Quem é o melhor time da liga no momento? É para responder essa pergunta que esse espaço vai existir, quinzenalmente, no Jumper Brasil a partir de agora. Bem-vindos à terceira edição da atual temporada do Jumper Power Ranking, a lista de forças da NBA realizada pelo nosso site, que traz a surpreendente ascensão do Sacramento Kings e o surgimento de um novo líder, o Utah Jazz. 

Nós estamos vivendo um momento raro: o Sacramento Kings está em ótimo momento e jogando bem. A equipe ganhou sete das últimas nove partidas disputadas com De’Aaron Fox em quadra (não conta a recente derrota para o Magic), saindo da penúltima posição do Oeste para entrar na zona de classificação para o play-in. É preciso exaltar isso, pois nunca se sabe até onde vai durar. Então, lá vai a pergunta: você sabe qual havia sido a última vez em que o Kings ganhou sete em nove jogos? 

E eis a surpresa: foi entre fevereiro e março de 2020, logo antes da pausa da pandemia. Essa acabou sendo a sequência de vitórias que credenciou o time de Sacramento a ser levado para a “bolha” – onde, no fim das contas, fez figuração. Os bons momentos não costumam durar muito por lá mesmo. 

Então, ok, vamos tentar novamente: e antes da série positiva do início do ano passado, qual havia sido a última vez em que o Kings venceu sete em nove jogos? Agora sim, sem surpresa, faz muito tempo: entre janeiro e fevereiro de 2008.   

Então, sem mais delongas, aqui está a terceira edição do Jumper Power Ranking 2021: 

 

30. Washington Wizards (6-17)

Variação: – (30o) 

O astro Russell Westbrook foi adquirido para ser um ponto de virada no desempenho do Wizards. E ele até tem sido, mas não como se esperava: a equipe foi derrotada em 14 dos 16 jogos disputados pelo armador na temporada, enquanto ganhou quatro de sete partidas em sua ausência. O time de Washington é superado pelos oponentes por 12.3 pontos a cada 100 posses de bola com o ex-MVP da liga em ação – um índice somente melhor do que o de Jerome Robinson, entre todos os atletas da rotação da franquia.  

 

29. Minnesota Timberwolves (6-20)

Variação: – (29o) 

Ter uma boa defesa na NBA passa, essencialmente, por evitar a cessão de pontos fáceis. O Timberwolves possui a sétima defesa menos eficiente da liga, em resumo, porque faz um trabalho horrível nesse sentido: a equipe é quem mais cede pontos em transição em média aos seus oponentes (22.9), enquanto aparece como um dos cinco times que mais cometem faltas (21.4) e permitem lances livres (24.6). É simplesmente impossível ter uma marcação eficiente registrando dados desse porte.  

  

28. Detroit Pistons (7-19)

Variação:– (28o) 

Parece claro que a temporada do Pistons já não tem grandes pretensões competitivas, então a vitória mora nos pequenos objetivos. O técnico Dwane Casey, por exemplo, já assumiu a linha de frente da campanha para Jerami Grant ser eleito all-star. “Jerami é um jovem muito talentoso que produz nos dois lados da quadra. Realmente esperamos que ele receba muitos votos e só torço para que nossa campanha não ‘atrapalhe’ suas chances, pois é muito merecedor disso”, exaltou o veterano treinador. 

 

27. Orlando Magic (10-17)

Variação:-5 (22o) 

De um início surpreendente, a temporada do Magic virou um pesadelo rapidamente no embalo de um caminhão de lesões. E nem o que aquilo em que a equipe sempre pôde confiar nos piores momentos recentes está funcionando: a defesa. O time já tem uma das dez piores eficiências de marcação da competição e o quarto pior saldo por 100 posses de bola da liga (-6.5). E a tendência é cair ainda mais, com o elenco dizimado por ausências importantes. 

Para se ter uma ideia: nessa quinta-feira, em derrota para o Golden State Warriors, o único armador à disposição de Steve Clifford foi Frank Mason III, contratado há menos de uma semana com contrato two-way.   

