O Los Angeles Lakers não conseguiu superar o New York Knicks nessa terça-feira, mas Russell Westbrook não se omitiu na derrota. O armador anotou o quarto triplo-duplo na temporada após registrar 31 pontos (10-18 FG), 13 rebotes e dez assistências. Uma das primeiras perguntas para Westbrook na entrevista coletiva, porém, referiu-se a um outro número: os seis turnovers, ou seja, desperdícios de bola cometidos no jogo. 

 

“É engraçado que você pergunte sobre os erros porque vocês não me questionam sobre isso há uns cinco jogos. E sabem a razão disso, né? Vocês são muito engraçados, aliás. Eu tive cinco desperdícios de posses no primeiro tempo e cometi só um no restante do jogo, então estou somente fazendo a leitura do que acontece em quadra. Segui com o meu jogo, mas fiz os ajustes pontuais”, afirmou o craque, com um toque de ironia. 

Westbrook iniciou o jogo contra o Knicks com a segunda maior média de turnovers da liga (4.9), à frente apenas de James Harden. Nas quatro partidas anteriores, porém, ele havia cometido apenas 12 desperdícios de bola e distribuiu 41 assistências. O seu índice de conversão nos arremessos de quadra nesse período, ao mesmo tempo, aumentou para mais de 47% de aproveitamento.   

“É uma adaptação fácil para mim, pois entendo quando estou cometendo desperdícios demais e perdendo posses. Dos cinco erros do primeiro tempo, eu simplesmente pisei fora de quadra em dois deles. Então, eles são diferentes. Tenho que avaliar os outros três porque, se você está assistindo aos jogos, viu que são aqueles em que realmente tomei decisões erradas”, argumentou o veterano, relativizando seus turnovers. 

Apoio de colegas 

Os desperdícios de bola amontoam-se e turnovers podem ir às alturas, mas Westbrook ainda conta com o apoio dos companheiros de Lakers. Na ausência de LeBron James, em particular, os angelinos dependem da agressividade do armador para gerar ritmo e cestas fáceis. O astro Anthony Davis defende que, no final das contas, o time precisa de nada mais, nada menos do que o ex-MVP da liga jogando ao seu modo.  

“Russell precisa continuar a jogar ao seu estilo, não importa quem esteja em quadra. Em síntese, precisa ser si mesmo. Eu sempre lhe digo para que não seja ninguém além dele mesmo. É isso que, acima de tudo, fez hoje. Às vezes, ele tentará ser um pouco passivo buscando passar a bola. Isso é ótimo, mas neutraliza o seu ritmo. Temos certeza de que ele pode fazer o mesmo enquanto é agressivo em relação à cesta”, apostou o pivô. 

 

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