser a equipe perfeita, mas parece estar finalmente dando passos à frente com a chegada de Billy Donovan para assumir o lugar de Jim Boylen. Uma das coisas que Chicago tem feito, nesse sentido, para mudar as coisas é aproveitar o elenco jovem que possui para acelerar o jogo. O time de Illinois é dono do segundo ritmo mais acelerado da temporada, com 104.5 posses jogadas por duelo, enquanto sequer esteve no TOP 10 do quesito nas três temporadas anteriores.   

 

22. Orlando Magic (8-11)

Variação:-8 (14o) 

O roteiro é sempre mesmo: o Magic iniciou a temporada com bons resultados e acaba perdendo fôlego quando times melhores começam a ganhar ritmo, além de ver o seu elenco ser dizimado por lesões. Foram oito derrotas nas últimas dez partidas. E o que mais assusta é a incapacidade, ano após ano, de gerar pontos fáceis: Orlando possui a quinta menor média de lances livres cobrados por partida e é a única equipe da liga a não conseguir produzir sequer 1.00 ponto a cada posse de bola em transição. 

 

21. Oklahoma City Thunder(8-9)

Variação: -3 (18o) 

Há equipes em reconstrução de elenco que, na contramão do próprio projeto, resistem em entregar amplos minutos para seus jovens atletas desde o início da temporada. O Thunder não é uma delas. O time derrotou o Portland Trail Blazers nessa semana, por exemplo, com a sétima formação titular mais jovem já escalada em um jogo da NBA: Shai Gilgeous-Alexander, Theo MaledonLuguentz Dort, Darius Bazley e Isaiah Roby combinam para média de 21 anos e 185 dias de idade. 

 

20. Toronto Raptors (7-11)

Variação: -5 (25o) 

Maior jogador da história do Raptors, Kyle Lowry conseguiu mais uma marca importante pela franquia nessa semana: ele juntou-se a DeMar DeRozan e Chris Bosh como únicos atletas a marcarem 10.000 pontos com o uniforme do time canadense. Ele está a pouco mais de 250 pontos de alcançar o ex-ala-pivô e tornar-se o segundo maior anotador da franquia em todos os tempos. O armador já é o recordista histórico da equipe em assistências (4.035), roubos de bola (842) e cestas de três pontos (1.431).  

 

19. New York Knicks (8-11)

Variação:+5 (24o) 

O Knicks é surpreendentemente competitivo e, em uma liga tão baseada na bola de três pontos, faz isso meio que nadando contra a corrente. A equipe tenta 11 arremessos de longa distância a menos do que os seus adversários na temporada até agora – o maior diferencial entre as 30 franquias da liga. Mas, ao mesmo tempo, é quem cede o menor aproveitamento médio aos oponentes nesse tipo de chute: permite somente 31.4% de conversão em 38.4 tentativas por noite.  

  

18. Atlanta Hawks (9-9)

Variação:+3 (21o) 

O Hawks foi a equipe que mais investiu em reforços na agência livre, mas, quem diria, o seu principal reforço nessa temporada já estava no elenco e só precisava ficar saudável para brilhar. Clint Capela quebrou recordes nesse mês em Atlanta e tem mais um que talvez você não tenha visto: nesse mês, ele tornou-se o primeiro jogador da franquia a pegar 15 ou mais rebotes em cinco partidas consecutivas desde o lendário Dikembe Mutombo, em 2001. 

 

17. Houston Rockets (8-9)

Variação: +3 (20o) 

A temporada do Rockets começa a partir da troca de James Harden – e, se demorasse a acontecer, a equipe corria o risco de jogar o ano no lixo. Essa é uma previsão que, de fato, vai se revelando na prática: os texanos conquistaram quatro vitórias consecutivas e, desde que a negociação foi oficialmente fechada, possuem cinco resultados positivos em oito partidas. E o melhor de tudo? Segundo o serviço estatístico StatMuse, a equipe registra o melhor índice de eficiência defensiva da liga inteira desde a troca. 

