Quais são as nossas expectativas e previsão para a temporada 2021/22 do Chicago Bulls? Confira o conteúdo especial que o Jumper Brasil produziu sobre o time de Illinois, que sequer chegou aos playoffs na campanha passada.  

  

 

  

Chicago Bulls 

  

Elenco 

Quem chegou? 

DeMar DeRozan (San Antonio Spurs)
Lonzo Ball (New Orleans Pelicans)
Alex Caruso (Los Angeles Lakers)
Derrick Jones Jr. (Portland Trail Blazers)
Alize Johnson (Brooklyn Nets)
Marko Simonovic (Crvena Zvezda – SER)
Stanley Johnson (Toronto Raptors)
Matt Thomas (Utah Jazz)
Tony Bradley (Oklahoma City Thunder)
Ayo Dosunmu (Draft)
Tyler Cook (Detroit Pistons) 

  

Quem saiu? 

Al-Farouq Aminu (San Antonio Spurs)
Ryan Arcidiacono (Boston Celtics)
Cristiano Felício (Ratiopharm Ulm – ALE)
Lauri Markkanen (Cleveland Cavaliers)
Tomas Satoransky (New Orleans Pelicans)
Garrett Temple (New Orleans Pelicans)
Daniel Theis (Houston Rockets)
Denzel Valentine (Cleveland Cavaliers)
Thaddeus Young (San Antonio Spurs) 

  

Visão geral 

2. Lonzo Ball (armador, 23 anos)
0. Coby White (armador, 21 anos)
24. Javonte Green (armador, 28 anos)
3. Devon Dotson (armador, 22 anos)
8. Zach LaVine (ala-armador, 26 anos)
6. Alex Caruso (ala-armador, 27 anos)
21. Matt Thomas (ala-armador, 27 anos)
12. Ayo Dosunmu (ala-armador, 21 anos)
11. DeMar DeRozan (ala, 32 anos)
44. Patrick Williams (ala, 20 anos)
5. Derrick Jones Jr. (ala, 24 anos)
7. Troy Brown Jr. (ala, 22 anos)
14. Stanley Johnson (ala, 25 anos)
22. Alize Johnson (ala-pivô, 25 anos)
25. Tyler Cook (ala-pivô, 24 anos)
9. Nikola Vucevic (pivô, 30 anos)
19. Marko Simonovic (pivô, 21 anos)
13. Tony Bradley (pivô, 23 anos)  

  

previsão 2021/22 chicago bulls

Jeff Haynes/AFP

Rotação 

Titulares 

Lonzo Ball, Zach LaVine, DeMar DeRozan, Patrick Williams, Nikola Vucevic 

Principais reservas 

Alex Caruso, Coby White, Derrick Jones Jr., Alize Johnson, Troy Brown Jr. 

Técnico: Billy Donovan 

  

Destaques 

JEFF HAYNES / AFP

O “cara” da franquia 

Zach LaVine evoluiu de uma aposta para legítimo all-star desde a sua chegada ao Bulls. Os seus números, primeiramente, aumentam a cada temporada. Mas, acima de tudo, as estatísticas revelam-se reflexo de um atleta que cresceu como arremessador, passador e criador tanto para si, quanto para outros. E, por fim, não há como dizer que ele não está empolgado para mais um salto: com o melhor elenco da carreira, ele tenta finalmente se classificar para os playoffs.    

  

AFP

Fique de olho! 

DeMar DeRozan é reconhecido como um dos poucos jogadores que mantém a tradição do midrange viva na NBA. O que nem todo mundo já notou, porém, é que ele tornou-se um competente criador para outros ao longo da carreira. Foi algo que começou a surgir em Toronto e, depois, desenvolveu-se de vez em San Antonio. Lonzo Ball será quem vai dar velocidade ao ataque, mas, em meia quadra, é razoável dizer que DeRozan tende a ser o armador, de fato, de Chicago.  