 

26. Cleveland Cavaliers (10-17)

Variação: -10 (16o) 

Uma das alternativas inusitadas que funcionaram no início da temporada do Cavaliers foi o uso de Larry Nance Jr. como ala, em formações muito altas. Esse recurso, porém, não estará mais à disposição do técnico J.B. Bickerstaff por algum tempo: o ala-pivô passou por uma cirurgia para corrigir fratura no quarto metacarpo da mão esquerda no começo da semana. A previsão inicial da franquia é que ele fique afastado das quadras por seis semanas. Péssima notícia para um time que perdeu oito dos últimos dez jogos. 

  

25. Oklahoma City Thunder (10-15)

Variação: -4 (21o) 

A defesa do Thunder tem sido, consistentemente, melhor do que o projetado pela maior parte dos comentaristas. E muito disso deve-se ao simples fato de ter um elenco muito jovem, disposto e disciplinado: esse grupo “transborda” transpiração no lado defensivo da quadra. A equipe é quem mais contesta arremessos em geral na temporada (65.4), liderando a liga em número de tiros de dois pontos contestados (38.6) e ocupando a segunda posição entre os chutes de longa distância (26.8).  

 

24. Chicago Bulls (10-15)

Variação:-1 (23o) 

A parceria entre Zach LaVine e Coby White não está funcionando mesmo: os números indicam que o time é muito menos eficiente nos dois lados da quadra quando os dois atuam juntos, comparado ao tempo em que jogam “separados” ou até nenhum deles está em ação. Mas, mesmo assim, ambos fizeram história na última quarta-feira ao virarem os primeiros companheiros de elenco da história da liga a converterem oito cestas de longa distância cada em um mesmo jogo, contra o New Orleans Pelicans. 

 

23. New York Knicks (12-15)

Variação:-4 (19o) 

Não surpreende que, ao primeiro sinal de competitividade do Knicks, Tom Thibodeau indicou a contratação de Derrick Rose: o armador integrou todos os times que foram comandados pelo treinador na carreira. “Eu estou feliz porque acho que não consigo explicar a sinergia que existe entre mim e Tom. Somos um casal estranho, mas, por algum motivo, nós temos a mesma compreensão do jogo e somos estudantes desse esporte”, contou o ex-MVP da liga, tentando explicar essa relação tão fiel.   

  

22. Houston Rockets (11-14)

Variação: -5 (17o) 

Como esperado, o Rockets pisou no acelerador assim que a troca de James Harden foi concretizada: a equipe possui o quarto ritmo mais rápido da liga desde a negociação, correndo na “pegada” de um elenco rejuvenescido. Mas, nas últimas partidas, a coisa desacelerou. Literalmente. Os texanos perderam seus últimos quatro jogos e tiveram apenas o 13o ritmo mais acelerado da liga no período – o que, não por acaso, resultou em terem sido único time a não ter média de 100 pontos por duelo nesse intervalo.   

 

21. Atlanta Hawks (11-14)

Variação:-3 (18o) 

Os lances livres de Trae Young geraram polêmica há algumas semanas, em um debate que envolveu um dos ídolos do jovem armador, Steve Nash. Eles deveriam ser assunto mesmo, pois são parte importante do jogo de um dos talentos em ascensão da NBA. O garoto é um dos três jogadores que cobram mais de 10 lances livres por partida nessa campanha e 34% dos seus pontos são derivados da linha dos lances livres – a maior marca entre todos os jogadores de rotação da NBA.  

 

20. Miami Heat (11-14)

Variação:+4 (24o) 

O Heat permanece como a maior decepção da temporada até agora, mas o time já deu sinais de melhora com o retorno de Jimmy Butler. O craque só esteve presente em 13 partidas da campanha, mas foram oito vitórias com alguns índices muito significativos: ele possui a melhor marca do elenco tanto em saldo de pontos por 100 posses (+8.0), quanto em eficiência defensiva (103.5). A nível de comparação, a defesa mais eficiente da liga – o campeão Los Angeles Lakers – cede 104.5 pontos por 100 posses de bola.  