 

16. Cleveland Cavaliers (9-9)

Variação: +6 (22o) 

É difícil dizer que prevíamos isso, mas aqui estamos: o Cavaliers está realizando uma campanha surpreendente e com vários destaques individuais. Nenhum deles, porém, brilha mais do que um jovem talento do elenco. Você sabia que só existe um jogador nesse momento com média de 25 pontos por partida enquanto acerta 50% dos seus arremessos de quadra e 45% das bolas de longa distância tentadas na temporada? O nome do craque é Collin Sexton 

 

15. Dallas Mavericks (8-10)

Variação:-5 (10o) 

O Mavericks não teve um grande início de temporada, mas, agora, vive o pior momento na competição: com seis derrotas nos últimos oito jogos, o time texano desabou para a 11a posição do Oeste recentemente e, para piorar, o próximo adversário é o imparável Utah Jazz. “Nós simplesmente não somos a equipe que sabemos e queremos ser hoje. Precisamos estar incomodados para sermos melhores do que isso. E, para começar, é uma questão de jogar com mais energia e mais duro”, criticou o craque Luka Doncic. 

 

14. Golden State Warriors (10-9)

Variação: -1 (13o) 

Uma mudança importante no quinteto inicial do Warriors foi promovida nessa semana, com a saída do calouro James Wiseman para a entrada de Kevon Looney. E a equipe teve uma resposta positiva do novato, que marcou 25 pontos em uma vitória sobre o Timberwolves saindo do banco. “Eu não tenho ideia se vamos manter a rotação assim. Estudarei a situação dia a dia. O mais importante é que James está evoluindo no ritmo em que esperávamos – provavelmente, até à frente do planejado”, celebrou o técnico Steve Kerr. 

  

13. Memphis Grizzlies (7-6)

Variação: +10 (23o) 

Ja Morant é uma joia da reconstrução do Grizzlies e, como esperado, retornou de lesão causando impacto muito positivo. A equipe do Tennessee vive uma sequência de cinco vitórias e as duas últimas, em jogos apertados contra os fortes Suns e Sixers, tiveram uma participação decisiva do armador. O ataque, em especial, ganha nova vida com a sua presença: o time anota 105.3 pontos por 100 posses de bola na temporada, mas, enquanto o jovem talento está em quadra, essa marca dispara para 112.3 pontos. 

 

12. Portland Trail Blazers (9-8)

Variação: -1 (11o) 

Jogar como mandante deixou de ser uma vantagem tão significativa com a ausência de público nas arenas – e o Blazers vem sentindo isso. Acostumado a ter ótimos recordes em casa, o time só venceu metade dos jogos realizados no Moda Center na temporada. “A energia que os torcedores trazer é inacreditável. Sempre soube disso, mas eu nunca senti tanto quanto agora, com essas partidas em ginásios vazios. Tenho certeza de que outros atletas, em vários lugares, sentem o mesmo”, contou o astro Damian Lillard. 

 

11. San Antonio Spurs (10-8)

Variação: -5 (16o) 

É comum utilizarmos a proporção de assistências distribuídas por erros de ataque para analisar a tomada de decisão e inteligência de um jogador. Se o mesmo valer para os times, nós estamos diante de uma equipe historicamente brilhante: o Spurs caminha para destruir o recorde de melhor índice na história do quesito. Nessa temporada, os texanos distribuem 2.45 passes decisivos para cada turnover que cometem. A maior marca registrada até hoje, para ter uma ideia, é 2.15 AST/TO pelo Raptors de 2008. 

 

10. Phoenix Suns (9-8)

Variação:-4 (6o) 

O Suns “despencou” na tabela de classificação do Oeste com derrotas em cinco dos sete jogos mais recentes. A queda de desempenho coincide com a ausência de Devin Booker, que não esteve em quadra nas últimas três partidas por conta de uma lesão no músculo posterior da coxa. E, embora ele já tenha voltado aos treinos, o técnico Monty Williams não o vê com a agilidade ideal e indicou que a expectativa interna é que o titular ainda fique de fora dos compromissos da equipe no fim de semana. 

  

9. Indiana Pacers (11-7)

Variação: – (9o) 

Myles Turner envolvido em rumores de troca parecia algo lógico na offseason, mas as coisas mudaram rápido: o pivô vem se provando um dos melhores e mais produtivos protetores de aro da liga, com a fantástica média de 4.2 tocos até agora. Ele quebrou um recorde histórico do Pacers ao emplacar sequência de dez jogos com três ou mais tocos. “Eu estou muito mais relaxado e não penso mais nos outros. Não me importo mais com o que outras pessoas falam quando jogo”, disparou o especialista defensivo.   

