O prêmio de Novatos do Ano na NBA existe desde a temporada 1952/53. Ao longo das 71 edições tivemos ganhadores da honraria se tornando verdadeiras lendas do basquete. Michael Jordan, Wilt Chamberlain, Oscar Robertson, Elgin Baylor, Kareem Abdul-Jabbar, Larry Bird, David Robinson, Shaquille O’Neal, Tim Duncan e LeBron James, por exemplo, estão entre os agraciados.

2001 – Mike Miller (ala, Orlando Magic): quinta escolha do Draft de 2000, Miller teve médias de 11,9 pontos e 4,0 rebotes em seu ano de estreia. Especialista nos arremessos do perímetro, o ala atuou por mais seis times na NBA, sem tanto brilho. Encerrou a carreira em 2017, com dois títulos (pelo Miami Heat, em 2012 e 2013).

2002 – Pau Gasol (ala-pivô/pivô, Memphis Grizzlies): terceira escolha do Draft de 2001, Gasol teve médias de 17,6 pontos e 8,9 rebotes em seu ano de estreia. O espanhol foi seis vezes selecionado para o Jogo das Estrelas (2006, 2009, 2010, 2011, 2015 e 2016) e bicampeão da NBA pelo Los Angeles Lakers (2009 e 2010).

2003 – Amar’e Stoudemire (ala-pivô, Phoenix Suns): nona escolha do Draft de 2002, Stoudemire angariou médias de 13,5 rebotes e 8,8 rebotes em seu ano de estreia. Ele teve muito sucesso individual pelo Suns e foi selecionado para o Jogo das Estrelas em seis oportunidades (2005, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2011). Hoje, ele atua em Israel.

2004 – LeBron James (ala, Cleveland Cavaliers): primeira escolha do Draft de 2003, LeBron chegou à NBA com status de superestrela e teve médias de 20,9 pontos, 5,5 rebotes e 5,9 assistências em sua estreia. Considerado um dos maiores jogadores da história, o astro já conquistou três títulos e o MVP das finais (2012, 2013, 2016), além de ter sido selecionado para o Jogo das Estrelas nas últimas 16 temporadas (2005–2020).
2005 – Emeka Okafor (pivô, Charlotte Bobcats): segunda escolha do Draft de 2004, Okafor angariou médias de 15,1 pontos e 10,9 rebotes em seu ano de estreia. O pivô sofreu com lesões e teve uma carreira sem muito sucesso nas dez temporadas em que atuou na NBA. Hoje, ele joga na Coreia.

2005 – Emeka Okafor (pivô, Charlotte Bobcats): segunda escolha do Draft de 2004, Okafor angariou médias de 15,1 pontos e 10,9 rebotes em seu ano de estreia. O pivô sofreu com lesões e teve uma carreira sem muito sucesso nas dez temporadas em que atuou entre os melhores novados do ano da NBA. Hoje, ele joga na Coreia.

2006 – Chris Paul (armador, New Orleans/Oklahoma City Hornets): quarta escolha do Draft de 2005, Paul teve médias de 16,1 pontos, 5,1 rebotes e 7,8 assistências em seu ano de estreia. Considerado um dos melhores armadores das últimas duas décadas, ele já foi selecionado para o Jogo das Estrelas em dez temporadas e eleito sete vezes para o time ideal de defesa.

2007 – Brandon Roy (ala-armador, Portland Trail Blazers): sexta escolha do Draft de 2006, Roy teve médias de 16,8 pontos, 4,4 rebotes e 4,0 assistências em seu ano de estreia. Selecionado três vezes para o Jogo das Estrelas (2008, 2009 e 2010), ele sofreu várias lesões nos dois joelhos ao longo da curta carreira e atuou apenas seis temporadas entre os novatos do ano da NBA.

2008 – Kevin Durant (ala, Seattle SuperSonics): segunda escolha do Draft de 2007, Durant teve médias de 20,3 pontos e 4,4 rebotes em seu ano de estreia. Cestinha da NBA em quatro temporadas, o ala já tem no currículo dois títulos e dois MVP das finais (pelo Golden State Warriors, em 2017 e 2018), dez seleções para o Jogo das Estrelas e o prêmio de MVP da liga (2014).

2009 – Derrick Rose (armador, Chicago Bulls): primeira escolha do Draft de 2008, Rose teve médias de 16,8 pontos e 6,3 assistências em sua estreia. Eleito o MVP mais jovem da história da NBA, em 2011, quando tinha 22 anos, o armador foi selecionado três vezes para o Jogo das Estrelas (2010, 2011 e 2012) e sofreu com as lesões ao longo da carreira.