  

Celtics dupla armadores Bulls

Kent Smith/AFP

Ponto de interrogação 

Coby White teve a oportunidade de iniciar a última temporada como titular e não deu lá muito certo. Ele perdeu a vaga no quinteto titular, mas continua com um papel bastante importante nas pretensões competitivas do Bulls. Chicago já tem um time inicial sólido e forte, então um banco produtivo pode fazer com que a franquia torne-se legitimamente perigosa no Leste. E o perfil de jogo de White, sobretudo, sempre sugeriu um potencial sexto jogador de elite na NBA.  

  

O que esperar do Chicago Bulls na próxima temporada? 

O Bulls cansou de ficar no “limbo” do Leste. Depois de adquirir o astro Nikola Vucevic no meio da temporada passada, a franquia investiu forte em nomes que eram cobiçados no mercado. O elenco da última campanha, tivesse se mantido intacto, já viveria a pressão de estar na briga por playoffs em 2022. As contratações de Lonzo Ball, DeMar DeRozan e Alex Caruso, então, transformam chegar ao mata-mata em uma obrigação na equipe. 

Restam bem poucas dúvidas de que, no lado ofensivo, esse é um time dos mais capazes da liga. Ball, LaVine e DeRozan, além de White e Caruso saindo do banco de reservas, formam uma rotação com capacidade de criação superior, combinando finalizadores e passadores de bom nível. E são pouquíssimos elencos que ainda complementam esse arsenal com um pontuador como Vucevic no post. É muito trabalho para as defesas. 

Duas perguntas, porém, levantam-se sobre Chicago. A defesa, obviamente, é a primeira. Ball é um bom marcador na armação, que oferece versatilidade por sua altura. Patrick Williams, por sua vez, é um complemento funcional para o quinteto titular por ser ala bastante adequado para uma NBA de constantes trocas de marcação. Vucevic, DeRozan e (um pouco menos) LaVine, no entanto, costumam comprometer na defesa. 

É evidente que falta, em especial, proteção de aro para o Bulls. Vucevic nunca teve isso como ponto forte e os alas de Chicago não compensam essa questão, como acontece em alguns outros times. LaVine e (principalmente) DeRozan são altos, mas não conseguem se manter à frente de jogadores mais rápidos em uma liga que aposta cada vez mais em formações baixas. Caruso pode ajudar nesse sentido, mas o cobertor curto é inevitável.  

 

Em que velocidade o Bulls jogará? 

O ritmo do jogo é a outra pergunta que fica no ar ao projetar o Bulls na temporada que está para começar. Esse é um elenco essencialmente jovem e rápida. Pela vontade de melhores resultados, no entanto, trouxe dois jogadores específicos que jogam em uma outra rotação quando comparados ao resto do quinteto inicial e a um atlético banco de reservas – composto, por exemplo, por atletas como Caruso e Derrick Jones Jr. 

Ball é um armador que acelera o ritmo e consegue colocar a sua visão de jogo em ação quando opera em quadra aberta. LaVine e Williams, nesse sentido, são dois jogadores que preenchem linhas de passe e finalizam com agressividade atuando em transição. É um perímetro, basicamente, destinado a correr. Mas, ao mesmo tempo, DeRozan e Vucevic são dois jogadores que não acompanham esse ritmo. 

Em seus últimos times, a dupla esteve muito mais envolvida em situações mais lentas e com primor de execução do que velocidade. É difícil enxergar ambos saindo em transição com os garotos do elenco. Billy Donovan é um técnico que montou mais equipes rápidas do que cadenciadas, mas é muito mais fácil ver os garotos adequando-se ao ritmo dos veteranos do que os veteranos atacando em correria. 

Entender o que o Bulls será enquanto time porque, no fim das contas, trata-se de uma equipe totalmente nova. Temos dois novos titulares que atuarão mais de 30 minutos por noite, além de outro astro que só teve 20 partidas com a equipe. O elenco, em geral, passou por muitas mudanças. A gente só vai descobrir a cara desse novo Chicago em quadra mesmo, mas não há margem para falhas. É playoffs ou um grande fracasso.  

  

Projeção Jumper Brasil  

O Chicago Bulls projeta ser o sexto colocado da conferência Leste pelas nossas previsões, classificando-se para os playoffs de forma direta. 

  

 

  

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