  

19. New Orleans Pelicans (11-14)

Variação: +7 (26o) 

É verdade que o Pelicans ainda não “decolou” nessa temporada, mas existe um atributo específico em que os comandados de Stan Van Gundy estão na elite da liga: rebotes. A equipe é a única que aparece entre os cinco melhores em taxa de rebotes defensivos e ofensivos. Na verdade, quando Steven Adams e Zion Williams estão em quadra juntos, esse time possui taxa de rebotes ofensivos de 32.8%. E o que isso quer dizer? A cada três rebotes na tábua adversária, praticamente um é rebote ofensivo para Nova Orleans. 

 

18. Charlotte Hornets (13-14)

Variação: +7 (25o) 

Pode esperar que, nas próximas semanas, jornalistas vão aparecer mostrando anúncios recebidos do Hornets por e-mail promovendo Gordon Hayward como possível all-star. É esperado que o time entre de cabeça nessa campanha, pois é uma excelente promoção para uma equipe não costuma ter astros. E eu consigo provar isso para você com uma pergunta: você lembra quem foi o último jogador selecionado para o Jogo das Estrelas atuando em Charlotte antes de Kemba Walker? 

Foi Gerald Wallace, em 2011.   

 

17. Memphis Grizzlies (10-11)

Variação: -4 (13o) 

Se você quiser assistir a uma partida com muitos roubos de bola, o Grizzlies é a pedida: a equipe impera nesse quesito para o bem e para o mal na temporada. Os comandados de Taylor Jenkins lideram a liga em roubadas por partida (9.8) e, ao mesmo tempo, é o quarto time que mais permite as populares steals, em média, aos seus oponentes (8.4). O somatório de 18.2 roubos de bola em jogos de Memphis é, de longe, a maior marca entre todas as franquias da NBA.  

  

16. Sacramento Kings (12-13)

Variação:+11 (27o) 

A terceira sequência de sete vitórias em nove jogos do Kings nos últimos 13 anos tem sido impulsionada por excelente produção coletiva, mas também grandes desempenhos individuais. Tyrese Haliburton tornou-se o primeiro jogador da equipe californiana a ser eleito novato do mês no Oeste desde Ben McLemore, em novembro de 2013. De’Aaron Fox, por sua vez, foi o primeiro representante da franquia a levar o prêmio de melhor atleta da semana na conferência desde DeMarcus Cousins, em janeiro de 2017.  

 

15. Toronto Raptors (12-14)

Variação: +5 (20o) 

Competir na conferência Leste ajuda demais, mas o Raptors voltou aos trilhos: com seis vitórias nas últimas 11 partidas, os canadenses já estão na sexta posição na tabela e só um jogo atrás do Indiana Pacers. A recuperação, porém, não faz a franquia esquecer da lacuna escancarada que possui na rotação de pivôs e olhos estão abertos para possíveis oportunidades de mercado. Segundo Kevin O’Connor, do site The Ringer, o time é um dos interessados na aquisição de Andre Drummond junto ao Cavaliers.     

 

14. Dallas Mavericks (13-14)

Variação:+1 (15o) 

O Mavericks foi uma agradável surpresa na última temporada, mas, até agora, tem sido uma das decepções do Oeste administrando com expectativas maiores. E essa mudança pode ser sintetizada pelo desempenho nos arremessos de três pontos. O time texano foi o segundo que mais tentou esse tipo de tiros (41.3) e registrou o décimo melhor índice de conversão da liga (36.7%) na campanha passada. Na competição atual, por sua vez, a equipe é a oitava que mais arremessa de longa distância (37.1) com o quinto pior aproveitamento da NBA inteira (35.0%).   

  

13. Indiana Pacers (13-13)

Variação: -4 (9o) 

A realização da temporada pode passar uma impressão diferente, mas a NBA está regida por protocolos rígidos de comportamento e a saúde mental de todos os envolvidos, não apenas os atletas, é uma preocupação. O Pacers teve uma mostra disso nessa semana, com o anúncio da saída do auxiliar técnico Bill Bayno. O treinador já estava afastado da equipe e acertou o seu desligamento citando problemas psicológicos ligados à reclusão social imposta pela pandemia, além de questões pessoais. Dizem que ele teve diversas perdas íntimas nos últimos 18 meses, incluindo seus dois pais.  

