O Jumper Brasil, como todos já sabem, oferece crescente conteúdo especializado sobre apostas para os nossos leitores interessados em dicas de boa valorização sobre NBA. O nosso principal produto é o “Vem na Minha!”, um programa ao vivo específico para a discussão do que acontece na NBA voltada para cotações de partidas, equipes e atletas antes da rodada de segunda-feira. Agora, por meio do canal Tok Certo e oferecido pela TargetBet, temos uma coluna semanal para trazer algumas tendências no mercado de apostas.

A cada semana, nós vamos trazer cinco informações importantes e/ou curiosas que esperamos poder ajudá-lo a fazer a aposta vencedora da noite nos próximos dias. Dá uma olhada:

 

 

Harrison Barnes vai muito além dos pontos

Uma das evoluções recentes no jogo de Harrison Barnes é o impacto ofensivo além dos pontos: deixou de ser apenas um scorer para revelar-se, especialmente, um passador mais participativo na ajuda para dinamizar o ataque do Sacramento Kings nos últimos meses. Os alas precisam ser mais criativos na NBA atual. Além disso, na ausência de Marvin Bagley III, o titular teve um crescimento em seus números de rebotes. Essa tendência já vem ocasionando bons rendimentos nas apostas.

A linha de rebotes e assistências somados de Barnes costuma ficar no patamar dos 10.5 pontos, um índice que bateu em nove dos últimos 11 jogos. Eram nove em dez partidas até essa segunda-feira, quando teve uma atuação irreconhecível diante do San Antonio Spurs. Nesse intervalo, ele registrou oito ou mais rebotes em seis oportunidades e teve mínimo de cinco assistências por cinco vezes. Isso é importante porque indica que não depende excessivamente de uma ou outra estatística para atingir a marca.

O grande momento de De’Aaron Fox nas pontuações – o que levou a ser eleito melhor jogador da semana no Oeste – e a ausência de Bagley são decisivos para que o número siga batendo. Fique de olho nesses dois pontos para ir adaptando as apostas, mas, por enquanto, Barnes vem sendo dinheiro quase certo em rebotes+assistências.

 

 

Defesa do Pelicans é uma festa… para os adversários

Arremessos de três pontos são um dos carros-chefe ofensivos da NBA na atualidade. Os números de cestas de longa distância por partida disparou nos últimos anos e, por isso, a linha de jogadores em conversões de três disparou nos últimos anos. Só uma franquia na temporada converte menos do que dez tiros de longa distância por jogo (Cleveland Cavaliers) e quatro times arremessam menos do que 30 vezes por partida. A situação é essa: uma verdadeira festa.

E, nessa festa, o grande anfitrião é o New Orleans Pelicans. Anfitrião porque dá ótimas condições para os adversários brilharem noite após noite. O time do fenômeno Zion Williamson é o terceiro que mais permite arremessos de longa distância aos rivais (39.1 bolas por jogo) e, ao mesmo tempo, cede o segundo maior índice de conversão aos oponentes (39.0%). Essa é uma receita do fracasso – e para a total festa dos adversários – que explica a defesa caótica da Louisiana.

Hoje, se eu vou ver apostas para um jogo do Pelicans, a fórmula é bem simples: eu já vou direto nas linhas de cestas de três pontos dos jogadores dos adversários e vejo o que é minimamente alcançável.

 

 

Os jogos ideais para apostar em tocos

Quem acompanha o “Vem na Minha!” sabe que, assim como acontece com os roubos de bola, não somos muito entusiastas das apostas em tocos: diferente de estatísticas como pontos e/ou assistências, os tocos são muito mais escassos e o altíssimo volume de arremessos de três pontos diminui as oportunidades desse tipo de jogada defensiva. Mas, evidentemente, você só precisa procurar para achar certas linhas um pouco mais seguras em termos de tocos.

Nessa busca, aqui vai uma dica: as partidas de quatro times da NBA ultrapassam, em média, a marca de 11 bloqueios na temporada – somando aquelas que conseguem e cedem aos adversários. E quem são essas equipes? Indiana Pacers (11.5), Minnesota Timberwolves (11.4), Toronto Raptors (11.3) e Cleveland Cavaliers (11.0). É preciso pontuar que o índice de Indiana, especialmente, é impulsionado pela presença de um jogador em particular: Myles Turner.

Não somos muito fãs das apostas em tocos, mas, se você quiser partir nesse caminho, bons jogos para se apostar são aqueles que envolvem – e até, de preferência, tenham ambos – Pacers, Timberwolves, Raptors e Cavaliers.

 

 

O “buraco” nas estatísticas de Ricky Rubio

As linhas estatísticas para apostas em Ricky Rubio, obviamente, ganharam um impulso nas últimas semanas pela ausência de D’Angelo Russell. O veterano espanhol é o atleta com a bola nas mãos na maior parte das partidas e, obviamente, as suas projeções de assistências foram rapidamente ajustadas para atender esse aumento. Só que ficou um “buraco” descoberto aparentemente, algo que até me assustei quando notei: a linha de rebotes+assistências do armador.

A marca de Rubio em RA nas últimas rodadas têm sido de 10.5 pontos – o que, certas noites, ele consegue apenas em assistências. Nas últimas dez partidas, ele bateu essa marca em sete partidas. Ele atuou menos de 30 minutos nessas três partidas que não alcançaram a meta – e, em duas delas, isso foi ocasionado por problemas de faltas. É especialmente notável que 10.5 pontos é uma marca baixa porque a sua linha de assistências, por si só, já oscila entre 7.5 e 8.5.

Bater sete vezes em dez confrontos determinada marca estatística não chega a ser um número absurdo, mas Rubio chama a atenção porque possui uma linha especialmente atingível. É uma “ameaça” todas as noites.

 

 

Sem Embiid, Ben Simmons decepciona nas apostas

Quando o Philadelphia 76ers anunciou a ausência em médio prazo de Joel Embiid, os apostadores ficaram salivando para encontrar o potencial “dinheiro fácil” nas linhas de Ben Simmons – uma das “máquinas estatísticas” da NBA. Podem dar ênfase à palavra “potencial”, pois, infelizmente, isso ficou somente na esperança. O desempenho nesse período, em termos de apostas e rendimentos, tem sido muito decepcionante para várias pessoas.

As linhas de Simmons nos últimos jogos tem sido nada fora do normal para alguém com seu “histórico estatístico”: 17.5 pontos, 7.5 rebotes e 6.5 assistências. Alcançável, né? Mas, na verdade, ele só bateu quatro vezes as marcas de rebotes e passes decisivos em nove jogos. Pior acontece com a pontuação: só fez 18 pontos ou mais em duas dessas nove partidas. A combinação PRA (pontos+rebotes+assistências) bateu somente três vezes.

Eu admito que, perto do que se esperava de Simmons, ele tem sido uma grande decepção. Hoje, mesmo para uma linha de PRA altamente acessível (31.5), não dá para recomendar apostar no jovem talento do Sixers.

 

 

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