O maior jogador de basquete de todos os tempos, Michael Jordan, defendeu a vacina contra a COVID-19 e ainda se mostrou um defensor ferrenho da ciência. Durante uma entrevista ao programa Today, da rede NBC, a lenda da NBA comentou a controvérsia ao redor da liga sobre os atletas não vacinados, que são minoria (cerca de 5%).

Jordan disse que está em consonância com as determinações e protocolos da NBA. Ele ainda afirmou que espera que os não vacinados possam acreditar na ciência e se imunizarem contra a COVID-19.

“Concordo totalmente com a NBA (sobre obrigar a vacinação dos jogadores). Mas, você sabe, todo mundo tem falado sobre as vacinas. Eu acredito firmemente na ciência, vou apoiá-la e espero que mais pessoas acreditem, que possam cumprir as regras definidas pela liga. Acho que, uma vez que todos cumpram, vamos ficar bem”, disse o proprietário do Charlotte Hornets, cujo elenco está 100% vacinado.

Em fevereiro deste ano, Jordan doou US$10 milhões para abrir duas clínicas na Carolina do Norte, seu estado natal. Na época, essas clínicas administravam quase mil vacinas contra a COVID-19.

“Ações falam mais do que as palavras. Posso dizer muitas coisas diferentes, mas minhas ações mostram que quero fazer a diferença”, finalizou Jordan.

O endosso de Michael Jordan à vacina ocorre quando alguns jogadores, como Kyrie Irving, do Brooklyn Nets, e Bradley Beal, do Washington Wizards, rejeitam a imunização.

Além disso, alguns astros vacinados, como LeBron James, do Los Angeles Lakers, e Chris Paul, do Phoenix Suns, se recusam a defender publicamente a vacina. Por isso, a postura isenta dos astros foi alvo de críticas de outra lenda da NBA, Kareem-Abdul-Jabbar.

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