2010 – Tyreke Evans (ala-armador, Sacramento Kings): quarta escolha do Draft de 2009, Evans teve médias de 20,1 pontos, 5,3 rebotes e 5,1 assistências em sua estreia. Ao longo dos anos, ele teve várias lesões e uma nítida queda de rendimento. Em 2019, Evans foi banido por dois anos, um dos melhores novatos da NBA, após violar a política antidrogas da liga. Tem um futuro incerto no basquete.

2011 – Blake Griffin (ala-pivô, Los Angeles Clippers): primeira escolha do Draft de 2009, Griffin teve médias de 22,5 pontos e 12,1 rebotes em sua estreia. Selecionado em seis oportunidades para o Jogo das Estrelas, perdeu a primeira temporada na NBA por conta de uma grave lesão no joelho. Hoje, enfrenta problemas físicos para retomar o alto nível.

2012 – Kyrie Irving (armador, Cleveland Cavaliers): primeira escolha do Draft de 2011, Irving teve médias de 18,5 pontos e 5,4 assistências em sua estreia. Elogiado pela habilidade e o controle de bola acima da média, o armador já foi selecionado seis vezes para o Jogo das Estrelas e sagrou-se campeão da NBA em 2016.

2013 – Damian Lillard (armador, Portland Trail Blazers): sexta escolha do Draft de 2012, Lillard teve médias de 19,0 pontos e 6,5 assistências em seu ano de estreia. Cinco vezes selecionado para o Jogo das Estrelas, o armador já é considerado um dos maiores jogadores da história do Blazers, onde pretende continuar atuando até o fim da carreira.

2014 – Michael Carter-Williams (armador, Philadelphia 76ers): 11ª escolha do Draft de 2013, Carter-Williams teve médias de 16,7 pontos, 6,2 rebotes e 6,3 assistências em seu ano de estreia. Desde então, o armador vem sofrendo com lesões e está em declínio. Em sete temporadas na liga, Carter-Williams já atuou por seis equipes, sem deixar saudades.

2015 – Andrew Wiggins (ala, Minnesota Timberwolves): primeira escolha do Draft de 2014, Wiggins teve média de 16,9 pontos e 4,6 rebotes em seu ano de estreia. Só que a expectativa em torno do ala logo foi frustrada, visto que o canadense não se tornou aquilo que muitos imaginavam. Em seis temporadas na liga, Wiggins ainda não elevou o seu jogo entre os novatos do ano da NBA.

2016 – Karl-Anthony Towns (pivô, Minnesota Timberwolves): primeira escolha do Draft de 2015, Towns teve médias de 18,3 pontos e 10,5 rebotes em seu ano de estreia. Considerado um dos melhores pivôs da atualidade, o dominicano já foi selecionado duas vezes para o Jogo das Estrelas (2018 e 2019) e, aos 24 anos, ainda tem margem de evolução na NBA.

2017 – Malcolm Brogdon (armador/ala-armador, Milwaukee Bucks): 36ª escolha do Draft de 2016, Brogdon angariou médias de 10,2 pontos e 4,2 assistências em seu ano de estreia. Ao longo das quatro temporadas na NBA, o armador mostrou evolução e maturidade no seu jogo. Hoje, ele é um dos destaques do Indiana Pacers.

2018 – Ben Simmons (armador/ala-pivô, Philadelphia 76ers): primeira escolha do Draft de 2016, Simmons teve médias de 15,8 pontos, 8,1 rebotes e 8,2 assistências. O australiano perdeu a primeira temporada na NBA por conta de uma grave lesão no pé direito, mas quando teve sequência mostrou todo o seu talento e foi eleito para o Jogo das Estrelas nos últimos dois anos.

2019: Luka Doncic (armador/ala, Dallas Mavericks): terceira escolha do Draft de 2018, Doncic teve médias de 21,2 pontos, 7,8 rebotes e 6,0 assistências em sua estreia na liga. Aos 21 anos, já é um dos principais novatos do ano da NBA. Selecionado para o Jogo das Estrelas deste ano, o prodígio esloveno mostrou que é um talento geracional, com potencial de se tornar o maior estrangeiro da história da liga.

2020: Ja Morant (armador, Memphis Grizzlies): segunda escolha do Draft de 2019, Morant angariou médias de 17,8 pontos e 7,3 assistências em sua temporada de estreia. Aos 21 anos, foi um dos responsáveis pela boa e surpreendente campanha do Grizzlies, que quase alcançou os playoffs em 2020. Morant tem tudo para se tornar uma estrela da NBA.

Siga o Jumper Brasil em suas redes sociais e discuta conosco o que de melhor acontece na NBA: 

Instagram
Youtube
Twitter
Facebook