  

8. Brooklyn Nets (12-8)

Variação:-1 (7o) 

O Nets continua em ativa busca por um pivô provado no mercado para reforçar o elenco de apoio em torno dos craques Kevin Durant, Kyrie Irving e James Harden. E, se Andre Drummond é um sonho, JaVale McGee parece ser a opção realista no panorama atual. Os nova-iorquinos acabam de receber uma exceção salarial especial de US$5.7 milhões por conta da lesão que afastará Spencer Dinwiddie até o fim temporada e o contrato do veterano pivô do Cavaliers pode ser perfeitamente “absorvido” através do recurso. 

 

7. Boston Celtics (10-7)

Variação: -2 (5o) 

O ala Jaylen Brown faz uma temporada impressionante pelo Celtics e estabeleceu um recorde dos mais inusitados na semana passada. Ele anotou 33 pontos em apenas 19 minutos de ação durante uma vitória sobre o Cleveland Cavaliers e tornou-se o atleta com maior pontuação em uma partida onde atuou menos de 20 minutos na NBA desde que o relógio de 24 segundos por posse foi implantado na liga, na década de 1950. O serviço foi feito rápido. 

 

6. Denver Nuggets (11-7)

Variação:+6 (12o) 

Já não é de hoje que Gary Harris virou uma decepção no Nuggets, mas, nesse início de temporada, o ala-armador vem dando alguns “sinais de vida”. Nas últimas oito partidas, por exemplo, ele vem registrando 11.1 pontos com 47.4% de aproveitamento para três pontos. “Gary é alguém de quem muitos parecem ter desistido, mas estou trabalhando com esse garoto há seis anos. Ele tem muito a ver com a minha permanência aqui por tanto tempo. Eu acredito em Gary”, garantiu o técnico de Denver, Michael Malone. 

 

5. Milwaukee Bucks (11-6)

Variação: -1 (4o) 

Giannis Antetokounmpo não faz uma temporada à altura das duas reconhecidas com o prêmio de MVP da liga recentemente, mas atingiu uma marca bem importante do Bucks nos últimos dias. O grego tornou-se o sexto jogador da história a marcar 11.000 pontos com a camisa da equipe de Milwaukee. Agora, ele depende de aproximadamente 1.500 pontos para passar Bob Dandrige e entrar no TOP 5 de pontuadores da franquia. O líder é o lendário Kareem Abdul-Jabbar, com 14.211 pontos anotados no time.   

 

4. Philadelphia 76ers (13-6)

Variação:-2 (2o) 

Sixers sofreu com a ausência de jogadores por conta do protocolo de saúde da NBA, mas, completo, parece ser uma força a ser temida. O quinteto inicial formado por Ben Simmons, Seth Curry, Danny Green, Tobias Harris e Joel Embiid disputou dez jogos e ainda não perdeu – incluindo uma vitória sobre o Los Angeles Lakers nos últimos dias. Em 202 minutos de atuação na temporada, essa formação supera os adversários por quase 13 pontos a cada 100 posses de bola disputadas.  

  

3. Los Angeles Clippers (14-5)

Variação: – (3o) 

Um golpe duro foi recebido pelo Clippers nos últimos dias, com o anúncio das ausências dos titulares Patrick Beverley (lesão no joelho), Paul George e Kawhi Leonard (afastados pelo protocolo de saúde) indefinidamente. De todos os trios de jogadores da equipe que estiveram em quadra por mais de 60 minutos na temporada – para ser bem preciso, são 38 agrupamentos diferentes –, essa combinação é a mais eficiente de todas: supera os oponentes por 21.4 pontos a cada 100 posses de bola. 

 

2. Utah Jazz (14-4)

Variação:+6 (8o) 

Ao falar de armação do Jazz, todos pensam em Donovan Mitchell. Mas o que dizer sobre Mike Conley? O veterano armador, uma enorme decepção na maior parte da temporada passada, talvez seja o atleta mais regular da excelente campanha do time de Utah. Sua presença tem feito tanta diferença que, na verdade, ele lidera a liga nesse momento em plus/minus absoluto: enquanto o titular esteve em quadra, um total de 539 minutos até agora, a equipe venceu seus adversários por 229 pontos.  

 

1. Los Angeles Lakers (14-6)

Variação:– (1o) 

A importância dos arremessos de três pontos na NBA atual é algo claro e notório. Não surpreende, por isso, que o Lakers tenha a defesa mais eficiente da liga no momento impulsionado pela defesa impecável do perímetro. O time angelino é o único a figurar entre os cinco que menos permitem chutes de longa distância (32.0) e cedem menor aproveitamento aos adversários (34.0%). O atual campeão, no final das contas, é a única equipe que sofre menos de 11 cestas de três pontos por partida.  

  

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