 

12. Golden State Warriors (14-12)

Variação: +2 (14o) 

A campanha pelo terceiro MVP de Stephen Curry está a todo vapor e com razão: nos oito jogos mais recentes do Warriors, o craque registra médias de 35.3 pontos, 5.5 rebotes e 5.4 assistências, com 52.5% de acerto nos arremessos de longa distância. Ele converteu 6.6 cestas de três pontos por partida no período. Insano. “Stephen está jogando em um nível só dele nesse momento. Isolado. Não existe ninguém fazendo o que ele faz na liga hoje. É instubstituível. É o número 1 da corrida”, afirmou o ala Andrew Wiggins. 

 

11. San Antonio Spurs (15-11)

Variação: – (10o) 

Dejounte Murray quebrou seu recorde pessoal e cravou a maior marca da temporada no quesito ao registrar oito roubos de bola na vitória do Spurs sobre o Warriors, na última terça-feira. O armador, que faz uma ótima temporada fora do radar nos dois lados da quadra, tornou-se o primeiro atleta desde Kyrie Irving em janeiro de 2019 a ter tantas roubadas em um único jogo. Mais do que isso, ele é o primeiro atleta do time texano desde Manu Ginobili, em 2008, com essa marca. 

E, se quiser uma atuação com mínimo de 20 pontos e oito roubos de bola pelo Spurs, temos que voltar mais longe: quem havia feito a última foi Tim Duncan, em 2000.  

  

10. Portland Trail Blazers (15-10)

Variação: +2 (12o) 

Damian Lillard é a força que vem mantendo o desfalcadíssimo Blazers entre os primeiros do Oeste. Mas o que dizer sobre Carmelo Anthony ultimamente, hein? O craque marcou mais de 20 pontos em cinco das últimas seis partidas da equipe, em uma temporada onde já ultrapassou Oscar Robertson, Tim Duncan e Dominique Wilkins para tornar-se o 12o maior pontuador da história da NBA. “O que Carmelo vem fazendo fala por si só. Os caras que ultrapassou são lendas – e ele também é. Isso é uma constante lembrança da grandeza da carreira desse homem”, exaltou o técnico Terry Stotts. 

   

9. Boston Celtics (13-12)

Variação: -2 (7o) 

Jaylen Brown faz a melhor campanha da carreira, mas foi protagonista de uma revelação preocupante nessa semana: o gerente-geral Danny Ainge confirmou que o ala sofre com incômodos relacionados a uma tendinite crônica no joelho. “Jaylen tem uma tendinite e, sim, nós estamos preocupados. Eu joguei 14 temporadas na NBA com isso e já sei como funciona: as dores e inchaços vão e voltam, sem muito padrão. Temos consciência de que não é coisa boa e a preocupação existe”, contou o executivo. 

 

8. Denver Nuggets (14-11)

Variação:-1 (9o) 

Ano após ano, a defesa é o motivo pelo qual o Nuggets não consegue ser visto como um consistente candidato ao título. E, provavelmente, não será esse ano que a história vai mudar. A equipe de Denver é quem permite o maior aproveitamento para adversários em arremessos a cinco pés ou mais próximo da cesta – ou seja, no perímetro em torno do aro –, com 66.2% de conversão. Isso quer dizer, resumidamente, que duas de três tentativas dos oponentes a curta distância não conseguem ser paradas pelo time. 

  

7. Brooklyn Nets (15-12)

Variação:+1 (8o) 

A chegada de James Harden para reforçar uma base que já possuía Kevin Durant e Kyrie Irving teve um reflexo esperado: o Nets disparou em volume e eficiência em isolations. Só Blazers, Lakers e Rockets usam mais posses por partida no popular “um contra um” do que os nova-iorquinos, mas os comandados de Steve Nash estão em outro nível em termos de resultados: possui, com folgas, a melhor marca de pontos por posse em tais situações (1.17) e média de pontos anotados em isolations por jogo (11.4). 

 

6. Phoenix Suns (15-9)

Variação:+4 (10o) 

Apostar no Suns com mando de quadra nos playoffs era uma ousadia antes do início da temporada. Hoje, virou uma realidade. A equipe está consolidada na quarta posição da conferência Oeste e o seu recorde estaria empatado com a segunda colocação do Leste. E o mais impressionante é que essa equipe tem margem para crescer ainda. Veja, por exemplo, a dupla Devin Booker/Chris Paul: por mais que pareçam entrosados, eles têm surpreendente saldo de pontos negativo por 100 posses em 454 minutos juntos em quadra (-1.3).  

  

5. Milwaukee Bucks (16-10)

Variação: – (5o) 

O número de vitórias e derrotas é o método mais comum e óbvio para medir a qualidade de um time na temporada, mas, constantemente, analistas recorrem à diferença média de pontos como indicativo mais preciso. A lógica é simples: vencer por pouca vantagem pode ser circunstancial e vencer por muitos pontos sinaliza dominância. Então, olho no Bucks: apesar de ter só a quinta melhor campanha da liga, a equipe registra a segunda melhor marca de valor diferencial: ganha suas partidas, em média, por 8.6 pontos.   

  

4. Los Angeles Clippers (19-8)

Variação: -1 (3o) 

Técnica e postura sempre tiveram um equilíbrio curioso na carreira de Patrick Beverley: nunca foi um armador habilidoso, mas a sua entrega em quadra tornou-o um líder pelo exemplo. Tanto que, em poucos meses no comando do ClippersTyronn Lue já notou a importância particular do especialista defensivo para o elenco. “Patrick é o nosso líder emocional. Ver como joga e compete duro cria a sensação de confiança nesse grupo. E ele será o primeiro a dizer se alguém não estiver fazendo o seu trabalho”, apontou o treinador. 

 

3. Philadelphia 76ers (18-8)

Variação:+1 (4o) 

Não dá para ficar invicto para sempre: depois de 14 vitórias, o quinteto titular do Sixers sofreu a sua primeira derrota na temporada nessa quinta-feira, diante do Blazers. Isso, obviamente, não apaga a performance que o núcleo acumulou até agora. Quarto time mais usado da competição, Embiid-Harris-Green-Curry-Simmons somam 303 minutos em quadra e anotam quase 121 pontos por 100 posses. Nenhuma outra formação com mais de 250 minutos chega sequer à casa dos 119 pontos de eficiência ofensiva.  

 

2. Los Angeles Lakers (21-6)

Variação:-1 (1o) 

Versatilidade é o nome do jogo na NBA atual: é cada vez mais difícil ser especialista em um recurso específico (arremesso, provavelmente, é a exceção) e ter espaço na liga. É por isso que você não deveria se surpreender em saber que o Lakers é o time que mais usa posses em situações de post ups na liga: são 11.4 posses, que representam 10.2% da distribuição ofensiva do time.  

A equipe é a única a ter mais do que um atleta entre os 20 que mais recorrem ao jogo de costas para a cesta na atual temporada: Anthony Davis (4.5 posses, sexto), LeBron James (3.3 posses, oitavo) e Montrezl Harrell (2.9 posses, 15o).   

  

1. Utah Jazz (21-5)

Variação:+1 (2o) 

Dezessete vitórias nos últimos 18 jogos, única equipe entre os cinco melhores ataques e defesas em eficiência na liga atualmente… o Jazz pode não ser o favorito ao título e até uma dúvida para muita gente ainda, mas, sim, é o melhor time de basquete do planeta hoje. Um planeta em que o Lakers vem adorando fazer uns jogos apertados e disputar prorrogações contra times questionáveis. Ainda assim, a informação mais interessante sobre o Utah que surgiu nessa semana passa longe disso tudo. 

No último domingo, Donovan Mitchell ficou a apenas um rebote de registrar o primeiro triplo-duplo da carreira enquanto comandou a vitória da equipe sobre o Pacers. E essa atuação, por pouco, não quebrou um jejum difícil de imaginar em uma NBA onde TDs viraram algo bastante comum: o último jogador que anotou um triplo-duplo com a camisa do Jazz foi o ex-pivô Carlos Boozer, em 2008.